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quarta-feira, 7 de março de 2007

Heróis.

“E agora vamos falar com os nossos heróis”. Esta é a infeliz, saudação que Pedro Bial usa toda a vez que fala com os participantes do programa BBB.
É com curiosidade que imagino o que esse cidadão de importante papel social define como sendo um “herói”, pois eu tenho como Herói um sentido bem diferente do dele.
Herói pra mim é a Dra. Vanessa Remy-Piccolo,, jovem pediatra francesa de 28 anos que abriu mão do seu conforto para ser voluntária dos Médicos Sem Fronteira e atuar na África. Por lá, diz a médica, que as crianças pesam 3.6kg com um ano de idade, peso este de um recém nascido; que muitas mães chegam até ela dizendo que levam os alimentos doados para casa, mas seus filhos parecem que desaprenderam de comer e se recusam a abrir a boca por não ter alimentação diária.
Herói é o médico Martial Ledecq, cirurgião, também voluntário dos Médicos Sem Fronteiras que arrisca a sua vida em meio aos bombardeios atendendo as vítimas no Hospital de Tebnine, no Sul do Líbano...
Meu caro Bial e todos aqueles que crêem nele, Herói, é quem nestes dias desleais em que vivemos, enxerga o sofrimento alheio e se prontifica a amenizá-lo no que estiver ao seu alcance...
Herói são aqueles que abrem mão dos confortos pessoais em prol do coletivo, aqueles plenos de uma vida na qual a paixão é maior do que a omissão...
Herói é aquele que é solidário, que partilha dons e bens... Mas há também muitos Heróis que falam a nossa língua e não são as “celebridades” instantâneas do BBB, embora estejam bem pertinho da “casa mais vigiada do Brasil”.
Heróis brasileiros como a enfermeira Jacinta, do projeto meio-fio, provido pelos Médicos Sem Fronteiras no Rio de Janeiro que atende mães e filhos, moradores de rua, podemos dizer até que estão ao lado da tal casa e dos Heróis criados por essa fabrica de alienados que não se incomodam de vê-los todos os dias...
Heróis como a médica Renata e como o educador Altayr que partilham o seu saber com os moradores de rua do Rio de Janeiro, a dita cidade maravilhosa, só que da casa do BBB ou de algum cartaz de propaganda turística...
Heróis como a psicóloga Andréia, que, a exemplo da pediatra francesa, semeia saúde e esperança por onde passa...
Heróis como a enfermeira Eriedna que atende o seu Nilton no núcleo de atendimento dos Médicos Sem fronteiras que com o apoio recebido conseguiu encontrar trabalho e hoje não mora mais nas ruas...
Heróis são todos aqueles anônimos catadores que catam, o que os heróis fabricados pelo Bial chamam de lixo; Heróis são todos os trabalhadores e trabalhadoras que madrugam para catar latas ou para virar concreto na obra todos os dias, só parando ao anoitecer....
Até que ponto um ser humano pode ir, pois quando um cara que já foi um dos mais brilhantes repórteres do país vibra e discute namoricos e todas aquelas futilidades como fosse importantes é sinal de que algo está lamentavelmente errado.
E o pior disso tudo é que milhares de pessoas de todas as idades estão ligados no programa e outros milhares pagam para ter o prazer sarcástico de “eliminar” alguém.
É preciso acreditar que outro mundo é possível e que pequenos gestos poderão produzir mudanças significativas. Um ato simples, que certamente poderá resultar em benefícios concretos, será o de iniciar uma campanha de conscientização para que ninguém mais atenda aos chamados amexecanizado do Pedro Bial.
A campanha é simples: não ligue para votar em “eliminar” um BBB, ligue para salvar uma vida contribuindo para entidades que atuam em prol de causas sociais. A cada paredão as ligações chegam, em média, a 29 milhões que custam R$0,30 cada ligação, que é igual a R$8.700.000,00 (oito milhões e setecentos mil reais) por paredão, fora as ligações que são dadas para escolher qual a fantasia que os “irmãos” devem usar a cada semana, isso tudo servirá para engordar ainda mais as milionárias fortunas dos donos, diretores e apresentadores televisivos.
Entre nessa campanha fale com os seus familiares, amigos e colegas e pesam para eles doarem a uma entidade social e se vocês não conhecem nenhuma acessem o www.unicef.org/brazil/lista_projetos06.htm. Ainda se achar muito complicado faça a sua doação para a Associação do seu bairro que efetua um bom trabalho social, para o Clube de Mães que mantém uma creche comunitária ou para as Pastorais Sociais das mais diversas religiões que existem em todas as nossas vilas.
Nosso auxilio vai fazer a diferença e vai recuperar o valor da vida dos tantos excluídos pela sociedade.
Pois, a final. Quem são os teus verdadeiros Heróis?
veritasantos@brturbo.com.br
Viamão 07 de Março de 2007.

Os Partidos da Classe Operária.

A organização da Classe Operária ocorreu desde os primórdios da industrialização, através do confronto direto com as formas de produção capitalista - representada pela fábrica - ou com as instituições criadas pelo modo de produção capitalista para dar vida às relações de produção - o Estado, a polícia, as leis, etc.
Neste momento, a Classe Operária lutou para alterar as péssimas condições de sua existência. Mas as Lutas Operárias surgiram sem que houvesse uma orientação ideológica para tal. Pertencem a esta fase a luta pelo direito de organização sindical, pelo direito de voto (o “Cartismo” inglês), o início dos conflitos pela redução da jornada de trabalho, melhorias salariais, entre outros.
Na segunda metade do século XIX, o desenvolvimento generalizado e vigoroso do Capitalismo em escala planetária gerou uma ampliação e transformação qualitativa das Lutas Operárias. Vários países passam a ter fortes Classes Operárias no seu interior, quebrando a quase exclusividade inglesa na ocorrência de agudos conflitos trabalhistas.
Além disso, nota-se que a presença da Classe Operária produziu a necessidade por parte do próprio Capitalismo em administrar este novo segmento social no interior da vida política e institucional das nações. Em muitos países esta situação desembocou na institucionalização de partidos políticos da classe operária. Tais agremiações foram lentamente obtendo o direito de voto e de elegibilidade dos operários ou de seus representantes.
É neste momento que ocorre a aproximação mais íntima do Socialismo, enquanto projeto social, e o Movimento Operário, enquanto agente deste processo. Mas, como veremos abaixo, a História do Socialismo no século XIX vivenciou também uma transformação profunda desta orientação: da busca do Socialismo por meios revolucionários para a convivência com o Capitalismo e a espera que condições mais propícias operassem a transição pacífica para o Socialismo.
Até o surgimento dos partidos políticos operários, o Socialismo foi tido pela Classe Operária como um projeto de revolução, tal como a Revolução Francesa, que eliminou definitivamente a predominância do Feudalismo, a Revolução Socialista era a perspectiva da maior parte do Movimento Operário militante para a destruição do Capitalismo. Mas as Revoluções de 1848 não obtiveram o intento de derrubar o Capitalismo.
Por essa razão tornou-se viável a institucionalização do Socialismo enquanto uma forma de expressão da representação política da Classe Operária dentro dos marcos da sociedade capitalista.
A maior expressão desta situação ocorreu na Alemanha. Neste país, o Partido Social Democrata tornou-se um grande partido político operário inspirado no Socialismo, mas, contraditoriamente, atuando exclusivamente dentro dos marcos da vida política do Capitalismo. O ambiente intelectual de desenvolvimento das idéias socialistas sob a influência da "social-democracia européia" (expressão que reflete a predominância do Partido Social Democrata Alemão no interior da 2ª Internacional) foi fortemente impactado pela capacidade do Movimento Operário alemão de conquistar de forma legal e não violenta os meios materiais que propiciaram melhorias das condições de vida e trabalho da Classe Operária dentro do Capitalismo.
Grande parte dos militantes social-democratas avaliou que a temática da Revolução Operária não era mais necessária. Foi criada no interior do Movimento Operário uma tendência que defendeu uma transição pacífica e legalista em direção ao Socialismo. Tais aspirações baseavam-se no contínuo avanço eleitoral do Partido Social Democrata Alemão, que era tomado como modelo final para todo o restante do Movimento Operário.
Calcado no intenso desenvolvimento das forças produtivas no interior da Alemanha, bem como da necessidade de regulação dos fatores produtivos face à competitividade que a economia alemã começava a enfrentar no mercado capitalista mundial, o Estado alemão incorporou o partido político da Classe Operária ao conjunto instituições que administravam o Capitalismo naquele país. Vale lembrar que o crescimento do papel econômico e político da Alemanha no contexto internacional exigiam uma paz social interna que propiciasse condições para a ocorrência do investimento capitalista.
Esta situação não foi, porém, considerada por amplas camadas da social-democracia. Estas pugnavam por uma posição de cooperação com a burguesia e o Estado alemão e alimentavam a esperança de que as contínuas vitórias eleitorais do Movimento Operário alemão desaguassem automaticamente no Socialismo. Este seria, nas palavras do seu principal teórico, Eduard Bernstein, o "Socialismo Evolucionário".
O "reformismo" ou "revisionismo", tal como ficou conhecida esta corrente, foi uma das principais interpretações teóricas e práticas do Socialismo após o advento do Marxismo. Suas intenções eram, inclusive, a de negação das premissas básicas do Marxismo, tal como a existência da Luta de Classes.
A influência desta visão de Social-democracia foi expressiva. Até a eclosão da 1ª Guerra Mundial a predominância dos social-democratas nos países de Capitalismo mais avançado induziu, não sem muitos atritos com outras correntes socialistas (como os Anarco-sindicalistas e Marxistas), a uma política de "colaboração de classes". Isto levou até mesmo o apoio destes partidos aos governantes que declararam a guerra.
Esta situação causou a maior divisão já vivida pela esquerda européia, uma vez que um dos marcos da organização da Classe Operária era a solidariedade da classe oprimida para além das fronteiras nacionais. A guerra de 1914 a 1918 significou um imenso revés nesta perspectiva devido às matanças realizadas pelos exércitos nacionais, compostos em sua maioria por operários mobilizados. Assim, o Nacionalismo venceu o Socialismo.
Somente a eclosão da Revolução Russa, em 1917, recriou as expectativas de solidariedade entre as classes oprimidas contra os opressores. De qualquer forma, a divisão entre as duas perspectivas foi definitiva e vivida intensamente em todo o século XX.
Após a 2ª Guerra Mundial, com a eclosão da Guerra Fria, a Social-democracia ascendeu a uma posição ainda mais expressiva no interior dos países capitalistas, pois ela "atraiu" para a sua órbita as políticas sociais implementadas pelos Estados capitalistas que ficaram conhecidas com o nome de welfare-state (estado de bem estar).
A marca mais característica desta situação é o que ficou conhecido como Eurocomunismo. Nele, uma perspectiva crítica do Socialismo praticado no leste europeu, enfatizando a falta de Democracia, fortaleceu e sedimentou a concepção evolucionista e legalista de atuação do partido político da Classe Operária no interior da sociedade capitalista.
Atualmente, podemos constatar que a Social-democracia européia abdicou ainda mais das proposições socialistas ao incorporar ao seu programa partidário as diversas conquistas que as forças voltadas para a reconstituição do mercado (e, portanto, contrárias às conquistas sociais obtidas pelo Movimento Operário) lograram obter desde os anos 80. A partir da Inglaterra, base das reformas neoliberais, onde foi formulada a denominação oficial desta situação, a 3ª Via consolida um movimento secular de aproximação das idéias socialistas dos partidos políticos voltados para a representação da Classe Operária com as instituições capitalistas.
Esta situação não é privilégio europeu, pois no Brasil os detentores do poder fazem questão de patrocinar esse tipo de política através da grande imprensa introduzindo nas mentes populares que tudo e todos são iguais e pertencentes a uma grande geléia ideológica. Fato este que cabe a sociedade em geral, manifestar-se contrariamente através dos processos eleitorais e de sua auto-organização em forma de mobilização em defesa da cidadania como um direito de todos e para todos.
veritasantos@brturbo.com.br
Viamão 04 de Março de 2007.

Ideologia.

Ideologia: Eu quero uma pra viver! Cantou Cazuza que possivelmente morreu sem ter encontrado uma para sua vida que teve uma passagem meteórica entre nós.
Gramaticalmente ideologia significa: o estudo de idéias. E na política pode ser definida como o estudo e aplicação de ideais que podem ser formados por nós mesmos ou recebidos de alguma forma através da escola, da cultura regional, meio de comunicação, etc...
Quando esse conjunto de idéias nos é imposta recebemos as respostas prontas e somos castigados se não aceitamos a ideologia que geralmente acaba nos dominando. Os detentores dessa ideologia são aqueles que controlam o poder político, os meios de comunicação e de produção chamados de Classe Dominante.
Têm-se na sociedade uma classe que domina, portanto temos uma classe que é dominada, chamada de Classe Trabalhadora. A existência de classes sociais provoca antagonismos que geram disputas e com o ingrediente da globalização onde esse processo age diretamente sobre a humanidade as conseqüências sociais e econômicas acabam transformando o modo de vida no planeta de forma imprevisível para a nossa existência.
Algo tem que ser feito sob pena de em muito breve não se ter mais condições de sobreviver na terra devido ao alto grau de agressão sofrida pelo nosso planeta. Com todos esses agravantes é impossível deixar de lutar dentro da disputa ideológica que nos são apresentadas. Atualmente Capitalistas e Socialistas apresentam propostas opostas de como devemos viver em sociedade.
De um lado está o atual modelo, o Capitalismo, como toda a sua estrutura de dominação onde os valores éticos e morais, conceitos políticos e sociais, tudo enfim que foi criado pela humanidade há milênios está sendo destruída por esse modelo onde o controle da produção fica concentrado nas mãos de poucos e, portanto o capital (dinheiro/riqueza) também.
Contrariamente a esse modelo retorna a ser debatido o modelo Socialista que teve seu ensaio cientifico no século XIX com Karl Marx e Friedrich Engels que apresentaram pela primeira vez a grande proposta do Socialismo como alternativa para a classe trabalhadora que eles chamaram de Proletariado. O Socialismo apresentado por eles se baseia em um método de analise do sistema capitalista e de toda a história da humanidade a que foi chamado de “Materialismo Dialético”, ou seja, que tudo pode sofrer transformações.
Tendo como base a Economia como sendo o meio de dominação capitalista propuseram a sua total transformação, onde esta seria planejada e seu produto dividido equanimente entre todo o povo até que finalmente se terá uma sociedade sem classes.
O Socialismo será a superação da barbárie humana, pois viveremos sem disputas fratricidas e os valores de solidariedade, igualdade e fraternidade serão inerentes a condição humana.
veritasantos@brturbo.com.br
Viamão 05 de março de 2007.

Adjetivos

Os adjetivos servem para adicionar algumas qualidades aos substantivos, modificando-os. Portanto utilizamos muito desse instrumento de linguagem para expressar aquilo que queremos diz sobre algum assunto.
Neste ano de 2007 será um ano especial, principalmente àqueles que militam no PT, pois estará acontecendo o III Congresso do Partido dos Trabalhadores. Como são costumeiros em nosso partido os filiados produzem teses que são publicadas internamente onde é travado um debate que vem a qualificar as decisões que serão tomadas quando da realização do congresso em junho/julho do corrente ano.
Nestes meses que antecedem o referido congresso temos contato com textos de boníssima qualidade intelectual que só vem a qualificar o debate e a produzir uma boa estratégia para o próximo período. A partir de então quero colaborar humildemente com o debate fazendo algumas considerações.
Inicio a minha reflexão com o final do texto da companheira Iole Ilíada, membro da comissão de ética nacional do PT: “Talvez seja a hora, mais do que nunca, de assumir a defesa, sem constrangimentos e sem meias palavras, diríamos uma defesa mais substantiva da atualidade do socialismo”.
Para defender seus pontos de vistas companheiros de antiga militância no partido se utilizam de vocabulários requintados para de certa forma aveludar o seu real pensamento. Alguns beiram os limites da ironia para afirmar, embora contraditoriamente, a sua opinião, que por uma opção tática lhe é conveniente.
Para muitos o socialismo já é coisa do passado, marxismo, nem se falar, eles o adjetivam de “anacrônico” para justificar que está fora de moda. E por falar em moda outro adjetivo muito utilizado nesse debate tem sido o “republicano” que é derivado do substantivo feminino “republica”, que significa uma forma de governo em que o povo é representado por governantes com mandatos de duração fixa, ou seja, como é hoje a forma de governo no Brasil.
Até aí nada de novo. Só que os companheiros querem inovar utilizando o termo republicano como sendo um adjetivo do substantivo Socialismo, como se por si só o Socialismo não representasse os “valores republicanos” de Liberdade, Igualdade e Fraternidade ou que fosse menos democrático que o atual regime brasileiro.
A tudo isso conceituo como falta de coragem para afirmar que o regime Socialista é atualíssimo e que temos que ter a mesma coragem de defendê-lo publicamente sem floreios ou se utilizando de adjetivos para em nada mudar o atual estado das coisas no país.
Refutamos sim tudo aquilo que vá contrario a defesa do Socialismo que por si só é democrático, republicano, justo, igualitário, fraterno e libertário de todas as amarras que imobilizam o povo no sistema capitalista. Situação semelhante a que passamos no PT teve sua maior expressão ocorreu na Alemanha. Neste país, o Partido Social Democrata tornou-se um grande partido político operário inspirado no Socialismo, mas, contraditoriamente, atuando exclusivamente dentro dos marcos da vida política do Capitalismo.
O ambiente intelectual de desenvolvimento das idéias socialistas sob a influência da "social democracia européia" (expressão onde reflete a predominância do Partido Social Democrata Alemão no interior da 2ª Internacional) foi fortemente impactado pela capacidade do Movimento Operário alemão de conquistar de forma legal e não violenta os meios materiais que propiciaram melhorias das condições de vida e trabalho da Classe Operária dentro do Capitalismo.
Fator cultivado por importante parcela da pequena burguesia intectualizada que transita no interior do PT e que se nega a abrir mão de possíveis benefícios individuais oportunizados por estar no governo.
Nossos valores estão centrados nos valores Marxista-Leninistas e no Socialismo que propõem ao povo uma nova forma de estabelecer a produção, a divisão dessa produção a todos e a todas de forma que a igualdade seja o seu maior valor. Que a representação popular seja direta através de conselhos populares por locais de moradia e de trabalho, transformando de fato a nossa democracia em participativa, onde todos e todas sejam respeitados independentes de raça, sexo ou opção religiosa.
Numa sociedade socialista a democracia representativa dá lugar à democracia participativa e esta por sua vez deixa de ser mera homologatória do orçamento público hoje exemplificado no Orçamento Participativo. Proposta esta aplicada pelas mais diversas formas de implementação nos mais variados governos petistas que na maioria das ocasiões fica em débito com a população devido às imposições legais da legislação burguesa que prioriza o pagamento dos juros escorchantes da divida externa em detrimento da implantação de políticas públicas necessárias aos trabalhadores.
Nossas duvidas a respeito do Socialismo devem estar discipadas, portanto desculpas de que o Socialismo Real não deu certo, não cola mais tendo em vista que esse discurso teve seu auge quando o leste europeu foi golpeado por um grupo de neocapitalistas que se perpetuaram no poder, lugar que nunca se afastaram desde os tempos do “antidemocrático” comunismo; como se o capitalismo fosse o supra-sumo da democracia.
E outra, socialismo aqui no Brasil nunca foi praticado, portanto um dos seus valores é o de respeitar as particularidades regionais e/ou nacionais. Nosso socialismo não deve ser comparado com nenhum outro. Pelo simples motivo que ele não foi colocado em pratica, portanto afirmar que o socialismo cubano é ruim, que Chaves é um ditador ou de que o comunismo chinês é exemplar corremos o risco de simplificar a discussão, pois todas essas experiências, como aquelas aplicadas no século XX, tem o seu valor histórico que deve ser respeitado.
Para finalizar quero ir um pouco mais alem do que a companheira Iole. Tenho certeza de que é a hora de assumirmos a defesa, sem meias palavras da necessidade de implantarmos o socialismo no Brasil, na América e no Mundo sob pena de não se ter mais mundo.
Viamão 04 de março de 2007.
veritasantos@brturbo.com.br

6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

A Igreja Matriz de Viamão.
Referência de um Povo.

As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

CHÊ
O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

Bandeira do nosso time.

Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

fidel
Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

Charges que falam por si!!!!
Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

Ataque aos Trabalhadores I
Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

Ataque aos Trabalhadores
Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS
Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

Assassinato de São Gabriel
Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

A Guerra.
BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

E o Congresso?
Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.