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Rio Grande do Sul

sábado, 18 de outubro de 2008

Saúde, direito de todos! Dever do Estado.

Já se passaram 20 anos de muitas lutas para que a cada dia reafirmarmos este princípio constitucional “Saúde, direito de todos; dever do Estado”. Direito este totalmente contrário àqueles que se orientam pelo ideário neoliberal que tem como projeto político-ideológico o desmonte do Estado e a retirada de conquistas como o SUS arduamente conquistado na Constituição Federal de 1988.

Ao vasculharmos a história brasileira podemos notar que a política de saúde sempre foi subordinada à política econômica, portanto, estabelecedora de modelos.

Nos primórdios do século XX, havia o modelo sanitarista-campanhista que se caracterizou por práticas sanitárias voltadas para a expansão do setor agro-exportador promovendo o controle de endemias e epidemias para saneamento dos espaços onde circulavam as mercadorias de exportação e de combate às doenças transmissíveis para controle daquelas que prejudicavam a exportação do café.

Entre os anos 50 e 70, houve no Brasil a aceleração da industrialização e com isso era importante manter os trabalhadores saudáveis, para que isso fosse possível surge a Medicina Previdenciária e o modelo médico-assistencial privatista.

Neste modelo privatista a um limite, ou seja, o atendimento era oferecido somente àqueles que estavam trabalhando formalmente em detrimento do atendimento coletivo que privilegia as ações coletivas de promoção, prevenção, recuperação e proteção à saúde.

Os recursos da então Previdência Social eram investidos na assistência médica individual para permitir o rápido retorno ao trabalho dos empregados doentes ou acidentados. Percebemos nesta pratica que o dinheiro recolhido dos trabalhadores estava a serviço dos ricos industriais.

Nestes últimos 20 anos a resistência a esse modelo excludente está presente na luta dos movimentos populares, sindical, das mulheres, nas organizações setorial de saúde, no movimento pela Reforma Sanitária que culminaram na garantia constitucional de que a Saúde é um direito de todos e dever do Estado.

Estado representado pela União, Estados e Município onde cada um tem o dever de manter financeiramente o SUS como sistema universal que valoriza a vida.
Com a implementação do SUS a saúde pública se desvincula da lógica econômica para ser vinculada a uma visão coletiva e universal onde a figura do Estado tem papel fundamental por isso é dever desses entes manterem o atendimento universalizado e de qualidade.

Atualmente ainda passamos por vários problemas relacionados à falta de atendimento e de vagas nos hospitais e alem disto há também falta de médicos, especialmente em cidades das regiões metropolitanas como a cidade de Viamão.

Para que este problema comece a ser solucionado será necessário que haja uma forte reação da sociedade, a começar pela introdução de mecanismos que oriente a todos os formandos de medicina a contribuírem com a saúde pública do país, trabalhando e estagiando em Unidades de Saúde em municípios pobres e necessitados.

Para termos uma pequena idéia, a remuneração inicial de um (a) médico (a) na PMV é em torno de R$ 4.000,00 para uma carga horária de 15 hs semanais e no Hospital de Viamão é de R$ 360,00 por cada plantão de 12 hs. Como se vê é uma boa remuneração, portanto a classe médica deve se comprometer mais com a saúde pública, principalmente aqueles que cursaram uma Universidade Pública.


ver.itamarsantos@terra.com.br

Publicado no www.melhordetodos.com.br em 16/10/2008.

Teus alunos serão os meus abrigados.

Na edição de ZH de 11 de setembro de 2008, li um artigo com o titulo “Para onde irão nossos alunos”, de autoria da Pedagoga, Psicopedagoga e Supervisora Escolar Graciela Costa da Silva que retrata perfeitamente a realidade vivida nas escolas e nas Instituições Públicas responsáveis pela reeducação de jovens em conflito com a lei (infratores).

Com propriedade a educadora torna público aquilo que toda a sociedade gaúcha sabe e faz que não vê, ou seja, a falta de regras e de limites da juventude e para a juventude.

Falta esta constatada em todas as classes sociais fique bem claro, ora casos como da jovem que matou os pais com auxilio do namorado e do jovem universitário preso recentemente aqui em Santa Maria que matou o pai e a madrasta.

Mas, nas escolas e nas instituições como a Fase e a Funpergs, herdeiras da extinta FEBEM há como regra a falta destas e de limites.

Na Fase-Fundação de Atendimento Sócio educativo há regras e limites impostos pela estrutura prisional onde as grades são um forte aliado dos (as) monitores (as), educadores diretos destes jovens e os quais correm mais ricos entre aqueles servidores que atendem nestas instituições.

Relatos de colegas dão conta que atualmente a manutenção dos serviços prestados a esses jovens está sendo precarizado pelo Governo do Estado a ponto de não haver papel higiênico para ir ao banheiro, além das casas estarem super lotadas com celas que abrigam um jovem, terem três ou mais ocupando o mesmo espaço.

Sou monitor da Funpergs-Fundação de Proteção especial do Rio Grande do Sul criada com o objetivo de atender crianças e adolescentes em vulnerabilidade social, ou seja, crianças abandonadas por suas “famílias” ou de rua.

Objetivo este deslocado do idealizado, tendo em vista que temos em nossos abrigos residenciais adolescentes cumprindo medidas sócio-educativas encaminhadas pelo Juizado da Criança e da Juventude derivadas de pequenos furtos, agressões, tráfico e consumo de drogas juntas com crianças abandonadas e portadoras de necessidades especiais.

Com a criação da Fundação de Proteção foi desativado os grandes abrigos atendendo uma das diretrizes do ECA, mas para que isto fosse possível o Estado alugou casas residenciais nos mais diversos bairros de POA as quais não comportam o numero elevado de ocupantes onde há em média 15 crianças de zero a dezoito anos e mais 8 ou 10 servidores por dia causando sérios problemas estruturais no imóvel e o que é bem pior; o relacionamento entres os(as) abrigados(as) fica complicado por estarem na fase de descobertas corporais e comportamentais.

Além disto, há uma falta de regras e de limites amenizadas por parte de uma equipe técnica e de diretores (as) incapazes de resolverem a problemática enfrentada pela criançada, chegam ao desplante de verbalizarem que as insubordinações e tentativas de agressões por parte dos abrigados (as) contra os servidores não passam de “coisa de criança” ou do tipo: “Você não saber cuidar de menina, porque só tem filho homem”.
Na Funpergs a mistura de medidas sócio-educativas promovidas pelo Juizado da Criança e da Juventude e a falta de regras e limites como brinde por não atender a demanda da gurizada atenuadas pelos técnicos são os maiores problemas enfrentados pelos servidores que os atendem e que na maioria dos casos são desautorizados pelos seus superiores na frente das crianças.

Finalmente quero fazer coro com o que disse a educadora Graciela; de que é urgente restabelecermos regras de disciplina e de convívio social em nossa escolas e em nossos abrigos as quais já constam no ECA, basta fazer uma releitura deste importante instrumento legal e trabalhando em conjunto as causas do abandono e desta violência aparentemente imotivada.

Nesta lógica a família tem que ser tratada e reestrutura; se isso não acontecer os alunos da Professora Graciela serão no futuro os meus abrigados ou os infratores da Fase.

ver.itamarsantos@terra.com.br

Publicado na ZH de 12 de setembro de 2008.

Publicado no www.melhordetodos.com.br em 10/10/2008.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Karl Marx manda lembança!!!

*Karl Marx manda lembrança.

O que estamos vendo não são erro nem acidente. Mais uma vez, os Estados tentarão salvar o capitalismo da ação predatória dos capitalistas. Em meados do século 19, Karl Marx já havia revelado como este jogo se dá.

As economias modernas criaram um novo conceito de riqueza. Não se trata mais de dispor de valores de uso, mas de ampliar abstrações numéricas. Busca-se obter mais quantidade do mesmo, indefinidamente. A isso os economistas chamam "comportamento racional". Dizem coisas complicadas, pois a defesa de uma estupidez exige alguma sofisticação.

Quem refletiu mais profundamente sobre essa grande transformação foi Karl Marx. Em meados do século 19, ele destacou três tendências da sociedade que então desabrochava:

(a) ela seria compelida a aumentar incessantemente a massa de mercadorias, fosse pela maior capacidade de produzi-las, fosse pela transformação de mais bens, materiais ou simbólicos, em mercadoria; no limite, tudo seria transformado em mercadoria;

(b) ela seria compelida a ampliar o espaço geográfico inserido no circuito mercantil, de modo que mais riquezas e mais populações dele participassem; no limite, esse espaço seria todo o planeta;

(c) ela seria compelida a inventar sempre novos bens e novas necessidades; como as "necessidades do estômago" são poucas, esses novos bens e necessidades seriam, cada vez mais, bens e necessidades voltados à fantasia, que é ilimitada. Para aumentar a potência produtiva e expandir o espaço da acumulação, essa sociedade realizaria uma revolução técnica incessante. Para incluir o máximo de populações no processo mercantil, formaria um sistema-mundo.



Para criar o homem portador daquelas novas necessidades em expansão, alteraria profundamente a cultura e as formas de sociabilidade. Nenhum obstáculo externo a deteria.

Havia, porém, obstáculos internos, que seriam, sucessivamente, superados e repostos. Pois, para valorizar-se, o capital precisa abandonar a sua forma preferencial, de riqueza abstrata, e passar pela produção, organizando o trabalho e encarnando-se transitoriamente em coisas e valores de uso.

Só assim pode ressurgir ampliado, fechando o circuito. É um processo demorado e cheio de riscos. Muito melhor é acumular capital sem retirá-lo da condição de riqueza abstrata, fazendo o próprio dinheiro render mais dinheiro.

Marx denominou D - D” essa forma de acumulação e viu que ela teria peso crescente.

À medida que passasse a predominar, a instabilidade seria maior, pois a valorização sem trabalho é fictícia.

E o potencial civilizatório do sistema começaria a esgotar-se: ao repudiar o trabalho e a atividade produtiva, ao afastar-se do mundo-da-vida, o impulso à acumulação não mais seria um agente organizador da sociedade.

Se não conseguisse se libertar dessa engrenagem, a humanidade correria sérios riscos, pois sua potência técnica estaria muito mais desenvolvida, mas desconectada de fins humanos.

Dependendo de quais forças sociais predominasse, essa potência técnica expandida poderia ser colocada a serviço da civilização (abolindo-se os trabalhos cansativos, mecânicos e alienados, difundindo-se as atividades da cultura e do espírito) ou da barbárie (com o desemprego e a intensificação de conflitos). Maior o poder criativo, maior o poder destrutivo.


O que estamos vendo não são erro nem acidente. Ao vencer os adversários, o sistema pôde buscar a sua forma mais pura, mais plena e mais essencial, com ampla predominância da acumulação D - D".

Abandonou as mediações de que necessitava no período anterior, quando contestações, internas e externas, o amarravam. Libertou-se. Floresceu. Os resultados estão aí. Mais uma vez, os Estados tentarão salvar o capitalismo da ação predatória dos capitalistas. Karl Marx manda lembranças.

*CESAR BENJAMIN, 53, editor da Editora Contraponto e doutor honoris causa da Universidade Bicentenária de Aragua (Venezuela), é autor de "Bom Combate" (Contraponto, 2006).

ver.itamarsantos@terra.com.br

terça-feira, 14 de outubro de 2008

A CRISE.

A coluna do jornalista David Coimbra, pág. 3, de ZH, desta sexta-feira 10 de outubro de 2008 faz um balanço muito interessante sobre as posições ideológicas de jornalistas e dos proprietários da chamada grande imprensa amarrando ao final com a séria crise econômica provocada pelos caloteiros norte-americanos.

Mas o caro jornalista se esqueceu de frisar que não há mais jornalistas comunistas nas redações dos grandes jornais pela simples imposição patronal ditada pelo tal mercado que com a atual crise deixa de ser um ente invisível para mostrar sua cara que todos sabiam e não tinham ordens para denunciá-la.

Concordo caro jornalista que os bilhões de dólares rapidamente dispensados aos banqueiros são mais um dos tantos desfalques já cometidos contra os trabalhadores e as trabalhadoras de todo o mundo (inclusive os jornalistas) e mais uma vez vemos que os capitalistas de qualquer estirpe querem o que sempre tiveram: estatizar os seus prejuízos.

Pegar dinheiro do BNDES a juros baixíssimos para socorrer banqueiro e latifundiário pooode!!!!


Investir no combate a pobreza através da Bolsa Família é paternalismo; isso não pooode!!!

O Governo do nosso Presidente Lula, infelizmente não foge a regra dos grandes países especuladores e corre para “socorrer” o agronegócio, os exportadores e os banqueiros.

Ser capitalista assim é uma beleza, diria certa deputada, não há risco; eles especulam enquanto os Governos com o dinheiro do povo pagam a conta.

Não haveria nada de mal nisto se estes “senhores” pagassem o mesmo juro que ganham com os seus negócios e tivessem o compromisso de não demitirem em massa utilizando-se da desculpa da “crise”.

No Governo o compromisso deve ser de que não haverá corte no orçamento público em especial na saúde, educação, previdência social e nas políticas de combate a pobreza.

Mas o que chega ao conhecimento da plebe é que não há garantias porque alguns “formadores de opinião” estão interessados em manterem intocáveis as ditas políticas de “liberdade de mercado” em detrimento dos jornalistas, dos professores, dos brigadianos, dos monitores, das crianças, dos idosos e de todos aqueles que trabalham dia a dia sem especular e nem explorar ninguém.

Para finalizar caro jornalista; o caminho com certeza não é o do meio, pois vivemos em um mundo em que há somente dois lados: o lado dos ricos exploradores (banqueiros, latifundiários, multinacionais, etc...) e o lado dos pobres, o nosso, onde estão os brigadianos, os pedreiros, os professores e toda a classe trabalhadora assalariada que sempre paga a conta.

Enquanto o lado que paga a conta não ser invertido não haverá liberdade com democracia.

ver.itamarsantos@terra.com.br

Noticias do CEPERS Sindicato.

De: Sec.Geral secgeral@cpers.org.br>


GOVERNADORA YEDA DESPEJA COM VIOLENCIA, DE NOITE, PROFESSORES EM FGREVE DEFOME, POR ATRAZO DE 9 meses de salario..
13.10.2008 - 20h45


BATALHÃO DE OPERAÇÕES ESPECIAIS DESPEJA EDUCADORES EM JEJUM

Educadores de áreas da Reforma Agrária que realizam Jejum por melhores condições de ensino na Secretaria de Educação foram despejados no início da noite pelo BOE-Brigada Militar.


A Governadora do Estado e a Secretaria de Educação acionaram o Batalhão de Operações Especiais da Brigada Militar para despejar os Vinte e Sete educadores de áreas de reforma agrária que realizam jejum no prédio da SEC.


Pouco antes do despejo, os educadores foram recebidos em audiência pela Secretária de Educação, que comprometeu-se com parte do pagamento dos salários nove meses atrasados e com uma nova audiência em vinte dias.


Os educadores anunciaram que se retirariam do prédio, mas prosseguiriam o jejum fora da estrutura administrativa. Mesmo assim, a Brigada Militar despejou os manifestantes por volta das 19h30.


Os educadores iniciaram o jejum em protesto pelos nove meses sem salários e pela falta de estrutura nas escolas itinerantes dos acampamentos, onde as crianças não contam com livros, cadernos ou materiais didáticos.


Não é a primeira vez que o Governo do Estado age com intolerência com educadores ou com trabalhadores Sem Terras. Trabalhadores da educação do CPERS-Sindicato já foram algemados e estudantes agredidos no mesmo prédio no ano passado.


Neste ano, o Governo do Estado reduziu 8,3 mil turnos em escolas públicas, com a enturmação e multisseriação.

O processo de "enturmação" usou 47,9 mil turmas para agrupar 1,3 milhão de alunos. No mesmo período, a SEC fechou ou transferiu às prefeituras 122 instituições — a maioria localizada em áreas rurais.

Além disso, a Governadora Yeda Crusius se recusa a implementar o piso nacional do Magistério e em cumprir a Constituição Federal que exige 35% das verbas para educação, orçando apenas 26% para 2009.

Noticias do MST.

Fonte: "Setor de Comunicação MST RS"


EDUCADORES INICIAM JEJUM EM DEFESA DAS ESCOLAS ITINERANTES.


EDUCADORES DA REFORMA AGRÁRIA INICIAM JEJUM NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO


Vinte e Sete professores de áreas de reforma agrária iniciam, às 15h30,
uma greve de fome por melhores condições nas escolas itinerantes.

Há nove meses sem salários, os educadores de reforma agrária de nove
acampamentos do Rio Grande do Sul iniciam nesta segunda-feira, às 15h30,
uma greve de fome por melhores condições de trabalho nas escolas
itinerantes.

As escolas itinerantes foram criadas no Rio Grande do Sul há doze anos e
são reconhecidas pelo Conselho Estadual de Educação e seu funcionamento
é de responsabilidade do Governo do Estado, como qualquer escola pública.

Além da falta de pagamento dos educadores, as escolas itinerantes convivem com a falta de material didático e merenda escolar.

A situação das Escolas Itinerantes é resultado da política educacional
do Governo do Estado.

Em um ano, a SEC fechou ou transferiu às prefeituras 122 instituições — a maioria localizada em áreas rurais.

O processo de "enturmação" usou 47,9 mil turmas para agrupar 1,3 milhão de alunos. Além de fechar núcleos de educação de jovens e adultos,bibliotecas e laboratórios nas escolas e de se recusar a adotar o piso nacional do magistério.

A proposta orçamentária do Estado para 2009, não cumprirá a determinação da Constituição Federal que exige 35% das verbas para educação, orçando apenas 26%. Todos os cortes atingem de forma mais grave as escolas de áreas rurais.

Noticia da AGAPAN

Amigos,



Agradecemos os apoios recebido pelo Movimento em Defesa da Orla do Guaíba, contra a privatização de seu uso e descaracterização da paisagem da cidade, enfatizamos a necessidade de que vocês entrem nesta luta de corpo presente, com pessoas, faixas, e muita disposição para vencer.



Nesta quarta-feira, dia 15, será votada a emenda que pretende alterar a legislação municipal sobre a Ponta do Melo, a fim de permitir a construção da muralha de concreto que é chamada de Pontal do Estaleiro – seis edifícios com volumetria similar ao nosso Hospital de Clínicas, cada um!



Essa votação pode ocorrer a qualquer momento, a partir das 14 horas.



Decidimos, portanto, montar uma vigília ao prédio da Câmara, com acampamento, material expositivo e cidadãos de Porto Alegre, para aumentar nossa visibilidade, nossa capacidade de pressão e exercer o direito do cidadão comum ser ouvido .




Precisamos – repetimos – da presença física de vocês, de suas entidades, para termos sucesso na empreitada.




A vigília começa às 8 horas da manhã e se estende todo o dia. Às 14 horas, precisamos de um bom contingente para lotar o plenário da Câmara. Podem trazer a família inteira e os vizinhos, e desfrutar de alguns momentos de descontração e camaradagem no acampamento, antes do horário de votação, acertando e articulando novos passos – porque a luta ambiental e do direito do cidadão ser ouvido vai longe, esta é apenas a primeira grande batalha.





As novas gerações, especialmente as futuras, esperam isso de nós para termos uma cidade melhor, mais justa e com melhor qualidade de vida!




NÃO ESQUEÇAM: QUEM CALA, CONSENTE.



Saudações








Fórum Municipal de Entidades
Porto Alegre RS

Ainda não temos página na internet. Por enquanto acesse os Blogs:


Porto Alegre Vive: http://poavive.wordpress.com/

Amigos da Rua Gonçalo de Carvalho:http://goncalodecarvalho.blogspot.com/
Ong Solidariedade

Viva Gasometro
Rio Guahyba
Agapan:http://agapan.blogspot.com/

6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

A Igreja Matriz de Viamão.
Referência de um Povo.

As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

CHÊ
O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

Bandeira do nosso time.

Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

fidel
Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

Charges que falam por si!!!!
Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

Ataque aos Trabalhadores I
Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

Ataque aos Trabalhadores
Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS
Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

Assassinato de São Gabriel
Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

A Guerra.
BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

E o Congresso?
Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.