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Rio Grande do Sul

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

O Muro da Hora

Quem militava em 1989, passou parte de sua vida tentando compreender e explicar por quais motivos aconteceu o desmanche do chamado campo socialista.

Os que militam hoje estão diante da necessidade de compreender, explicar e principalmente intervir na crise que tem por epicentro dos Estados Unidos.

Além do interessante debate acerca das causas "micro" da crise e sobre a dinâmica da economia estado-unidense, é preciso levar em conta o enquadramento "macro".

Em primeiro lugar, a crise atual tem origem nos anos 1970: foi para reagir à crise de então, que o grande capital e os governos dos Estados Unidos e Inglaterra desencadearam um movimento ideológico, político, militar e econômico que produziu o que chamamos de hegemonia neoliberal.

Quase quarenta anos depois, assistimos a crise e ao esgotamento daquela "solução" neoliberal. Mas não voltamos ao ponto de partida. O mundo atual é muito mais capitalista do que o mundo dos anos 1970, uma vez que foram removidas as limitações impostas pela existência do "campo socialista" e pela força da esquerda no interior dos países desenvolvidos.

Também por isto, a crise atual será muito mais complexa e muito mais profunda. Até porque não se trata de uma crise meramente "financeira", entre outros motivos porque o crescimento da especulação financeira é em si mesmo uma conseqüência da própria dinâmica contraditória da acumulação capitalista.

Em segundo lugar, o esgotamento do neoliberalismo coincide com o declínio relativo da hegemonia dos Estados Unidos, sem que haja no horizonte um substituto e sem que as instituições políticas formadas na pós-Segunda Guerra sejam capazes de "administrar" a situação.

Declínio relativo: os EUA continuam sendo a potência hegemônica no terreno ideológico, político, militar e econômico inclusive. Mas esta hegemonia enfrenta crescentes problemas e contestações, parte deles (ironicamente) decorrentes da grande vitória que os EUA obtiveram contra os socialistas, social-democratas e nacional-desenvolvimentistas, ao longo dos anos 80. Evidentemente, não está nos planos dos EUA perder influência. O pano de fundo das eleições presidenciais de novembro deste ano não é como "organizar a retirada", pelo contrário. Não se deve descartar que desta crise surja uma hegemonia renovada, tanto do capitalismo, quanto até mesmo dos Estados Unidos.

Por tudo isto, muito ao contrário do fim da história, o que vivemos e seguiremos vivendo pelo próximo período é uma brutal instabilidade. Inclusive porque o intenso "desenvolvimento" econômico da era neoliberal e suas conseqüências (ambientais, sociais, militares, políticas) enfraqueceram e transbordaram todas as instituições políticas.

Qual a duração, qual a profundidade e quais as repercussões da crise?
Não está claro, ainda. Mas é notável que, no lugar do catastrofismo de esquerda, estejamos assistindo ao catastrofismo de direita: de respeitáveis acadêmicos até especuladores profissionais, cresceu o número e a estridência dos que vaticinam o caos sistêmico, apontando na situação a mistura de traços do pré-Primeira Guerra com a crise dos anos 1930 nos EUA, cujos efeitos –sempre é bom lembrar— não foram totalmente superados pelo New Deal, mas sim pela Segunda Guerra.

Mesmo que descontemos a ignorância, o oportunismo e o pânico presentes em algumas destas análises, especialmente as tupiniquins, que no fundo querem é estimular o caos para com base nele fazer oposição a Lula, é preciso lembrar que onde há muita fumaça, algum fogo há. Até porque eles sabem, às vezes melhor do que nós, o tamanho da lambança feita nos mercados financeiros que, até ontem, eram prova máxima do "engenho criativo" e do "espírito animal" do capitalismo.

Por isso, um olho no gato e outro no peixe. Estamos em melhores condições de enfrentar esta crise, em alguma medida porque o atual governo (especialmente no segundo mandato) adotou políticas distintas do receituário clássico neoliberal. Mas o tamanho da crise não permite discursos ingênuos sobre o "tamanho das reservas", nem crenças tolas nos supostos bons procedimentos das grandes empresas nacionais.

Do que precisamos é dobrar a aposta no mercado interno e na integração continental; estabelecer controles sobre a entrada e saída de capitais; alterar a política de juros; fortalecer pesadamente o Estado e a soberania nacional sobre os recursos estratégicos, por exemplo, ampliando o controle da União sobre as ações da Petrobrás. Medidas em defesa das maiorias, o que inclui manter e ampliar as políticas sociais e as políticas orientadas ao desenvolvimento econômico.
O sonho nada secreto da direita é realizar, em 2009-2010, aquilo que eles desde 1989 diziam que aconteceria durante o governo Lula: o caos, a crise, o desgoverno. É preciso lembrar que a crise atual foi provocada pelas políticas que eles sempre defenderam; e que o Brasil está mais protegido, porque recusou estas políticas. Ou ninguém se lembra da Alca?

Não basta, entretanto, lembrar que estávamos certos nas batalhas ideológicas de ontem e seguimos certos nas de hoje. É preciso, também, travar a batalha do futuro, acerca do redesenho da ordem internacional. E fazê-lo de uma perspectiva socialista, pois afinal de contas o que está aí é uma crise do sistema capitalista. E só nós faltava, na hora da crise, ajudar o bicho a se levantar de novo.

Valter Pomar
Secretário de relações internacionais do PT

ver.itamarsantos@terra.com.br
Publicado no www.melhordetodos.com.br em 10/10/08.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

O tostão X o milhão.

Primeiramente quero agradecer a todos e a todas que votaram em mim, bem como aqueles (as) que me ajudaram de uma forma ou outra nesta campanha eleitoral. Muito Obrigado!!!!

Com uma campanha do tostão contra o milhão, eu enfrentei uma campanha árdua e desleal onde o capital se manteve a frente da boa política.

O eleitorado contaminado pelo discurso fácil da grande mídia de que “todo político é ladrão” acabou se traído e votou naquele(s) que mais utilizaram de expedientes incluídos no rol de crimes eleitorais sendo co-autores desse mesmo ato ilícito.

Numa eleição desfigurada pelo uso de muito dinheiro, houve abuso do poder econômico de diversos candidatos com campanhas milionárias financiadas sabe-se lá por que tipo de “investidores”. No meu caso foi muito difícil atingir o número necessário de votantes para que fossemos eleito.

Nossa campanha foi muito simples onde os companheiros e companheiras que nos ajudaram voluntariamente, nas horas de folga dos seus trabalhos, fizeram um belíssimo trabalho que fez com que atingíssemos 551 votos.

Espero que os eleitos para o Legislativo Viamonense possam honrar a nossa cidade denunciando toda e qualquer ilicitude que possa ocorrer nos poderes públicos locais. Assim sendo deixaremos de assistir cenas vergonhosas como as noticiadas nos jornais de grande circulação estadual, denunciadas pelos próprios participantes de tal crime eleitoral no instante em que foram encerrados os trabalhos de apuração dos votos.

Além desse fato lastimável e que chegou até ao conhecimento da Justiça, há muitos outros que provavelmente tenham acontecido e não são de conhecimento das autoridades, como o pagamento de “cabos eleitorais”, o transporte de eleitores no dia do pleito, distribuição de “brindes” dos mais diversos tipos, enfim, essa foi a eleição mais capitalista que já participei.

Infelizmente a Justiça Eleitoral proibiu varias formas de abuso do poder econômico, mas deixaram de fora outras tantas que foram amplamente utilizadas e não foram fiscalizadas.

Espero também que a nossa população possa analisar melhor as propostas apresentadas durante o processo eleitoral porque sempre haverá eleições e o povo que acha que está vendendo o seu voto está profundamente enganada devida esta venda não ter nota fiscal e assim sendo não poderá reclamar ou trocar de produto (vereador).

A Câmara de Vereadores será pelos próximos quatro anos a cara da maioria da população viamonense porque mais de 111 mil eleitores (as) votaram em algum candidato (A) de algum Partido político que contribuiu com a eleição dos mais votados.

Caberá aos Partidos políticos avaliar melhor a idoneidade de seus filiados e possíveis candidatos e a sociedade exigir que seja realizada urgentemente uma grande Reforma Política onde seja exigido dos Partidos e de seus partidários fidelidade programático-partidária, o fim das coligações e financiamento público de campanhas. Só assim teremos eleições democráticas, caso isso não aconteça, o tostão sempre será engolido pelo milhão.

ver.itamarsantos@terra.com.br

6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

A Igreja Matriz de Viamão.
Referência de um Povo.

As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

CHÊ
O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

Bandeira do nosso time.

Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

fidel
Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

Charges que falam por si!!!!
Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

Ataque aos Trabalhadores I
Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

Ataque aos Trabalhadores
Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS
Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

Assassinato de São Gabriel
Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

A Guerra.
BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

E o Congresso?
Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.