A juventude é uma das melhores fases de nossas vidas, já falamos sobre isso por essas páginas. Mas também é a fase em somos mais alienados sobre os problemas que ocorrem na sociedade em que vivemos, deve ser porque nossos objetivos sejam, naquele momento, mais direcionados a assaração da gatinha de pele morena, para os guris, ou daquele gato da casa da esquina, para as gurias.
Dizem os entendidos na matéria que “a juventude é o futuro do Brasil”, pois é, entendo que não é bem assim: a juventude será os futuros adultos sim, portanto, ela é também o presente, se pensarmos assim termos um país de alienados ou pessoas sem limites e sem valores. Será que os adultos de hoje não foram jovens alienados e sem compromisso no passado?
Essa alienação toda atrapalha a formação do futuro adulto, são poucos os jovens que na minha juventude e na atual se interessavam em participar da vida mais ativa do seu meio social e o movimento estudantil foi para mim como para muitos jovens de hoje a oportunidade de se abrir para atuação política. As décadas de 70 e 80 foram os anos em que os estudantes mais atuaram através de passeatas, na luta pelas “Diretas já!!”, eu e meus colegas de “Julinho” realizamos uma greve para manter a porta da escola aberta durante todo o período, tamanha era a politização da gurizada.
Dia 11 de agosto, próximo, será comemorado o Dia do Estudante e os 70 anos da UNE, e os estudantes de Viamão estarão em praça pública marcando essa data no dia 10 no centro da cidade.
Nos anos 90 os estudantes do Brasil foram às ruas de cara pintadas e derrubaram o Presidente da Republica, agora em 2007, no século XXI, os estudantes ocuparam por mais de 40 dias a reitoria e os prédios da universidade de São Paulo-USP contrários aos decretos do tucano Jose Serra que pretendia acabar com a autonomia e com o financiamento da universidade. Nessa ação ressurge no cenário nacional, mais uma vez o Movimento Estudantil pipocando por todas as universidades paulistas e se espraiando por todo o país, em especial na nossa UFRGS numa bela atuação na defesa da instituição das cotas social e raciais naquele centro de conhecimento.
O Movimento Estudantil se viu encurralado devido à sistemática recusa de serem ouvidas as suas reivindicações, sobretudo, daqueles de baixa renda e as suas necessidades de moradia e bolsas para custear os seus estudos e o único modo de enfrentamento foi ir ao extremo de ocupar as universidades paulistas.
A maioria desses estudantes é de origem humilde que estão lutando para a ampliação de vagas, criação de novos cursos noturnos para que mais jovens tenham a chance de ingressar, por mérito, nas universidades públicas. Eles (as) são desempregados, filho de desempregados, em fim, pobres ou em processo de empobrecimento que estão dentro e fora das faculdades lutando contra os efeitos nocivos e subservientes do capital estrangeiro, a precarização do trabalho via reforma trabalhista e previdenciária e contra a reforma universitária.
A luta do Movimento Estudantil é forjada na rebeldia que ameaça, sim, porque traz para a vida real a verdadeira dimensão da cruel e tão negada luta de classes em vivemos.
Encerro com uma frase de Honestino Guimarães, ex-presidente da UNE em 1970, que em 10 de outubro de 1973 foi preso pelo regime militar e nunca mais apareceu: “Sempre podem nos prender, podem nos bater, mas quando voltarmos seremos milhões”.
Viva o Movimento Estudantil!!!
Por uma classe trabalhadora unida!!!
ver.itamarsantos@terra.com.br
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A grande mídia silencia perante os avanços da Mulher na sociedade brasileira e na produção científica que produz vida de forma gratuita...
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quinta-feira, 2 de agosto de 2007
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
O PAN visto por outro foco.
Quem é que não gosta de ganhar? Todos nós gostamos de ganhar e que os nossos atletas ou que o nosso time do coração ganhe, principalmente porque foi essa a cultura que nos passaram desde quando nascemos e infelizmente até hoje vem se reproduzindo. Atualmente muito por conta da grande publicidade midiática que nos impõe diariamente essa cultura competitiva e consumista.
Se você não estiver vestindo uma calça ou um tênis de marca, você não é bem recebido no seu grupo social, se você não é bom em um esporte ou no seu emprego, você esta fora, esta desempregada, portanto a cultura vigente é de uma competição desleal e muitas vezes danosa.
No esporte não é muito diferente tendo em vista que o modelo adotado no mundo inteiro é o esporte de alto rendimento onde nos paises capitalistas os atletas são mantidos com altos patrocínios das multinacionais aos que nasceram com talento, verdadeiros gênios. E assim são vendidos ao mercado consumidor como marca de tênis, calças, chuteiras ou qualquer outra bugiganga que caia no agrado do inconsciente popular proporcionando retorno financeiro a marca que patrocinou.
Nos paises como a Rússia e Cuba esses atletas são preparados desde criança pelo Estado para no futuro ganharem muitas medalhas e assim fazer a boa propaganda do regime.
A bem da verdade nos dois sistema os atletas são agentes de propaganda que dão sustentação política a qualquer regime ideológico, isto pode ser assistido pelas empresas oficiais que fizeram a cobertura do PAN. Alguns repórteres mencionaram que “a boa colocação dos nossos atletas servirá para amenizar o sofrimento do povo pobre”, se isso você dito por Lula, Fidel ou por Chaves, os incautos baluartes da democracia esbravejariam como sendo mais uma demagogia populista desses esquerdistas, mas como veio da parte deles esta certo. Propaganda capitalista pode!!! Socialista, não.
Em tudo que fizemos de certo modo está esta conotação ideológica, notamos mais fortemente isso na excussão das obras do PAM onde o dinheiro público serviu, mais uma vez, para garantir lucros fáceis aos já ricos senhores da elite carioca.
As maiores empresas, controladoras de toda a imprensa brasileira, não informaram o que de fato aconteceu com os quase 4 bilhões de reais gastos para fazer o PAN acontecer. Não noticiou, por exemplo:
_____ Que para organizar o PAN, foi criado uma empresa chamada de CO-Rio tendo como Presidente o Senhor Carlos Arthur Nuzman, por coincidência também é Presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Empresa esta que gastou a bagatela de aproximadamente 4 bilhões de reais advindos dos cofres públicos da Prefeitura Municipal do RJ, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e do Ministério dos Esportes.
Para que serve o COB?
_____ Que a senhora Mônica Conceição, figurinista da equipe olímpica brasileira é cunhada de Carlos Arthur Nuzman, Presidente do COB. Neste caso não é nepotismo? Ah! Cunhada não é parente. Já dizia um velho político.
______ Que 22 milhões foram gastos para bancar as passagens aéreas de todos os cartolas que vieram ao Rio para assistir os jogos.
_______ Que a empresa que somente idealizou (pensou/desenhou) as medalhas do PAN recebeu para isso R$ 720 mil e através de carta-convite, ou seja, sem licitação.
E essa montanha de dinheiro público é só a ponta do iceberg, pois por de trás desse angu tem caroço.
ATÉ A PROXIMA CPI (Comitê de Pizzas Indigestas).
ver.itamarsantos@bol.com.br
Se você não estiver vestindo uma calça ou um tênis de marca, você não é bem recebido no seu grupo social, se você não é bom em um esporte ou no seu emprego, você esta fora, esta desempregada, portanto a cultura vigente é de uma competição desleal e muitas vezes danosa.
No esporte não é muito diferente tendo em vista que o modelo adotado no mundo inteiro é o esporte de alto rendimento onde nos paises capitalistas os atletas são mantidos com altos patrocínios das multinacionais aos que nasceram com talento, verdadeiros gênios. E assim são vendidos ao mercado consumidor como marca de tênis, calças, chuteiras ou qualquer outra bugiganga que caia no agrado do inconsciente popular proporcionando retorno financeiro a marca que patrocinou.
Nos paises como a Rússia e Cuba esses atletas são preparados desde criança pelo Estado para no futuro ganharem muitas medalhas e assim fazer a boa propaganda do regime.
A bem da verdade nos dois sistema os atletas são agentes de propaganda que dão sustentação política a qualquer regime ideológico, isto pode ser assistido pelas empresas oficiais que fizeram a cobertura do PAN. Alguns repórteres mencionaram que “a boa colocação dos nossos atletas servirá para amenizar o sofrimento do povo pobre”, se isso você dito por Lula, Fidel ou por Chaves, os incautos baluartes da democracia esbravejariam como sendo mais uma demagogia populista desses esquerdistas, mas como veio da parte deles esta certo. Propaganda capitalista pode!!! Socialista, não.
Em tudo que fizemos de certo modo está esta conotação ideológica, notamos mais fortemente isso na excussão das obras do PAM onde o dinheiro público serviu, mais uma vez, para garantir lucros fáceis aos já ricos senhores da elite carioca.
As maiores empresas, controladoras de toda a imprensa brasileira, não informaram o que de fato aconteceu com os quase 4 bilhões de reais gastos para fazer o PAN acontecer. Não noticiou, por exemplo:
_____ Que para organizar o PAN, foi criado uma empresa chamada de CO-Rio tendo como Presidente o Senhor Carlos Arthur Nuzman, por coincidência também é Presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Empresa esta que gastou a bagatela de aproximadamente 4 bilhões de reais advindos dos cofres públicos da Prefeitura Municipal do RJ, do Governo do Estado do Rio de Janeiro e do Ministério dos Esportes.
Para que serve o COB?
_____ Que a senhora Mônica Conceição, figurinista da equipe olímpica brasileira é cunhada de Carlos Arthur Nuzman, Presidente do COB. Neste caso não é nepotismo? Ah! Cunhada não é parente. Já dizia um velho político.
______ Que 22 milhões foram gastos para bancar as passagens aéreas de todos os cartolas que vieram ao Rio para assistir os jogos.
_______ Que a empresa que somente idealizou (pensou/desenhou) as medalhas do PAN recebeu para isso R$ 720 mil e através de carta-convite, ou seja, sem licitação.
E essa montanha de dinheiro público é só a ponta do iceberg, pois por de trás desse angu tem caroço.
ATÉ A PROXIMA CPI (Comitê de Pizzas Indigestas).
ver.itamarsantos@bol.com.br
terça-feira, 31 de julho de 2007
Entre o Público do SUS e o privado dos Planos de Saúde.
O cinismo midiático insiste em propagandear de que tudo aquilo vindo da iniciativa privada é o melhor e se for importado, fica melhor ainda.
Por duas oportunidades presenciei e participei diretamente dos dois atendimentos e pude comprovar que o SUS remunera muito para o mau serviço prestado aos usuários disponibilizados pelos prestadores de serviços. No outro extremo a recíproca também é verdadeira, com um agravante: o usuário paga muito bem para as empresas que vendem saúde, estas pagam mal os prestadores de serviços (hospitais) e estes atendem muito mal a nós, os usuários, sem contar que a remuneração dos profissionais é baixíssima e em certos hospitais são obrigados a atender no SUS e no privado.
Estive na sexta-feira, 06 de junho, p.p, no Hospital da PUC, acompanhando um bebe de aproximadamente um mês de idade, juntamente de sua mãe de 17 anos, ambos abrigados em um dos abrigos da FPERGS (antiga FEBEM), onde trabalho como monitor. O bebe estava com problemas respiratórios e por estar em estado grave teve que ficar hospitalizado.
Eram aproximadamente 19h30min min quando chegamos à emergência do SUS, imediatamente o bebe foi atendido no setor de enfermagem onde foi prescrito pela única médica que estava de plantão naquela noite, nebolizar de hora em hora devido o menininho estar com broqueolite. Permanecemos por mais de duas horas ali, até que a dita médica conseguisse fazer um exame mais detalhado no bebe e solicitasse um raio x do pulmão. Ao retornar-mos a emergência a única médica do setor informo-nos que o pequenino paciente teria que ficar hospitalizado na enfermaria, uma sala junto da emergência com mais 12 crianças de zero até 06 anos de idade tão doentes ou mais do que o bebezinho.
Indaguei para a médica e para as 03 técnicas em enfermagem que se revezava em atender as crianças já internadas e aquelas que chegavam urgência/ emergência: quantas crianças elas atendiam por plantão de 12 horas? Informaram-me que no inferno eram atendidas entre 70 e 100 crianças por plantão. Os valores reembolsados pelo SUS todo mundo já sabe que é uma vergonha, a começar pelos R$ 2,55 referentes à consulta medica o qual não é reajustado a mais de 15 anos.
Mas, o bebe foi atendido e salvo apesar do estado deplorável do local onde ficaram baixados, em uma enfermaria que se espremiam os 13 berços com os bebes, 13 cadeiras onde eu e as outras 12 mães extenuadas de sonho cochilávamos entre um choro e outro.
Mas, desrespeito maior aconteceu como minha esposa na emergência de convênios do Hospital de Viamão, em 23 p.p, quando ingressou naquele serviço onde permaneceu por aproximadamente 08 horas com suspeita de vesícula saturada. Somente na espera da ecografia deixaram-na esperando por mais de 02 horas sendo que o custo de um exame destes vale mais de R$ 80,00 e a mensalidade paga para uma pessoa com mais de quarenta anos de idade custa em torno de R$ 220,00, valores estes muitas vezes mais elevado do que os pagos pelo SUS.
A igualdade nos dois atendimentos se dá no mesmo tratamento dado aos profissionais da saúde publica, pois tanto no publico como no privado só tinha um médico para fazer todos os atendimentos, chegando ao absurdo de ter somente um médico cirurgião para atender o SUS e os convênios, ou seja, só tinha um médico cirurgião no hospital de Viamão neste dia.
Mais uma vez afirmo que, também o setor privado trata mal os seus usuários e os seus trabalhadores.E é de extrema urgência que a tabela de procedimentos do SUS seja reajustada a preços honestos e os ditos hospitais filantrópicos fiscalizados.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Por duas oportunidades presenciei e participei diretamente dos dois atendimentos e pude comprovar que o SUS remunera muito para o mau serviço prestado aos usuários disponibilizados pelos prestadores de serviços. No outro extremo a recíproca também é verdadeira, com um agravante: o usuário paga muito bem para as empresas que vendem saúde, estas pagam mal os prestadores de serviços (hospitais) e estes atendem muito mal a nós, os usuários, sem contar que a remuneração dos profissionais é baixíssima e em certos hospitais são obrigados a atender no SUS e no privado.
Estive na sexta-feira, 06 de junho, p.p, no Hospital da PUC, acompanhando um bebe de aproximadamente um mês de idade, juntamente de sua mãe de 17 anos, ambos abrigados em um dos abrigos da FPERGS (antiga FEBEM), onde trabalho como monitor. O bebe estava com problemas respiratórios e por estar em estado grave teve que ficar hospitalizado.
Eram aproximadamente 19h30min min quando chegamos à emergência do SUS, imediatamente o bebe foi atendido no setor de enfermagem onde foi prescrito pela única médica que estava de plantão naquela noite, nebolizar de hora em hora devido o menininho estar com broqueolite. Permanecemos por mais de duas horas ali, até que a dita médica conseguisse fazer um exame mais detalhado no bebe e solicitasse um raio x do pulmão. Ao retornar-mos a emergência a única médica do setor informo-nos que o pequenino paciente teria que ficar hospitalizado na enfermaria, uma sala junto da emergência com mais 12 crianças de zero até 06 anos de idade tão doentes ou mais do que o bebezinho.
Indaguei para a médica e para as 03 técnicas em enfermagem que se revezava em atender as crianças já internadas e aquelas que chegavam urgência/ emergência: quantas crianças elas atendiam por plantão de 12 horas? Informaram-me que no inferno eram atendidas entre 70 e 100 crianças por plantão. Os valores reembolsados pelo SUS todo mundo já sabe que é uma vergonha, a começar pelos R$ 2,55 referentes à consulta medica o qual não é reajustado a mais de 15 anos.
Mas, o bebe foi atendido e salvo apesar do estado deplorável do local onde ficaram baixados, em uma enfermaria que se espremiam os 13 berços com os bebes, 13 cadeiras onde eu e as outras 12 mães extenuadas de sonho cochilávamos entre um choro e outro.
Mas, desrespeito maior aconteceu como minha esposa na emergência de convênios do Hospital de Viamão, em 23 p.p, quando ingressou naquele serviço onde permaneceu por aproximadamente 08 horas com suspeita de vesícula saturada. Somente na espera da ecografia deixaram-na esperando por mais de 02 horas sendo que o custo de um exame destes vale mais de R$ 80,00 e a mensalidade paga para uma pessoa com mais de quarenta anos de idade custa em torno de R$ 220,00, valores estes muitas vezes mais elevado do que os pagos pelo SUS.
A igualdade nos dois atendimentos se dá no mesmo tratamento dado aos profissionais da saúde publica, pois tanto no publico como no privado só tinha um médico para fazer todos os atendimentos, chegando ao absurdo de ter somente um médico cirurgião para atender o SUS e os convênios, ou seja, só tinha um médico cirurgião no hospital de Viamão neste dia.
Mais uma vez afirmo que, também o setor privado trata mal os seus usuários e os seus trabalhadores.E é de extrema urgência que a tabela de procedimentos do SUS seja reajustada a preços honestos e os ditos hospitais filantrópicos fiscalizados.
ver.itamarsantos@terra.com.br
domingo, 29 de julho de 2007
De:brasil105
Para: ver.itamarsantos@bol.com.br
___ brasil105: deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Quem tem direito de vaiar Lula?”
___ brasil105: Li esta postagem no Viamão Hoje e fiquei me perguntando: 50 milhões de pessoas saindo da miséria absoluta? Só se for fora do RS, afinal aqui, não vemos nada de diferente em relação à pobreza. Os moradores das vilas continuam se alimentando de poeira e de água de esgoto. Os ratos se proliferam. Nos mercados, os preços aumentam a cada dia, e a qualidade dos produtos oferecidos cresce em razão inversa aos preços.
Basta ter boa vontade de ver. Deixar a visão polí¬tica de lado e tentar, observar.
Não tenho que fazer nada pelo povo, não sou polí¬tico. Tenho que fazer por mim e pela minha família. Agora os "políticos" que façam polí¬ticas sociais de verdade.
É fácil falar do "companheiro LULA" como se ele fosse o senhor da verdade e da honestidade.
___ ver.itamarsantos@bol.com.br: que bom que você lê um dos mais democráticos sitos da rede, o www.viamaohoje.com.br, mas se achas que não há 50 milhões de pessoas que saíram da miséria no Brasil é porque nuca passou necessidades e há sim milhares delas aqui no sul. A miséria é o pior mal do sistema capitalista e infelizmente pra quem nuca teve nada para comer, quando recebe do Governo Lula o bolsa família de R$ 90,00 isso significa poder comer uma alimentação saudável ou pelo menos que não seja resto. Pode até dizer que esse é mais um programa assistencialista, pois o é, mas em uma sociedade capitalista igual a nossa temos que iniciar por algum lado e o lado escolhido por Lula foi o de matar a fome das pessoas e a partir daí prepará-las para iniciar o seu auto-sustento. Você não vê nada disso aqui no RS deve ser porque o Rigotto e a Yeda não investe no social, pelo contrario, o imposto que você paga quando saboreia a sua cervejinha eles transferem em forma de subsidio para as grandes empresas como a Gerdau e a RBS. Quando você diz que não é político, você está se enganando a si próprio ou está sendo hipócrita, pois você acaba de ser e fazer política; no momento em que você usou o seu tempo para ler e após digitar o seu comentário carregado de preconceito contra o que está na minha crônica você fez política, portanto essa estória de que você não é politípico é mentira, é balela. Você é político e daqueles de extrema direita e enrustido, pois utiliza pseudônimo. Mostre a sua cara tchê!!!!
No momento em que você só faz por sua família você demonstra que optou por uma posição política que prima pelo individualismo e pelo corporativismo onde o outro não vale nada e muito menos se esse for um pobre.
Você é dessas pessoas que vaiam o Lula porque ele é de origem pobre, um metalúrgico, ou seja, Ele é um operário que evoluiu tanto que chegou a Presidência da Republica por duas vezes com votação maciça do povo humilde que são a maioria dos brasileiros, onde gente como você não está incluída. Por isso é que você não votou no Lula.
___ brasil105: EU VAIO O LULINHA PAZ E AMOR. EU VAIO A POLíTICA CORRUPTA DELE (aqui uma ressalva, não só dele, como a da grande maioria dos políticos).O Lula trabalha para o nordeste e pelo nordeste (igualzinho ao Sarney).
___ver.itamarsantos@bol.com.br: o Lulinha paz e amor eu também vaio, porque eu quero que o Lula faça a reforma agrária, construa casa para os sem-teto, acabe com os pedágios e desaproprie as empresas sonegadoras de impostos. E transforme-as em cooperativas para os trabalhadores crescerem com autonomia e discordo de que o Lula seja corrupto, corrupto são aqueles que se aproximam dele para se beneficiar da corrupção que campeã esse país desde Cabral. Que isso!!! Só falta você dizer que os nordestinos são uma raça inferior; não, isso é racismo caro brasil105.
__ brasil105: Pra fechar, falavam da polí¬tica neoliberal do FHC. E o que o Lula tá fazendo? Socialismo. Quer fazer do Brasil uma nova Cuba? Basta ver no PAN do RJ quantos cubanos abandonaram a delegação. BRASIL AME-O OU DEIXE-O é coisa de militar, mas com o Lula no poder, ta dando vontade de revolucionar tudo. CRESCIMENTO AO RS JÁ. QUANDO ESTE PRESIDENTE (ANALFABETO) CUIDAR DO SUL E FAZER ESTE ESTADO CRESCER EU PÁRO DE VAIÁ-LO.
___ veritamarsantos@bol.com.br: Puxa! Caprichaste no grã finale, vem carregado de regionalismo que me faz acreditar que você possa descender de Hitler e também me convencestes de que você não é um ser político e sim um analfabeto político.
Até a próxima!!!!
Novo endereço: ver.itamarsantos@terra.com.br
___ brasil105: deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Quem tem direito de vaiar Lula?”
___ brasil105: Li esta postagem no Viamão Hoje e fiquei me perguntando: 50 milhões de pessoas saindo da miséria absoluta? Só se for fora do RS, afinal aqui, não vemos nada de diferente em relação à pobreza. Os moradores das vilas continuam se alimentando de poeira e de água de esgoto. Os ratos se proliferam. Nos mercados, os preços aumentam a cada dia, e a qualidade dos produtos oferecidos cresce em razão inversa aos preços.
Basta ter boa vontade de ver. Deixar a visão polí¬tica de lado e tentar, observar.
Não tenho que fazer nada pelo povo, não sou polí¬tico. Tenho que fazer por mim e pela minha família. Agora os "políticos" que façam polí¬ticas sociais de verdade.
É fácil falar do "companheiro LULA" como se ele fosse o senhor da verdade e da honestidade.
___ ver.itamarsantos@bol.com.br: que bom que você lê um dos mais democráticos sitos da rede, o www.viamaohoje.com.br, mas se achas que não há 50 milhões de pessoas que saíram da miséria no Brasil é porque nuca passou necessidades e há sim milhares delas aqui no sul. A miséria é o pior mal do sistema capitalista e infelizmente pra quem nuca teve nada para comer, quando recebe do Governo Lula o bolsa família de R$ 90,00 isso significa poder comer uma alimentação saudável ou pelo menos que não seja resto. Pode até dizer que esse é mais um programa assistencialista, pois o é, mas em uma sociedade capitalista igual a nossa temos que iniciar por algum lado e o lado escolhido por Lula foi o de matar a fome das pessoas e a partir daí prepará-las para iniciar o seu auto-sustento. Você não vê nada disso aqui no RS deve ser porque o Rigotto e a Yeda não investe no social, pelo contrario, o imposto que você paga quando saboreia a sua cervejinha eles transferem em forma de subsidio para as grandes empresas como a Gerdau e a RBS. Quando você diz que não é político, você está se enganando a si próprio ou está sendo hipócrita, pois você acaba de ser e fazer política; no momento em que você usou o seu tempo para ler e após digitar o seu comentário carregado de preconceito contra o que está na minha crônica você fez política, portanto essa estória de que você não é politípico é mentira, é balela. Você é político e daqueles de extrema direita e enrustido, pois utiliza pseudônimo. Mostre a sua cara tchê!!!!
No momento em que você só faz por sua família você demonstra que optou por uma posição política que prima pelo individualismo e pelo corporativismo onde o outro não vale nada e muito menos se esse for um pobre.
Você é dessas pessoas que vaiam o Lula porque ele é de origem pobre, um metalúrgico, ou seja, Ele é um operário que evoluiu tanto que chegou a Presidência da Republica por duas vezes com votação maciça do povo humilde que são a maioria dos brasileiros, onde gente como você não está incluída. Por isso é que você não votou no Lula.
___ brasil105: EU VAIO O LULINHA PAZ E AMOR. EU VAIO A POLíTICA CORRUPTA DELE (aqui uma ressalva, não só dele, como a da grande maioria dos políticos).O Lula trabalha para o nordeste e pelo nordeste (igualzinho ao Sarney).
___ver.itamarsantos@bol.com.br: o Lulinha paz e amor eu também vaio, porque eu quero que o Lula faça a reforma agrária, construa casa para os sem-teto, acabe com os pedágios e desaproprie as empresas sonegadoras de impostos. E transforme-as em cooperativas para os trabalhadores crescerem com autonomia e discordo de que o Lula seja corrupto, corrupto são aqueles que se aproximam dele para se beneficiar da corrupção que campeã esse país desde Cabral. Que isso!!! Só falta você dizer que os nordestinos são uma raça inferior; não, isso é racismo caro brasil105.
__ brasil105: Pra fechar, falavam da polí¬tica neoliberal do FHC. E o que o Lula tá fazendo? Socialismo. Quer fazer do Brasil uma nova Cuba? Basta ver no PAN do RJ quantos cubanos abandonaram a delegação. BRASIL AME-O OU DEIXE-O é coisa de militar, mas com o Lula no poder, ta dando vontade de revolucionar tudo. CRESCIMENTO AO RS JÁ. QUANDO ESTE PRESIDENTE (ANALFABETO) CUIDAR DO SUL E FAZER ESTE ESTADO CRESCER EU PÁRO DE VAIÁ-LO.
___ veritamarsantos@bol.com.br: Puxa! Caprichaste no grã finale, vem carregado de regionalismo que me faz acreditar que você possa descender de Hitler e também me convencestes de que você não é um ser político e sim um analfabeto político.
Até a próxima!!!!
Novo endereço: ver.itamarsantos@terra.com.br
Criança Esperança 2007.
Será que é verdade?
Mais um ano mais e mais uma milionária campanha das organizações Globo intitulada de “Criança Esperança”.
As informações que circulam são de que a Rede Globo utiliza as arrecadações do programa criança esperança para não pagar imposto de renda. Coisas assim têm muito mais peso que um mês de Jornal Nacional falando das quedas dos aviões da TAM e da Gol.
Quando a Rede Globo diz que a campanha Criança Esperança não gera lucro é mentira.
Porque no mês de Abril do ano seguinte, ela (TV Globo) entrega o seu imposto de renda com um seguinte desconto: Doação feita à UNICEF no valor de aproximadamente 600 milhões de reais em 2006. Ou seja, a Rede Globo já desconta pelo menos 20 e tantos milhões do imposto de renda graças aos babácas que fazem as doações.
Agora vai você quer colocar no seu imposto de renda que doou 7, 15, 30 ou mais pro criança esperança?
NÃO PODE!
Sabe por que você não pode? Porque Criança Esperança é uma marca e não uma entidade beneficente. Já a doação feita COM O SEU DINHEIRO para o Unicef é aceito.
E não há crime nenhum aí, você doou a Rede Globo um dinheiro que realmente foi entregue à Unicef, porém é descontado na Receita Federal como doação da Rede Globo e não sua!
PERGUNTA: Você pagando imposto da Rede Globo Criança Esperança?
Você pagando o imposto da Rede Globo!!!
Se a Rede Globo não desembolsa os 20 e tantos milhões para pagar o imposto de renda que deve ao Leão, para quem então é a doação do programa anual, Criança Esperança?
Se isso for verdade? Pergunto, eu. É mais uma trapaça legalizada da burguesia nacional agregada a todas as outras benesses que a grande mídia já tem dos governantes federais. Isso é uma aberração, é um absurdo!!!
Assim é uma maravilha ser empresário neste país, só ganha e ainda posa de bonzinho e filantropo.
É uma palhaçada. Você vai fazer uma doaçãozinha este ano para a rede globo?
Em 28 de julho de 2007.
ver.itamarsantos@bol.com.br
Mais um ano mais e mais uma milionária campanha das organizações Globo intitulada de “Criança Esperança”.
As informações que circulam são de que a Rede Globo utiliza as arrecadações do programa criança esperança para não pagar imposto de renda. Coisas assim têm muito mais peso que um mês de Jornal Nacional falando das quedas dos aviões da TAM e da Gol.
Quando a Rede Globo diz que a campanha Criança Esperança não gera lucro é mentira.
Porque no mês de Abril do ano seguinte, ela (TV Globo) entrega o seu imposto de renda com um seguinte desconto: Doação feita à UNICEF no valor de aproximadamente 600 milhões de reais em 2006. Ou seja, a Rede Globo já desconta pelo menos 20 e tantos milhões do imposto de renda graças aos babácas que fazem as doações.
Agora vai você quer colocar no seu imposto de renda que doou 7, 15, 30 ou mais pro criança esperança?
NÃO PODE!
Sabe por que você não pode? Porque Criança Esperança é uma marca e não uma entidade beneficente. Já a doação feita COM O SEU DINHEIRO para o Unicef é aceito.
E não há crime nenhum aí, você doou a Rede Globo um dinheiro que realmente foi entregue à Unicef, porém é descontado na Receita Federal como doação da Rede Globo e não sua!
PERGUNTA: Você pagando imposto da Rede Globo Criança Esperança?
Você pagando o imposto da Rede Globo!!!
Se a Rede Globo não desembolsa os 20 e tantos milhões para pagar o imposto de renda que deve ao Leão, para quem então é a doação do programa anual, Criança Esperança?
Se isso for verdade? Pergunto, eu. É mais uma trapaça legalizada da burguesia nacional agregada a todas as outras benesses que a grande mídia já tem dos governantes federais. Isso é uma aberração, é um absurdo!!!
Assim é uma maravilha ser empresário neste país, só ganha e ainda posa de bonzinho e filantropo.
É uma palhaçada. Você vai fazer uma doaçãozinha este ano para a rede globo?
Em 28 de julho de 2007.
ver.itamarsantos@bol.com.br
quarta-feira, 25 de julho de 2007
Tenho medo de avião!!!
Dizem que quem fala a verdade não merece castigo, pois então estou entre essas pessoas. Nunca entrei em um avião, conheço um porque fui levar uma de minhas irmãs no Salgado Filho quando da sua viagem de lua de mel e só avistei o dito cujo, quando o mesmo taxiava na pista do aeroporto, o vi pela janela do prédio.
Portanto, essa crônica esta baseada em fatos pesquisados no sitio www.desastresaereos.net/acidentes_brasil e recheada com opiniões pessoais construídas após fazer um apanhado dos diversos acidentes aéreos ocorridos no Brasil nos últimos anos. Técnicos em aviação afirmam que o transporte aéreo é o mais seguro; em relação aos outros meios.
O avião é utilizado por uma parcela da população que usufrui de uma condição socioeconômica favorável (digamos assim) que vinha enfrentando vários problemas a partir de 29 de setembro de 2006, data do terrível acidente do vôo 1907 da Gol, quando o Boeing 737 chocou-se com um Legacy da empresa norte-americana ExelArie (fabricado pela EMBRAER)ou vise-versa, quando 154 pessoas morreram e até hoje somente 23 famílias foram indesadas.
A partir de então imprensa libertina passou a atacar com mais voracidade o governo Lula atribuindo-lhe toda a culpa pela crise aérea instalada no Brasil e que em todos os governos anteriores foi ignorada por essa mesma imprensa. A falta de investimentos na infra-estrutura aérea é idêntica a qualquer outro serviço, com um agravante, as viagens aéreas são um privilegio de poucos em relação à esmagadora maioria do povo brasileiro que se espreme nos ônibus, trens e vãs em longos trajetos para irem ao trabalho, fatos estes que não são noticiados com a mesma ênfase pela “nossa democrática imprensa”. Onde nas estradas morrem muito mais pessoas se comparado aos acidentes com aviões e nem por isso é feito tanto alarde como estão fazendo com a tal da crise aérea.
Porque será que a imprensa burguesa não faz a mesma pressão na crise de ética e de corrupção que assola o país? Será porque os políticos envolvidos são da sua classe social e o Presidente Lula é oriundo da classe trabalhadora, um metalúrgico, portanto de uma classe inferior? E sendo assim Ele têm que ser castigado como são todos aqueles que não têm como pagar um bom advogado para livrá-lo das garras da lei.
Isso fica claro quando revemos o passado e identificamos, por exemplo, que o acidente com o fokker 100 da TAM, vôo 402, de 31 de outubro de 1996, com 105 vítimas fatais que caiu no meio da rua no bairro Jabaquara em São Paulo após 10 anos e 10 meses; há familiares (a maioria) de vitimas que ainda não receberam indenizações devido a TAM e a UNIBANCO Seguros recorrerem repetidas vezes graças à benevolência dos Juízes brasileiros. Para se ter uma vaga idéia o valor do seguro em caso de acidente era na época de 400 milhões de dólares; deve ser por esse ‘detalhe’ que é tão demorado a sentença final.
A isto tudo a imprensa empresarial não informa. Sem contar que esses dois desastres ocorreram nos governos de Serra e de Mário Covas (in memória) do PSDB respectivamente, não informa também que o Aeroporto de Congonhas ficou nesse caos porque os diversos governos do Estado de São Paulo/Capital nunca se opuseram as construções ao entorno cedendo as pressões dos capitalistas ocasionando a saturação desse importante entreposto nacional.
Enquanto no Brasil tivermos uma democracia somente para os burgueses, essa democracia nunca será plena, será uma falsa democracia que é permitida somente para aqueles que têm dinheiro no bolso. Será uma democracia em que a liberdade de imprensa é para aqueles que têm por de trás muitos dólares que lhes garante invadir a privacidade individual das pessoas sem dar o direito dessas reclamarem, pois estas estariam tolindo o “direito deles de liberdade de expressão”.
Até quando o povo ficará calado a tudo isso?ver.itamarsantos@bol.com.br
Portanto, essa crônica esta baseada em fatos pesquisados no sitio www.desastresaereos.net/acidentes_brasil e recheada com opiniões pessoais construídas após fazer um apanhado dos diversos acidentes aéreos ocorridos no Brasil nos últimos anos. Técnicos em aviação afirmam que o transporte aéreo é o mais seguro; em relação aos outros meios.
O avião é utilizado por uma parcela da população que usufrui de uma condição socioeconômica favorável (digamos assim) que vinha enfrentando vários problemas a partir de 29 de setembro de 2006, data do terrível acidente do vôo 1907 da Gol, quando o Boeing 737 chocou-se com um Legacy da empresa norte-americana ExelArie (fabricado pela EMBRAER)ou vise-versa, quando 154 pessoas morreram e até hoje somente 23 famílias foram indesadas.
A partir de então imprensa libertina passou a atacar com mais voracidade o governo Lula atribuindo-lhe toda a culpa pela crise aérea instalada no Brasil e que em todos os governos anteriores foi ignorada por essa mesma imprensa. A falta de investimentos na infra-estrutura aérea é idêntica a qualquer outro serviço, com um agravante, as viagens aéreas são um privilegio de poucos em relação à esmagadora maioria do povo brasileiro que se espreme nos ônibus, trens e vãs em longos trajetos para irem ao trabalho, fatos estes que não são noticiados com a mesma ênfase pela “nossa democrática imprensa”. Onde nas estradas morrem muito mais pessoas se comparado aos acidentes com aviões e nem por isso é feito tanto alarde como estão fazendo com a tal da crise aérea.
Porque será que a imprensa burguesa não faz a mesma pressão na crise de ética e de corrupção que assola o país? Será porque os políticos envolvidos são da sua classe social e o Presidente Lula é oriundo da classe trabalhadora, um metalúrgico, portanto de uma classe inferior? E sendo assim Ele têm que ser castigado como são todos aqueles que não têm como pagar um bom advogado para livrá-lo das garras da lei.
Isso fica claro quando revemos o passado e identificamos, por exemplo, que o acidente com o fokker 100 da TAM, vôo 402, de 31 de outubro de 1996, com 105 vítimas fatais que caiu no meio da rua no bairro Jabaquara em São Paulo após 10 anos e 10 meses; há familiares (a maioria) de vitimas que ainda não receberam indenizações devido a TAM e a UNIBANCO Seguros recorrerem repetidas vezes graças à benevolência dos Juízes brasileiros. Para se ter uma vaga idéia o valor do seguro em caso de acidente era na época de 400 milhões de dólares; deve ser por esse ‘detalhe’ que é tão demorado a sentença final.
A isto tudo a imprensa empresarial não informa. Sem contar que esses dois desastres ocorreram nos governos de Serra e de Mário Covas (in memória) do PSDB respectivamente, não informa também que o Aeroporto de Congonhas ficou nesse caos porque os diversos governos do Estado de São Paulo/Capital nunca se opuseram as construções ao entorno cedendo as pressões dos capitalistas ocasionando a saturação desse importante entreposto nacional.
Enquanto no Brasil tivermos uma democracia somente para os burgueses, essa democracia nunca será plena, será uma falsa democracia que é permitida somente para aqueles que têm dinheiro no bolso. Será uma democracia em que a liberdade de imprensa é para aqueles que têm por de trás muitos dólares que lhes garante invadir a privacidade individual das pessoas sem dar o direito dessas reclamarem, pois estas estariam tolindo o “direito deles de liberdade de expressão”.
Até quando o povo ficará calado a tudo isso?ver.itamarsantos@bol.com.br
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Quem tem direito de vaiar Lula?
No dia da abertura do PAN convidaram o Presidente Lula para a tal festa que estava toda preparada e o nosso Presidente achou que seria a grande figura da noite. Até aí tudo muito natural, o seu governo investiu mais de 3 bi nas obras do Pan e o Rio de Janeiro nunca, em governo algum recebeu tanto dinheiro como no governo do companheiro Lula.
Lula e os responsáveis pelo cerimonial do Palácio do Planalto estavam crentes que iria abafar, pois estava cercado só de gente amiga. O que poderia dar errado aja visto que Lula vem tratando o RJ a pão de ló, tanto o Estado como o Município.
Ledo engano nosso Presidente, memória fraca a sua, o senhor já se esqueceu que o Prefeito do RJ é o senhor Cezar Maia do DEM, ex-PFL da antiga ARENA, a mesma dos verdes anos da ditadura e que Nuzman, presidente do COB é um inveterado direitista. O companheiro achou que gente dessa estirpe ira lhe propiciar a chance de triunfar em uma noite de gala a onde toda à alta burguesia carioca estaria a desfilar suas chiques roupas compradas a peso de ouro na Daslu (que continua a comercializar como se nada tivesse acontecido), enganou-se!
As vaias foram montadas pela burguesia carioca porque essa classe não engoliu a reeleição de um metalúrgico como Presidente do Brasil que mal ou bem esta retirando da miséria absoluta mais 50 milhões de pessoas, isso provoca pânico e repulsa nessa direita carcomida de ver esse mesmo povo feliz.
A mídia divulgou que os preços dos ingressos para a cerimônia de abertura do Pan ficaram entre R$ 20 e R$ 250. O objetivo é claro: pretende-se insinuar que os que vaiaram Lula são de todas as classes sociais. Não é bem assim. Segundo o portal Globo.com, os preços das entradas da abertura do Pan foram de R$ 20, R$ 100, R$ 150 e R$ 250. Contudo, já no dia de abertura da venda de ingressos nas bilheterias do Maracanã, os de R$ 20 já estavam esgotados. Só havia os mais caros. Não se sabe, ainda, onde foram parar os ingressos “populares”.
Mas há relatos de que o prefeito César Maia (DEM/PFL) promoveu ampla distribuição dos convites mais baratos para funcionários da prefeitura do Rio, sobre os quais ele detém poder de coação. Uma boa investigação descobrirá facilmente se o povão carioca não pôde assistir a cerimônia de abertura do Pan porque os ingressos de preços populares, que custam dinheiro público, foram entregues à claque de Maia. Há informes de que no dia da cerimônia de abertura do Pan, uma expressiva quantidade de ônibus lotados de funcionários da prefeitura do Rio saíram dessa mesma prefeitura rumo ao Maracanã. Com que ingressos os servidores públicos foram ao estádio se tais ingressos estavam “esgotados”? E por que saíram DA PREFEITURA?
Há, no You Tube, um vídeo que mostra que as vaias a Lula foram “ensaiadas” um dia antes da cerimônia de abertura do Pan. Esses são alguns dados que deixam uma, no mínimo, duvidas no ar.
Mas se as vais foram orquestradas ou não, a grande imprensa vai tentar de todas as formas imputá-las contra Lula de qualquer maneira, pois é o seu papel. O que nos cabe é repudiar veementemente essa pratica porque a burguesia não tem direito de vaiar e se alguém tiver que vaiar o Presidente, esse alguém somos nós da esquerda, os movimentos populare e sindical tendo em vista que Lula nunca deixou de contemplar os de cima (a burga).
Em nome de um governo de coalizão, Lula permite que os Estados façam uma política de criminalização da pobreza e os Movimentos Sociais; permiti às investidas do Governo Carioca no Morro do alemão, assassinando até este momento 44 trabalhadores; permiti que os recursos do FAT fossem investidos na construção da Vila Olímpica, onde despeja comunidades, constrói 17 prédios, 1480 apartamentos e serão posteriormente negociados a 180 mil reais não para o povo pobre que será despejado, mas para aqueles que certamente foram os mesmos que o vaiaram naquele estádio; por afirmar que depois que Sergio Cabral (PMDB) assumiu ‘Graças a Deus’ a segurança melhorou 1000% e dizer que esta política de segurança esta correta e será exemplo para o restante do país; por não ter observado os laudos e as informações da Anistia Internacional e da Comissão de Direitos Humanos da OAB e das famílias do complexo do alemão que afirma que dos 19 mortos na ultima mega operação, somente 9 foram identificados, sendo 3 adolescentes e um com menos de 13 anos. Que em todos os laudos apareciam tiros nas costa, na nuca, em pouca distancia e por informações de moradores muitos eram inocentes, demonstrando claramente que esta investida foi um massacre civil; por permitir que esta guerra feche escolas, postos de saúde; por permitir que fosse exigida folha corrida dos jovens para se capacitar como trabalhadores na Vila Olímpica, bem como ter dentes bonitos e completos e nenhuma tatuagem.
Teríamos em fim muito mais motivos para exigir do Nosso Presidente que deixasse de beneficiar os ricos e passasse a priorizar mais os pobres. Queremos, nós, que Lula realize já a reforma agrária, reajuste os salários de acordo com os índices do Dieese, aplique toda a CPMF na saúde, a cide nas estradas e que dê ensino publico e gratuito só para os pobres, aí com certeza ele não receberá vaias do povo.
veritasantos@bol.com.br
Lula e os responsáveis pelo cerimonial do Palácio do Planalto estavam crentes que iria abafar, pois estava cercado só de gente amiga. O que poderia dar errado aja visto que Lula vem tratando o RJ a pão de ló, tanto o Estado como o Município.
Ledo engano nosso Presidente, memória fraca a sua, o senhor já se esqueceu que o Prefeito do RJ é o senhor Cezar Maia do DEM, ex-PFL da antiga ARENA, a mesma dos verdes anos da ditadura e que Nuzman, presidente do COB é um inveterado direitista. O companheiro achou que gente dessa estirpe ira lhe propiciar a chance de triunfar em uma noite de gala a onde toda à alta burguesia carioca estaria a desfilar suas chiques roupas compradas a peso de ouro na Daslu (que continua a comercializar como se nada tivesse acontecido), enganou-se!
As vaias foram montadas pela burguesia carioca porque essa classe não engoliu a reeleição de um metalúrgico como Presidente do Brasil que mal ou bem esta retirando da miséria absoluta mais 50 milhões de pessoas, isso provoca pânico e repulsa nessa direita carcomida de ver esse mesmo povo feliz.
A mídia divulgou que os preços dos ingressos para a cerimônia de abertura do Pan ficaram entre R$ 20 e R$ 250. O objetivo é claro: pretende-se insinuar que os que vaiaram Lula são de todas as classes sociais. Não é bem assim. Segundo o portal Globo.com, os preços das entradas da abertura do Pan foram de R$ 20, R$ 100, R$ 150 e R$ 250. Contudo, já no dia de abertura da venda de ingressos nas bilheterias do Maracanã, os de R$ 20 já estavam esgotados. Só havia os mais caros. Não se sabe, ainda, onde foram parar os ingressos “populares”.
Mas há relatos de que o prefeito César Maia (DEM/PFL) promoveu ampla distribuição dos convites mais baratos para funcionários da prefeitura do Rio, sobre os quais ele detém poder de coação. Uma boa investigação descobrirá facilmente se o povão carioca não pôde assistir a cerimônia de abertura do Pan porque os ingressos de preços populares, que custam dinheiro público, foram entregues à claque de Maia. Há informes de que no dia da cerimônia de abertura do Pan, uma expressiva quantidade de ônibus lotados de funcionários da prefeitura do Rio saíram dessa mesma prefeitura rumo ao Maracanã. Com que ingressos os servidores públicos foram ao estádio se tais ingressos estavam “esgotados”? E por que saíram DA PREFEITURA?
Há, no You Tube, um vídeo que mostra que as vaias a Lula foram “ensaiadas” um dia antes da cerimônia de abertura do Pan. Esses são alguns dados que deixam uma, no mínimo, duvidas no ar.
Mas se as vais foram orquestradas ou não, a grande imprensa vai tentar de todas as formas imputá-las contra Lula de qualquer maneira, pois é o seu papel. O que nos cabe é repudiar veementemente essa pratica porque a burguesia não tem direito de vaiar e se alguém tiver que vaiar o Presidente, esse alguém somos nós da esquerda, os movimentos populare e sindical tendo em vista que Lula nunca deixou de contemplar os de cima (a burga).
Em nome de um governo de coalizão, Lula permite que os Estados façam uma política de criminalização da pobreza e os Movimentos Sociais; permiti às investidas do Governo Carioca no Morro do alemão, assassinando até este momento 44 trabalhadores; permiti que os recursos do FAT fossem investidos na construção da Vila Olímpica, onde despeja comunidades, constrói 17 prédios, 1480 apartamentos e serão posteriormente negociados a 180 mil reais não para o povo pobre que será despejado, mas para aqueles que certamente foram os mesmos que o vaiaram naquele estádio; por afirmar que depois que Sergio Cabral (PMDB) assumiu ‘Graças a Deus’ a segurança melhorou 1000% e dizer que esta política de segurança esta correta e será exemplo para o restante do país; por não ter observado os laudos e as informações da Anistia Internacional e da Comissão de Direitos Humanos da OAB e das famílias do complexo do alemão que afirma que dos 19 mortos na ultima mega operação, somente 9 foram identificados, sendo 3 adolescentes e um com menos de 13 anos. Que em todos os laudos apareciam tiros nas costa, na nuca, em pouca distancia e por informações de moradores muitos eram inocentes, demonstrando claramente que esta investida foi um massacre civil; por permitir que esta guerra feche escolas, postos de saúde; por permitir que fosse exigida folha corrida dos jovens para se capacitar como trabalhadores na Vila Olímpica, bem como ter dentes bonitos e completos e nenhuma tatuagem.
Teríamos em fim muito mais motivos para exigir do Nosso Presidente que deixasse de beneficiar os ricos e passasse a priorizar mais os pobres. Queremos, nós, que Lula realize já a reforma agrária, reajuste os salários de acordo com os índices do Dieese, aplique toda a CPMF na saúde, a cide nas estradas e que dê ensino publico e gratuito só para os pobres, aí com certeza ele não receberá vaias do povo.
veritasantos@bol.com.br
segunda-feira, 16 de julho de 2007
ESQUERDA MUDA DE MÃOS.
Todas as esperanças foram direcionadas no processo eleitoral, após os longos anos de ditadura militar. Com a redemocratização do Brasil os partidos políticos ganharam notoriedade e respeito popular, mas com o passar dos anos e com a proposital banalização das eleições pela mídia capetalista em conjunto com as oligarquias regionais, o povo percebe que não basta só eleger o Presidente da Republica ou o Vereador do seu Município, tem é que participar.
Participação esta que está representada na atuação dos movimentos populares como o MST, MAB, MPA, MNLM e do Movimento Estudantil.
Os estudantes universitários ocuparam a USP por mais de 40 dias ininterruptos e derrotou o governo tucano de Serra, os militantes do MST reuniram em Brasília, entre 11 e 15 de Junho mais de 17.500 delegados no seu 5° Congresso onde definiram uma nova estratégia no enfrentamento com a burguesia nacional e internacional.
Numa conjuntura onde as grandes transnacionais se aliam aos fazendeiros capitalistas, não basta lutar só pela terra. As lutas são por saúde, educação e uma alimentação saudável para toda a classe trabalhadora.
Com o avanço do agronegócio, do capital financeiro e das transnacionais os trabalhadores rurais definiram aprofundar as articulações com setores urbanos na construção de um projeto popular para o país onde se tenha uma reforma agrária de qualidade e se possa ter nas cidades uma vida melhor. Alem disso, de conquistar a terra o MST acaba com analfabetismo nos assentamentos/acampamentos onde já foram 50 mil sem-terras alfabetizados.
Essa mudança de direção política na esquerda brasileira está aí para quem quiser ver. Os partidos políticos estão preocupados só com a próxima eleição e os movimentos estão preocupados, também, com as eleições, mas estão ocupando terras improdutivas, prédios desocupados e o mais importante, estão criando consciência de classe nas cabeças de seus militantes, onde se aprende a ser solidários, fraterno e ter orgulho de ser trabalhador e brasileiro.
Isso não quer dizer que não devemos mais votar, temos que continuar votando, mas sabendo que só o voto não basta, é preciso participar, fiscalizando o candidato em quem se votou, exigindo dele honestidade e fidelidade naquilo que prometeu e na história do seu partido. Tanto no campo como na cidade devemos participar em tudo que pudermos, devemos ser ativo-participativos.
Os movimentos populares conquistaram confiabilidade dos seus militantes, o MST se propõe a conquistar a terra, vai e faz, ocupa e distribui à terra conquistada, o mesmo faz o MNLM-Mov. Nacional de Luta pela Moradia, ocupa, organiza o povo em cooperativa, enfim faz acontecer e assim o Mov. Dos Atingidos por Barragens-MAB que luta por aqueles que perderam suas terras para as hidrelétricas.
E assim todos os demais movimentos populares que realizam aquilo que se propuseram a fazer onde cada militante sabe o quanto é importante para o movimento dar certo.
veritasantos@bol.com.br
Participação esta que está representada na atuação dos movimentos populares como o MST, MAB, MPA, MNLM e do Movimento Estudantil.
Os estudantes universitários ocuparam a USP por mais de 40 dias ininterruptos e derrotou o governo tucano de Serra, os militantes do MST reuniram em Brasília, entre 11 e 15 de Junho mais de 17.500 delegados no seu 5° Congresso onde definiram uma nova estratégia no enfrentamento com a burguesia nacional e internacional.
Numa conjuntura onde as grandes transnacionais se aliam aos fazendeiros capitalistas, não basta lutar só pela terra. As lutas são por saúde, educação e uma alimentação saudável para toda a classe trabalhadora.
Com o avanço do agronegócio, do capital financeiro e das transnacionais os trabalhadores rurais definiram aprofundar as articulações com setores urbanos na construção de um projeto popular para o país onde se tenha uma reforma agrária de qualidade e se possa ter nas cidades uma vida melhor. Alem disso, de conquistar a terra o MST acaba com analfabetismo nos assentamentos/acampamentos onde já foram 50 mil sem-terras alfabetizados.
Essa mudança de direção política na esquerda brasileira está aí para quem quiser ver. Os partidos políticos estão preocupados só com a próxima eleição e os movimentos estão preocupados, também, com as eleições, mas estão ocupando terras improdutivas, prédios desocupados e o mais importante, estão criando consciência de classe nas cabeças de seus militantes, onde se aprende a ser solidários, fraterno e ter orgulho de ser trabalhador e brasileiro.
Isso não quer dizer que não devemos mais votar, temos que continuar votando, mas sabendo que só o voto não basta, é preciso participar, fiscalizando o candidato em quem se votou, exigindo dele honestidade e fidelidade naquilo que prometeu e na história do seu partido. Tanto no campo como na cidade devemos participar em tudo que pudermos, devemos ser ativo-participativos.
Os movimentos populares conquistaram confiabilidade dos seus militantes, o MST se propõe a conquistar a terra, vai e faz, ocupa e distribui à terra conquistada, o mesmo faz o MNLM-Mov. Nacional de Luta pela Moradia, ocupa, organiza o povo em cooperativa, enfim faz acontecer e assim o Mov. Dos Atingidos por Barragens-MAB que luta por aqueles que perderam suas terras para as hidrelétricas.
E assim todos os demais movimentos populares que realizam aquilo que se propuseram a fazer onde cada militante sabe o quanto é importante para o movimento dar certo.
veritasantos@bol.com.br
sábado, 14 de julho de 2007
Palestina....
....Quarenta anos ocupada.
As disputas que envolvem os povos do Oriente Médio se misturam com aspectos religiosos e políticos. Todos eles muito carregados de fundamentalismos de ambos os lados, onde cada grupo usa as pregações proféticas para justificar os seus atos como sendo estes, os atos e ações corretas.
Essa história é milenar, mesmo e bem antes do nascimento de Jesus Cristo já aconteciam atrocidades em “nome de DEUS”. Desde então Israel se auto-intitulam o “povo de Deus” e em seu “nome”, seus governantes, cometem as maiores atrocidades contra os povos árabes, em especial ao povo Palestino.
Milhares de anos antes de Cristo o povo de Israel vivia em um sistema tribal, onde a democracia prevalecia, ao longo da história aconteceram várias invasões e os judeus foram expulsos de suas terras. Mas os palestinos conseguiram sobreviver também a todas essas invasões e permaneceram em suas terras.
Com a criação do Estado de Israel, em 1948, dá inicio as ações de extrema violência por parte das forças sionistas contra os palestinos, expulsando-os de suas terras. A criação do Estado de Israel é fruto de um grande acordo entre as grandes potencias imperialistas mundiais que em 1922, definiram a divisão do Oriente Médio após a 1ª grande guerra mundial, onde a Palestina e o Iraque pertenciam ao Mandato Britânico e em um documento (Declaração de Balfour) definiu a partilha e decretou a criação de Israel no território da Palestina.
A partir de então a Palestina que pertencia à Jordânia, foi comprada, lote por lote, por Judeus ricos, poderosos donos de grandes bancos por todo o mundo, controladores das grandes redes de comunicações/agencias internacionais de noticias (TV, Rádio e Jornais) e por isso com grande influencia política. Após essa estratégia bem sucedida, em 1947, os judeus entram na ONU com o pedido de criação do Estado de Israel e um brasileiro, Osvaldo Aranha, então chefe da delegação brasileira na ONU, presidiu a II Assembléia da ONU e para desempatar, votou pela partilha da Palestina a favor de Israel.
A partir da criação do Estado Israel em 1948, o martírio dos palestinos não teve mais fim, naquele momento suas casas foram destruídas, aproximadamente 650 mil palestinos foram presos e outros tantos foram mortos em nome de um projeto imperialista de construção de Israel que usa o mito religioso para criar e sustentar uma vontade política.
O ano de 1967, na guerra dos Seis Dias como a ocupação dos territórios de Jerusalém, Gaza, Cisjordânia os palestinos foram encurralados e são massacrados por Israel até os dias atuais, tento em vista a construção, a partir de 2002, do muro que cerca as cidades palestinas fragmentando o território da Cisjordânia representando o ponto alto da força militar de Israel. Portanto são 40 anos (10 de junho) de invasão israelense nos territórios palestinos que impede o povo de viver em uma sociedade multicultural, aberta e com uma grande possibilidade de diferenças viverem juntos.
De acordo a enciclopédia Wikipéia obtendo o seu nome de Sião (Sion, Zion) que é o nome de um monte nos arredores de Jerusalém, o Sionismo é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico. Ele se desenvolveu a partir da segunda metade do século XIX, em especial entre os Judeus da Europa central e da Europa do Leste, mas que infelizmente se transformou na antítese de convivência pacífica entre árabes e judeus.
Até quando haverá esse massacre e o mundo ficará calado?
veritasantos@brturbo.com.br
As disputas que envolvem os povos do Oriente Médio se misturam com aspectos religiosos e políticos. Todos eles muito carregados de fundamentalismos de ambos os lados, onde cada grupo usa as pregações proféticas para justificar os seus atos como sendo estes, os atos e ações corretas.
Essa história é milenar, mesmo e bem antes do nascimento de Jesus Cristo já aconteciam atrocidades em “nome de DEUS”. Desde então Israel se auto-intitulam o “povo de Deus” e em seu “nome”, seus governantes, cometem as maiores atrocidades contra os povos árabes, em especial ao povo Palestino.
Milhares de anos antes de Cristo o povo de Israel vivia em um sistema tribal, onde a democracia prevalecia, ao longo da história aconteceram várias invasões e os judeus foram expulsos de suas terras. Mas os palestinos conseguiram sobreviver também a todas essas invasões e permaneceram em suas terras.
Com a criação do Estado de Israel, em 1948, dá inicio as ações de extrema violência por parte das forças sionistas contra os palestinos, expulsando-os de suas terras. A criação do Estado de Israel é fruto de um grande acordo entre as grandes potencias imperialistas mundiais que em 1922, definiram a divisão do Oriente Médio após a 1ª grande guerra mundial, onde a Palestina e o Iraque pertenciam ao Mandato Britânico e em um documento (Declaração de Balfour) definiu a partilha e decretou a criação de Israel no território da Palestina.
A partir de então a Palestina que pertencia à Jordânia, foi comprada, lote por lote, por Judeus ricos, poderosos donos de grandes bancos por todo o mundo, controladores das grandes redes de comunicações/agencias internacionais de noticias (TV, Rádio e Jornais) e por isso com grande influencia política. Após essa estratégia bem sucedida, em 1947, os judeus entram na ONU com o pedido de criação do Estado de Israel e um brasileiro, Osvaldo Aranha, então chefe da delegação brasileira na ONU, presidiu a II Assembléia da ONU e para desempatar, votou pela partilha da Palestina a favor de Israel.
A partir da criação do Estado Israel em 1948, o martírio dos palestinos não teve mais fim, naquele momento suas casas foram destruídas, aproximadamente 650 mil palestinos foram presos e outros tantos foram mortos em nome de um projeto imperialista de construção de Israel que usa o mito religioso para criar e sustentar uma vontade política.
O ano de 1967, na guerra dos Seis Dias como a ocupação dos territórios de Jerusalém, Gaza, Cisjordânia os palestinos foram encurralados e são massacrados por Israel até os dias atuais, tento em vista a construção, a partir de 2002, do muro que cerca as cidades palestinas fragmentando o território da Cisjordânia representando o ponto alto da força militar de Israel. Portanto são 40 anos (10 de junho) de invasão israelense nos territórios palestinos que impede o povo de viver em uma sociedade multicultural, aberta e com uma grande possibilidade de diferenças viverem juntos.
De acordo a enciclopédia Wikipéia obtendo o seu nome de Sião (Sion, Zion) que é o nome de um monte nos arredores de Jerusalém, o Sionismo é um movimento político que defende o direito à autodeterminação do povo judeu e à existência de um Estado Judaico. Ele se desenvolveu a partir da segunda metade do século XIX, em especial entre os Judeus da Europa central e da Europa do Leste, mas que infelizmente se transformou na antítese de convivência pacífica entre árabes e judeus.
Até quando haverá esse massacre e o mundo ficará calado?
veritasantos@brturbo.com.br
terça-feira, 3 de julho de 2007
Democracia ou Hipocrisia?
A história dos meios de comunicação teve desnudado o seu verdadeiro papel quando , em 27 de maio de 2007, o Presidente eleito, referendado e reeleito pelo povo Venezuelano, Hugo Chaves deixou de renovar a concessão à emissora RCTV, colocando em seu lugar uma TV publica.
A partir desse ato a histeria tomou conta dos meios de comunicação capitalista no Brasil, entraram em pânico, pois essa simples e legal ação do governo venezuelano mostra que a automática e escondida renovação das concessões de agora em diante podem e devem ser questionadas.
A hipocrisia das velhas raposas oligárquicas brasileiras não tem limites, tentam transformar em censura, um ato legítimo de um governo legítimo e escondendo que elas mesmas se beneficiam desde os tempos verdes da ditadura de concessões de canais de rádio e TV.
A gritaria foi geral, o senado Chileno aprovou uma resolução onde solicita a OEA que interviesse nos assuntos internos da Venezuela para impedir o fim da concessão à rede de TV empresarial. No embalo, o senado brasileiro repetiu a dose e aprovou uma moção apresentada pelo tucano Eduardo Azeredo também criticando a ação de Chaves.
Moção encampada pelo ex-presidente biônico José Sarney, logo elle que foi eleito pelo voto de um colégio eleitoral abençoado pela ditadura militar, que teve nos cinco anos de seu mandato o senhor Antonio Carlos Magalhães como ministro das comunicações que distribuiu fartamente por todo o país muitos canais de radio e de TV para seus apadrinhados.
Para isso a imprensa brasileira se cala, não informa, por exemplo, que Sarney está envolvido no Maranhão, seu Estado natal, em graves denuncias de corrupção, que possui controle absoluto de todos os meios de comunicação naquele Estado sendo proprietário de uma rede de TV ligada à rede Globo, jornal e radio. E o outro canal ele deu para seu afilhado político e também senador Edson Lobão que reproduz o sinal do SBT, onde ambas enriquecem a custa de polpudos patrocínios governamentais e impedindo o povo de se expressar livremente.
A hipocrisia é tanta que os donos da empresas de comunicação no Brasil, representantes das grandes mídias mundiais, se utilizam da democracia, somente quando a eles lhes interessa. Elles utilizam o slogan da liberdade de expressão para defender a sua própria liberdade, a liberdade de suas empresas, dizem e escrevem sem ter a responsabilidade com o que dizem e se são criticados, ai sim, estão lhes tolhendo a tal “liberdade de expressão”.
Os meios de comunicação são mais um, entre os vários serviços que são públicos e por isso essas empresas são permissionárias do poder publico. Aqui no Brasil o governo Federal poderia solicitar ao governo da Venezuela uma cópia da sua lei da Responsabilidade Social dos Meios de Comunicação onde esses veículos informativos são obrigados a exibirem programação infantil mínima de 6 horas, de caráter educativo e ter uma programação nacional.
Por lá, a lei pune severamente os canais de TV e de rádio que incentivam o culto a violência, a baixaria televisiva sensacionalista e a telepornografia que por sinal são marcantes características das redes de TV’s aqui no Brasil. Quem sabe o Presidente Lula se espelhe no seu colega venezuelano e faça algo semelhante por aqui.
E viva a democracia sob o controle do povo!!!
Liberdade de expressão com a liberação das rádios e das TV’s comunitárias JÁ!!!!veritasantos@brturbo.com.br
A partir desse ato a histeria tomou conta dos meios de comunicação capitalista no Brasil, entraram em pânico, pois essa simples e legal ação do governo venezuelano mostra que a automática e escondida renovação das concessões de agora em diante podem e devem ser questionadas.
A hipocrisia das velhas raposas oligárquicas brasileiras não tem limites, tentam transformar em censura, um ato legítimo de um governo legítimo e escondendo que elas mesmas se beneficiam desde os tempos verdes da ditadura de concessões de canais de rádio e TV.
A gritaria foi geral, o senado Chileno aprovou uma resolução onde solicita a OEA que interviesse nos assuntos internos da Venezuela para impedir o fim da concessão à rede de TV empresarial. No embalo, o senado brasileiro repetiu a dose e aprovou uma moção apresentada pelo tucano Eduardo Azeredo também criticando a ação de Chaves.
Moção encampada pelo ex-presidente biônico José Sarney, logo elle que foi eleito pelo voto de um colégio eleitoral abençoado pela ditadura militar, que teve nos cinco anos de seu mandato o senhor Antonio Carlos Magalhães como ministro das comunicações que distribuiu fartamente por todo o país muitos canais de radio e de TV para seus apadrinhados.
Para isso a imprensa brasileira se cala, não informa, por exemplo, que Sarney está envolvido no Maranhão, seu Estado natal, em graves denuncias de corrupção, que possui controle absoluto de todos os meios de comunicação naquele Estado sendo proprietário de uma rede de TV ligada à rede Globo, jornal e radio. E o outro canal ele deu para seu afilhado político e também senador Edson Lobão que reproduz o sinal do SBT, onde ambas enriquecem a custa de polpudos patrocínios governamentais e impedindo o povo de se expressar livremente.
A hipocrisia é tanta que os donos da empresas de comunicação no Brasil, representantes das grandes mídias mundiais, se utilizam da democracia, somente quando a eles lhes interessa. Elles utilizam o slogan da liberdade de expressão para defender a sua própria liberdade, a liberdade de suas empresas, dizem e escrevem sem ter a responsabilidade com o que dizem e se são criticados, ai sim, estão lhes tolhendo a tal “liberdade de expressão”.
Os meios de comunicação são mais um, entre os vários serviços que são públicos e por isso essas empresas são permissionárias do poder publico. Aqui no Brasil o governo Federal poderia solicitar ao governo da Venezuela uma cópia da sua lei da Responsabilidade Social dos Meios de Comunicação onde esses veículos informativos são obrigados a exibirem programação infantil mínima de 6 horas, de caráter educativo e ter uma programação nacional.
Por lá, a lei pune severamente os canais de TV e de rádio que incentivam o culto a violência, a baixaria televisiva sensacionalista e a telepornografia que por sinal são marcantes características das redes de TV’s aqui no Brasil. Quem sabe o Presidente Lula se espelhe no seu colega venezuelano e faça algo semelhante por aqui.
E viva a democracia sob o controle do povo!!!
Liberdade de expressão com a liberação das rádios e das TV’s comunitárias JÁ!!!!veritasantos@brturbo.com.br
segunda-feira, 2 de julho de 2007
Cotas.
Na sexta-feira, dia 29 de junho, o Conselho Universitário da Universidade Federal do Rio Grande do Sul aprovou o projeto que trata das cotas raciais e sociais na UFRGS. O Consun é formado pelos Diretores de Unidades da universidade, por representantes dos DCE e dos Centros Acadêmicos, Professores, Servidores, Entidades Culturais-Sec. Estadual da Cultura, Entidades da Comunidade: dos trabalhadores-CUT; dos empresários-FIERGS e pela Fun. De Amparo a Pesquisa do RS.
Essa foi a primeira vitória de uma longa luta que será a democratização do ensino no Brasil. Vitória que veio respaldada pela ampla participação da comunidade nesse debate, haja vista que recentemente a VII Conferência da Criança e Adolescente aprovou uma moção apoiando a adoção do sistema de cotas na UFRGS. No documento afirmam que as cotas significam:
# a ação reparatória devida à enorme comunidade afro-descendente que sofreu por séculos opressão, discriminação, violência e segregação física, simbólica e social;
# o rompimento com a barreira do vestibular que ainda impede o acesso às vagas públicas dos jovens afro-descendentes e pobres;
# uma ação concreta para a efetivação do direito à educação a todos os jovens brasileiros;
#a busca da diversidade na universidade tanto na presença dos alunos como no debate pedagógico, na produção do conhecimento e na representação social da diversidade do povo brasileiro no Ensino Superior;
# um estímulo fundamental aos nossos jovens das escolas públicas do Ensino Médio para persistirem, pois o acesso ao Ensino Superior estará aberto. Hoje os índices de reprovação e evasão no Ensino Médio são assustadores, contribuindo e reforçando para a falta de perspectiva para nossos jovens.
Diferentes segmentos da sociedade gaúcha manifestaram apoio à adoção das cotas para ingresso na Universidade Pública. O Professor do Departamento de Sociologia IFCH/UFRGS José Carlos dos Anjos (Doutor em Antropologia) em carta aberta trás dados importantes que comprovam o quanto é necessário a adoção de cotas raciais e sociais para se ingressar na URFGS onde atualmente 97% dos alunos são brancos, 2% negros e 1% é descendente de orientais.
Se analisarmos que 22 milhões de brasileiros (as) sobrevivem abaixo da linha da pobreza, entre esses 70% são negros e que entre os 53 milhões de brasileiros (as) que sobrevivem na pobreza, 63% deles são negros perceberemos o quanto somos um país racista. Estes dados por si só já justificariam a adoção das cotas, mas sempre tem aqueles que são racistas e não querem admitir e afirmam que a melhor forma de ingresso é a competência, é ter e ser inteligente.
Só que para que isso seje uma realidade e haja democracia no ingresso no ensino superrior deverá ter uma verdadeira revolução que já teve a sua primeira batalha vencida com a aprovação das cotas pelo conselho universitário (o futuro método de representatividade participativa realmente democrática já estabelecida na democracia mundial).
A aprovação das cotas é uma cunha na democratização do ensino superior, peça de dominação importantíssima no capitalismo, pois quanto menos acesso a educação, mais fácil fica para se dominar um povo. A partir de 2008 essa realidade vai começar a mudar, pois 30% das vagas de cada curso de graduação serão destinadas a alunos que fizeram ao menos metade do ensino fundamental e todo o ensino médio na rede pública, desse total de vagas, metade será ocupada por estudantes de escola públicas autodeclarados afrodescendentes e indígenas.
Os alunos negros ficarão com 15% das vagas e 15% serão dos alunos vindos das escolas públicas e mais 10 vagas vão ser criadas para os indígenas. Este sistema terá validade por cinco anos a partir de 2008, sendo avaliado anualmente e em 2013 poderá ser revisto.
O estabelecimento de cotas no ensino superior público abre uma brecha para que as próprias universidades através de seus governantes invistam seriamente em democratizar verdadeiramente a educação no Brasil. Investimento este que deverá vir através da popularização da universidade, na permanência do aluno pobre na universidade através da instituição de bolsas de custeio de estudo, da criação de mais vagas e horários nos cursos, da coibição do racismo intra-universitário e sua conseqüente perseguição.
Os espaços de poder iniciam-se a partir da democratização do ensino superior gerando em efeito dominó a necessidade de se investir cada vez mais no sistema de ensino público desde a pré-escola qualificado professores para que esses ensinem cada vez melhores seus alunos, para que esses fiquem cada vez mais inteligentes e sejam aprovados nos vestibulares, se formem e adquiram bons empregos e assim chegaremos a um estágio que não será mais necessário fazer vestibular para ingressar na universidade porque teremos muitas universidades públicas no Brasil.
Essa hipótese poderá acontecer e assusta os detentores do poder, por isso faz com que elles sejam contra a instituição de qualquer forma de democratização dos instrumentos que possibilitem aos pobres ter acesso ao conhecimento. Imagine você se o Presidente Lula baixasse um Decreto Presidencial determinando que escola e universidade pública devam ser utilizadas única e exclusivamente por alunos oriundos de escola pública e que estes devem ser filhos de pobres.
Imediatamente após a publicação os arautos da democracia como o ex-presidente biônico José Sarney, entre outros, o acusariam de ditador e antidemocrático, mas como o Presidente não é impetuoso a esse ponto temos que ficar atentos aos ataques que sofrerá a instituição desse sistema. Para que um dia nossos filhos e netos possam ingressar na universidade pública imediatamente após ser aprovado no 3° ano do ensino médio.
veritasanmtos@brturbo.com.br
Essa foi a primeira vitória de uma longa luta que será a democratização do ensino no Brasil. Vitória que veio respaldada pela ampla participação da comunidade nesse debate, haja vista que recentemente a VII Conferência da Criança e Adolescente aprovou uma moção apoiando a adoção do sistema de cotas na UFRGS. No documento afirmam que as cotas significam:
# a ação reparatória devida à enorme comunidade afro-descendente que sofreu por séculos opressão, discriminação, violência e segregação física, simbólica e social;
# o rompimento com a barreira do vestibular que ainda impede o acesso às vagas públicas dos jovens afro-descendentes e pobres;
# uma ação concreta para a efetivação do direito à educação a todos os jovens brasileiros;
#a busca da diversidade na universidade tanto na presença dos alunos como no debate pedagógico, na produção do conhecimento e na representação social da diversidade do povo brasileiro no Ensino Superior;
# um estímulo fundamental aos nossos jovens das escolas públicas do Ensino Médio para persistirem, pois o acesso ao Ensino Superior estará aberto. Hoje os índices de reprovação e evasão no Ensino Médio são assustadores, contribuindo e reforçando para a falta de perspectiva para nossos jovens.
Diferentes segmentos da sociedade gaúcha manifestaram apoio à adoção das cotas para ingresso na Universidade Pública. O Professor do Departamento de Sociologia IFCH/UFRGS José Carlos dos Anjos (Doutor em Antropologia) em carta aberta trás dados importantes que comprovam o quanto é necessário a adoção de cotas raciais e sociais para se ingressar na URFGS onde atualmente 97% dos alunos são brancos, 2% negros e 1% é descendente de orientais.
Se analisarmos que 22 milhões de brasileiros (as) sobrevivem abaixo da linha da pobreza, entre esses 70% são negros e que entre os 53 milhões de brasileiros (as) que sobrevivem na pobreza, 63% deles são negros perceberemos o quanto somos um país racista. Estes dados por si só já justificariam a adoção das cotas, mas sempre tem aqueles que são racistas e não querem admitir e afirmam que a melhor forma de ingresso é a competência, é ter e ser inteligente.
Só que para que isso seje uma realidade e haja democracia no ingresso no ensino superrior deverá ter uma verdadeira revolução que já teve a sua primeira batalha vencida com a aprovação das cotas pelo conselho universitário (o futuro método de representatividade participativa realmente democrática já estabelecida na democracia mundial).
A aprovação das cotas é uma cunha na democratização do ensino superior, peça de dominação importantíssima no capitalismo, pois quanto menos acesso a educação, mais fácil fica para se dominar um povo. A partir de 2008 essa realidade vai começar a mudar, pois 30% das vagas de cada curso de graduação serão destinadas a alunos que fizeram ao menos metade do ensino fundamental e todo o ensino médio na rede pública, desse total de vagas, metade será ocupada por estudantes de escola públicas autodeclarados afrodescendentes e indígenas.
Os alunos negros ficarão com 15% das vagas e 15% serão dos alunos vindos das escolas públicas e mais 10 vagas vão ser criadas para os indígenas. Este sistema terá validade por cinco anos a partir de 2008, sendo avaliado anualmente e em 2013 poderá ser revisto.
O estabelecimento de cotas no ensino superior público abre uma brecha para que as próprias universidades através de seus governantes invistam seriamente em democratizar verdadeiramente a educação no Brasil. Investimento este que deverá vir através da popularização da universidade, na permanência do aluno pobre na universidade através da instituição de bolsas de custeio de estudo, da criação de mais vagas e horários nos cursos, da coibição do racismo intra-universitário e sua conseqüente perseguição.
Os espaços de poder iniciam-se a partir da democratização do ensino superior gerando em efeito dominó a necessidade de se investir cada vez mais no sistema de ensino público desde a pré-escola qualificado professores para que esses ensinem cada vez melhores seus alunos, para que esses fiquem cada vez mais inteligentes e sejam aprovados nos vestibulares, se formem e adquiram bons empregos e assim chegaremos a um estágio que não será mais necessário fazer vestibular para ingressar na universidade porque teremos muitas universidades públicas no Brasil.
Essa hipótese poderá acontecer e assusta os detentores do poder, por isso faz com que elles sejam contra a instituição de qualquer forma de democratização dos instrumentos que possibilitem aos pobres ter acesso ao conhecimento. Imagine você se o Presidente Lula baixasse um Decreto Presidencial determinando que escola e universidade pública devam ser utilizadas única e exclusivamente por alunos oriundos de escola pública e que estes devem ser filhos de pobres.
Imediatamente após a publicação os arautos da democracia como o ex-presidente biônico José Sarney, entre outros, o acusariam de ditador e antidemocrático, mas como o Presidente não é impetuoso a esse ponto temos que ficar atentos aos ataques que sofrerá a instituição desse sistema. Para que um dia nossos filhos e netos possam ingressar na universidade pública imediatamente após ser aprovado no 3° ano do ensino médio.
veritasanmtos@brturbo.com.br
segunda-feira, 18 de junho de 2007
Reformas....
Reformas...
Em 10 de janeiro de 2005 escrevi aqui nas paginas do nosso Jornal Tri Bom uma crônica intitulada de “Reforma Política Sim, mas sem remendo...” criticando a forma oportunista com que Senadores e Deputados fizeram naquele ano a chamada reforma eleitoral na qual mantiveram oportunamente os mesmo benefícios que nunca perderam.
Passados dois anos e a cena se repete, coincidentemente, estamos também em véspera de ano eleitoral e os nobres deputados dizem que vão realizar a po“reforma política”, iniciando essa importante tarefa pela instituição do “voto em lista preordenada”. Mais uma vez, infelizmente, os “representantes do povo” querem tirar o direito popular de escolher o seu representante e por tabela, “suas excelências” vão prorrogar os atuais mandatos, pois no texto da atual proposta de reforma política fica garantido que eles (os deputados e senadores) formarão a futura lista para a próxima eleição. Isto também acontecerá como os atuais vereadores que serão os “primeiros” a comporem a nominata de candidatos as próximas eleições municipais do ano de 2008.
As eleições é a única oportunidade que o eleitor tem o poder de avaliar o seu eleito lhe dando mais quatro anos de premio ou lhe retirando essa chance, neste caso lhe dizendo que reprovou o trabalho apresentado. É também a forma mais democrática de manter o povo interessado em fiscalizar a vida política do país.
A grande reforma que temos que fazer será aquela em que todos, homens e mulheres, farão em relação a não aceitação de qualquer forma de corrupção, do levar vantagem, temos que realizar uma reforma em nosso interior como seres humanos negando inegociavelmente a corrupção, a lei de Gerson. Temos que construir a cada dia um novo homem e uma nova mulher, sem nunca descuidar de sempre exigir de nossos representantes a mesma seriedade.
As reformas que o Brasil necessita não pode ser um debate restrito ao congresso nacional; para ser uma proposta seria deve ser feita por uma constituinte livre, soberana e democrática a fim de rever todas as mudanças constitucionais realizadas após 1988, ano da promulgação da atual Constituição Federal que ao longo desses anos foi violentada pela hegemonia tucano-pefelista, portanto neoliberal.
Para haver uma reforma política seria não podemos aceitar que esta seja realizada pelo seu final, ou seja, na forma de escolha do povo. Temos que exigir dos “nossos representantes” a efetivação de leis que obrigue: a perda de mandato ao político culpado em qualquer tipo crime, o fim da troca de partido e em caso de troca - o mandato será ocupado pelo suplente. E o fim das coligações em todos os níveis, o fim das reeleições em todos os níveis ou limitadas em no máximo duas vezes, o financiamento publico das campanhas com um amplo acompanhamento das contas dos candidatos se estabelecendo Conselhos Populares de Fiscalização. Após esse processo de depuração da vida política nacional, onde todos fiquem imbuídos de realizar somente o bem comum poderemos ter o voto em lista, pois a partir de então teremos partidos éticos e fortes que respeitam antes de qualquer coisa o seu programa político/partidário e sua ideologia, caso contrario permaneceremos lutando contra o poder do dinheiro.
Imagine, se atualmente os partidos compram o seu filiado com cargos nos governos, pagam as contribuições partidárias e os candidatos fornecem até albergues aos pobres eleitores. Esses dias presenciarmos o fornecimento de lanches e o transporte de centenas de pessoas pela Força Sindical que se aliou aos patrões da construção civil para participar de uma audiência publica para discutir o plano diretor de POA.
Como a instituição das listas os partidos políticos passaram a ser patrocinados por grandes empresas a exemplo dos times de futebol, onde o mais popular terá a maior torcida e estes partidos farão o que os seus patrocinadores mandarem.
Portanto, para se ter partidos fortes, temos que ter homens e mulheres honestos no interior desses partidos. E se você cumpre esse requisito básico, vá e se filie a um partido político e participe da vida política do teu Brasil!
veritasantos@brturbo.com.br
Em 10 de janeiro de 2005 escrevi aqui nas paginas do nosso Jornal Tri Bom uma crônica intitulada de “Reforma Política Sim, mas sem remendo...” criticando a forma oportunista com que Senadores e Deputados fizeram naquele ano a chamada reforma eleitoral na qual mantiveram oportunamente os mesmo benefícios que nunca perderam.
Passados dois anos e a cena se repete, coincidentemente, estamos também em véspera de ano eleitoral e os nobres deputados dizem que vão realizar a po“reforma política”, iniciando essa importante tarefa pela instituição do “voto em lista preordenada”. Mais uma vez, infelizmente, os “representantes do povo” querem tirar o direito popular de escolher o seu representante e por tabela, “suas excelências” vão prorrogar os atuais mandatos, pois no texto da atual proposta de reforma política fica garantido que eles (os deputados e senadores) formarão a futura lista para a próxima eleição. Isto também acontecerá como os atuais vereadores que serão os “primeiros” a comporem a nominata de candidatos as próximas eleições municipais do ano de 2008.
As eleições é a única oportunidade que o eleitor tem o poder de avaliar o seu eleito lhe dando mais quatro anos de premio ou lhe retirando essa chance, neste caso lhe dizendo que reprovou o trabalho apresentado. É também a forma mais democrática de manter o povo interessado em fiscalizar a vida política do país.
A grande reforma que temos que fazer será aquela em que todos, homens e mulheres, farão em relação a não aceitação de qualquer forma de corrupção, do levar vantagem, temos que realizar uma reforma em nosso interior como seres humanos negando inegociavelmente a corrupção, a lei de Gerson. Temos que construir a cada dia um novo homem e uma nova mulher, sem nunca descuidar de sempre exigir de nossos representantes a mesma seriedade.
As reformas que o Brasil necessita não pode ser um debate restrito ao congresso nacional; para ser uma proposta seria deve ser feita por uma constituinte livre, soberana e democrática a fim de rever todas as mudanças constitucionais realizadas após 1988, ano da promulgação da atual Constituição Federal que ao longo desses anos foi violentada pela hegemonia tucano-pefelista, portanto neoliberal.
Para haver uma reforma política seria não podemos aceitar que esta seja realizada pelo seu final, ou seja, na forma de escolha do povo. Temos que exigir dos “nossos representantes” a efetivação de leis que obrigue: a perda de mandato ao político culpado em qualquer tipo crime, o fim da troca de partido e em caso de troca - o mandato será ocupado pelo suplente. E o fim das coligações em todos os níveis, o fim das reeleições em todos os níveis ou limitadas em no máximo duas vezes, o financiamento publico das campanhas com um amplo acompanhamento das contas dos candidatos se estabelecendo Conselhos Populares de Fiscalização. Após esse processo de depuração da vida política nacional, onde todos fiquem imbuídos de realizar somente o bem comum poderemos ter o voto em lista, pois a partir de então teremos partidos éticos e fortes que respeitam antes de qualquer coisa o seu programa político/partidário e sua ideologia, caso contrario permaneceremos lutando contra o poder do dinheiro.
Imagine, se atualmente os partidos compram o seu filiado com cargos nos governos, pagam as contribuições partidárias e os candidatos fornecem até albergues aos pobres eleitores. Esses dias presenciarmos o fornecimento de lanches e o transporte de centenas de pessoas pela Força Sindical que se aliou aos patrões da construção civil para participar de uma audiência publica para discutir o plano diretor de POA.
Como a instituição das listas os partidos políticos passaram a ser patrocinados por grandes empresas a exemplo dos times de futebol, onde o mais popular terá a maior torcida e estes partidos farão o que os seus patrocinadores mandarem.
Portanto, para se ter partidos fortes, temos que ter homens e mulheres honestos no interior desses partidos. E se você cumpre esse requisito básico, vá e se filie a um partido político e participe da vida política do teu Brasil!
veritasantos@brturbo.com.br
segunda-feira, 11 de junho de 2007
Aborto;
Liberar ou proibir? Tenho por principio a defesa da vida sob qualquer circunstancia, portanto custei muito a me decidir a respeito desse problema de saúde publica, de educação e por que não, social como é a questão do aborto.
No Brasil, os dirigentes que nós escolhemos para gerenciar os problemas do nosso imenso e belo país tem vários vícios, entre esses tantos, tem um que é o mais utilizado, o vicio da “falta de vontade política”. Você pode notar que tudo no Brasil, se os governantes não têm vontade política para resolver, ou seja, se o assunto é muito polemico e vai dividir a opinião publica, sendo assim haverá perda de votos na próxima eleição, este governante arranja um jeito de legalizar o tema polemico.
Assuntos de suma importância para todos os brasileiros (as) como o jogo do bicho, os bingos, as drogas, a pena de morte, a redução da maior idade e o aborto são tratados pelos governos como sendo um custo, tanto político como financeiro e, portanto tratam de legalizar.
Os dados oficiais demonstram que desde 2002, 1.205,361 mulheres foram internadas no Sistema Único de Saúde – SUS, em todo o país com complicações resultantes de abortos ilegais, gerando um custo de 161,4 milhões de reais; em 2006 teve 230.523 internações provocadas por abortos ilegais ou espontâneos tendo um custo de 33 milhões de reais e diariamente 686 mulheres são internadas por complicações decorrentes desses abortos ilegais. Esses são dados do Ministério da Saúde- MS que aponta também que a maior parte dessas mulheres é do norte e do nordeste do Brasil a onde está a maior concentração de pobreza do país.
Realmente os dados são alarmantes, o aborto é uma questão de classe social onde as filhas dos bacanas o fazem nas mais conceituadas clinicas do país sem serem importunadas e as filhas dos trabalhadores o fazem em qualquer lugar e com qualquer açougueiro, mas em ambos os casos devem ser punidos. No Brasil o aborto é crime garantido em vários artigos do Código Penal e as punições vão de um a dez anos de prisão; a interrupção da gravidez é permitida somente em casos de estrupo, de risco de vida para a mãe e nos casos de anencefalia (má formação congênita), o aborto terá que ser autorizado pela justiça.
É urgente que o governo federal tome para si à responsabilidade de estabelecer políticas de combate às praticas ilegais de aborto, punindo as clinicas e os profissionais promotores dessa ilegalidade e desenvolvendo eficazmente um programa de nível federal de planejamento familiar. Iniciando pela introdução da educação sexual nas escolas desde as series iniciais onde o menino e a menina aprendam que ambos devem ter a mesma responsabilidade sobre a reprodução e da relação sexual entre um homem e uma mulher para se iniciar uma nova concepção onde as visões machistas sejam mudadas por uma visão realmente democrática.
O que não podemos concordar é deixar aprovar a liberação do aborto como se isso fosse um simples gesto de ir a uma farmácia comprar um paracetamol para tomar ou ser inconseqüente ao ponto de transar muito, só por transar ou ficar no engravida-aborta sem fim. E tudo isso sem o mínimo de responsabilidade consigo mesmo e com a vida que poderá surgir de uma relação promiscua, como estamos acostumados de observar em locais e com pessoas de nosso circulo de convívio.
O aborto deve vir acompanhado de uma política de saúde publica baseada em critérios científicos sérios e sob hipótese alguma o aborto pode ser banalizado em nome da liberdade de decisão das mulheres ou em nome de qualquer liberdade porque aborto é = morte.
Estamos num momento em que cientificamente e não menos polemica se discute a clonagem humana como um instrumento de salvação para varias doenças da humanidade, sendo assim temos que ter cuidado quando discutimos projetos com esse peso como sendo a solução mágica para um dos problemas enfrentados pelas mulheres e pelos homens que tem responsabilidade.
Em defesa da vida com a responsabilidade de poder estar propondo um programa que em primeiro lugar eduque as pessoas para que possam planejar a sua reprodução e que faça como que os governos invistam pesado em saúde publica e em educação.
veritasantos@brturbo.com.br
No Brasil, os dirigentes que nós escolhemos para gerenciar os problemas do nosso imenso e belo país tem vários vícios, entre esses tantos, tem um que é o mais utilizado, o vicio da “falta de vontade política”. Você pode notar que tudo no Brasil, se os governantes não têm vontade política para resolver, ou seja, se o assunto é muito polemico e vai dividir a opinião publica, sendo assim haverá perda de votos na próxima eleição, este governante arranja um jeito de legalizar o tema polemico.
Assuntos de suma importância para todos os brasileiros (as) como o jogo do bicho, os bingos, as drogas, a pena de morte, a redução da maior idade e o aborto são tratados pelos governos como sendo um custo, tanto político como financeiro e, portanto tratam de legalizar.
Os dados oficiais demonstram que desde 2002, 1.205,361 mulheres foram internadas no Sistema Único de Saúde – SUS, em todo o país com complicações resultantes de abortos ilegais, gerando um custo de 161,4 milhões de reais; em 2006 teve 230.523 internações provocadas por abortos ilegais ou espontâneos tendo um custo de 33 milhões de reais e diariamente 686 mulheres são internadas por complicações decorrentes desses abortos ilegais. Esses são dados do Ministério da Saúde- MS que aponta também que a maior parte dessas mulheres é do norte e do nordeste do Brasil a onde está a maior concentração de pobreza do país.
Realmente os dados são alarmantes, o aborto é uma questão de classe social onde as filhas dos bacanas o fazem nas mais conceituadas clinicas do país sem serem importunadas e as filhas dos trabalhadores o fazem em qualquer lugar e com qualquer açougueiro, mas em ambos os casos devem ser punidos. No Brasil o aborto é crime garantido em vários artigos do Código Penal e as punições vão de um a dez anos de prisão; a interrupção da gravidez é permitida somente em casos de estrupo, de risco de vida para a mãe e nos casos de anencefalia (má formação congênita), o aborto terá que ser autorizado pela justiça.
É urgente que o governo federal tome para si à responsabilidade de estabelecer políticas de combate às praticas ilegais de aborto, punindo as clinicas e os profissionais promotores dessa ilegalidade e desenvolvendo eficazmente um programa de nível federal de planejamento familiar. Iniciando pela introdução da educação sexual nas escolas desde as series iniciais onde o menino e a menina aprendam que ambos devem ter a mesma responsabilidade sobre a reprodução e da relação sexual entre um homem e uma mulher para se iniciar uma nova concepção onde as visões machistas sejam mudadas por uma visão realmente democrática.
O que não podemos concordar é deixar aprovar a liberação do aborto como se isso fosse um simples gesto de ir a uma farmácia comprar um paracetamol para tomar ou ser inconseqüente ao ponto de transar muito, só por transar ou ficar no engravida-aborta sem fim. E tudo isso sem o mínimo de responsabilidade consigo mesmo e com a vida que poderá surgir de uma relação promiscua, como estamos acostumados de observar em locais e com pessoas de nosso circulo de convívio.
O aborto deve vir acompanhado de uma política de saúde publica baseada em critérios científicos sérios e sob hipótese alguma o aborto pode ser banalizado em nome da liberdade de decisão das mulheres ou em nome de qualquer liberdade porque aborto é = morte.
Estamos num momento em que cientificamente e não menos polemica se discute a clonagem humana como um instrumento de salvação para varias doenças da humanidade, sendo assim temos que ter cuidado quando discutimos projetos com esse peso como sendo a solução mágica para um dos problemas enfrentados pelas mulheres e pelos homens que tem responsabilidade.
Em defesa da vida com a responsabilidade de poder estar propondo um programa que em primeiro lugar eduque as pessoas para que possam planejar a sua reprodução e que faça como que os governos invistam pesado em saúde publica e em educação.
veritasantos@brturbo.com.br
segunda-feira, 28 de maio de 2007
BRASIL...
Apesar de sermos diariamente saqueados desde quando aqui chegaram os portugueses, depois vieram os ingleses e agora são os americanos do norte a nos explorar; apesar disso tudo, somos o único país do mundo onde se pode abastecer um carro com álcool, gasolina ou gás natural, e tudo isso com tecnologia própria.
Somos o primeiro país do mundo a desenvolver o biodisel a base de mamona (é aquela praga que nasce em qualquer lugar) com tecnologia nacional que provocou inveja dos EUA e alem disso poderá ser uma grande alternativa de renda as populações do nordeste sendo que a Petrobrás já está desenvolvendo o sistema produtivo.
Nestas terras tudo dá, somos um povo hospitaleiro e trabalhador, as fabricas mais modernas de produção de automóveis e de caminhões estão instaladas aqui no Brasil graças à qualificada mão de obra dos brasileiros.
A Petrobras é a única empresa no mundo que detém a tecnologia completa de prospecção de petróleo em águas profundas e no nosso território está localizadas as maiores jazidas de ação, aja visto que as empresas que exploram essa riqueza estão com sua capacidade máxima instalada.
Os EUA reconheceram a qualidade de nossos aviões ao ponto de vetarem junto a OMC a venda desses para o exercito da Venezuela e estão comprando aviões da EMBRAER para a sua Força Aérea.
Estes são alguns dados da Antropos Consulting, como o nome diz é mais uma empresa, entre tantas empresas norte-americanas que só trabalham para conhecer cada vez mais o Brasil. País de dimensões continentais que está no centro geopolítico da América Latina detendo em seu beneficio todas as riquezas naturais na sua natureza para se tornar no futuro bem próximo a maior potencia mundial.
Mas para que nos tornemos uma grande potencia será necessário termos e darmos mais valor a nós mesmos temos que ser um povo com orgulho de ser brasileiro. Temos que ser autônomos, pois temos tudo aqui em nosso território, chega dos gringos levarem o nosso aço a preço de bananas para nós comprarmos os carros fabricados por eles ou pior, termos de comprar os carros que nós mesmos fabricamos pagando muito mais caro porque tem a marca deles (GM, VW).
Temos que nos orgulhar de possuirmos o maior e melhor plano publico de saúde do mundo, o SUS, que tem obtido os melhores índices de combate a AIDS e em outras DST’s, fato que é exemplo mundial. Nossas crianças entre 7 e 14 anos, 97,3%, estão estudando, logo estaremos com 100% delas na escola, basta para isso que nos unamos contra a sangria de nossas riquezas que são roubas via pagamento de altos juros aos banqueiros e via corrupção.
Temos que dar um BASTA! Temos que nos mobilizar e exigir do Presidente Lula cadeia aos corruptos e o fim do pagamento das dividas internas e externas, a retomada do controle de nossas riquezas a exemplo de como estam fazendo o povo boliviano, venezuelano e peruano.
Chega de ser dependente, queremos ser um povo soberano!!!!
Viamão 28 de maio de 2007.
veritasantos@brturbo.com.br
Somos o primeiro país do mundo a desenvolver o biodisel a base de mamona (é aquela praga que nasce em qualquer lugar) com tecnologia nacional que provocou inveja dos EUA e alem disso poderá ser uma grande alternativa de renda as populações do nordeste sendo que a Petrobrás já está desenvolvendo o sistema produtivo.
Nestas terras tudo dá, somos um povo hospitaleiro e trabalhador, as fabricas mais modernas de produção de automóveis e de caminhões estão instaladas aqui no Brasil graças à qualificada mão de obra dos brasileiros.
A Petrobras é a única empresa no mundo que detém a tecnologia completa de prospecção de petróleo em águas profundas e no nosso território está localizadas as maiores jazidas de ação, aja visto que as empresas que exploram essa riqueza estão com sua capacidade máxima instalada.
Os EUA reconheceram a qualidade de nossos aviões ao ponto de vetarem junto a OMC a venda desses para o exercito da Venezuela e estão comprando aviões da EMBRAER para a sua Força Aérea.
Estes são alguns dados da Antropos Consulting, como o nome diz é mais uma empresa, entre tantas empresas norte-americanas que só trabalham para conhecer cada vez mais o Brasil. País de dimensões continentais que está no centro geopolítico da América Latina detendo em seu beneficio todas as riquezas naturais na sua natureza para se tornar no futuro bem próximo a maior potencia mundial.
Mas para que nos tornemos uma grande potencia será necessário termos e darmos mais valor a nós mesmos temos que ser um povo com orgulho de ser brasileiro. Temos que ser autônomos, pois temos tudo aqui em nosso território, chega dos gringos levarem o nosso aço a preço de bananas para nós comprarmos os carros fabricados por eles ou pior, termos de comprar os carros que nós mesmos fabricamos pagando muito mais caro porque tem a marca deles (GM, VW).
Temos que nos orgulhar de possuirmos o maior e melhor plano publico de saúde do mundo, o SUS, que tem obtido os melhores índices de combate a AIDS e em outras DST’s, fato que é exemplo mundial. Nossas crianças entre 7 e 14 anos, 97,3%, estão estudando, logo estaremos com 100% delas na escola, basta para isso que nos unamos contra a sangria de nossas riquezas que são roubas via pagamento de altos juros aos banqueiros e via corrupção.
Temos que dar um BASTA! Temos que nos mobilizar e exigir do Presidente Lula cadeia aos corruptos e o fim do pagamento das dividas internas e externas, a retomada do controle de nossas riquezas a exemplo de como estam fazendo o povo boliviano, venezuelano e peruano.
Chega de ser dependente, queremos ser um povo soberano!!!!
Viamão 28 de maio de 2007.
veritasantos@brturbo.com.br
terça-feira, 22 de maio de 2007
Navalha.
O Presidente Lula é mais uma vez o culpado por mais este escândalo curruptivo desmontado pela Policia Federal Brasileira e por duas vezes culpado.
Primeiro: porque foi no seu governo que tivemos a oportunidade de assistir o maior numero de “operações” da PF brasileira e em segundo lugar porque o Presidente Lula, teima em ter ao seu lado as velhas raposas de sempre e como diz um também velho ditado popular: “colocou a raposa para cuidar do galinheiro” é para ficar sem as galinhas.
Houve várias operações com destaque para: Têmis, Hurricane: venda de sentenças judiciais favoráveis aos jogos ilegais; Sanguessuga: compra superfaturada de ambulâncias com dinheiro público; Hidra: combate ao contrabando; Anaconda: venda de sentenças judiciais; Águia e Planador: tráfico internacional de drogas; Zaqueu: corrupção nas delegacias do trabalho; Matusalém e Zumbi: fraudes no INSS; Lince: extração ilegal de diamantes; Lince 2: adulteração de combustíveis e roubo de carga; Farol da Colina: remessa ilegal de dinheiro para o exterior; Soro: falsificação de leite em pó; Sucuri e Trânsito livre: facilitação de contrabando; Pandora: extorsão de empresários; Vampiro: fraude em licitação de hemoderivados; Isaías: extração ilegal de madeira segundo a revista veja - on line de abril de 2007.
E agora mais essa que comprova que o presidente permanece em “más companhias”, bem como lhe alertou o ex-ministro Olívio Dutra. A descoberta de mais essa máfia, agora das obras públicas inacabadas ou superfaturadas ou ainda de ambas demonstra que o grande esquema vem de longa data e que seus professores são graduado em sacanagens com o dinheiro público.
Lula, se não teimasse em formar esse “governo de colisão” não estaria passando por mais esse vexame de ver mais um de seus “aliados” sendo acusado de desvio de dinheiro dos contribuintes. Desta vez é a turma do Sarney que deixou as digitais no cofre, nos provando que o crime não compensa, que com o salário de governador ou de ministro não dá para possuir um carro de R$ 110.000,00 e de que esse esquemão vem desde o governo de Itamar Franco, passando pelos dois de FHC e permanecendo nos dois de Lula.
Mas, nem tudo está perdido para Lula e para o seu governo, é só o Presidente demitir todos os políticos que dizem que representam os partidos da direita colocando em seus lugares os verdadeiros representantes do povo brasileiro que estão nos partidos da esquerda e nos movimentos populares. Se não fizer isso o Presidente Lula irá acabar o seu segundo mandato e não terá acabado com todos os corruptos existentes nestas siglas que se digladiam por estar em qualquer ministério.
A única justificativa para tanta voracidade em ocupar uma cadeira na esplanada dos ministérios está demonstrada mais uma vez nesta operação navalha que cortou fundo na carne dessas verdadeiras piranhas do erário publico. E que Deus nos ajude iluminando a cabeça dos juizes (as) para que estes não libertem, via hábeas corpus, mais esses mafiosos desbaratados pela PFB, proporcionando assim justiça com a imediata devolução do dinheiro roubado mediante confisco dos bens dos condenados.
Viamão, 22 de maio de 2007.
veritasantos@brturbo.com.br
Primeiro: porque foi no seu governo que tivemos a oportunidade de assistir o maior numero de “operações” da PF brasileira e em segundo lugar porque o Presidente Lula, teima em ter ao seu lado as velhas raposas de sempre e como diz um também velho ditado popular: “colocou a raposa para cuidar do galinheiro” é para ficar sem as galinhas.
Houve várias operações com destaque para: Têmis, Hurricane: venda de sentenças judiciais favoráveis aos jogos ilegais; Sanguessuga: compra superfaturada de ambulâncias com dinheiro público; Hidra: combate ao contrabando; Anaconda: venda de sentenças judiciais; Águia e Planador: tráfico internacional de drogas; Zaqueu: corrupção nas delegacias do trabalho; Matusalém e Zumbi: fraudes no INSS; Lince: extração ilegal de diamantes; Lince 2: adulteração de combustíveis e roubo de carga; Farol da Colina: remessa ilegal de dinheiro para o exterior; Soro: falsificação de leite em pó; Sucuri e Trânsito livre: facilitação de contrabando; Pandora: extorsão de empresários; Vampiro: fraude em licitação de hemoderivados; Isaías: extração ilegal de madeira segundo a revista veja - on line de abril de 2007.
E agora mais essa que comprova que o presidente permanece em “más companhias”, bem como lhe alertou o ex-ministro Olívio Dutra. A descoberta de mais essa máfia, agora das obras públicas inacabadas ou superfaturadas ou ainda de ambas demonstra que o grande esquema vem de longa data e que seus professores são graduado em sacanagens com o dinheiro público.
Lula, se não teimasse em formar esse “governo de colisão” não estaria passando por mais esse vexame de ver mais um de seus “aliados” sendo acusado de desvio de dinheiro dos contribuintes. Desta vez é a turma do Sarney que deixou as digitais no cofre, nos provando que o crime não compensa, que com o salário de governador ou de ministro não dá para possuir um carro de R$ 110.000,00 e de que esse esquemão vem desde o governo de Itamar Franco, passando pelos dois de FHC e permanecendo nos dois de Lula.
Mas, nem tudo está perdido para Lula e para o seu governo, é só o Presidente demitir todos os políticos que dizem que representam os partidos da direita colocando em seus lugares os verdadeiros representantes do povo brasileiro que estão nos partidos da esquerda e nos movimentos populares. Se não fizer isso o Presidente Lula irá acabar o seu segundo mandato e não terá acabado com todos os corruptos existentes nestas siglas que se digladiam por estar em qualquer ministério.
A única justificativa para tanta voracidade em ocupar uma cadeira na esplanada dos ministérios está demonstrada mais uma vez nesta operação navalha que cortou fundo na carne dessas verdadeiras piranhas do erário publico. E que Deus nos ajude iluminando a cabeça dos juizes (as) para que estes não libertem, via hábeas corpus, mais esses mafiosos desbaratados pela PFB, proporcionando assim justiça com a imediata devolução do dinheiro roubado mediante confisco dos bens dos condenados.
Viamão, 22 de maio de 2007.
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segunda-feira, 21 de maio de 2007
A realidade nua e crua.
A terra tem aproximadamente 6 bilhões de habitantes, existem 940 milhões que vivem em condições insalubres de moradia em centros urbanos. Destes, 128 milhões habita a América Latina, o que representa aproximadamente 27% de toda a população da região.
No Brasil a realidade não é diferente, temos milhões de famílias que não tem acesso à moradia e, quando tem, moram em condições inadequadas. Os dados oficiais apontam mais de 7 milhões de famílias sem casa e mais de 10 milhões que moram de forma precária, em áreas sem infra-estrutura urbana e saneamento ambiental e 83 milhões não são atendidos com pelo menos um dos serviços públicos (abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta de lixo e energia elétrica).
É a população empobrecida do país a penalizada, que sofre com a insuficiência e com a baixa qualidade dos serviços públicos, que adoece e que não tem atendimento, pois faltam médicos, medicamentos, postos e hospitais públicos. E que não consegue trabalho e, quando consegue, é longe de casa, o salário é baixo, o transporte urbano é precário e caro. Hoje, mais de 80% da população brasileira é urbana! (fontes: UNESCO, IBGE - Censo 2000).
O Fórum Nacional de Reforma Urbana é um grupo de organizações brasileiras que lutam por cidades melhores para todos nós. São movimentos populares, associações de classe, ONGs e instituições de pesquisa que querem promover a Reforma Urbana. O que isso quer dizer? Significa que precisamos lutar por políticas que garantam direitos básicos de todos, como a moradia de qualidade, água e saneamento, transporte acessível e eficiente. (ver www.forumreformaurbana.org.br)
Dentre os pontos fundamentais da plataforma de lutas do Fórum Nacional de Reforma Urbana no Brasil (www.cidades.gov.br), são propostas:
A) O reconhecimento da Carta Mundial pelo Direito à Cidade, incorporando como direito a terra urbanizada, a moradia de qualidade, o saneamento ambiental, a mobilidade urbana, o acesso ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações.
B) A aprovação do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Popular, garantindo a vinculação de recursos para a viabilização do mesmo, e a promoção de políticas de moradia popular, reduzindo o déficit habitacional existente no país, com prioridade para as famílias com rendimentos de até três salários mínimos.
C) A implementação da política urbana de forma integrada nas regiões metropolitanas, priorizando o atendimento às famílias de baixa renda localizadas nas periferias das metrópoles brasileiras.
O projeto do Milênio das Nações Unidas firmado no ano 2000 por 192 países implanta 8 objetivos de desenvolvimento divididos em diferentes metas. A meta 11 é “conseguir para 2020 a melhora das condições de vida para pelo menos 100 milhões de pessoas que vivem em condições insalubres na América Latina”.
Como certeza estaremos torcendo para que essa dura realidade seja, no mínimo, ameniza algum dia.
Viamão, 21 de maio de 2007.
veritasantos@brturbo.com.br
No Brasil a realidade não é diferente, temos milhões de famílias que não tem acesso à moradia e, quando tem, moram em condições inadequadas. Os dados oficiais apontam mais de 7 milhões de famílias sem casa e mais de 10 milhões que moram de forma precária, em áreas sem infra-estrutura urbana e saneamento ambiental e 83 milhões não são atendidos com pelo menos um dos serviços públicos (abastecimento de água, esgotamento sanitário, coleta de lixo e energia elétrica).
É a população empobrecida do país a penalizada, que sofre com a insuficiência e com a baixa qualidade dos serviços públicos, que adoece e que não tem atendimento, pois faltam médicos, medicamentos, postos e hospitais públicos. E que não consegue trabalho e, quando consegue, é longe de casa, o salário é baixo, o transporte urbano é precário e caro. Hoje, mais de 80% da população brasileira é urbana! (fontes: UNESCO, IBGE - Censo 2000).
O Fórum Nacional de Reforma Urbana é um grupo de organizações brasileiras que lutam por cidades melhores para todos nós. São movimentos populares, associações de classe, ONGs e instituições de pesquisa que querem promover a Reforma Urbana. O que isso quer dizer? Significa que precisamos lutar por políticas que garantam direitos básicos de todos, como a moradia de qualidade, água e saneamento, transporte acessível e eficiente. (ver www.forumreformaurbana.org.br)
Dentre os pontos fundamentais da plataforma de lutas do Fórum Nacional de Reforma Urbana no Brasil (www.cidades.gov.br), são propostas:
A) O reconhecimento da Carta Mundial pelo Direito à Cidade, incorporando como direito a terra urbanizada, a moradia de qualidade, o saneamento ambiental, a mobilidade urbana, o acesso ao trabalho e ao lazer, para as presentes e futuras gerações.
B) A aprovação do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Popular, garantindo a vinculação de recursos para a viabilização do mesmo, e a promoção de políticas de moradia popular, reduzindo o déficit habitacional existente no país, com prioridade para as famílias com rendimentos de até três salários mínimos.
C) A implementação da política urbana de forma integrada nas regiões metropolitanas, priorizando o atendimento às famílias de baixa renda localizadas nas periferias das metrópoles brasileiras.
O projeto do Milênio das Nações Unidas firmado no ano 2000 por 192 países implanta 8 objetivos de desenvolvimento divididos em diferentes metas. A meta 11 é “conseguir para 2020 a melhora das condições de vida para pelo menos 100 milhões de pessoas que vivem em condições insalubres na América Latina”.
Como certeza estaremos torcendo para que essa dura realidade seja, no mínimo, ameniza algum dia.
Viamão, 21 de maio de 2007.
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O Papa é POP?
Como podemos ver pela ampla cobertura efetuada pela grande mídia, o povo brasileiro é um povo Cristão por excelência, aonde vimos varias pessoas que não se identificavam como sendo católicos, mas estavam se acotovelando para poder ver o Papa Bento. Só esse fato demonstra a importância que a figura do Papa tem para todos nós brasileiros católico ou não.
As religiões ao longo da história da humanidade sempre tiveram um papel muito importante no ponto de vista regiosso propriamente dito, bem como do ponto de vista política e nesse aspecto a Igreja Católica teve e tem um peso importantíssimo.
Ser Cristão é crer no testemunho do outro, neste caso no testemunho dos apóstolos e a partir disso temos fé. Portanto sendo a fé um poder da humanidade ao longo da nossa existência a fé do povo sempre foi explorada segundo as conveniências de cada época histórica.
Na atualidade a religião é um dos instrumentos de dominação mais importantes que temos a disposição da humanidade, por isso é que vimos proliferar templos em cada esquina da noite para o dia, tem alguns que trabalham como sendo uma franquia onde o “pastor” recebe uma comissão da “oferta” que angaria de seus fiéis.
Em meio a essa “guerra religiosa”, o Brasil sendo o maior país em todos os sentidos do continente americano, não foi por acaso que Bento XVI o escolheu para ser o primeiro país a ser visitado. O Brasil está no centro da disputa política entre o norte (EUA) e o sul (Venezuela, Bolívia e Peru), entre o capitalismo de Bush e o socialismo bolivariano de Chaves, é o maior país agricultável, têm a única empresa no mundo, que detém a tecnologia de exploração de petróleo em águas profundas e a tecnologia dos biocombustíveis, somente três exemplos do nosso poderio.
Alem dessa disputa política a batalha entre a Igreja Católica a as Igrejas Neopentecostais como a Igreja Universal do Reino de Deus, onde Edir Macedo esta distribuindo camisinhas aos seus fieis como já o faz na África do Sul. Pode ser essa outra preocupação de Ratzinger e a canonização de Frei Galvão complementando o plano usando a religiosidade popular católica para segurar o êxodo do povo para outras religiões.
Tudo nas nossas vidas estam em permanente disputa e na Igreja Católica não seria diferente, haja vista que o Papa, bem antes de ser “o Papa”, já esteve aqui no Brasil e isso foi em 1985, logo após o processo contra o teólogo Leonardo Boff. Em setembro de 1984 na condição de cardeal da Congregação para a Doutrina da Fé (novo nome dado ao antigo Tribunal da Inquisição) Bento XVI conduziu o interrogatório que culminou na condenação de Leonardo Boff a um ano de silencio obsequioso, por ter escrito o livro “Igreja: carisma e poder” que contém suas teses sobre a Teologia da Libertação.
Outro motivo para a sua vinda ao Brasil também pode ter sido essa disputa interna na Igreja Católica que a cada dia perde mais fiel. Mas, mesmo assim o Papa não consegue aproximar a Igreja do povo mantendo dogmas que não devem ser mais utilizados a bem da humanidade e enquanto houver excluídos haverá a Teologia da Libertação que nada mais é do que escutar os seus gritos.
É certo que não deveríamos ter essa disputa, mas a recente advertência do Vaticano ao jesuíta ligado a Teologia da Libertação Jon Sobrino de El Salvador demonstra que Ratzinger mais uma vez condena essa maneira de interpretar o Evangelho. E aí pergunto o Papa é POP? O Papa está com os poderosos do norte ou com os pobres do sul?
Viamão, 21 de maio de 2007.
veritasantos@brturbo.com.br
As religiões ao longo da história da humanidade sempre tiveram um papel muito importante no ponto de vista regiosso propriamente dito, bem como do ponto de vista política e nesse aspecto a Igreja Católica teve e tem um peso importantíssimo.
Ser Cristão é crer no testemunho do outro, neste caso no testemunho dos apóstolos e a partir disso temos fé. Portanto sendo a fé um poder da humanidade ao longo da nossa existência a fé do povo sempre foi explorada segundo as conveniências de cada época histórica.
Na atualidade a religião é um dos instrumentos de dominação mais importantes que temos a disposição da humanidade, por isso é que vimos proliferar templos em cada esquina da noite para o dia, tem alguns que trabalham como sendo uma franquia onde o “pastor” recebe uma comissão da “oferta” que angaria de seus fiéis.
Em meio a essa “guerra religiosa”, o Brasil sendo o maior país em todos os sentidos do continente americano, não foi por acaso que Bento XVI o escolheu para ser o primeiro país a ser visitado. O Brasil está no centro da disputa política entre o norte (EUA) e o sul (Venezuela, Bolívia e Peru), entre o capitalismo de Bush e o socialismo bolivariano de Chaves, é o maior país agricultável, têm a única empresa no mundo, que detém a tecnologia de exploração de petróleo em águas profundas e a tecnologia dos biocombustíveis, somente três exemplos do nosso poderio.
Alem dessa disputa política a batalha entre a Igreja Católica a as Igrejas Neopentecostais como a Igreja Universal do Reino de Deus, onde Edir Macedo esta distribuindo camisinhas aos seus fieis como já o faz na África do Sul. Pode ser essa outra preocupação de Ratzinger e a canonização de Frei Galvão complementando o plano usando a religiosidade popular católica para segurar o êxodo do povo para outras religiões.
Tudo nas nossas vidas estam em permanente disputa e na Igreja Católica não seria diferente, haja vista que o Papa, bem antes de ser “o Papa”, já esteve aqui no Brasil e isso foi em 1985, logo após o processo contra o teólogo Leonardo Boff. Em setembro de 1984 na condição de cardeal da Congregação para a Doutrina da Fé (novo nome dado ao antigo Tribunal da Inquisição) Bento XVI conduziu o interrogatório que culminou na condenação de Leonardo Boff a um ano de silencio obsequioso, por ter escrito o livro “Igreja: carisma e poder” que contém suas teses sobre a Teologia da Libertação.
Outro motivo para a sua vinda ao Brasil também pode ter sido essa disputa interna na Igreja Católica que a cada dia perde mais fiel. Mas, mesmo assim o Papa não consegue aproximar a Igreja do povo mantendo dogmas que não devem ser mais utilizados a bem da humanidade e enquanto houver excluídos haverá a Teologia da Libertação que nada mais é do que escutar os seus gritos.
É certo que não deveríamos ter essa disputa, mas a recente advertência do Vaticano ao jesuíta ligado a Teologia da Libertação Jon Sobrino de El Salvador demonstra que Ratzinger mais uma vez condena essa maneira de interpretar o Evangelho. E aí pergunto o Papa é POP? O Papa está com os poderosos do norte ou com os pobres do sul?
Viamão, 21 de maio de 2007.
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quinta-feira, 17 de maio de 2007
Direito de Greve.
A Constituição Federal, em seu artigo 9º e a Lei nº. 7.783/89(sancionada pelo então Presidente José Sarney) asseguram o direito de greve a todo trabalhador, competindo-lhe a oportunidade de exercê-lo sobre os interesses que devam por meio dele defender.
Considera-se legítimo o exercício de greve, com a suspensão coletiva temporária e pacífica, total ou parcial, de prestação de serviços, quando o empregador ou a entidade patronal, correspondentes tiverem sido pré-avisadas 72 horas, nas atividades essenciais e 48 horas nas demais.
Isto é o que já está grafado na atual legislação brasileira, portanto já é um direito conquistado por todos trabalhadores e trabalhadoras. A greve também é lícita quando não for contra decisão judicial.
No seu direito constitucional, aos grevistas são assegurados: o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve e a arrecadação de fundos e a livre divulgação do movimento.
Os meios adotados por empregados e empregadores em nenhuma hipótese poderão violar ou constranger os direitos e garantias fundamentais dos outros.
A empresa não poderá adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento ao trabalho, bem como capazes de frustrar a divulgação do movimento.
A manifestação e atos de persuasão utilizados pelos grevistas não poderão impedir o acesso ao trabalho nem causar ameaça ou dano à propriedade ou pessoa.
Todos que entre nós tenha memória há de se lembrar que o Presidente Lula se constituiu como grande liderança dos trabalhares fazendo tudo àquilo que hoje ele se diz ser contrario. Se o Lula, sindicalista dos anos 70/80 vivesse atualmente e tivesse o Lula como Presidente da Republica, aquele do final da década de 70 e começo da de 80 faria greve contra as atuais posições do nosso, hoje, Presidente.
O Lula Presidente só não assumiu, mas repete aquele ditado popular: “façam o que eu digo, mas não façam o que eu fazia”, é mais ou menos isso. Acho que tem aí um pingo de inveja do FHC que disse: “Esqueçam o que eu escrevi”.
No dia 15 de março de 2007, o Presidente Lula deu a sua segunda entrevista coletiva para a satisfação da mídia empresarial e mercenária, falou tudo aquilo que os patrões banqueiros e industriais nacionais e internacionais queriam que ele dissesse. O Presidente se equivoca quando deixa subentendido que as greves nas fábricas são com a intenção de dar prejuízo aos patrões e quando diz que “o servidor publico não tem patrão”, além de criticar a quantidade de dias parados em uma greve.
O engano Presidencial se dá quando entende, agora, que uma greve é para dar prejuízo econômico ao patrão, pois é justamente o contrário. Quem está no prejuízo são os trabalhadores que entraram em greve porque estão com os seus salários defasados ou trabalham em más condições ou ainda por ambas as causas, ainda não presenciei uma greve por questões filosóficas ou mesmo ideológica. E dizer que servidor público não tem patrão é uma piada Presidencial, pois todo aquele que tem que estar em um local para cumprir uma tarefa remunerada ou é trabalhador ou é patrão, portanto o Presidente está Patrão desde o momento que ele se tornou o mais importante ordenador de despesas publicas do Brasil.
O projeto gestado pelo Presidente e seus asseclas retira, subtrai dos trabalhadores e das trabalhadoras o direito de greve e pode estar associado à intenção de arrochar salários e limitar a contratação de servidores públicos com vistas a possíveis privatizações de setores públicos como aquelas que aconteceram recentemente. A partir destas suspeitas todo o movimento sindical e popular está chamando para uma grande manifestação nacional no dia 23 de maio de 2007 em defesa dos direitos dos trabalhadores e a imediata retirada do Congresso Nacional de qualquer projeto de lei que atente a esses direitos. Mobilize-se!!!! Lute agora, para não chorar depois.
veritasantos@brturbo.com.br
Considera-se legítimo o exercício de greve, com a suspensão coletiva temporária e pacífica, total ou parcial, de prestação de serviços, quando o empregador ou a entidade patronal, correspondentes tiverem sido pré-avisadas 72 horas, nas atividades essenciais e 48 horas nas demais.
Isto é o que já está grafado na atual legislação brasileira, portanto já é um direito conquistado por todos trabalhadores e trabalhadoras. A greve também é lícita quando não for contra decisão judicial.
No seu direito constitucional, aos grevistas são assegurados: o emprego de meios pacíficos tendentes a persuadir ou aliciar os trabalhadores a aderirem à greve e a arrecadação de fundos e a livre divulgação do movimento.
Os meios adotados por empregados e empregadores em nenhuma hipótese poderão violar ou constranger os direitos e garantias fundamentais dos outros.
A empresa não poderá adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento ao trabalho, bem como capazes de frustrar a divulgação do movimento.
A manifestação e atos de persuasão utilizados pelos grevistas não poderão impedir o acesso ao trabalho nem causar ameaça ou dano à propriedade ou pessoa.
Todos que entre nós tenha memória há de se lembrar que o Presidente Lula se constituiu como grande liderança dos trabalhares fazendo tudo àquilo que hoje ele se diz ser contrario. Se o Lula, sindicalista dos anos 70/80 vivesse atualmente e tivesse o Lula como Presidente da Republica, aquele do final da década de 70 e começo da de 80 faria greve contra as atuais posições do nosso, hoje, Presidente.
O Lula Presidente só não assumiu, mas repete aquele ditado popular: “façam o que eu digo, mas não façam o que eu fazia”, é mais ou menos isso. Acho que tem aí um pingo de inveja do FHC que disse: “Esqueçam o que eu escrevi”.
No dia 15 de março de 2007, o Presidente Lula deu a sua segunda entrevista coletiva para a satisfação da mídia empresarial e mercenária, falou tudo aquilo que os patrões banqueiros e industriais nacionais e internacionais queriam que ele dissesse. O Presidente se equivoca quando deixa subentendido que as greves nas fábricas são com a intenção de dar prejuízo aos patrões e quando diz que “o servidor publico não tem patrão”, além de criticar a quantidade de dias parados em uma greve.
O engano Presidencial se dá quando entende, agora, que uma greve é para dar prejuízo econômico ao patrão, pois é justamente o contrário. Quem está no prejuízo são os trabalhadores que entraram em greve porque estão com os seus salários defasados ou trabalham em más condições ou ainda por ambas as causas, ainda não presenciei uma greve por questões filosóficas ou mesmo ideológica. E dizer que servidor público não tem patrão é uma piada Presidencial, pois todo aquele que tem que estar em um local para cumprir uma tarefa remunerada ou é trabalhador ou é patrão, portanto o Presidente está Patrão desde o momento que ele se tornou o mais importante ordenador de despesas publicas do Brasil.
O projeto gestado pelo Presidente e seus asseclas retira, subtrai dos trabalhadores e das trabalhadoras o direito de greve e pode estar associado à intenção de arrochar salários e limitar a contratação de servidores públicos com vistas a possíveis privatizações de setores públicos como aquelas que aconteceram recentemente. A partir destas suspeitas todo o movimento sindical e popular está chamando para uma grande manifestação nacional no dia 23 de maio de 2007 em defesa dos direitos dos trabalhadores e a imediata retirada do Congresso Nacional de qualquer projeto de lei que atente a esses direitos. Mobilize-se!!!! Lute agora, para não chorar depois.
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sábado, 12 de maio de 2007
Hip Hop
As primeiras manifestações surgiram na época da grande crise econômica dos EUA, em 1929, quando os músicos e dançarinos que trabalhavam nos cabarés ficaram desempregados indo para as ruas fazer seus shows.
Em 1967, o cantor James Brown lançou essa dança através do Funk. O Break, uma das vertentes do Street Dance, explodiu nos EUA em 1981 e se expandiu mundialmente, sendo que, no Brasil, devido à sua cultura, os dançarinos incorporaram novos elementos de dança.
Em janeiro de 1991, foi criado na cidade de Santos, o primeiro curso de “Dança de Rua” no Brasil, idealizado e introduzido pelo coreógrafo e bailarino Marcelo Cirino, baseado em trabalho prático e de pesquisa, desde 1982.
O curso virou projeto e para alguns, “religião”, sempre com o apoio da Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Santos.
Hoje sua repercussão mundial, retrata o reconhecimento do trabalho e não um simples modismo.
A cultura hip hop é formada pelos seguintes elementos: O rap, o graffiti e o break.
Rap - rhythm and poetry, ou seja, ritmo e poesia, que é a expressão musical-verbal da cultura;
Graffiti - que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo;
Break dance - que representa a dança.
Os três elementos juntos compõem a cultura hip hop. Que muitos dizem que é a "CNN da periferia", ou seja, que o hip hop seria a única forma da periferia, dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas as classes excluídas...
O termo hip hop, alguns dizem que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, ou seja, um deles estava na forma pela qual se transmitia a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dançar popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip)...
Quando bem direcionada, a arte pode se transformar em forte instrumento de conscientização que quebra preconceitos derruba barreiras sociais, eleva dignidade e a auto-estima e ainda realiza uma verdadeira metamorfose nas camadas marginalizadas. Este é o pensamento que move o artista campinense há 10 anos radicado no Rio de Janeiro, Emerson Claúdio Nascimento dos Santos conhecido no mundo da música como Fiell.
Defensor do hip-hop, e profundamente envolvido com projetos sociais nas periferias cariocas, Fiell está lançando o seu segundo CD intitulado "Árbitro da Própria Vida". O novo trabalho, uma continuação do 1º CD "Mundo Cão" traz uma nova proposta transformadora levando os fãs do Hip-Hop a refletirem sobre a vida e principalmente sobre o caminho que querem seguir.
As letras das músicas mostram que o ser humano tem livre arbítrio para definir seu futuro, podendo enveredar por dois caminhos, um que leva a morte e outro a vida. O lado bom indica Fiell, aparece transfigurado na educação e na cultura. Quem opta por esse caminho só tende a evoluir. A opção inversa só produz sofrimento. Nesse território tenebroso habita o indivíduo que se deixa levar pelos vícios da droga, da violência, do alcoolismo e pelo submundo do crime.
Estas são histórias verdadeiras e que nos apontam que há esperança de construirmos uma sociedade mais justa e livre onde negros e brancos possam viver em harmonia se exploradores, nem explorados.
Além do Fiell tem o Rappin’Hood e o pessoal do rapper Gás-PA do LUTARMADA, também do Rio de Janeiro por ser uma das cidades, onde os pobres e principalmente os pobres e negros, são mais perseguidos e assim a cultura Hip Hop é mais uma ferramenta de conscientização nas mãos de Homens e Mulheres que querem de fato a transformação da sociedade brasileira em uma sociedade socialista.
Geralmente esta forma de expressão é vista com preconceito, mas se nos dermos conta que é mais uma forma de nos comunicarmos poderemos construir vários projetos envolvendo todos que tem identidade com o Hip Hop direcionando para o bem de toda a coletividade.
A partir desse envolvimento a pichação dará lugar ao graffiti que como arte plástica que é, poderá estar decorando as paisagens urbanas dando um ar mais humano as nossas cidades de concreto. O break será de fato e de direito uma dança como tantas que temos e não mais uma forma distorcida de sedução feminina e o rap não será uma apologia ao crime e sim uma forma poética de se expressar criticamente sobre os vários temas de nossas vidas.
Posso estar equivocado, mas o Hip Hop é uma forma de organização popular criada como alternativa de sobrvivencia e de expressão, assim como a capoeira também foi durante o período de escravidão portuguesa no Brasil.(fonte: www.dancederua.com.br , http://visaodafavelabr.blogspot.com:80.
veritasantos@brturbo.com.br
Em 1967, o cantor James Brown lançou essa dança através do Funk. O Break, uma das vertentes do Street Dance, explodiu nos EUA em 1981 e se expandiu mundialmente, sendo que, no Brasil, devido à sua cultura, os dançarinos incorporaram novos elementos de dança.
Em janeiro de 1991, foi criado na cidade de Santos, o primeiro curso de “Dança de Rua” no Brasil, idealizado e introduzido pelo coreógrafo e bailarino Marcelo Cirino, baseado em trabalho prático e de pesquisa, desde 1982.
O curso virou projeto e para alguns, “religião”, sempre com o apoio da Secretaria de Cultura da Prefeitura Municipal de Santos.
Hoje sua repercussão mundial, retrata o reconhecimento do trabalho e não um simples modismo.
A cultura hip hop é formada pelos seguintes elementos: O rap, o graffiti e o break.
Rap - rhythm and poetry, ou seja, ritmo e poesia, que é a expressão musical-verbal da cultura;
Graffiti - que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo;
Break dance - que representa a dança.
Os três elementos juntos compõem a cultura hip hop. Que muitos dizem que é a "CNN da periferia", ou seja, que o hip hop seria a única forma da periferia, dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas as classes excluídas...
O termo hip hop, alguns dizem que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, ou seja, um deles estava na forma pela qual se transmitia a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dançar popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip)...
Quando bem direcionada, a arte pode se transformar em forte instrumento de conscientização que quebra preconceitos derruba barreiras sociais, eleva dignidade e a auto-estima e ainda realiza uma verdadeira metamorfose nas camadas marginalizadas. Este é o pensamento que move o artista campinense há 10 anos radicado no Rio de Janeiro, Emerson Claúdio Nascimento dos Santos conhecido no mundo da música como Fiell.
Defensor do hip-hop, e profundamente envolvido com projetos sociais nas periferias cariocas, Fiell está lançando o seu segundo CD intitulado "Árbitro da Própria Vida". O novo trabalho, uma continuação do 1º CD "Mundo Cão" traz uma nova proposta transformadora levando os fãs do Hip-Hop a refletirem sobre a vida e principalmente sobre o caminho que querem seguir.
As letras das músicas mostram que o ser humano tem livre arbítrio para definir seu futuro, podendo enveredar por dois caminhos, um que leva a morte e outro a vida. O lado bom indica Fiell, aparece transfigurado na educação e na cultura. Quem opta por esse caminho só tende a evoluir. A opção inversa só produz sofrimento. Nesse território tenebroso habita o indivíduo que se deixa levar pelos vícios da droga, da violência, do alcoolismo e pelo submundo do crime.
Estas são histórias verdadeiras e que nos apontam que há esperança de construirmos uma sociedade mais justa e livre onde negros e brancos possam viver em harmonia se exploradores, nem explorados.
Além do Fiell tem o Rappin’Hood e o pessoal do rapper Gás-PA do LUTARMADA, também do Rio de Janeiro por ser uma das cidades, onde os pobres e principalmente os pobres e negros, são mais perseguidos e assim a cultura Hip Hop é mais uma ferramenta de conscientização nas mãos de Homens e Mulheres que querem de fato a transformação da sociedade brasileira em uma sociedade socialista.
Geralmente esta forma de expressão é vista com preconceito, mas se nos dermos conta que é mais uma forma de nos comunicarmos poderemos construir vários projetos envolvendo todos que tem identidade com o Hip Hop direcionando para o bem de toda a coletividade.
A partir desse envolvimento a pichação dará lugar ao graffiti que como arte plástica que é, poderá estar decorando as paisagens urbanas dando um ar mais humano as nossas cidades de concreto. O break será de fato e de direito uma dança como tantas que temos e não mais uma forma distorcida de sedução feminina e o rap não será uma apologia ao crime e sim uma forma poética de se expressar criticamente sobre os vários temas de nossas vidas.
Posso estar equivocado, mas o Hip Hop é uma forma de organização popular criada como alternativa de sobrvivencia e de expressão, assim como a capoeira também foi durante o período de escravidão portuguesa no Brasil.(fonte: www.dancederua.com.br , http://visaodafavelabr.blogspot.com:80.
veritasantos@brturbo.com.br
quinta-feira, 26 de abril de 2007
As Máfias.
No mês de abril de 2007 as atividades de caça aos mafiosos renderam prisões de gente graúda, principalmente aquelas efetuadas pela policia federal na chamada “operação furacão” a onde foram presos renomados juizes até então livres de qualquer suspeita. A lógica nos diz que juízes deveriam ser pessoas de conduta altamente ilibada e acima de qualquer suspeita, mas a realidade é outra onde nos deparamos com mais outros tantos que freqüentaram a cadeira de corrupção na mesma faculdade do ex-juiz Nicolau, o famoso “juiz lalau”.
Notícias veiculadas na RBS TV e no jornal Zero Hora entre os dias 05 e 13 de março de 2007 revelaram um esquema de “fura filas” na marcação ou agendamento de consultas pelo SUS. As matérias davam conta de que assessores de deputados estaduais estariam obtendo vantagens nos agendamentos de consultas especializadas e internações em grandes hospitais da capital privilegiando assim os seus indicados em detrimento daqueles que esperam longo tempo nas listas de espera da central de marcação de consultas.
As informações que se tem são de que esse golpe vem sendo praticado desde 2003, o que provocou o encaminhamento de representação ao Ministério Público Estadual pelas bancadas do PT, do PSB e do PC do B(os últimos que tentam ficar na esquerda e ao lado do povo) em conjunto com o Sindisepe, o Conselho Estadual de Saúde, o Sindisaúde, a Federação dos Trabalhadores em estabelecimentos de Saúde, o Sindicato dos Médicos e o Grupo Hospitalar Conceição, solicitando investigação das denuncias de fraude no SUS.
Outra denuncia gravíssima, mas que não teve a mesma repercussão é referente ao lobby dos laboratórios farmacêuticos que pressiona o governo, pagam viagens para médicos e utilizam armadilhas para enrolar o SUS. A enrolação começa pela política de reajuste dos preços de medicamentos que deveriam ser controlados pelo governo que em março deste ano autorizou uma majoração de 3,02% de acordo com o índice definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED).
Até que seria ótimo se fosse só esse o reajuste, mas não é bem assim. Segundo pesquisa do Instituto de defesa dos Usuários de Medicamentos (Idum) demonstra que os 400 medicamentos que deveriam ser controlados pelo governo federal sofreram aumentos de até 49,44% entre abril de 2006 e março de 2007, enquanto a inflação oficial do período foi de 3%.
Esses números comprovam que a indústria farmacêutica não está sob controle do governo federal e os seus lucros permanecem os mesmo inclusive nos medicamentos ditos como essenciais, como é o caso dos medicamentos genéricos.
O lobby das indústrias farmacêuticas exerce grande pressão não só dentro dos governos, mas também dentro das faculdades de medicina e sobre os médicos patrocinando eventos ou custeando viagens aos médicos; o mesmo exercido pelos fabricantes de agrotóxicos dentro das faculdades de agronomia. Essa promiscuidade se dá por incapacidade e falta de investimento do governo nesses estabelecimentos de ensino que deveria qualificar nossos futuros médicos, mas acabam é colaborando para o aumento das vendas e dos lucros dessas verdadeiras sanguessugas do SUS.
Essa estratégia dos laboratórios é econômica, pois pressiona os médicos a prescreverem seus remédios ao invés de receitarem os medicamentos genéricos ou nos casos dos atendimentos pelo SUS os pacientes que são medicados por médicos que indicam medicamentos que não estão nas listagens do Sistema entram na justiça para obrigar que o governo adquira a marca prescrita encerrando assim a armadilha.
Os laboratórios que são todos estrangeiros praticam livremente o que bem entendem sem serem molestados por quem quer que seja ao passo que os governantes se fazem de cegos e surdos para não importunar a sangria das multinacionais. O caminho correto para enfrentar essa situação seria um forte investimento dos governos nas áreas que proporcione as populações condições de se prevenirem, investindo em saneamento básico, educação; trabalho para que as pessoas não adoeçam com freqüência e uma forte investida contra a corrupção conjuntamente com uma política de quebra de patentes de medicamentos com alto custo, os chamados medicamentos especiais.
Outra polemica que chama a atenção é a interminável pendenga entre médicos e enfermeiros, através do COREN-RS versos AMRIGS, CREMERS e SIMERS onde as entidades que “representam” os médicos (as) renegam a todo custo, agora com liminar judicial, o livre exercício da enfermagem. A pendenga encontra-se, a meu ver, na formação recebida nas cadeiras universitárias que ao longo do tempo formou médicos como se fossem unipotentes e estes não querem abrir mão desses “poderes” dividindo as atribuições com os enfermeiros (as) somando assim para a melhoria do atendimento a população.
Essa formação fez com que houvesse um esquecimento; de que ao lado está uma categoria tão capacitada quanto à categoria medica onde os enfermeiros (as) são capacitados para desenvolver atividades multi e interprofissionais elencadas na Portaria 648/GM/2006 e que em hipótese alguma virá a substituir a figura medica.
A conclusão inevitável a que chego é que “as máfias” têm varias facetas podendo ser criminosas ilegais e criminosas legais, portanto cabe a nós usuários dos sistemas públicos em geral estarmos sempre alerta para as armadilhas que todos os dias tentam nos aplicar e dispostos a também pressionar os governantes a serem valentes lutadores dos interesses populares.
E que o branco dos jalecos de enfermeiras (os) e de medicas (os) sirva para decretar a paz na saúde publica, assim sendo os vencedores de qualquer disputa que possa ter será sem duvida alguma os usuários do SUS, o melhor plano de saúde já inventado.
Viamão 26 de abril de 2007.
veritasantos@brturbo.com.br
Notícias veiculadas na RBS TV e no jornal Zero Hora entre os dias 05 e 13 de março de 2007 revelaram um esquema de “fura filas” na marcação ou agendamento de consultas pelo SUS. As matérias davam conta de que assessores de deputados estaduais estariam obtendo vantagens nos agendamentos de consultas especializadas e internações em grandes hospitais da capital privilegiando assim os seus indicados em detrimento daqueles que esperam longo tempo nas listas de espera da central de marcação de consultas.
As informações que se tem são de que esse golpe vem sendo praticado desde 2003, o que provocou o encaminhamento de representação ao Ministério Público Estadual pelas bancadas do PT, do PSB e do PC do B(os últimos que tentam ficar na esquerda e ao lado do povo) em conjunto com o Sindisepe, o Conselho Estadual de Saúde, o Sindisaúde, a Federação dos Trabalhadores em estabelecimentos de Saúde, o Sindicato dos Médicos e o Grupo Hospitalar Conceição, solicitando investigação das denuncias de fraude no SUS.
Outra denuncia gravíssima, mas que não teve a mesma repercussão é referente ao lobby dos laboratórios farmacêuticos que pressiona o governo, pagam viagens para médicos e utilizam armadilhas para enrolar o SUS. A enrolação começa pela política de reajuste dos preços de medicamentos que deveriam ser controlados pelo governo que em março deste ano autorizou uma majoração de 3,02% de acordo com o índice definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED).
Até que seria ótimo se fosse só esse o reajuste, mas não é bem assim. Segundo pesquisa do Instituto de defesa dos Usuários de Medicamentos (Idum) demonstra que os 400 medicamentos que deveriam ser controlados pelo governo federal sofreram aumentos de até 49,44% entre abril de 2006 e março de 2007, enquanto a inflação oficial do período foi de 3%.
Esses números comprovam que a indústria farmacêutica não está sob controle do governo federal e os seus lucros permanecem os mesmo inclusive nos medicamentos ditos como essenciais, como é o caso dos medicamentos genéricos.
O lobby das indústrias farmacêuticas exerce grande pressão não só dentro dos governos, mas também dentro das faculdades de medicina e sobre os médicos patrocinando eventos ou custeando viagens aos médicos; o mesmo exercido pelos fabricantes de agrotóxicos dentro das faculdades de agronomia. Essa promiscuidade se dá por incapacidade e falta de investimento do governo nesses estabelecimentos de ensino que deveria qualificar nossos futuros médicos, mas acabam é colaborando para o aumento das vendas e dos lucros dessas verdadeiras sanguessugas do SUS.
Essa estratégia dos laboratórios é econômica, pois pressiona os médicos a prescreverem seus remédios ao invés de receitarem os medicamentos genéricos ou nos casos dos atendimentos pelo SUS os pacientes que são medicados por médicos que indicam medicamentos que não estão nas listagens do Sistema entram na justiça para obrigar que o governo adquira a marca prescrita encerrando assim a armadilha.
Os laboratórios que são todos estrangeiros praticam livremente o que bem entendem sem serem molestados por quem quer que seja ao passo que os governantes se fazem de cegos e surdos para não importunar a sangria das multinacionais. O caminho correto para enfrentar essa situação seria um forte investimento dos governos nas áreas que proporcione as populações condições de se prevenirem, investindo em saneamento básico, educação; trabalho para que as pessoas não adoeçam com freqüência e uma forte investida contra a corrupção conjuntamente com uma política de quebra de patentes de medicamentos com alto custo, os chamados medicamentos especiais.
Outra polemica que chama a atenção é a interminável pendenga entre médicos e enfermeiros, através do COREN-RS versos AMRIGS, CREMERS e SIMERS onde as entidades que “representam” os médicos (as) renegam a todo custo, agora com liminar judicial, o livre exercício da enfermagem. A pendenga encontra-se, a meu ver, na formação recebida nas cadeiras universitárias que ao longo do tempo formou médicos como se fossem unipotentes e estes não querem abrir mão desses “poderes” dividindo as atribuições com os enfermeiros (as) somando assim para a melhoria do atendimento a população.
Essa formação fez com que houvesse um esquecimento; de que ao lado está uma categoria tão capacitada quanto à categoria medica onde os enfermeiros (as) são capacitados para desenvolver atividades multi e interprofissionais elencadas na Portaria 648/GM/2006 e que em hipótese alguma virá a substituir a figura medica.
A conclusão inevitável a que chego é que “as máfias” têm varias facetas podendo ser criminosas ilegais e criminosas legais, portanto cabe a nós usuários dos sistemas públicos em geral estarmos sempre alerta para as armadilhas que todos os dias tentam nos aplicar e dispostos a também pressionar os governantes a serem valentes lutadores dos interesses populares.
E que o branco dos jalecos de enfermeiras (os) e de medicas (os) sirva para decretar a paz na saúde publica, assim sendo os vencedores de qualquer disputa que possa ter será sem duvida alguma os usuários do SUS, o melhor plano de saúde já inventado.
Viamão 26 de abril de 2007.
veritasantos@brturbo.com.br
terça-feira, 24 de abril de 2007
Yeda mente.
Cento e poucos dias foi o tempo necessário para que a governadora eleita sob a promessa de “não privatização que isso era coisa do passado” e de que o seu “novo jeito de governar” não contemplava essa pratica. Mentisse descaradamente, deixando assim cair a mascara de “boa moça e de respeitável senhora”.
Sua campanha foi comprometedora e emblemática tendo em vista a promessa de não vender o Banrisul, um dos Bancos públicos que mais lucro dá no país. Mas a mentira foi descoberta no dia 24 de abril de 2007 com o anuncio de primeira pagina dos jornais locais onde a manchete estampada é: “Banrisul anuncia capitalização”.
Capitalização ou publicização são sinônimos de privatização e, portanto a venda de ações do Banrisul significa privatizar o que hoje é totalmente patrimônio público. Se hoje os gaúchos detêm, praticamente, 100% do Banrisul, a venda de ações para investidores privados reduzirá a participação pública, tornará privada uma parte do Banco, de seus resultados e, a depender do modelo adotado, as prioridades de sua atuação.
O processo de privatização já foi deflagrado e deverá render aos cofres estaduais cerca de 1,8 milhões de reais, casualmente o valor do déficit do Estado.
Há varias formas de se vender um banco, estudos técnicos nos apontam duas delas. * Emissão de Novas Ações: Novas ações são colocadas no mercado em busca de investidores. Os recursos arrecadados são de propriedade do Banco, devendo ser destinados para aumentar o seu patrimônio. Assim, o Estado reduz sua participação na medida das aquisições privadas. * Venda das Ações Existentes: O Estado vende as ações que já possui, tornando privada esta parte do Banco. Os recursos entram nos cofres do Estado e não fortalecem o Banco.
* Podem ser feitas as duas formas, sem contradição. Combinadas, reforçam o aumento de investidores privados no capital do Banco, reduzindo a participação do Estado. Destaque-se, que por limitação Constitucional, para vender mais de 50% das ações haverá necessidade de plebiscito, posto que assim o Estado deixasse de ter o controle majoritário.
Se o aumento de Capital é importante para o Banco, fazê-lo com capital privado traz implicações. O único objetivo do capital privado é obter lucro. No caso de um banco, se for necessário, faz-se financiamentos.
Mas se for mais rentável e menos arriscado, busca-se o lucro sem fazer financiamentos. Portanto, com capital privado, mesmo que minoritário, o Banrisul passaria a ser pressionado para ter cada vez mais lucro.
Financiamentos à produção não são rentáveis, pois requerem prazos longos, taxas baixas e, nem sempre têm total garantia de retorno. O Banco sofreria pressão para não fazer financiamentos à produção.
Assim, haveria prejuízo para a economia do Estado, perdendo o Banrisul como instrumento de fomento.
○ Serviços não rentáveis: igualmente, serviços não lucrativos, mas essenciais socialmente, tendem a desaparecer do banco. Clientes de baixa renda, como da Conta Cidadania, PRONAF para agricultura Familiar, Microcrédito orientado, são exemplos de serviços 'não rentáveis' sob o ponto de vista do lucro privado.
○ Agências em pequenos municípios: locais onde há pouca captação ou tomada de recursos, tendem a não ser rentáveis. Logo, desprezados pela atividade que busca o lucro privado.
○ Participação de Bancos Privados no capital: as ações do Banrisul poderão ser compradas por outros bancos, inclusive estrangeiros (com alguma restrição para estes). Se a compra de ações permitirem influência direta na gestão (não sabemos qual o modelo da governadora Yeda), pode o Banrisul ser pressionado a enfraquecer operações que sejam do interesse dos outros bancos. O conjunto das implicações acima será mais ou menos relevante de acordo com o modelo que vier a ser adotado na venda das ações e na gestão do banco. Se o governo ceder espaço na gestão do banco para os investidores privados, tais implicações tendem a ser agravadas, comprometendo definitivamente o papel do
Banco público.
Mesmo que o governo Yeda não encaminhe, imediatamente, a venda do controle acionário, existe o risco de que ceda parte da gestão do banco para setores privados. Esta possibilidade poderia ser usada para tornar atrativa a compra de um volume significativo de ações por algum outro banco.
Se o estado se desfizer de suas ações, privatizando-as, não estará fortalecendo o banco. Primeiro, o governo consumiria o patrimônio do Banco. Depois, deixaria de receber ou teria que dividir os resultados anuais.
Nos últimos 4 anos o Banrisul contribuiu com R$ 711 milhões para o caixa Estado. Recursos, que poderiam ter capitalizado o Banco, aumentando sua capacidade de desenvolver o Estado e de gerar mais recursos.
● Banco Lucrativo: Ter resultado financeiro positivo é importante. Seja para o Banco crescer, seja para contribuir com o caixa do Estado. Mas este está longe de ser o objetivo primordial de um Banco Público. Tampouco o objetivo deve ser de lucro máximo. Os resultados econômicos e sociais de financiamentos e serviços prestados são, no mínimo, igualmente relevantes. Portanto, na medida em que o banco for pressionado para atuar só em atividades de maior rentabilidade, a economia e o povo gaúcho serão os perdedores.
● Consumir o Patrimônio dos Gaúchos: Segundo o próprio governo, os recursos da venda das ações seriam destinados para um 'fundo de aposentadorias'. Ou o recurso ficaria parado para aposentarias futuras (como sugeriu a governadora na campanha) ou seria imediatamente gasto (como sugeriu o Secretário da Fazenda).
Para se ter uma idéia o governo vai arrecadar cerca de R$ 1,8 bilhão na privatização. Só em 2006 o déficit na previdência do Estado foi R$ 4 bilhões. Os gaúchos já viveram esta história no governo Britto. O dinheiro das privatizações iria sanear o estado e formar um fundo de aposentadoria para o Magistério. As privatizações ocorreram o estado não foi saneado e o fundo do magistério desapareceu.
Sob o argumento de fortalecer o Banrisul está em curso sua privatização, com enfraquecimento do Banco público e de seu papel no desenvolvimento do Estado.
A falta de transparência e a ausência de compromisso da governadora não dão garantias de que, com a participação do setor privado, o banco não deixará de cumprir suas funções de banco público, comprometido com o desenvolvimento do RS. Isto, se a intenção não for de privatizar totalmente o banco. A venda de ações que já pertencem ao estado, não fortalecerá o banco e seus recursos seriam consumidos sem resolver a crise financeira do governo.
Viamão 24 de abril de 2007.
#Fonte: Assessoria técnica da coordenadoria da bancada de deputados estaduais do PT.
veritasantos@brturbo.com.br
Sua campanha foi comprometedora e emblemática tendo em vista a promessa de não vender o Banrisul, um dos Bancos públicos que mais lucro dá no país. Mas a mentira foi descoberta no dia 24 de abril de 2007 com o anuncio de primeira pagina dos jornais locais onde a manchete estampada é: “Banrisul anuncia capitalização”.
Capitalização ou publicização são sinônimos de privatização e, portanto a venda de ações do Banrisul significa privatizar o que hoje é totalmente patrimônio público. Se hoje os gaúchos detêm, praticamente, 100% do Banrisul, a venda de ações para investidores privados reduzirá a participação pública, tornará privada uma parte do Banco, de seus resultados e, a depender do modelo adotado, as prioridades de sua atuação.
O processo de privatização já foi deflagrado e deverá render aos cofres estaduais cerca de 1,8 milhões de reais, casualmente o valor do déficit do Estado.
Há varias formas de se vender um banco, estudos técnicos nos apontam duas delas. * Emissão de Novas Ações: Novas ações são colocadas no mercado em busca de investidores. Os recursos arrecadados são de propriedade do Banco, devendo ser destinados para aumentar o seu patrimônio. Assim, o Estado reduz sua participação na medida das aquisições privadas. * Venda das Ações Existentes: O Estado vende as ações que já possui, tornando privada esta parte do Banco. Os recursos entram nos cofres do Estado e não fortalecem o Banco.
* Podem ser feitas as duas formas, sem contradição. Combinadas, reforçam o aumento de investidores privados no capital do Banco, reduzindo a participação do Estado. Destaque-se, que por limitação Constitucional, para vender mais de 50% das ações haverá necessidade de plebiscito, posto que assim o Estado deixasse de ter o controle majoritário.
Se o aumento de Capital é importante para o Banco, fazê-lo com capital privado traz implicações. O único objetivo do capital privado é obter lucro. No caso de um banco, se for necessário, faz-se financiamentos.
Mas se for mais rentável e menos arriscado, busca-se o lucro sem fazer financiamentos. Portanto, com capital privado, mesmo que minoritário, o Banrisul passaria a ser pressionado para ter cada vez mais lucro.
Financiamentos à produção não são rentáveis, pois requerem prazos longos, taxas baixas e, nem sempre têm total garantia de retorno. O Banco sofreria pressão para não fazer financiamentos à produção.
Assim, haveria prejuízo para a economia do Estado, perdendo o Banrisul como instrumento de fomento.
○ Serviços não rentáveis: igualmente, serviços não lucrativos, mas essenciais socialmente, tendem a desaparecer do banco. Clientes de baixa renda, como da Conta Cidadania, PRONAF para agricultura Familiar, Microcrédito orientado, são exemplos de serviços 'não rentáveis' sob o ponto de vista do lucro privado.
○ Agências em pequenos municípios: locais onde há pouca captação ou tomada de recursos, tendem a não ser rentáveis. Logo, desprezados pela atividade que busca o lucro privado.
○ Participação de Bancos Privados no capital: as ações do Banrisul poderão ser compradas por outros bancos, inclusive estrangeiros (com alguma restrição para estes). Se a compra de ações permitirem influência direta na gestão (não sabemos qual o modelo da governadora Yeda), pode o Banrisul ser pressionado a enfraquecer operações que sejam do interesse dos outros bancos. O conjunto das implicações acima será mais ou menos relevante de acordo com o modelo que vier a ser adotado na venda das ações e na gestão do banco. Se o governo ceder espaço na gestão do banco para os investidores privados, tais implicações tendem a ser agravadas, comprometendo definitivamente o papel do
Banco público.
Mesmo que o governo Yeda não encaminhe, imediatamente, a venda do controle acionário, existe o risco de que ceda parte da gestão do banco para setores privados. Esta possibilidade poderia ser usada para tornar atrativa a compra de um volume significativo de ações por algum outro banco.
Se o estado se desfizer de suas ações, privatizando-as, não estará fortalecendo o banco. Primeiro, o governo consumiria o patrimônio do Banco. Depois, deixaria de receber ou teria que dividir os resultados anuais.
Nos últimos 4 anos o Banrisul contribuiu com R$ 711 milhões para o caixa Estado. Recursos, que poderiam ter capitalizado o Banco, aumentando sua capacidade de desenvolver o Estado e de gerar mais recursos.
● Banco Lucrativo: Ter resultado financeiro positivo é importante. Seja para o Banco crescer, seja para contribuir com o caixa do Estado. Mas este está longe de ser o objetivo primordial de um Banco Público. Tampouco o objetivo deve ser de lucro máximo. Os resultados econômicos e sociais de financiamentos e serviços prestados são, no mínimo, igualmente relevantes. Portanto, na medida em que o banco for pressionado para atuar só em atividades de maior rentabilidade, a economia e o povo gaúcho serão os perdedores.
● Consumir o Patrimônio dos Gaúchos: Segundo o próprio governo, os recursos da venda das ações seriam destinados para um 'fundo de aposentadorias'. Ou o recurso ficaria parado para aposentarias futuras (como sugeriu a governadora na campanha) ou seria imediatamente gasto (como sugeriu o Secretário da Fazenda).
Para se ter uma idéia o governo vai arrecadar cerca de R$ 1,8 bilhão na privatização. Só em 2006 o déficit na previdência do Estado foi R$ 4 bilhões. Os gaúchos já viveram esta história no governo Britto. O dinheiro das privatizações iria sanear o estado e formar um fundo de aposentadoria para o Magistério. As privatizações ocorreram o estado não foi saneado e o fundo do magistério desapareceu.
Sob o argumento de fortalecer o Banrisul está em curso sua privatização, com enfraquecimento do Banco público e de seu papel no desenvolvimento do Estado.
A falta de transparência e a ausência de compromisso da governadora não dão garantias de que, com a participação do setor privado, o banco não deixará de cumprir suas funções de banco público, comprometido com o desenvolvimento do RS. Isto, se a intenção não for de privatizar totalmente o banco. A venda de ações que já pertencem ao estado, não fortalecerá o banco e seus recursos seriam consumidos sem resolver a crise financeira do governo.
Viamão 24 de abril de 2007.
#Fonte: Assessoria técnica da coordenadoria da bancada de deputados estaduais do PT.
veritasantos@brturbo.com.br
1° de Maio.
O 1° de maio é uma data em que o apelo comercial fica prejudicado, haja visto que não se comemora nada, não é uma data festiva e sim é uma data para lembrar aqueles que no passado tombaram para defender os direitos que o conjunto dos trabalhadores de hoje usufruem.
Alem de fazer essa reflexão das lutas do passado é também o momento de manter a classe trabalhadora mobilizada e preparada para enfrentar as lutas que estão por vir. E que são muitas.
Sempre nesta época os teles jornais, em especial os da rede globo, representante mor do capitalismo nacional e internacional através do seu casal de apresentadores, William Bonner e Fátima Bernardes, atores gabaritados em introgetar sentimentalismos nas cabecinhas menos desavisadas. Nesta semana que antecedeu o dia dos trabalhadores apresentaram uma serie de reportagens sobre o trabalho, o desemprego e as implicações que os direitos trabalhistas têm na relação entre eles e o “trabalho informal”.
Com uma plástica perfeita a dupla de atores apresentaram a reportagem passando ao publico como se os altos índices de “trabalhadores informais” fossem por culpa dos “impostos”, ou seja, direitos dos trabalhadores.
Diretos como: auxilio doença, aposentadoria ou pensão por morte do cônjuge, férias com 1/3 do salário a mais e 30 dias de gozo por ano de trabalho na mesma empresa, descanso remunerado, 13° salário, pagamento de horas extras para trabalho extraordinário, licença maternidade e paternidade. E em caso de demissão sem justa causa aviso prévio de 30 dias, multa de 40% do montante dos depósitos do FGTS e saque do total depositado neste fundo e seguro desemprego. Direitos esses arduamente conquistados.
A hipocrisia é tão escancarada que a verdade está sendo omitida para aumentar os lucros das empresas, onde estas não pagam os direitos trabalhistas. Mas o custo final de seus produtos continua o mesmo porque eles não descontam esses percentuais do preço final da mercadoria, castigando cada vez mais os trabalhadores que pagam os seus direitos por já estar embutido nos preços do arroz e do feijão, enfim em tudo que é consumido por nós.
Do total de pessoas que trabalham de alguma forma 46,6% tem carteira assinada e os outros 53,4% estão na “informalidade, segundo o mesmo jornal. Somente com esse dado podemos perceber que a sonegação dos direitos dos trabalhadores é infitamente superior aos “gastos” atribuídos aos patrões.
Segundo pesquisa de emprego e desemprego realizada pelo DIEEESE em conjunto com a FEE, FGTAS/Sine-RS, SEADE-SP e com o apoio da PMPA a taxa de desemprego da região metropolitana de POA cresceu de 12,2% em janeiro de 2007 para 12,3% em fevereiro. O total de desempregados estimado é de 229 mil pessoas.
Em março, o custo de vida no município de São Paulo apresentou variação de 0,25%, taxa 0,04 pontos percentuais (pp.) superior a de fevereiro (0,21%). O cálculo é do DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - que aponta os aumentos da Alimentação (1,06%) e Saúde (0,15%) como os de maior impacto para a elevação do Índice do Custo de Vida (ICV). Estes dois grupos contribuíram, respectivamente com 0,27 pp. e 0,02 pp. para a taxa apurada, que foi parcialmente compensada pela retração verificada em grupos como
Vestuário e Transporte, que juntos reduziram a taxa do mês em – 0,03 pp.
Numericamente esses índices podem ser baixos, mas se levarmos em conta que não há correção salarial a classe trabalhadora permanece em desvantagem e impedida de reajustar os seus preços (salários).
É a partir de conjunturas como essas enfrentadas pela classe trabalhadora que em mais esse 1° de Maio o dia será marcado por muitas mobilizações a fim de se permanecer em luta pela defesa dos direitos dos trabalhadores.
veritasantos@brturbo.com.br
Alem de fazer essa reflexão das lutas do passado é também o momento de manter a classe trabalhadora mobilizada e preparada para enfrentar as lutas que estão por vir. E que são muitas.
Sempre nesta época os teles jornais, em especial os da rede globo, representante mor do capitalismo nacional e internacional através do seu casal de apresentadores, William Bonner e Fátima Bernardes, atores gabaritados em introgetar sentimentalismos nas cabecinhas menos desavisadas. Nesta semana que antecedeu o dia dos trabalhadores apresentaram uma serie de reportagens sobre o trabalho, o desemprego e as implicações que os direitos trabalhistas têm na relação entre eles e o “trabalho informal”.
Com uma plástica perfeita a dupla de atores apresentaram a reportagem passando ao publico como se os altos índices de “trabalhadores informais” fossem por culpa dos “impostos”, ou seja, direitos dos trabalhadores.
Diretos como: auxilio doença, aposentadoria ou pensão por morte do cônjuge, férias com 1/3 do salário a mais e 30 dias de gozo por ano de trabalho na mesma empresa, descanso remunerado, 13° salário, pagamento de horas extras para trabalho extraordinário, licença maternidade e paternidade. E em caso de demissão sem justa causa aviso prévio de 30 dias, multa de 40% do montante dos depósitos do FGTS e saque do total depositado neste fundo e seguro desemprego. Direitos esses arduamente conquistados.
A hipocrisia é tão escancarada que a verdade está sendo omitida para aumentar os lucros das empresas, onde estas não pagam os direitos trabalhistas. Mas o custo final de seus produtos continua o mesmo porque eles não descontam esses percentuais do preço final da mercadoria, castigando cada vez mais os trabalhadores que pagam os seus direitos por já estar embutido nos preços do arroz e do feijão, enfim em tudo que é consumido por nós.
Do total de pessoas que trabalham de alguma forma 46,6% tem carteira assinada e os outros 53,4% estão na “informalidade, segundo o mesmo jornal. Somente com esse dado podemos perceber que a sonegação dos direitos dos trabalhadores é infitamente superior aos “gastos” atribuídos aos patrões.
Segundo pesquisa de emprego e desemprego realizada pelo DIEEESE em conjunto com a FEE, FGTAS/Sine-RS, SEADE-SP e com o apoio da PMPA a taxa de desemprego da região metropolitana de POA cresceu de 12,2% em janeiro de 2007 para 12,3% em fevereiro. O total de desempregados estimado é de 229 mil pessoas.
Em março, o custo de vida no município de São Paulo apresentou variação de 0,25%, taxa 0,04 pontos percentuais (pp.) superior a de fevereiro (0,21%). O cálculo é do DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - que aponta os aumentos da Alimentação (1,06%) e Saúde (0,15%) como os de maior impacto para a elevação do Índice do Custo de Vida (ICV). Estes dois grupos contribuíram, respectivamente com 0,27 pp. e 0,02 pp. para a taxa apurada, que foi parcialmente compensada pela retração verificada em grupos como
Vestuário e Transporte, que juntos reduziram a taxa do mês em – 0,03 pp.
Numericamente esses índices podem ser baixos, mas se levarmos em conta que não há correção salarial a classe trabalhadora permanece em desvantagem e impedida de reajustar os seus preços (salários).
É a partir de conjunturas como essas enfrentadas pela classe trabalhadora que em mais esse 1° de Maio o dia será marcado por muitas mobilizações a fim de se permanecer em luta pela defesa dos direitos dos trabalhadores.
veritasantos@brturbo.com.br
segunda-feira, 23 de abril de 2007
O Cuca e o Botafogo.
Acusa o dicionário do meu PC que a gramática do titulo dessa crônica está errada e ele esta certo, mas está errado porque vou escrever sobre a ação de um homem chamado de Cuca e não do doce alimento da cuca.
Poderia falar de qualquer outro time de futebol, pois sou gremista desde criancinha ou até tirar uma flauta dos meus amigos colorados que mal festejaram o campeonato da FIFA e já foram desclassificados até do gauchão, não indo nem pras semifinais. É até poderia se o assunto fosse futebol jogado no lado de dentro do campo.
O feito foi antes das partidas do Botafogo carioca contra o Vasco em que o Romário não vez o milésimo gol e contra o Cabofriense, fora das quatro linhas do gramado do Maracanã. A grande jogada foi do técnico de futebol Cuca quando ele na conversa que se tem antes de cada jogo com os jogadores, chamada de preleção, primeiro contra o Vasco da Gama Cuca convoca todos os trabalhadores do clube, desde o mais simples, trazendo-os defronte aos mais bem pagos para que “os de baixo” motivassem os “de cima”.
Os jogadores apesar de estarem com as contas bancariam recheadas de dinheiro poderiam não estar motivados suficientes para cumprirem com a sua tarefa que é a de jogar futebol e ganhar do seu adversário. Foi com essa atitude em que o Professor, (como é chamado pelos jogadores, os técnicos de futebol) Cuca fez a grande jogada daquela partida.
Acredito que nem o maior dos profissionais motivacional não teve essa grande e simples idéia de colocar frente a frente às duas classes sociais antagônicas para provocar na mais abastarda uma compreensão que para os jogadores estarem ali usufruindo do bom e do melhor, tem outro plantel de profissionais, na maioria mal remunerada se comparado as quantias astronômicas que eles recebem.
Trabalhadores que fazem muito bem feito o seu serviço e na maioria das vezes são torcedores do clube vestindo a camiseta sem ganhar nada em troca, sendo assim O Cuca com ou sem intenção ideológica deu uma lição classista para os seu jogadores, dirigentes e para os seus torcedores que sempre é bom e bonito perceber que em tudo que se faz tem o outro para se levado em consideração.
Uma semana após essa bela e sofrida vitória, nos pênaltis contra o Vasco, Cuca dá outra inesperada jogada filosófica e decora as paredes do vestiário dos atletas do Botafogo com cartazes com dizeres escritos pelos seus familiares, filhos e filhas, esposas, mães e pais dos jogadores. Chamando a atenção deles do quanto eles são importantes para os seus e para uma legião de torcedores, enfim é mais uma demonstração de que o ser humano é mais importante do que o dinheiro e que o futebol pode e devem ser um esporte conscientizador, mobizador e participativo.
Com essa estratégia, Cuca ganha do Cabofriense e vai decidir com o Flamengo o titulo de campeão carioca de 2007. Fiquemos no aguardo de novas iniciativas legais do Cuca.
veritasantos@brturbo.com.br
Poderia falar de qualquer outro time de futebol, pois sou gremista desde criancinha ou até tirar uma flauta dos meus amigos colorados que mal festejaram o campeonato da FIFA e já foram desclassificados até do gauchão, não indo nem pras semifinais. É até poderia se o assunto fosse futebol jogado no lado de dentro do campo.
O feito foi antes das partidas do Botafogo carioca contra o Vasco em que o Romário não vez o milésimo gol e contra o Cabofriense, fora das quatro linhas do gramado do Maracanã. A grande jogada foi do técnico de futebol Cuca quando ele na conversa que se tem antes de cada jogo com os jogadores, chamada de preleção, primeiro contra o Vasco da Gama Cuca convoca todos os trabalhadores do clube, desde o mais simples, trazendo-os defronte aos mais bem pagos para que “os de baixo” motivassem os “de cima”.
Os jogadores apesar de estarem com as contas bancariam recheadas de dinheiro poderiam não estar motivados suficientes para cumprirem com a sua tarefa que é a de jogar futebol e ganhar do seu adversário. Foi com essa atitude em que o Professor, (como é chamado pelos jogadores, os técnicos de futebol) Cuca fez a grande jogada daquela partida.
Acredito que nem o maior dos profissionais motivacional não teve essa grande e simples idéia de colocar frente a frente às duas classes sociais antagônicas para provocar na mais abastarda uma compreensão que para os jogadores estarem ali usufruindo do bom e do melhor, tem outro plantel de profissionais, na maioria mal remunerada se comparado as quantias astronômicas que eles recebem.
Trabalhadores que fazem muito bem feito o seu serviço e na maioria das vezes são torcedores do clube vestindo a camiseta sem ganhar nada em troca, sendo assim O Cuca com ou sem intenção ideológica deu uma lição classista para os seu jogadores, dirigentes e para os seus torcedores que sempre é bom e bonito perceber que em tudo que se faz tem o outro para se levado em consideração.
Uma semana após essa bela e sofrida vitória, nos pênaltis contra o Vasco, Cuca dá outra inesperada jogada filosófica e decora as paredes do vestiário dos atletas do Botafogo com cartazes com dizeres escritos pelos seus familiares, filhos e filhas, esposas, mães e pais dos jogadores. Chamando a atenção deles do quanto eles são importantes para os seus e para uma legião de torcedores, enfim é mais uma demonstração de que o ser humano é mais importante do que o dinheiro e que o futebol pode e devem ser um esporte conscientizador, mobizador e participativo.
Com essa estratégia, Cuca ganha do Cabofriense e vai decidir com o Flamengo o titulo de campeão carioca de 2007. Fiquemos no aguardo de novas iniciativas legais do Cuca.
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quinta-feira, 19 de abril de 2007
*Império.
Historicamente, chamaram-se impérios a grupos de estados ou reinos subordinados a um chefe ou governo que se formaram, quer pela sua livre associação, geralmente com objetivo de defesa mútua, quer pela dominação de vários estados por um estado dominante. Foi desta forma que se formaram os grandes impérios coloniais. O império também é uma forma de governo monárquico, cujo chefe é um imperador. Em sentido restrito, designa a própria autoridade ou poder de um soberano, imperador ou imperatriz. Atualmente só o Japão tem um imperador que é o chefe supremo de um império.
Desde a antiguidade até a bem poucos anos, houve muitos impérios na Europa, tais como: Império Alemão, Austro-Húngaro, Bizantino, Otomano, Romano, Império Romano do Ocidente, Sacro Império Romano-Germânico, Russo, Português. Na Ásia: Império Persa, Chinês, Árabe-Muçulmano e Império Mongol.
Nas Américas: Império Azteca, Império do Brasil, Mexicano e o Império Estadunidense.
O Império Português foi o primeiro e o mais duradouro dos Impérios coloniais (1415-1999) da Era dos Descobrimentos. O Brasil Império é o período da nossa história entre a Independência em 1822 até a Proclamação da República do Brasil em 1889.
No periodo de 1500 a 1822 o Brasil era colonia de Portugal e todas as suas riquezas(pau Brasil, cana-de-açucar e ouro, entre tantos outros) eram enviadas para lá afim de sustentar as mordomias da realeza portuguesa. Mas o fim da colonia brasileira com a proclamação da republica em praticamente nada mudou a realidade do nosso povo, bem como mostra os fatos de nossa históiria.
Mesmo sendo uma Republica, conceito burgues dado as sociedades capitalistas, as condições dos brasileiros não evoliram em praticamentente nada, tendo em vista que as formas de exploração foram se aperfeiçoando até chegarmos aos dias atuais.
Atualmente denomina-se de Imperialismo como sendo a política de expansão e domínio territorial e/ou cultural e econômico de uma nação sobre outra, ocorrido na época da segunda revolução industrial. O imperialismo contemporâneo denomina-se neo-imperialismo, por possuir muitas diferenças com relação ao imperialismo colonial.
No final do século XIX e começo do século XX, a economia mundial viveu grandes mudanças. A tecnologia da Segunda Revolução Industrial (motores a gasolina, diesel e eletricidade) aumentou ainda mais a produção.
A livre concorrência foi desaparecendo e a economia passou a ser dominada por ‘megaempresas’ (monopólios).O Imperialismo dito em poucas palavras seria o ponto máximo do desenvolvimento desenfreado do capitalismo de capital.
Os países imperialistas dominaram, exploraram e agrediram os povos de quase todo o planeta. Porém, a maior parte dos capitalistas e da população dos países imperialistas acreditava que suas ações eram justas e até benéficas à humanidade em nome da ideologia do progresso, isto é, tinham três critérios para explicá-la: o etnocentrismo, baseado na pseudo-idéia de que existiam povos superiores a outros (europeus superiores a asiáticos e africanos), da mesma forma o racismo e o darwinismo social que interpretava a teoria da evolução a sua maneira errônea, afirmando a hegemonia de alguns sobre outros pela seleção natural.
Assim, no final do século XIX e o começo do XX, os países imperialistas se lançaram numa louca corrida pela conquista global o que desencadeou rivalidade entre os mesmos e concretizou o principal motivo da Primeira Guerra Mundial, dando princípio à “nova era imperialista” onde os EUA se tornam o país cardeal.
Esta prática um pouco diferenciada do colonialismo da América, pelos portugueses e espanhóis no século XVI (capitalismo mercantil), tinha como fins colocar capital nas novas colônias, vender a manufatura em excesso, mão-de-obra barata, matéria-prima, novas terras e divulgar a cultura ocidental (européia) aos povos "dominados".
Essa prática foi exercida à partir da 2ª Revolução Industrial, onde foi um avanço da utilização dos hidrocarbonetos e outros. Assim até porque a Europa estava com a "Grande Depressão", isto é, excesso de população, falta de empregos, alimentos e moradia. Isso motivou a conquista de novas terras, onde havia ainda o "Primitivismo do Homem".
Já a América Latina foi explorada de um jeito mais sutil, pois os países já haviam conquistado sua independência política. O jeito de exploração foi mais econômico, com intermédio de empréstimos, instalação de empresas no governo e a vinda de multinacionais.
De fato o Imperialismo ocidental, segundo o príncipio de protecionismo social, cultural, econômico e político, impôs culturas, confinamento de tribos rivais na mesma área provocando guerras entre as mesmas por participação nas decisões políticas, por exemplo. Poucos países como a Inglaterra, a França, os Estados Unidos dominaram vastas regiões em todos os pontos do globo. Isso foi desencadeando uma grande rivalidade entre as potências, que mais tarde daria o início da 1ª Guerra Mundial.
E de lá para cá as guerras são fruto dessa dominação inescrupuloza que privilegia a supremacia de um povo em relação ao outro e para que isso aconteça utilizam-se de todos os instrumentos possiveis para concretizar e justificar as suas intenções.
*Fonte de pesquisa:"http://pt.wikipedia.org/wiki/Imperialismo"
Vamão, 19 de abril de 2007.
veritasantos@brturbo.com.br
Desde a antiguidade até a bem poucos anos, houve muitos impérios na Europa, tais como: Império Alemão, Austro-Húngaro, Bizantino, Otomano, Romano, Império Romano do Ocidente, Sacro Império Romano-Germânico, Russo, Português. Na Ásia: Império Persa, Chinês, Árabe-Muçulmano e Império Mongol.
Nas Américas: Império Azteca, Império do Brasil, Mexicano e o Império Estadunidense.
O Império Português foi o primeiro e o mais duradouro dos Impérios coloniais (1415-1999) da Era dos Descobrimentos. O Brasil Império é o período da nossa história entre a Independência em 1822 até a Proclamação da República do Brasil em 1889.
No periodo de 1500 a 1822 o Brasil era colonia de Portugal e todas as suas riquezas(pau Brasil, cana-de-açucar e ouro, entre tantos outros) eram enviadas para lá afim de sustentar as mordomias da realeza portuguesa. Mas o fim da colonia brasileira com a proclamação da republica em praticamente nada mudou a realidade do nosso povo, bem como mostra os fatos de nossa históiria.
Mesmo sendo uma Republica, conceito burgues dado as sociedades capitalistas, as condições dos brasileiros não evoliram em praticamentente nada, tendo em vista que as formas de exploração foram se aperfeiçoando até chegarmos aos dias atuais.
Atualmente denomina-se de Imperialismo como sendo a política de expansão e domínio territorial e/ou cultural e econômico de uma nação sobre outra, ocorrido na época da segunda revolução industrial. O imperialismo contemporâneo denomina-se neo-imperialismo, por possuir muitas diferenças com relação ao imperialismo colonial.
No final do século XIX e começo do século XX, a economia mundial viveu grandes mudanças. A tecnologia da Segunda Revolução Industrial (motores a gasolina, diesel e eletricidade) aumentou ainda mais a produção.
A livre concorrência foi desaparecendo e a economia passou a ser dominada por ‘megaempresas’ (monopólios).O Imperialismo dito em poucas palavras seria o ponto máximo do desenvolvimento desenfreado do capitalismo de capital.
Os países imperialistas dominaram, exploraram e agrediram os povos de quase todo o planeta. Porém, a maior parte dos capitalistas e da população dos países imperialistas acreditava que suas ações eram justas e até benéficas à humanidade em nome da ideologia do progresso, isto é, tinham três critérios para explicá-la: o etnocentrismo, baseado na pseudo-idéia de que existiam povos superiores a outros (europeus superiores a asiáticos e africanos), da mesma forma o racismo e o darwinismo social que interpretava a teoria da evolução a sua maneira errônea, afirmando a hegemonia de alguns sobre outros pela seleção natural.
Assim, no final do século XIX e o começo do XX, os países imperialistas se lançaram numa louca corrida pela conquista global o que desencadeou rivalidade entre os mesmos e concretizou o principal motivo da Primeira Guerra Mundial, dando princípio à “nova era imperialista” onde os EUA se tornam o país cardeal.
Esta prática um pouco diferenciada do colonialismo da América, pelos portugueses e espanhóis no século XVI (capitalismo mercantil), tinha como fins colocar capital nas novas colônias, vender a manufatura em excesso, mão-de-obra barata, matéria-prima, novas terras e divulgar a cultura ocidental (européia) aos povos "dominados".
Essa prática foi exercida à partir da 2ª Revolução Industrial, onde foi um avanço da utilização dos hidrocarbonetos e outros. Assim até porque a Europa estava com a "Grande Depressão", isto é, excesso de população, falta de empregos, alimentos e moradia. Isso motivou a conquista de novas terras, onde havia ainda o "Primitivismo do Homem".
Já a América Latina foi explorada de um jeito mais sutil, pois os países já haviam conquistado sua independência política. O jeito de exploração foi mais econômico, com intermédio de empréstimos, instalação de empresas no governo e a vinda de multinacionais.
De fato o Imperialismo ocidental, segundo o príncipio de protecionismo social, cultural, econômico e político, impôs culturas, confinamento de tribos rivais na mesma área provocando guerras entre as mesmas por participação nas decisões políticas, por exemplo. Poucos países como a Inglaterra, a França, os Estados Unidos dominaram vastas regiões em todos os pontos do globo. Isso foi desencadeando uma grande rivalidade entre as potências, que mais tarde daria o início da 1ª Guerra Mundial.
E de lá para cá as guerras são fruto dessa dominação inescrupuloza que privilegia a supremacia de um povo em relação ao outro e para que isso aconteça utilizam-se de todos os instrumentos possiveis para concretizar e justificar as suas intenções.
*Fonte de pesquisa:"http://pt.wikipedia.org/wiki/Imperialismo"
Vamão, 19 de abril de 2007.
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terça-feira, 17 de abril de 2007
Violência contra os Movimentos Populares.
Ao lembrar em plenário do massacre de Eldorado dos Carajás, além de relatar a truculência da Brigada Militar gaúcha contra o MST, o deputado Adão Pretto pede justiça e mais ações em prol da Reforma Agrária.
“Hoje, dia 17 de abril, é uma data simbólica de luta e luto ao mesmo tempo. Luto por que, há 11 anos atrás, o Brasil vivia um dos maiores massacres contra os trabalhadores rurais, quando 19 Sem Terra foram mortos, 69 foram mutilados e centenas ficaram feridos em uma ação da Polícia Militar, sob a ordem do então governador Almir Gabriel (PSDB-PA), em Eldorado dos Carajás, no Pará. Os Sem Terra, na ocasião, estavam reivindicando vida digna, respeito e terra.” Mas também é um dia de luta.
A Via Campesina decretou o dia 17 como o Dia Internacional da Luta Camponesa. E dessa forma, o Deputado Federal, Adão Pretto (PT/RS) lembrou, em plenário da Câmara dos Deputados, o massacre no Pará, ao mesmo tempo em que alertou para o não recebimento das indenizações dos agricultores feridos e mutilados, além da liberdade dos mandantes deste crime, o coronel Mario Pantoja e o major José Maria Oliveira.
“A justiça usa dois pesos e duas medidas nos julgamentos, pois trabalhadores sem terra são presos, julgados e condenados por lutar por um pedaço de chão para trabalhar. Enquanto que os fazendeiros mandantes de centenas de assassinatos e policiais militares que comandam ataques e assassinam trabalhadores continuam impunes, não são julgados nem presos”, explica o deputado.
Abril, mês em que os movimentos sociais camponeses consideram fundamental para as lutas em prol da Reforma Agrária, mais uma vez registra índices de violência contra os trabalhadores rurais. O Rio Grande do Sul é mais um estado que, através do seu Governo, usa a mão da Brigada Militar para reprimir os Movimentos de forma cruel e desumana.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizou uma ocupação à fazenda Guerra, em Coqueiros do Sul. A fazenda possui 7 mil hectares (30% do território do município) e sua desapropriação é apoiada por prefeitos da região, sindicatos e entidades. No entanto, as famílias acampadas sofreram um despejo realizado pela Brigada Militar em horário ilegal (após das 18 horas), onde ocorreu destruição de mantimentos, objetos pessoais, torturas e agressões a dezenas de pessoas que estavam desarmadas e saindo pacificamente do local.
Como se não bastasse toda a truculência, a Brigada ainda prendeu cinco trabalhadores sem antecedentes criminais sob alegações mentirosas de que estariam armados, além de atirar contra os acampados, o que acabou por atingir o agricultor, Daniel Mafalda Chaves que se encontra com uma bala alojada perto da coluna, correndo risco de perder os movimentos das pernas. O médico que o atendeu, Alessandro Poletto, da cidade de Carazinho, ainda afirmou que o agricultor deveria ter sido atingido na cabeça.
“Estes fatos demonstram que a luta pela democracia, pelo acesso a terra, pelos direitos humanos os quais todos deveriam ter acesso, estão longe de ser concretizados. Infelizmente o governo do Estado do Rio Grande do Sul não contribui em nada para a realização da reforma agrária, pois extinguiu o gabinete da reforma agrária e ainda autoriza a brigada militar a usar de todas as formas de violência contra os trabalhadores que lutam por seus direitos”, afirma Adão Pretto.
O agricultor, hoje, encontra-se internado em um hospital de Porto Alegre, onde recebeu visitas de seus companheiros de Movimento e de apoiadores, entre eles, o próprio deputado Adão Pretto. Ele, a Deputada Federal Maria do Rosário, os estaduais Stela Farias, Marisa Formolo e Dionilso Marcon, o representante da CPT, Padre Rudimar Dalasta e o membro do MST, Cedenir de Oliveira compareceram a uma audiência com o chefe da Casa Civil do Estado, Luiz Fernando Zachia, neste último dia 16 de abril.
Os petistas e os representantes dos movimentos foram reclamar da repressão policial utilizada contra os trabalhadores. Os deputados esperam que o governo Yeda Crusius reveja esta postura agressiva contra os movimentos sociais do campo e da cidade.
Este foi produzido pela assesoria de comunicação de gabinete do deputado extraído de seu pronunciamento na tribuna da Câmara Federal e transcrito aqui para que possamos perceber a necessidade de sempre se ter representantes populares nas casas legislativas desse imenso país.
veritasantos@brturbo.com.br
“Hoje, dia 17 de abril, é uma data simbólica de luta e luto ao mesmo tempo. Luto por que, há 11 anos atrás, o Brasil vivia um dos maiores massacres contra os trabalhadores rurais, quando 19 Sem Terra foram mortos, 69 foram mutilados e centenas ficaram feridos em uma ação da Polícia Militar, sob a ordem do então governador Almir Gabriel (PSDB-PA), em Eldorado dos Carajás, no Pará. Os Sem Terra, na ocasião, estavam reivindicando vida digna, respeito e terra.” Mas também é um dia de luta.
A Via Campesina decretou o dia 17 como o Dia Internacional da Luta Camponesa. E dessa forma, o Deputado Federal, Adão Pretto (PT/RS) lembrou, em plenário da Câmara dos Deputados, o massacre no Pará, ao mesmo tempo em que alertou para o não recebimento das indenizações dos agricultores feridos e mutilados, além da liberdade dos mandantes deste crime, o coronel Mario Pantoja e o major José Maria Oliveira.
“A justiça usa dois pesos e duas medidas nos julgamentos, pois trabalhadores sem terra são presos, julgados e condenados por lutar por um pedaço de chão para trabalhar. Enquanto que os fazendeiros mandantes de centenas de assassinatos e policiais militares que comandam ataques e assassinam trabalhadores continuam impunes, não são julgados nem presos”, explica o deputado.
Abril, mês em que os movimentos sociais camponeses consideram fundamental para as lutas em prol da Reforma Agrária, mais uma vez registra índices de violência contra os trabalhadores rurais. O Rio Grande do Sul é mais um estado que, através do seu Governo, usa a mão da Brigada Militar para reprimir os Movimentos de forma cruel e desumana.
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizou uma ocupação à fazenda Guerra, em Coqueiros do Sul. A fazenda possui 7 mil hectares (30% do território do município) e sua desapropriação é apoiada por prefeitos da região, sindicatos e entidades. No entanto, as famílias acampadas sofreram um despejo realizado pela Brigada Militar em horário ilegal (após das 18 horas), onde ocorreu destruição de mantimentos, objetos pessoais, torturas e agressões a dezenas de pessoas que estavam desarmadas e saindo pacificamente do local.
Como se não bastasse toda a truculência, a Brigada ainda prendeu cinco trabalhadores sem antecedentes criminais sob alegações mentirosas de que estariam armados, além de atirar contra os acampados, o que acabou por atingir o agricultor, Daniel Mafalda Chaves que se encontra com uma bala alojada perto da coluna, correndo risco de perder os movimentos das pernas. O médico que o atendeu, Alessandro Poletto, da cidade de Carazinho, ainda afirmou que o agricultor deveria ter sido atingido na cabeça.
“Estes fatos demonstram que a luta pela democracia, pelo acesso a terra, pelos direitos humanos os quais todos deveriam ter acesso, estão longe de ser concretizados. Infelizmente o governo do Estado do Rio Grande do Sul não contribui em nada para a realização da reforma agrária, pois extinguiu o gabinete da reforma agrária e ainda autoriza a brigada militar a usar de todas as formas de violência contra os trabalhadores que lutam por seus direitos”, afirma Adão Pretto.
O agricultor, hoje, encontra-se internado em um hospital de Porto Alegre, onde recebeu visitas de seus companheiros de Movimento e de apoiadores, entre eles, o próprio deputado Adão Pretto. Ele, a Deputada Federal Maria do Rosário, os estaduais Stela Farias, Marisa Formolo e Dionilso Marcon, o representante da CPT, Padre Rudimar Dalasta e o membro do MST, Cedenir de Oliveira compareceram a uma audiência com o chefe da Casa Civil do Estado, Luiz Fernando Zachia, neste último dia 16 de abril.
Os petistas e os representantes dos movimentos foram reclamar da repressão policial utilizada contra os trabalhadores. Os deputados esperam que o governo Yeda Crusius reveja esta postura agressiva contra os movimentos sociais do campo e da cidade.
Este foi produzido pela assesoria de comunicação de gabinete do deputado extraído de seu pronunciamento na tribuna da Câmara Federal e transcrito aqui para que possamos perceber a necessidade de sempre se ter representantes populares nas casas legislativas desse imenso país.
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