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quinta-feira, 9 de abril de 2009

Os Homens do Presidente.



Aos mais afoitos já vou avisando que não falarei sobre a vida sexual de nenhum dos nossos Presidentes.

Getulio Vargas, Gaúcho de São Borja, também teve o seu homem de confiança. Era tão de confiança que, segundo nos dizem, acabou matando-o em seu leito.

Collor de Melo teve um homem que marcou o seu desastrado, corrupto e curto mandato.

Este Homem se chamava Paulo Cezar Faria ou PC Farias, pros íntimos, sendo assassinado logo após a descoberta do caixa dois de campanha que o elegeu, dólares no Uruguai e todo aquilo que já sabemos, culminando na cassação do então Presidente Collor.

Já Itamar Franco, meu tocaio, teve como seu homem de peso o senhor Fernando Henrique Cardoso, seu Ministro da Fazenda, sociólogo, exilado político e formado pelas melhores universidades mundiais que logo após ter sucedido seu criador disse a celebre frase: “Esqueçam todo o que escrevi”.

Em 2009 é o ano do 15° aniversario da implementação do Real em vigor desde 1° de abril de 1994, ainda no governo de Itamar Franco.

Este ano, no mês de outubro, completa-se 15 anos em que Fernando Henrique Cardoso foi inquilino do Palácio do Planalto, estadia que durou até o ano de 2002.

Foi neste período que foi aplicado o mais terrível processo de desestatização/privatização jamais visto no Brasil que extirpou do Estado setores estratégicos da nossa economia.

Alem de não permitir ao Estado brasileiro usar os lucro advindos das empresas estatais, Fernando Henrique Cardoso “vendeu” estas empresas de forma, digamos, obscura.

Assim aconteceu com a privatização da Companhia Vale do Rio Doce, Telebrás e Usiminas que até hoje essas transações estão repletas de indícios de abuso do poder e favorecimento a grupos privados.

E mesmo assim FHC, nos seus oito anos de mandato não sofreu qualquer tipo de investigação e muito menos alguma CPI fora instalada.

Para implementar seu projeto de classe que consiste em repassar todas as empresas estatais lucrativas ao capital privado, preferencialmente, internacional FHC se cercou de quadros com diferentes formações políticas e profissionais.

De um lado teve seus manda chuvas tucanos com experiência na burocracia estatal, como Sérgio Motta e José Serra; do outro lado, Sir Cardoso apresentou uma nova geração de financistas com origem acadêmica formados na PUC Carioca.

Com uma equipe com competência técnico-politica e amplo transito entre o público e o privado FHC partiu para o ataque fulminante contra os órgãos públicos. Desta equipe formaram-se dois grupos por afinidade ideológica e programática, os quais foram apelidados de desenvolvimentistas e monetaristas.

Os desenvolvimentistas queixam-se até hoje pela opção do governo pelas altas taxas de juros e pela falta de investimento público.

Como sempre o grupo vitorioso foram os monetaristas, liderados pelo Ministro da Fazenda, Pedro Malan, e pelos Presidentes que passaram pelo Banco Central-BC, Armínio Fraga, Francisco Lopes e Gustavo Franco, todos eles economistas de formação, hoje, otimamente colocados em altos postos no mercado financeiro.

Por conhecidência, este setor foi o grande beneficiado pela política econômica durante os anos de FHC.

Pedro Malan é o atual Presidente do Conselho Administrativo do UNIBANCO, instituição que recentemente foi comprada pelo Banco Itu.

Malan sempre foi figura carimbada no meio neoliberal e já no governo Collor foi indicado pelo então Ministro da Fazenda e banqueiro Marcílios Dias Moreira para representar o Brasil no Banco Mundial, em Washington e no governo de Itamar Franco assumiu o Banco Central do Brasil.

Armínio Fraga comandou o BC após ter se desligado do Soros Fund, de Wall Street, pertencente ao megainvestidor George Soros que atualmente controla a Gávea Investimentos, grupo que compra e vende (especula) ações de empresas como o McDonald’s.

André Lara Resende foi outro Bam-Bam monetarista no governo FHC apesar de ter tido uma breve passagem pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, em 1998, marcado pelo envolvimento na divulgação das denuncias do chamado “grampos do BNDES” juntamente como boa parte dos seus colegas monetaristas de governo.

Resende e o então Ministro das Comunicações, Luiz Carlos Mendonça de Barros, foram grampeados de forma ilegal, onde revelava que ambos articulavam um favorecimento ao amigo e ex-sócio Pérsio Arida, acionista do Banco Opportunity.

Esta teia tramada pelos membros do governo FHC buscava fazer com que a Previ (Fundo de Previdência dos funcionários do BB) entrasse no leilão de forma a beneficiar o Grupo Opportunity de propriedade de Daniel Dantas, preso em 2008 durante a Operação Satiagraha da Policia Federal.

Devido a mais este escândalo Lara Resende e Mendonça de Barros só perderam seus cargos e nenhuma investigação mais profunda foi realizada.

Daniel Dantas conseguiu comprar parte do Sistema Telebrás, criando a Brasil Telecom que no ano passado acertou a fusão desta com a Oi.

Moral da história: Todos lucraram muito!!!! Desfazendo a máxima popular de que o “crime não compensa.”

MNS: itamarssantos13@hotmail.com

O Contexto não deve ser a justificativa para a falta de limites.

Ao ler o artigo do Psiquiatra Montserrat Martins em ZH deste lindo sábado, quatro de abril, outono do ano de 2009, como se num “clic” lembrei-me do discurso preconcebido dos meus colegas (técnicos) da antiga FEBEM.

Frente à impotência técnica individual e da falta de vontade política do sistema que diz não ter a tecnologia apropriada para solucionar ou no mínimo amenizar a problemática que envolve a maioria da juventude pobre do Brasil, ficam petrificados ao se defrontarem com este problema.

Exemplos não nos faltam para expor a “falta de limites” na sociedade em que vivemos e é sempre bem vindo mais exemplos para ampliar os nossos horizontes e visões sobre essa problemática que flagela parte expressiva da população.

Colocar unicamente como exemplo para a “falta de limites” na sociedade os atos de corrupção aqueles que acontecem nos três poderes públicos da nação ou somente os publicados ultimamente no Senado Federal é estreitar muito esta discussão.

A “falta de limites” está exemplificada em toda a sociedade e em maior parte na vida privada onde pessoas “ilibadas” da sociedade capitalista brasileira são flagradas cometendo atos ilícitos e presos pela policia Federal fatos que até bem pouco tempo atrás não era praticado por estes servidores por que quem direito deveria ordenar, não o fazia.

Os proprietários da Loja Daslu que roubarão mais de um bilhão de reais em sonegação de impostos entre outras cositas más e da Construtora Camargo Corrêa, velha prestadora de “serviços” (Tudo dentre dos conformes da lei de licitações) dos Governos desde a Ditadura Militar e só agora é indiciada por ter fortes indícios de praticas nada éticas e profundamente imorais.

Estes são bons exemplos de que a corrupção é um produto derivativo do sistema capitalista.

Além de todas essas praticas abomináveis há muitas outras como a aquelas que induzem nossos jovens ao consumo passional altamente patrocinado pelas grandes marcas mundiais na mídia empresarial que os atinge frontalmente e nada é feito para interromper essa pratica alucinante. Muito pelo contrario, todos os jovens são insuflados a consumirem tudo “da moda”, mesmo que para isso tenha que cometer algum ato infracional (crime).

Este importante contexto não é avaliado pelos estudiosos como sendo um dos principais fatores provocantes dos altos índices de violência junto da juventude o que pode ser constado nas casas da FUNPERS e FASE, fundações estaduais que herdaram as atribuições da extinta FEBEM, onde os adolescentes se vestem com roupas muito bem “transadas” de marcas reconhecidamente de alto custo financeiro.

Esta prática não é justificável e muito menos questionada por serem estes jovens de origem humilde e por estarem em uma instituição onde não se fornece nenhum tipo de uniforme ou roupas para seus usuários.

Portanto sem condições financeiras para manter esses trajes.

Como estes jovens adquirem esta indumentária? A família fornece.

Com que recursos?

Se em tese seus filhos estão em um abrigo público devido estarem correndo algum tipo de risco social ou cumprindo alguma medida socioeducativa?

Mas é uma constante no interior destas casas vermos jovens em medidas sócioeducativas ou em abrigagem usarem este tipo de vestimenta, onde deveriam ter um mínimo de uniformidade.

Por ser casas de “resocialização” esta falta de controle no vestir de seus abrigados são produto e motivo de prováveis motins entre os diversos “bondes” que habitam esses locais.

A questão da roupa que a (o) adolescente veste é só um exemplo diminuto tendo em vista que não há regra alguma nestas instituições sob a argumentação de não se impor regras que possam infringir o ECA ou suscitar “pressões psicológicas” que possam “afetar a formação deste futuro adulto”.

No Estatuto da Criança e do Adolescente não há nenhum artigo, parágrafo ou inciso que vede algum tipo de regra ser aplicada na educação e na convivência social de uma criança ou adolescente.

Ao ser pego em flagrante delito “não dá nada” é o que nos dizem o jovem infrator. E o pior de tudo. Não dá nada mesmo.

Depois de passado os tramites legais junto ao DECA e “julgado” pelo Juizado da Infância a da Adolescência o (os) jovem (s) receberá uma medida sócioeducativa.

Que conforme o caso poderá ser de prestação de serviço a comunidade (PSC) para os casos de primariedade.

De “remissão” para casos de reincidência em porte de drogas para consumo próprio ou de outro ato em que o Juiz (a) julgue por bem remi-lo, medidas que na sua maioria não são cumpridas pelos infratores ou são cumpridas devido à atividade não ser considerada pelo jovem uma punição e si um prêmio.

Para o jovem infrator responder mais severamente terá que ter cometido algo de muito criminoso como ter tirado a vida de alguém.

Neste caso o jovem recebera uma medida de privação da liberdade por no máximo de três anos não importando quantas mortes tenha em sua breve carreira criminosa.

Talvez um dos poucos equívocos do Estatuto da Criança e do Adolescente que permite ao infrator o perdão por todos os seus crimes cometidos na tenra idade.

Equivoco de fácil solução legislativa ou de iniciativa popular onde se pode emendar a LEI determinando que todo jovem ao cometer ato infracional que atente contra a vida de outra pessoa deva ser julgado conforme a tipificação para esse crime de acordo com o Código Penal Brasileiro.

Deve-se ter a atenção de ao emendar o Estatuto de garantir que o cumprimento da pena estabelecida devera ser cumprido em dois regimes distintos.

A primeira parte da pena em questão tem que ser cumprida em instituições exclusivas para jovens (como é hoje) e a segunda parte desta pena devera ser cumprida em regime prisional para adultos (idealizo que estes locais devam ter condições de resocializar pessoas, algo bem diferente do que acontece hoje).

Atualmente esta medida (pena) será cumprida em uma instituição onde os “cuidadores” (monitores) são proibidos veladamente de orientar os jovens que estão sob sua “guarda”, atribuição incumbida a uma equipe incompleta de pedagogos, assistentes sociais, psicólogos, médicos, que justificam sua incapacidade de reeducar estes jovens por que eles transgrediram a “ordem social” devido sua longa história de perdas pessoais e familiares.

A incapacidade técnica de uma elite funcional que se apropriou do saber como sendo uma propriedade privada que para toda e qualquer situação relativiza no sentido de subestimar o jovem somente por que o mesmo vive em condições ditas adversas.

E na outra ponta do sistema esta o Estado que por decisões ideológicas e eleitorais não investe na recuperação desta importante parcela social, embora seja dito que a juventude será o futuro da nação, isto é lembrado somente na hora do discurso.

Somadas estas duas incapacidades e a permanente propaganda consumista formam o total descontrole em se encontra a juventude, mesmo aquela considera de “bem nascidas”.

O que coloca por terra a tese de que a “falta de limites” se dá somente pelas perdas sofridas pelas crianças pobres.

Enquanto o conjunto social não perceber que os bons exemplos vêm de valores morais e éticos que até pouco tempo atrás eram tidos como basilares para se ter uma vida honesta e de que estes valores devem ser retomados como exemplos a serem seguidos.

Assim sendo conseguiremos formatar novas regras de convivência social onde seja valorizado o conjunto social por inteiro e não apenas o individuo como tem sido nos dias atuais.

Estas regras serão exemplares para a nossa juventude a qual em breve estará em Brasília e a capital da República não será mais uma “ilha da fantasia” e o Brasil não será o país da “Lei do Gerson”.

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Em Homenagem ao Paulo Santana.



Um pouco mais menos velho que o nosso conhecido Paulo Santana, gremista dos bons, igual a mim, único fato em comum entre eu e ele.

Eu também decidi meter a minha colher neste debate sobre a privatização dos presídios.

Vou opinar junto com os privatistas de plantão: sou a favor a privatização dos presídios.

Como é que eu posso ser contra a privatização dos presídios se nos presídios públicos até os presos tem que ter os seus direitos respeitados?

Direitos trabalhistas, direito de ser defendido por um advogado gratuitamente, direito a saúde e a educação, isto é muito gasto pago a quem cometeu crimes hediondos, este dinheiro tem que ser pago para uma mega empresa privada cuidar destes presos como eles merecem.

Esses caras têm que pagar pelo que fizeram com trabalho pesado, sem direito à hora extra, décimo terceiro salário e todos estes penduricalhos criados por essa gente dos sindicatos.

Imagina como é que as empresas que fazem o país crescer irá manter os seus autos lucros tendo tudo isto de imposto para pagar pro Estado?

E tem mais, o trafico é coisa do Estado mesmo; ao invés do liberar duma vez para que as empresa possam livremente vender todas as drogas e lucrar livremente com este empreendimento que a cada dia produzem mais e mais consumidores gerando milhares de reais de lucro.

Lucro que tem que ficar nos caixas dois, por que o Estado sempre inventa um imposto.

Isso é um absurdo!

O Estado tem que liberar as drogas para que as empresas privadas possam explorar este seguimento lucrativo do sistema capitalista e depois os privatistas tem a solução para os problemas que possam acontecer com os viciados em drogas.

A solução esta na privatização do atendimento aos drogaditos, isso se eles quiserem se tratar, pois todos têm o direito de fazer o que querem com o seu corpo ou nós não somos democratas e vamos obrigar essa pessoa que escolheu livremente se drogar a se tratar contra a sua vontade?

Está errado esses presos terem direito a essas mordomias todas, pois todos os pobres já têm um monte de direito e sempre acabam fazendo algo de errado e acabam na cadeia dando trabalho para a sociedade. Isso é bem coisa de pobre mesmo, eles são burros mesmos.

Essa gente não aprende, nem vendo na TV como é que se faz o crime perfeito, eles fazem errado.

É só fazer igual à dona da mega chique loja Daslu ou da Empreiteira Camargo Correia que fazem caixa dois sonegando imposto, batizando as concorrências de obras dos Estados e outros crimezinhos que não colocam a sociedade privatista em risco algum.
E por isso ganham sempre do Juiz de plantão um habeas corpus que lhes deixam soltinhos por aí para continuarem o seu trabalhem prol do crescimento do País.

É não tem pra ninguém.

Tem que privatizar tudo mesmo pra dar certo, veja só o exemplo: quando o crime é privado não se vai pra cadeia, deve ser porque a policia é pública.

Tem que privatizar a policia também!

Aí vão ser presos todos que atentarem contra o lucro da empresa dona da policia porque essa coisa de concorrência pública é coisa de estadista ultrapassado.

Agora o lema é o da competência, ou seja, quem tem muito dinheiro é quem tem direito de explorar os melhores comércios, aos outros cabe só calar-se!

Ao Estado cabe arrecadar pesados impostos dos pobres para ter sempre bastante dinheiro para emprestar a juros baixíssimos, a fundo perdido as empresas privadas ou socorrer banco privado que se atrapalhou com sua própria gula e veio a quebrar.

É só pra isto que o Estado ser.

Pagar muito bem aos privatistas por aquilo que ele mesmo poderia fazer.

Ou onde já se viu! Quem vai manter o lucro do sistema capitalista?

Os bons exemplos de como ser privatista dá lucro é só se atentar para quanto lucro estão gerando as empresas do aço como a chamada de Vale, aquelas do setor de telecomunicações, as empresas de energia elétrica dentre muitas outras empresas públicas que antes eram obrigadas a repartirem seus lucros com os pobres do povo.

Essas empresas além de ter que justificar para todos o quanto ganhou em um determinado tempo, tinha que manter um bando de empregados concursados cheios de direitos; isto era outro absurdo!

Agora não!! Agora escreveu, não leu! Tá demitido. Tá doente! Tá demitido. Participa de sindicato! Tá demitido!.......... !!!!!!!

Este é o mesmo projeto aplicado pelos Governos Estadual dos tucanos aqui no Estado, em Minas Gerais e em São Paulo onde os serviços essenciais a população de baixa renda são todos privatizados e assim todos os índices de pobreza diminuíram drasticamente. Isso não é uma maravilha?!

Você quer algo melhor do ganhar dinheiro do Governo/Estado para construir uma cadeia, pagar em longas prestações, praticamente sem juros e ainda vender a este mesmo Estado/Governo os serviços penitenciários custando três vezes mais.

Isso é maravilhoso!

Este é o projeto chamado de Parcerias Públicos Privadas o tal do PPP, melhor do que isso é comprar um posso de Petróleo que só basta furá-lo para logo em seguida vende-lo a preços internacionais ao próprio Estado que é tão bonzinho e quer ver as empresas privadas com seus lucros garantidos.

Ó meu ídolo Paulo Santana! Quem com ironia ferem, com ironia será ferido.

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

Educação! A bola da vez...



A proposta curricular desenvolvida atualmente no Brasil não é uma política publica isolada.

Aliadas a outras propostas dos governos Federal, Estaduais e Municipais essa política é resultado dos programas desenvolvidos pelo Banco Mundial e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) em conjunto com a Organização Mundial do Comercio (OMC) para serem aplicadas em países que estão em desenvolvimento, segundo os critérios destes organismos.

Estes projetos reproduzem uma lógica capitalista que defende a liberalização comercial, as privatizações, a flexibilização do Estado e descaracterização da educação como um direito, tratando-a como uma simples prestação de serviço.

Esta influência pode ser notada através da implementação dos pacotes pedagógicos desenvolvidos, principalmente, nos Governos Estaduais onde os Governantes são oriundos de partidos como o PSDB e seus aliados.

Desde a década de 1990 com a conclusão das reformas educacionais que seguiram as determinações contidas nos documentos da Conferência Mundial da Educação, realizada na Tanzânia, organizada pela UNESCO onde propõem a formação de um “novo cidadão” que deverá ser formado na escola de modo que seja um ser flexível e adaptável às exigências de um mercado em constante transformação.

Outro exemplo da incorporação destas políticas na execução da educação brasileira esta grafado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB-9.394/1996), nas Leis especificas e nas reformas educacionais iniciadas no governo de Collor e concluídas nos governos de FHC, tendo papel decisivo no sistema de ensino, na sua dinâmica e funcionamento, as quais ainda estão vigentes.

A influência do Banco Mundial se dá quando “orienta” aos países credores (aqueles como Rio Grande do Sul que recebem empréstimos desse banco) que: invistam somente nas séries iniciais do ensino fundamental, aumente o numero de alunos por sala de aula, diminuam os salários e terceirizem a contratação dos professores e deixe os demais níveis educacionais para a iniciativa privada.

O Fundef criado em 1996, no governo FHC é uma destas políticas que determinam a aplicação de 25% da arrecadação dos Estados e Municípios em educação e deste montante 60% devem ser usadas no ensino fundamental.

Outro instrumento legal é a Lei de Responsabilidade Fiscal, também criada na era FHC, determina que os governos Estaduais e Municipais não possam gastar mais do que 51% de seus orçamentos com funcionários de carreira, liberando o gasto com funcionários terceirizados numa clara intenção de cada vez mais ir privatizando os serviços públicos.

Esta redução orçamentária é planejada para ensinar somente aquilo que é essencial para que o aluno se torne um futuro operário dócil e flexível para melhor ser explorado pelo tal de mercado.

Quando a escola não tem verba para cobrir os seus gastos à comunidade é chamada para ajudar a manter mesmo que seja carente.

Esta “participação” se dá através de programas como o já conhecido “Amigo da Escola” onde a comunidade é chamada só para trabalhar, nunca para planejar e/ou discutir o que o seu filho está aprendendo.

Os resultados deste projeto estão nas páginas policiais todos os dias, pois cada real “economizado” em educação resulta no aumento proporcional da violência e por isso assistimos boquiabertas (os) as agressões sofridas por professoras (es) nas escolas públicas. Ou agimos de forma consciente para impedir esse modelo que lucra de qualquer forma ou seremos dominados pelos criminosos representantes deste tipo de sociedade que tem como o único objetivo o lucro a qualquer preço.

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

Depreciar para Privatizar.



Sempre é bom lembrar que o capitalismo está sempre se aperfeiçoando para melhor poder explorar a vida dos outros e em especial a vida dos trabalhadores.

Apesar de ser um sistema que sobrevive da miséria do outro e de estar em sua maior crise que o coloca em xeque enquanto modelo de gestão tendo em vista a tremenda ganância entre os seus executivos, sejam eles privados ou públicos.

Esta é uma constatação como bem nos mostram as noticias que vêm do maior país capitalista do planeta onde os autos executivos de uma grande seguradora rateiam bilhões de dólares, dados pelo tesouro do povo estadunidense, entre si sem o mínimo pudor.
Pudor!? Valor inexistente neste meio.

Mas, mesmo assim sempre há aqueles que são seus defensores contumazes e para isso bradam aos quatro constados que este é o melhor sistema, principalmente os empregados das grandes empresas de informação que manipulam as suas verdades de acordo com a vontade do seu patrão.

Desde a década de 1990, no século XX, os defensores deste sistema vêm aprofundando o seu objetivo de privatizar tudo aquilo que lhes possam dar lucro fácil.

Para atingir os seus objetivos agem articuladamente nas esferas públicas e privadas; na esfera pública tomam de assalto os governos transformando-os em meros repassadores de recursos para as empresas privadas.

De posse dos governos, depreciam todos os serviços que possam de alguma forma dar ao conjunto da sociedade condições de independência social, ou seja, ter acesso a serviços gratuitos e essenciais para poder sobreviver onde se podem destacar os serviços de educação, saúde e de segurança pública.

Ao depreciar estes serviços atingem de imediato, dois objetivos relevantes, tornado as pessoas reféns de um ser chamado de mercado, pois não tendo uma educação de qualidade não se pode disputar um emprego que seja bem remunerado; se não se tem saúde, fica-se doente e acaba sendo despedido e assim é mantido um exercito de reserva de mão de obra barata a disposição deste tal de mercado.

Com os serviços públicos propositalmente sucateados “justifica-se” para a sociedade a necessidade de privatizá-lo como sendo a única solução que inicialmente vem maquiada de belos serviços prestados pela empresa privada que ganhou a licitação.

Mas no transcorrer dos trabalhos essa mesma sociedade que foi convencida pelas falsas promessas capitalistas vê-se sem nenhum tipo de serviço devido estas empresas serem meras exploradoras dos recursos públicos e dos trabalhadores que não tem seus direitos respeitados.

Os capitalistas são verdadeiras sanguessugas do Estado que deve ser mantido somente para lhes repassar recursos recolhidos das classes menos aquinhoadas através dos impostos recolhidos e automaticamente repassados as suas empresas privadas através das licitações preestabelecidas, das privatizações ou de polpudas isenções fiscais.

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

Privatizar.



Este verbo é o mais utilizado pelos seguidores do sistema capitalista e especialmente pelos sociais democratas que quando no governo privatizam tudo que podem.

Esta pratica faz parte de seu programa de governo embora durante as campanhas eleitorais elles omitam dos eleitores e estes mesmo sabendo de antemão que essa é uma velha pratica dos governos do PSDB acabam elegendo-os.

Foi assim no governo de FHC nos oito anos em que esteve em Brasília e de lá privatizou a maior empresa de minério do mundo, a hoje chamada de Vale, privatizou todo o setor de telecomunicações, a energia elétrica dentre muitas outras empresas públicas de importância estratégica ao Brasil e ao seu povo brasileiro.

Este é o mesmo projeto aplicado pelos Governos Estadual tucanos aqui no Estado, em Minas Gerais e em São Paulo onde os serviços essenciais a população de baixa renda são atacados frontalmente, entre estes podemos destacar a educação, a saúde e agora a segurança pública.

As ultimas noticias sobre a possibilidade de serem privatizados os serviços carcerários no Rio Grande do Sul não são novas e sim mais uma parte da já pensada estratégia estatizante do Governo da tucana Yeda Crusius.

Há entre aqueles que ainda têm um pouco de sentido pratico há um consenso tácito de que a Justiça, os serviços Policiais e os serviços carcerários devem ser exclusivos de Estado pelo simples fato de se ter o mínimo de isenção e de justiça na execução das penas e de seus julgamentos.

Mas, esse consenso, não é tão consensuado assim haja visto que há alguns “formadores de opinião” avaliam que pelo menos uma parte deste serviço pode ser entregue as empresas privadas.

A discussão não é tão simples assim, pois o que está por de trás das privatizações dos serviços públicos não é somente a capacidade administrativa e sim para quem se administra, ou melhor, para quem se paga.

Se o serviço privado tem capacidade de implementar regras rígidas nos presídios, fornecer serviços multidisciplinares, alimentação de qualidade e controlar a disciplina interna, manter as celas bem asseadas, limitar a quantidade de presos por cela, proibir o fumo e outras drogas no interior dos presídios, assim como fornecer alimentos, material de higiene aos apenados e para isso pode cobrar mais caro.

Uma pergunta tem que ser feita. Porque o Estado não pode fazê-lo?

Alem de fazer cumpri a lei o Estado tem o dever de recuperar estas pessoas para o convívio social ou isso só serve para eleger os políticos.

Ai vão me dizer que os políticos são os culpados.

Se o são e são, então acabe com os políticos e com o Estado, ai eu quero ver quem irá pagar para as empresas privadas cuidarem dos milhares de presos espalhados por todo o nosso imenso Brasil.

Os defensores da privatização se autointitulam os maiorais em administrar, só o fazem porque sabem que há o Estado para pagar a conta.

Já os governantes que apóiam essa prática, fazem isso porque é através dela que eles têm condições de se manterem no poder para no próximo mandato continuar a transferir recursos dos nossos impostos para as grandes empresas.

Essa é a grande verdade que os chamados “formadores de opinião” omitem dos seus leitores, ouvintes e telespectadores e todo aquele político que é contra a essa pratica é acusado de ser ditador, antidemocrático, comunista e ultimamente são chamados de terroristas.

E tem mais, se há serviços privados é porque tem governantes que não investem nos serviços públicos de propósito a fim de favorecer o setor privado e porque a pratica privada é necessária para ser mantido o alto nível de exploração daqueles que tem dinheiro de mais sobre aqueles que têm de menos ou não tem nada de dinheiro.

Portanto a defesa do serviço público faz parte de um projeto político antagônico ao projeto que atualmente é desenvolvido no Rio Grande do Sul onde o trabalho deve ser valorizado e a lei respeitada em qualquer setor, ou seja, os servidores públicos devem ser valorizados como os servidores privados e vice-versa.

Ou a lei só vale para alguns?

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

Reforma Agrária, uma luta de classes.



No dia 24 de janeiro deste ano de 2009 aconteceu o encerramento das comemorações dos 25 anos de organização do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) realizado na fazenda Anonni, um dos marcos da luta pela terra nestas duas décadas e meia de existência.

Desde já o MST é considerado um dos maiores movimentos populares da América Latina.

A fazenda Anonni foi a primeira grande ocupação realizada pelo MST no ano de 1985 e desde o dia 20 até 24 de janeiro acolheu mais de 1.500 militantes de 23 Estados brasileiros que discutiram os rumos do movimento frente à nova conjuntura que se apresenta ao conjunto da classe trabalhadora e em especial aos camponeses em seu 13° Encontro Nacional do Movimento.

A luta pela terra é secular e porque não dizer que é uma luta conhecida desde que se têm dados remotos da existência dos seres humanos na terra e no Brasil essa Luta está posta desde que as naus de Cabral aportaram perdidas nas terras dos índios, este imenso continente hoje chamado de América Latina.

O primeiro grande roubo foi o realizado pelos portugueses que dilapidaram todas as riquezas dessas terras e dizimaram do nosso convívio milhões de vidas humanas que até os dias atuais seus descendentes lutam para seres reconhecidos como os verdadeiros povos originários desta nação.

Desde o fim da escravidão, com a Lei de Terras de 1850 já se negava aos que não tinham dinheiro o direito a terra, ou seja, o acesso a terra era e é por via da compra.

Além disso, esta lei criminaliza a posse da terra e os posseiros, na maioria, camponeses descendentes dos índios e negros ou de brancos excluídos pelo império, eram presos e obrigados a indenizar o Estado por isso.


A luta pela terra no Brasil teve o seu inicio quando o Estado brasileiro expulsa dela as pessoas que nasceram nela e dela sobrevivem, mas nunca tiveram a propriedade que os nossos invasores regraram como de direito.

Na Guerra de Contestado (1912-1916) o Estado queria dar as terras onde já havia famílias originárias na área para uma empresa de capital internacional que ia construir uma ferrovia.

Na década de 50 houve a formação de Trombas e Formoso em Goiás, que teve a articulação do PCB, contra o Governo do Estado que queria dar as terras ocupadas por povos originários para as elites locais.

Depois disso nascem no Nordeste, Zona da Mata e Agreste as chamadas Ligas Camponesas que iniciam suas lutas vinculadas a lutas locais e pontuais como os outros dois enfrentamentos, mas logos depois ampliam suas bandeiras de luta para uma luta mais coletiva, isto já no período do Governo de João Goulart (um governo declaradamente popular e só por isso foi deposto).

Neste período histórico as lutas pela terra eram pontuais e/ou individuais, as organizações se mantinham até que houvesse a solução do problema, para o bem ou para o mal, portanto não havia um pensamento coletivo.

Este pensamento coletivo foi se criando a partir da década de 1980 do século XX, passou-se a organizar primeiro para depois ocupar e resistir.

Essa organização é à base do surgimento do MST que adotou a organização como estratégia política.

A partir de então se tem no Brasil uma organização política que reivindica com o uso das ocupações de terras improdutivas, a reforma agrária.

O nascimento do MST é um instrumento político do campesinato brasileiro que tornou os camponeses cidadãos cientes de seus direitos e em processo de luta. O Movimento dos Trabalhadores Sem Terra não se acaba com a conquista da terra, esta prática é grande novidade.

Mesmo aqueles que já estão assentados continuam no processo de luta para que todos tenham terra.

A idéia é de que quando existir um sem-terra todos seram sem-terra.

Estes são instrumentos de consciência política e solidariedade de classe que estão na base da força que o MST tem até hoje e outro instrumento importante é a instalação da democracia de massa ou participativa onde todos os militantes são sujeitos sociais em processo de luta; capazes decidir os seus destinos coletivamente e de falar em nome do movimento que estão criando.

O MST já revelou ao Brasil e ao mundo que uma grande parte das terras não está sendo usadas produtivamente ou estão sendo ocupadas por pessoas que não tem direito legal sobre elas.

O MST enudece a estrutura fundiária brasileira, mostrando a todos onde há terras devolutas sendo ocupadas por latifundiários e onde estão à terra improdutiva, também ocupada pelos grandes latifundiários, os reais posseiros ilegais desse país.

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

Um Continente em Transformação.



No dia 2 de fevereiro de 1999, no final do século XX, na Venezuela iniciava-se uma verdadeira revolução popular que até o momento dá indícios de se constituir em uma revolução socialista.
No rastro da Venezuela vieram os bons ventos transformadores no Equador, na Bolívia e mais recentemente no Paraguai.
Em todos estes países há algo em comum onde a participação popular ativa faz a grande diferença através da criação de comitês locais de discussão, eleições livres, plebiscitos e referendos para solidificar a vontade popular.
Nestes dez anos de transformação venezuelana vê-se que a reforma agrária teve avanços consideráveis; houve a nacionalização de empresas até então dominadas pelo capital estrangeiro que sugavam as riquezas do país (estatizou o petróleo) que faz parte de seu projeto econômico e social onde a educação tem papel importante alfabetizando toda a população e introduzindo o ensino universitário em todo o país que logo contara com, no mínimo, uma universidade em cada cidade.
Ainda na área social, a saúde pública venezuelana já da conta de atender gratuitamente 90% da população com atendimento de qualidade na casa do usuário e em cada bairro há uma clinica ou o que aqui chamamos de Posto de Saúde.
O setor mais atrasado é o da habitação, mas não deixa de ter avanços significativos durante este período, se comparado como era antes da chamada Revolução Bolivariana.
Isso tudo só é possível porque há um grande investimento no desenvolvimento da capacidade da população de compreender e participar da política do país para se contrapor a uma grande oposição que ainda tem recursos financeiros e muito apoio de setores da intelectualidade local e internacional.
Um dos vários problemas enfrentados pelos lideres latino americanos é a falta de lideranças que dêem continuidade a este processo revolucionário. Uma comparação de quanto é difícil ter-se lideranças comprometidas com um projeto de tamanha envergadura é quando observamos a classe dominante que há séculos nos explora no poder, mas tem perdido espaço, pois lhes faltam lideranças fortes para manter sua dominação.
Essa tarefa de formar nossas próprias lideranças está entre as principais para que se consolide um sistema de governo que seja uma alternativa ao capitalismo. Por isso é fundamental a solidariedade entre os povos oprimidos da America Latina a fim de construir uma rede de escolas e faculdades para formar lideranças capacitadas para executar o projeto popular e revolucionário que se mostra no continente.
Outra questão em que o Presidente Hugo Chaves enfrenta dificuldades é na implementação da democracia participativa ou comunitária onde as pessoas tenham um poder maior, mas como os políticos locais não se sentem atraídos por essa opção há ainda resistência até em setores que se reivindicam de esquerda.
A transformação ora em curso em nosso continente está em franca ascensão devida à acertada centralização do planejamento do Estado como vistas as suas riquezas naturais. É através desta riqueza que é possível fazer grandes investimentos ligados a um projeto social e político que permita a esse continente se organizar sob uma visão socialista transformadora.
Essa transformação é possível desde que conste no planejamento político/econômico dos governos populares a participação dos trabalhadores na direção das empresas, e nas decisões de governo, bem como no processo de formação de quadros e de educação política que garantam a participação direta na gestão do partido ou dos partidos que estão imbuídos desse processo.

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O Bode na Sala.



O caso mais recente que esta gerando outra falsa polêmica é o caso do asilo político concedido pelo Governo Brasileiro ao italiano Cesare Battisti.

Conforme a Constituição Brasileira cabe ao Poder Executivo conceder ou não o asilo.

O caso foi encaminhado ao STF após intensa campanha político-ideologica promovida pela direita raivosa brasileira em parceria com a mídia patronal, não menos raivosa.

Se o STF não julgar esse caso de forma ideológica tendo em vista que já julgou casos semelhantes a este favoravelmente, a sua decisão será de declarar como constitucional e decisão do Ministro Tarso Genro.

Alem da jurisprudência do STF, há um caso emblemático como o do ditador Paraguaio Alfredo Stroessner que teve asilo político concedido pelo Estado Brasileiro, vivendo no Brasil até a sua morte, em 2006. Pra membros da direita internacional pode?

O histerismo de Silvio Berlusconi, digamos, admirador do fascismo, apenas reforça o quanto há de perseguição política a Battisti por parte da direita italiana e internacional.

A tão falada “democracia italiana” tem em sua historia um destempero onde podemos constatar que seus governantes de direita, na sua maioria, estiveram envolvidos em atos de corrupção e muito próximos da máfia desde os idos de 1960 no século passado.

O governo Italiano elegeu um militante de esquerda dos anos 70, nos “anos de chumbo”, como o bode na sala de uma direita raivosa e xenófoba que tem apenas o objetivo de colocar a esquerda italiana numa sinuca de bico para legitimar a sua política de tolerância zero com a imigração e contra os movimentos sociais.

Somando-se a essa política interna o governo Berlusconi prove uma ação político-midiatica internacional para criar uma polarização e um sentimento político anti-esquerda e anti-América Latina por ser um continente que esta em profundo processo de transformação social onde a participação popular é o ator principal deste processo.

Há uma nítida tentativa de criar um clima de que a soberania italiana está sendo ferida por um país latino-americano e de que Berlusconi é o defensor.

O caso é composto por “provas” um tanto quanto contraditórias, pois Battisti foi condenado por dois homicídios que ocorreram no mesmo dia, um em Milão, às 15h e o outro em Mestre, às 16h e 50min. Só que se esqueceu de dizer que a distancia que separa as duas cidades é de 275 quilômetros aproximadamente.

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A ditadura do parlamento.




A ditadura militar deflagrada em 1964, de triste lembrança, completara 45 anos no próximo dia 31 do corrente mês cumpriu um papel fundamental nas mentes das pessoas.

Com o fim do regime ditatorial ficou incutido no subconsciente popular de que para um país ser democrático basta haver eleições regulares e de fato isto vem acontecendo nos últimos 20 anos, mas o voto popular por si só não conseguiu até o momento mudar a realidade política no Brasil.

Neste período vencemos grandes batalhas sob as regras disso que nos disseram ser uma democracia.

As mais marcantes estão as duas eleições do metalúrgico Lula como Presidente da maior economia da America Latina e a derrubada de um Presidente corrupto.

Para as eleições Presidenciais já testamos o princípio da reeleição, instrumento que deixa muitas dúvidas quando a sua necessidade e legitimidade.

Neste ponto fica uma importante pergunta: Para o Brasil precisamos de uma pessoa forte ou de partido forte? Ou ainda de um povo consciente e aguerrido?

Nas eleições parlamentares as regras são praticamente inexistentes, predominando praticas do século XIX, onde a compra de votos é a regra e quando esta falha se faz valer a política do cangaço, do jagunço ou do pistoleiro encomendado que se espalha de norte a sul pelos longínquos cantões de país continente formando verdadeiros currais eleitorais.

É nesta circunstância em que o povo brasileiro participa do processo eleitoral, sem contar da imensa lavagem cerebral a qual é acometido diariamente pela grande mídia patronal que forma a opinião que mais lhe convém e de acordo com seus interesses regionais.

Um exemplo cabal desta anomalia eleitoral esta representada na figura do ex-presidente da Republica do Brasil José Sarney que recentemente se elegeu pela terceira vez, Presidente do Senado Federal.

É um absurdo, em pleno século XXI, que alguns dizem estarmos em “plena democracia”, o Congresso Nacional ser dirigido por um político que foi Presidente da Arena (Aliança Renovadora Nacional), braço político civil da ditadura militar que derrubou um Governo democraticamente eleito e com a anistia foi ser Presidente do PDS, ironicamente chamado de Partido Democrático Social.

Por um desastre do destino Sarney foi Presidente do Brasil em substituição a Tancredo Neves o qual morre subitamente antes de assumir o mandato de transição da ditadura para a democracia.

Sarney ao deixar o seu período, após ter fracassado com seus múltiplos planos econômicos, o Brasil amargava uma inflação de 86% de inflação.

Todo esse currículo não o impediu de assumir a Presidência do Senado onde gerenciara um orçamento de R$ 2,7 bilhões, alem das mordomias como carro, residência oficial e a contratação de até 38 cargos comissionados.

A essas benesses, Sarney está acostumado.

O que lhe interessa mesmo como Presidente do Senado é controlar a pauta de votação, decidir sobre o que deve ser votado, orientar as discussões na casa, resgatar projetos de seu interesse que estiverem parados, influenciar na instalação de CPI’s tanto contra seus adversários como a favor de seus aliados.

Alem de impugnar proposições de seus pares, e comandar as sessões conjuntas do Senado e da Câmara de Deputados = Congresso Nacional quando das votações de medidas provisórias e vetos presidenciais.

Este poder faz de Sarney o político mais poderoso no Brasil e de Lula o Presidente mais refém que a nação já teve.

Sim, refém de um parlamento que se reelege vitaliciamente e que detém todos estes poderes de influenciar na vida de todos nós brasileiros.

A recondução de Sarney já está surtindo efeito, pois em recente julgamento o STF cassou o Governador do Maranhão Jackson Lago (PDT) por acusação de compra de votos, pratica, alias, de Roseana Sarney que se confirmando a cassação do então Governador, assumira como Governadora. Outra demanda familiar será derrubar, através de todos os artifícios como chantagem e pressão política, as acusações que pairam sobre o seu filho Fernando Sarney.

Fernando é o principal executivo do Sistema Mirante de Comunicações, empresa filiada a Rede Globo no Maranhão, e vice presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), status que felizmente não o impediu de ser investigado pela Policia Federal por lavagem de dinheiro, formação de quadrilha, fraude em licitação, entre outros crimes.

O filho de Sarney teve a prisão decretada pelo Ministério Público Federal (MPF), mas entrou com habeas corpus preventivo ficou livre; fato comum entre os crimes da burguesia.

A chegada de Sarney a Presidência do Senado lhe devolve o poder para dar um “jeitinho” no processo contra seu filho e de recuperar o poder no Estado do Maranhão.

A retomada do Estado do Maranhão após a cassação do atual governador Jackson Lago, por denuncias de abuso de poder econômico. Esta acusação é negada pelo atual governador e por vários movimentos populares daquele Estado.

Mas a dinastia da família Sarney no Maranhão é secular e nos 42 anos em que governo o Estado acumulou uma série de denuncias (proporcionalmente a sua riqueza), entra as quais: o recebimento ilegal de um prédio público por uma fundação controlada por sua família no ano de 1990 e o uso de caixa dois na campanha de Roseana, em 2006, que agora será beneficiada com a cassação do atual governador.

Ou seja, alem de ser proprietário do maior conglomerado de mídia do país (filiado a rede Globo) e de estar ligada aos maiores proprietários de terras do Estado do Maranhão, Sarney retorna ao lugar de onde nunca saiu e permanece fazendo o que sempre fez: chantagem e pressão naqueles que sempre lhe mantiveram no poder esse tempo todo, o povo pobre do Maranhão e do Amapá.

Até quando suportaremos um sistema eleitoral como este que retira dos pobres para dar aos ricos?

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Somos um povo acomodado ou alienado?



Pra mim todo ano inicia sempre o dia 1° de janeiro e este especialmente começou neste dia, pois ainda não tirei férias.

Mas no Brasil criou-se uma falsa cultura de que as coisas começam a acontecer após o carnaval.

O carnaval já acabou e estamos em mais uma véspera de eleições Presidenciais, de Governadores, de Deputados Estaduais, Federais e de Senadores. Em 2010 estaremos completando a maior idade em eleições Presidências, 21 Anos, período diminuto para consolidar uma cultura eleitoral que apesar de ocorrer de 2 em 2 anos foi banalizada pela grande mídia burguesa que se esforça para colocar no mesmo saco de lixo todos aqueles que querem participar da política partidária brasileira.

Na terça gorda de carnaval, como prova de que se trabalha e se pensa neste país antes e durante a festa mais popular do Brasil, a Educadora Marisa Rosa Paula Knob incluiu muito bem uma nova palavra ao vocabulário nacional.

Em tempo de reforma ortográfica, que não reforma nada, a nobre professora contribui na tentativa de identificar a grave doença educacional dos brasileiros que são acometidos por uma inexplicável aversão à política em geral e principalmente à política partidária.

A palavra políticofobia é a definição do sentimento a que são acometidas as pessoas que se escondem dos candidatos em épocas eleitorais ao invés de buscarem conhecer a fundo os políticos, conforme conceito da professora.

Para mim a politicofobia é uma doença, como tantas, fabricada para manter todos nós alienados ao sistema atual como sendo esse o único sistema político/econômico viável.

E só nos restando sentimentos de indignação, impotência e descrença em relação aos políticos, que nos impede injustificavelmente de ter uma participação ativa na transformação desse quadro catastrófico de corrupção que toma conta dos poderes constituídos públicos e privados da nação brasileira.

Somente a alienação provocada pela imensa propaganda consumista e altamente parcial dos noticiários midiáticos não pode ser a justificativa para tamanha apatia que ataca a população brasileira.

Tenho uma tese de que nos falta garra, nos falta raça na concepção literal da palavra devida o total extermínio da raça originária do nosso território, os indígenas e a consequente colonização múltipla racial do nosso país continental. Nossa colonização majoritária é européia que na sua origem já vieram oprimidas de seus países e que aqui se traduziu somente em produzir produtos primários para serem exportados para seus senhores no velho continente.

Já a colonização negra sempre e culturalmente foram tratados pelos brancos europeus como sendo um povo de segunda categoria, portando escravos que devem ser tratados como vassalo fato que ainda infelizmente assistimos nos enredos das escolas de samba, símbolo maior da negritude no Brasil.

Esta apatia cultural entre brancos e negros constituiu uma cultura tipicamente brasileira que por uma repetição constante foi introjetada nas mentes despolitizadas da maioria do nosso povo que segue a máxima de Gerson: “Levar vantagem, não importa como”.

Isto já não acontece nos nossos vizinhos latinos que tem composição majoritária de seus povos de origem, eles são índios autênticos ou no máximo se miscigenaram com espanhóis ocasionando um caldo cultural explosivo fato que podemos presenciar nas partidas de futebol onde se encontram brasileiros e castelhanos.

É a partir desta raça latinoamericana que os povos do Paraguai, da Bolívia, do Peru, do Equador e da Venezuela estão realizando verdadeiras revoluções em seus países, embora a grande mídia burguesa diga que são antidemocráticos, os fatos reais estão ai para desmentir mais essa mentira capitalista.

Na Venezuela são mais de uma dezena de eleições e referendos que aprovaram todas as transformações realizadas, no Equador e na Bolívia idem, seus Presidentes exercita na prática a democracia participativa onde o seu povo determina o que eles, governantes têm que fazer.

É o que nos falta é garra e coragem para enxotar os maus políticos e empresários corruptos do Brasil.

Falta-nos a boa e velha garra castelhana!!!!! Deixamos de nos acovardar e sejamos um povo de raça que sabe o que quer.

Chega de achar que é esperto porque passou alguém para trás num simples jogo de dominó.

Pois com certeza muitas vezes outro alguém já lhe ludibriou e você ficou, mesmo assim, devendo obrigação e dizendo: Pô que gente fia é esse cara! Exemplo corriqueiro em períodos eleitorais.

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Mudar para não mudar.

Sob a batuta da Mudança o atual Presidente dos EUA, Barack Obama tomou posse em meados de janeiro do corrente ano, mas suas promessas de mudanças só serviram até o momento para não mudar nada.

Na prática, Obama ordenou o fechamento do centro de detenção de Guantanamo pelo prazo de um ano. A primeira pergunta: Porque um ano? Porque não fechou de vez libertando os sequestrados aos seus países e para fazer a mudança, neste caso, o Presidente dos EUA deve libertar todos e devolver Guantanamo ao povo Cubano.

Outra declaração que reforçou seu caráter conservador foi quando disse que seu país (os EUA) continuará apoiando o “direito de Israel de se defender das ameaças legitimas, pois nos últimos anos o movimento islâmico Hamas lançou diversos foguetes na região”.

Sabiamente Obama omitiu que esta guerra holocaustica é pior do que o confronto bíblico entre o pequeno Davi e o gigante Golias, pois nesta passagem metafórica Davi derrota Golias com uma pedra arremeçada por uma funda.

Mas, na vida real Obama, pressionado pelo enorme lobby sionista, sabe que quando um dos foguetes do “perigoso” Hamas acerta o alvo acaba matando um judeu e quando Israel acerta um alvo a matança é de centenas com milhares de feridos palestinos.

Então o que mudou nos EUA foi somente a cor da pele do seu presidente que neste caso em especial em nada beneficiará os miseráveis negros e brancos da África ou muito menos as crianças mulçumanas do mundo árabe.

Essa barbárie não é uma simples questão da cor da pele ou da raça de quem dirige as nações e sim da posição político/ideológica a que o dirigente está afeto.

Deveria ser, mas não é.

Obama sabe e omite de informar ao mundo que Israel tem 300 bombas atômicas e que recebe mais de 1 bilhão de dólares por ano do país em é Presidente, portanto faça outro acreditar que a história dessa guerra iniciou com os foguetes do Hamas a Israel; é esquecer que o Hamas chegou ao Governo em Gaza através de uma eleição limpa.

O Hamas ganhou mais não levou, pois Israel implementou o maior bloqueio já visto sobre a Faixa de Gaza com a também, omissão das Nações Unidas.

Se há mudança nestas eleições estadunidenses, elas ocorreram para pior, pois o que estamos presenciando é um governo ultraconservador que admite em postos chaves integrante do Partido Republicano, fato nunca visto na história política norte americana.

Alem de recompor todo o staff da era Clinton, a começar pela indicação de Hillary como Secretária de Estado a qual tem de diferente de sua colega, Condoleça, somente a cor, pois a visão política sobre as indústrias de guerra é a mesma.

É muito difícil haver mudanças que venham a incluir pessoas que sempre estiveram à margem da sociedade estadunidense tendo em vista que a crise é de proporções nunca imagináveis.

Veja só os números astronômicos em que Obama tem que se debruçar nos próximos 4 anos: 44 milhões de estadunidenses sem plano de saúde e muito menos saúde pública, 2,16 milhões de presidiários em território americano, mais 4 milhões com mandado judicial, mais uma “ajudinha” de 400 milhões, nos primeiros dias de seu mandato, para os grandes monopólios sem que esses lhe dêem garantia que vão manter os empregos e isso tudo sem falhar das ajudas intermináveis recebidas pelos banqueiros.

Na boa!! Os monopólios enquadraram ele. Lá por maio ou junho falaremos mais sobre.

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

A Igreja Matriz de Viamão.
Referência de um Povo.

As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

CHÊ
O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

Bandeira do nosso time.

Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

fidel
Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

Charges que falam por si!!!!
Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

Ataque aos Trabalhadores I
Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

Ataque aos Trabalhadores
Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS
Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

Assassinato de São Gabriel
Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

A Guerra.
BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

E o Congresso?
Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.