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quinta-feira, 26 de abril de 2007

As Máfias.

No mês de abril de 2007 as atividades de caça aos mafiosos renderam prisões de gente graúda, principalmente aquelas efetuadas pela policia federal na chamada “operação furacão” a onde foram presos renomados juizes até então livres de qualquer suspeita. A lógica nos diz que juízes deveriam ser pessoas de conduta altamente ilibada e acima de qualquer suspeita, mas a realidade é outra onde nos deparamos com mais outros tantos que freqüentaram a cadeira de corrupção na mesma faculdade do ex-juiz Nicolau, o famoso “juiz lalau”.
Notícias veiculadas na RBS TV e no jornal Zero Hora entre os dias 05 e 13 de março de 2007 revelaram um esquema de “fura filas” na marcação ou agendamento de consultas pelo SUS. As matérias davam conta de que assessores de deputados estaduais estariam obtendo vantagens nos agendamentos de consultas especializadas e internações em grandes hospitais da capital privilegiando assim os seus indicados em detrimento daqueles que esperam longo tempo nas listas de espera da central de marcação de consultas.
As informações que se tem são de que esse golpe vem sendo praticado desde 2003, o que provocou o encaminhamento de representação ao Ministério Público Estadual pelas bancadas do PT, do PSB e do PC do B(os últimos que tentam ficar na esquerda e ao lado do povo) em conjunto com o Sindisepe, o Conselho Estadual de Saúde, o Sindisaúde, a Federação dos Trabalhadores em estabelecimentos de Saúde, o Sindicato dos Médicos e o Grupo Hospitalar Conceição, solicitando investigação das denuncias de fraude no SUS.
Outra denuncia gravíssima, mas que não teve a mesma repercussão é referente ao lobby dos laboratórios farmacêuticos que pressiona o governo, pagam viagens para médicos e utilizam armadilhas para enrolar o SUS. A enrolação começa pela política de reajuste dos preços de medicamentos que deveriam ser controlados pelo governo que em março deste ano autorizou uma majoração de 3,02% de acordo com o índice definido pela Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED).
Até que seria ótimo se fosse só esse o reajuste, mas não é bem assim. Segundo pesquisa do Instituto de defesa dos Usuários de Medicamentos (Idum) demonstra que os 400 medicamentos que deveriam ser controlados pelo governo federal sofreram aumentos de até 49,44% entre abril de 2006 e março de 2007, enquanto a inflação oficial do período foi de 3%.
Esses números comprovam que a indústria farmacêutica não está sob controle do governo federal e os seus lucros permanecem os mesmo inclusive nos medicamentos ditos como essenciais, como é o caso dos medicamentos genéricos.
O lobby das indústrias farmacêuticas exerce grande pressão não só dentro dos governos, mas também dentro das faculdades de medicina e sobre os médicos patrocinando eventos ou custeando viagens aos médicos; o mesmo exercido pelos fabricantes de agrotóxicos dentro das faculdades de agronomia. Essa promiscuidade se dá por incapacidade e falta de investimento do governo nesses estabelecimentos de ensino que deveria qualificar nossos futuros médicos, mas acabam é colaborando para o aumento das vendas e dos lucros dessas verdadeiras sanguessugas do SUS.
Essa estratégia dos laboratórios é econômica, pois pressiona os médicos a prescreverem seus remédios ao invés de receitarem os medicamentos genéricos ou nos casos dos atendimentos pelo SUS os pacientes que são medicados por médicos que indicam medicamentos que não estão nas listagens do Sistema entram na justiça para obrigar que o governo adquira a marca prescrita encerrando assim a armadilha.
Os laboratórios que são todos estrangeiros praticam livremente o que bem entendem sem serem molestados por quem quer que seja ao passo que os governantes se fazem de cegos e surdos para não importunar a sangria das multinacionais. O caminho correto para enfrentar essa situação seria um forte investimento dos governos nas áreas que proporcione as populações condições de se prevenirem, investindo em saneamento básico, educação; trabalho para que as pessoas não adoeçam com freqüência e uma forte investida contra a corrupção conjuntamente com uma política de quebra de patentes de medicamentos com alto custo, os chamados medicamentos especiais.
Outra polemica que chama a atenção é a interminável pendenga entre médicos e enfermeiros, através do COREN-RS versos AMRIGS, CREMERS e SIMERS onde as entidades que “representam” os médicos (as) renegam a todo custo, agora com liminar judicial, o livre exercício da enfermagem. A pendenga encontra-se, a meu ver, na formação recebida nas cadeiras universitárias que ao longo do tempo formou médicos como se fossem unipotentes e estes não querem abrir mão desses “poderes” dividindo as atribuições com os enfermeiros (as) somando assim para a melhoria do atendimento a população.
Essa formação fez com que houvesse um esquecimento; de que ao lado está uma categoria tão capacitada quanto à categoria medica onde os enfermeiros (as) são capacitados para desenvolver atividades multi e interprofissionais elencadas na Portaria 648/GM/2006 e que em hipótese alguma virá a substituir a figura medica.
A conclusão inevitável a que chego é que “as máfias” têm varias facetas podendo ser criminosas ilegais e criminosas legais, portanto cabe a nós usuários dos sistemas públicos em geral estarmos sempre alerta para as armadilhas que todos os dias tentam nos aplicar e dispostos a também pressionar os governantes a serem valentes lutadores dos interesses populares.
E que o branco dos jalecos de enfermeiras (os) e de medicas (os) sirva para decretar a paz na saúde publica, assim sendo os vencedores de qualquer disputa que possa ter será sem duvida alguma os usuários do SUS, o melhor plano de saúde já inventado.
Viamão 26 de abril de 2007.
veritasantos@brturbo.com.br

terça-feira, 24 de abril de 2007

Yeda mente.

Cento e poucos dias foi o tempo necessário para que a governadora eleita sob a promessa de “não privatização que isso era coisa do passado” e de que o seu “novo jeito de governar” não contemplava essa pratica. Mentisse descaradamente, deixando assim cair a mascara de “boa moça e de respeitável senhora”.
Sua campanha foi comprometedora e emblemática tendo em vista a promessa de não vender o Banrisul, um dos Bancos públicos que mais lucro dá no país. Mas a mentira foi descoberta no dia 24 de abril de 2007 com o anuncio de primeira pagina dos jornais locais onde a manchete estampada é: “Banrisul anuncia capitalização”.
Capitalização ou publicização são sinônimos de privatização e, portanto a venda de ações do Banrisul significa privatizar o que hoje é totalmente patrimônio público. Se hoje os gaúchos detêm, praticamente, 100% do Banrisul, a venda de ações para investidores privados reduzirá a participação pública, tornará privada uma parte do Banco, de seus resultados e, a depender do modelo adotado, as prioridades de sua atuação.
O processo de privatização já foi deflagrado e deverá render aos cofres estaduais cerca de 1,8 milhões de reais, casualmente o valor do déficit do Estado.
Há varias formas de se vender um banco, estudos técnicos nos apontam duas delas. * Emissão de Novas Ações: Novas ações são colocadas no mercado em busca de investidores. Os recursos arrecadados são de propriedade do Banco, devendo ser destinados para aumentar o seu patrimônio. Assim, o Estado reduz sua participação na medida das aquisições privadas. * Venda das Ações Existentes: O Estado vende as ações que já possui, tornando privada esta parte do Banco. Os recursos entram nos cofres do Estado e não fortalecem o Banco.
* Podem ser feitas as duas formas, sem contradição. Combinadas, reforçam o aumento de investidores privados no capital do Banco, reduzindo a participação do Estado. Destaque-se, que por limitação Constitucional, para vender mais de 50% das ações haverá necessidade de plebiscito, posto que assim o Estado deixasse de ter o controle majoritário.
Se o aumento de Capital é importante para o Banco, fazê-lo com capital privado traz implicações. O único objetivo do capital privado é obter lucro. No caso de um banco, se for necessário, faz-se financiamentos.
Mas se for mais rentável e menos arriscado, busca-se o lucro sem fazer financiamentos. Portanto, com capital privado, mesmo que minoritário, o Banrisul passaria a ser pressionado para ter cada vez mais lucro.
Financiamentos à produção não são rentáveis, pois requerem prazos longos, taxas baixas e, nem sempre têm total garantia de retorno. O Banco sofreria pressão para não fazer financiamentos à produção.
Assim, haveria prejuízo para a economia do Estado, perdendo o Banrisul como instrumento de fomento.
○ Serviços não rentáveis: igualmente, serviços não lucrativos, mas essenciais socialmente, tendem a desaparecer do banco. Clientes de baixa renda, como da Conta Cidadania, PRONAF para agricultura Familiar, Microcrédito orientado, são exemplos de serviços 'não rentáveis' sob o ponto de vista do lucro privado.
○ Agências em pequenos municípios: locais onde há pouca captação ou tomada de recursos, tendem a não ser rentáveis. Logo, desprezados pela atividade que busca o lucro privado.
○ Participação de Bancos Privados no capital: as ações do Banrisul poderão ser compradas por outros bancos, inclusive estrangeiros (com alguma restrição para estes). Se a compra de ações permitirem influência direta na gestão (não sabemos qual o modelo da governadora Yeda), pode o Banrisul ser pressionado a enfraquecer operações que sejam do interesse dos outros bancos.
O conjunto das implicações acima será mais ou menos relevante de acordo com o modelo que vier a ser adotado na venda das ações e na gestão do banco. Se o governo ceder espaço na gestão do banco para os investidores privados, tais implicações tendem a ser agravadas, comprometendo definitivamente o papel do
Banco público.
Mesmo que o governo Yeda não encaminhe, imediatamente, a venda do controle acionário, existe o risco de que ceda parte da gestão do banco para setores privados. Esta possibilidade poderia ser usada para tornar atrativa a compra de um volume significativo de ações por algum outro banco.
Se o estado se desfizer de suas ações, privatizando-as, não estará fortalecendo o banco. Primeiro, o governo consumiria o patrimônio do Banco. Depois, deixaria de receber ou teria que dividir os resultados anuais.
Nos últimos 4 anos o Banrisul contribuiu com R$ 711 milhões para o caixa Estado. Recursos, que poderiam ter capitalizado o Banco, aumentando sua capacidade de desenvolver o Estado e de gerar mais recursos.
Banco Lucrativo: Ter resultado financeiro positivo é importante. Seja para o Banco crescer, seja para contribuir com o caixa do Estado. Mas este está longe de ser o objetivo primordial de um Banco Público. Tampouco o objetivo deve ser de lucro máximo. Os resultados econômicos e sociais de financiamentos e serviços prestados são, no mínimo, igualmente relevantes. Portanto, na medida em que o banco for pressionado para atuar só em atividades de maior rentabilidade, a economia e o povo gaúcho serão os perdedores.
Consumir o Patrimônio dos Gaúchos: Segundo o próprio governo, os recursos da venda das ações seriam destinados para um 'fundo de aposentadorias'. Ou o recurso ficaria parado para aposentarias futuras (como sugeriu a governadora na campanha) ou seria imediatamente gasto (como sugeriu o Secretário da Fazenda).
Para se ter uma idéia o governo vai arrecadar cerca de R$ 1,8 bilhão na privatização. Só em 2006 o déficit na previdência do Estado foi R$ 4 bilhões. Os gaúchos já viveram esta história no governo Britto. O dinheiro das privatizações iria sanear o estado e formar um fundo de aposentadoria para o Magistério. As privatizações ocorreram o estado não foi saneado e o fundo do magistério desapareceu.
Sob o argumento de fortalecer o Banrisul está em curso sua privatização, com enfraquecimento do Banco público e de seu papel no desenvolvimento do Estado.
A falta de transparência e a ausência de compromisso da governadora não dão garantias de que, com a participação do setor privado, o banco não deixará de cumprir suas funções de banco público, comprometido com o desenvolvimento do RS. Isto, se a intenção não for de privatizar totalmente o banco. A venda de ações que já pertencem ao estado, não fortalecerá o banco e seus recursos seriam consumidos sem resolver a crise financeira do governo.
Viamão 24 de abril de 2007.
#Fonte: Assessoria técnica da coordenadoria da bancada de deputados estaduais do PT.
veritasantos@brturbo.com.br

1° de Maio.

O 1° de maio é uma data em que o apelo comercial fica prejudicado, haja visto que não se comemora nada, não é uma data festiva e sim é uma data para lembrar aqueles que no passado tombaram para defender os direitos que o conjunto dos trabalhadores de hoje usufruem.
Alem de fazer essa reflexão das lutas do passado é também o momento de manter a classe trabalhadora mobilizada e preparada para enfrentar as lutas que estão por vir. E que são muitas.
Sempre nesta época os teles jornais, em especial os da rede globo, representante mor do capitalismo nacional e internacional através do seu casal de apresentadores, William Bonner e Fátima Bernardes, atores gabaritados em introgetar sentimentalismos nas cabecinhas menos desavisadas. Nesta semana que antecedeu o dia dos trabalhadores apresentaram uma serie de reportagens sobre o trabalho, o desemprego e as implicações que os direitos trabalhistas têm na relação entre eles e o “trabalho informal”.
Com uma plástica perfeita a dupla de atores apresentaram a reportagem passando ao publico como se os altos índices de “trabalhadores informais” fossem por culpa dos “impostos”, ou seja, direitos dos trabalhadores.
Diretos como: auxilio doença, aposentadoria ou pensão por morte do cônjuge, férias com 1/3 do salário a mais e 30 dias de gozo por ano de trabalho na mesma empresa, descanso remunerado, 13° salário, pagamento de horas extras para trabalho extraordinário, licença maternidade e paternidade. E em caso de demissão sem justa causa aviso prévio de 30 dias, multa de 40% do montante dos depósitos do FGTS e saque do total depositado neste fundo e seguro desemprego. Direitos esses arduamente conquistados.
A hipocrisia é tão escancarada que a verdade está sendo omitida para aumentar os lucros das empresas, onde estas não pagam os direitos trabalhistas. Mas o custo final de seus produtos continua o mesmo porque eles não descontam esses percentuais do preço final da mercadoria, castigando cada vez mais os trabalhadores que pagam os seus direitos por já estar embutido nos preços do arroz e do feijão, enfim em tudo que é consumido por nós.
Do total de pessoas que trabalham de alguma forma 46,6% tem carteira assinada e os outros 53,4% estão na “informalidade, segundo o mesmo jornal. Somente com esse dado podemos perceber que a sonegação dos direitos dos trabalhadores é infitamente superior aos “gastos” atribuídos aos patrões.
Segundo pesquisa de emprego e desemprego realizada pelo DIEEESE em conjunto com a FEE, FGTAS/Sine-RS, SEADE-SP e com o apoio da PMPA a taxa de desemprego da região metropolitana de POA cresceu de 12,2% em janeiro de 2007 para 12,3% em fevereiro. O total de desempregados estimado é de 229 mil pessoas.
Em março, o custo de vida no município de São Paulo apresentou variação de 0,25%, taxa 0,04 pontos percentuais (pp.) superior a de fevereiro (0,21%). O cálculo é do DIEESE - Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - que aponta os aumentos da Alimentação (1,06%) e Saúde (0,15%) como os de maior impacto para a elevação do Índice do Custo de Vida (ICV). Estes dois grupos contribuíram, respectivamente com 0,27 pp. e 0,02 pp. para a taxa apurada, que foi parcialmente compensada pela retração verificada em grupos como
Vestuário e Transporte, que juntos reduziram a taxa do mês em – 0,03 pp.
Numericamente esses índices podem ser baixos, mas se levarmos em conta que não há correção salarial a classe trabalhadora permanece em desvantagem e impedida de reajustar os seus preços (salários).
É a partir de conjunturas como essas enfrentadas pela classe trabalhadora que em mais esse 1° de Maio o dia será marcado por muitas mobilizações a fim de se permanecer em luta pela defesa dos direitos dos trabalhadores.
veritasantos@brturbo.com.br

segunda-feira, 23 de abril de 2007

O Cuca e o Botafogo.

Acusa o dicionário do meu PC que a gramática do titulo dessa crônica está errada e ele esta certo, mas está errado porque vou escrever sobre a ação de um homem chamado de Cuca e não do doce alimento da cuca.
Poderia falar de qualquer outro time de futebol, pois sou gremista desde criancinha ou até tirar uma flauta dos meus amigos colorados que mal festejaram o campeonato da FIFA e já foram desclassificados até do gauchão, não indo nem pras semifinais. É até poderia se o assunto fosse futebol jogado no lado de dentro do campo.
O feito foi antes das partidas do Botafogo carioca contra o Vasco em que o Romário não vez o milésimo gol e contra o Cabofriense, fora das quatro linhas do gramado do Maracanã. A grande jogada foi do técnico de futebol Cuca quando ele na conversa que se tem antes de cada jogo com os jogadores, chamada de preleção, primeiro contra o Vasco da Gama Cuca convoca todos os trabalhadores do clube, desde o mais simples, trazendo-os defronte aos mais bem pagos para que “os de baixo” motivassem os “de cima”.
Os jogadores apesar de estarem com as contas bancariam recheadas de dinheiro poderiam não estar motivados suficientes para cumprirem com a sua tarefa que é a de jogar futebol e ganhar do seu adversário. Foi com essa atitude em que o Professor, (como é chamado pelos jogadores, os técnicos de futebol) Cuca fez a grande jogada daquela partida.
Acredito que nem o maior dos profissionais motivacional não teve essa grande e simples idéia de colocar frente a frente às duas classes sociais antagônicas para provocar na mais abastarda uma compreensão que para os jogadores estarem ali usufruindo do bom e do melhor, tem outro plantel de profissionais, na maioria mal remunerada se comparado as quantias astronômicas que eles recebem.
Trabalhadores que fazem muito bem feito o seu serviço e na maioria das vezes são torcedores do clube vestindo a camiseta sem ganhar nada em troca, sendo assim O Cuca com ou sem intenção ideológica deu uma lição classista para os seu jogadores, dirigentes e para os seus torcedores que sempre é bom e bonito perceber que em tudo que se faz tem o outro para se levado em consideração.
Uma semana após essa bela e sofrida vitória, nos pênaltis contra o Vasco, Cuca dá outra inesperada jogada filosófica e decora as paredes do vestiário dos atletas do Botafogo com cartazes com dizeres escritos pelos seus familiares, filhos e filhas, esposas, mães e pais dos jogadores. Chamando a atenção deles do quanto eles são importantes para os seus e para uma legião de torcedores, enfim é mais uma demonstração de que o ser humano é mais importante do que o dinheiro e que o futebol pode e devem ser um esporte conscientizador, mobizador e participativo.
Com essa estratégia, Cuca ganha do Cabofriense e vai decidir com o Flamengo o titulo de campeão carioca de 2007. Fiquemos no aguardo de novas iniciativas legais do Cuca.
veritasantos@brturbo.com.br

6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

A Igreja Matriz de Viamão.
Referência de um Povo.

As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

CHÊ
O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

Bandeira do nosso time.

Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

fidel
Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

Charges que falam por si!!!!
Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

Ataque aos Trabalhadores I
Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

Ataque aos Trabalhadores
Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS
Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

Assassinato de São Gabriel
Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

A Guerra.
BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

E o Congresso?
Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.