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segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

As novelas e o funk ostentação



Primeiramente é pertinente recapitular a cultura hip hop que é formada pelos seguintes elementos: O rap, o graffiti e o break.

Na tradução literal Rap significa ritmo e poesia, que é a expressão musical verbal da cultura; Graffiti - que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo; Break dance - que representa a dança.

Os três elementos juntos compõe a cultura hip hop, que foi e é a forma da periferia, e dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas classes excluídas...

O termo hip hop, alguns dizem que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, ou seja, um deles estava na forma pela qual se transmitia a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dançar popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip)...

Como tantas outras formas culturais esta também foi adaptada a realidade das favelas brasileiras e inicialmente seguiram a mesma tendencia dos Negros norte americanos, denunciando o grave estado social das favelas, dos negros e negras, assim como dos pobres das favelas do Brasil.

Com o passar dos anos esta bagagem histórica do hip hop/funk passa a ser cooptada pela industria radiofônica e passa a ditar costumes, moda e politica nas mesmas favelas que antes protestavam através das suas letras contra uma politica social que lhes tinham como massa de manobra.

Daí surge o funk ostentação que dizem ser uma releitura paulista do funk carioca, feita a partir da Baixada Santista e da Região Metropolitana de São Paulo, na qual as letras passam a ter a seguinte temática: dinheiro, grifes, carros, bebidas e mulheres.

O Funk ostentação rapidamente produz exceções riquíssimas que trazem lucros astronômicos as grandes gravadoras multinacionais que impõe aos guetos brasileiros um mundo imaginário que lhes reprime violentamente até de se locomoverem nos shoppings, onde qualquer jovem pobre é identificado como “suspeito” que esteja diante de uma vitrine, mesmo que sozinho, desejando óculos da Oakley ou tênis Mizuno, dois dos ícones dos funkeiros da ostentação, são monitorados como “possíveis ladrões”.

As novelas já vendiam uma vida de luxo há muito tempo, só que nelas os ricos eram os que pertenciam ao mundo de riqueza.

Nos vídeos clipes do funk ostentação, são os pobres que aparecem neste mundo, somente como figurantes.

O funk da ostentação, evoca o consumo, o luxo, o dinheiro e o prazer e que tudo isso esta a disposição onde nos clipes, os Mcs (rappers) aparecem com correntes e anéis de ouro, vestidos com roupas de grife, em carros caros, cercado por mulheres com muita bunda e pouca roupa, só que não lhes diz que tudo aquilo é uma exceção, ou seja, que ele (o MC) é a exceção e que tudo aquilo não é para todos porque nas sociedades capitalistas este status são pra poucos.

Diferentemente do hip hop original paulista dos ano 80 e 90, que negava o sistema, e também do movimento de literatura periférica e marginal que, no início dos anos 2000, defendia que, se é para consumir, que se compre as marcas produzidas pela periferia, para a periferia, o funk da ostentação coloca os jovens, ainda que para a maioria só pelo imaginário, em cenários até então reservados para a juventude branca das classes média e alta.

Esta, com certeza, seja a sua transgressão. Transgressão porque passa uma ilusão alienante porque em seus clipes, os Mcs ( Mestres de Cerimônia/Rapper/Cantor) têm vida de rico, com todos os signos dos ricos. E esta riqueza é graças ao sucesso de seu funk nas comunidades, onde muitos MCs enriqueceram de fato e tiveram acesso ao mundo que celebravam, só que este mundo não é socializado com a favela que sustenta esta riqueza.

Esta exaltação do luxo e do consumo, imposta por uma mídia que explora a qualquer custo deve ser vista como adesão ao sistema e tornou o funk da ostentação uma ferramenta útil para este fim.

Agora, ao ocupar os shoppings, a juventude pobre e negra das periferias não estava apenas se apropriando dos valores simbólicos, como já fazia pelas letras do funk da ostentação, mas também dos espaços físicos, o que marca uma diferença. E, para alguns setores da sociedade, adiciona um conteúdo perigoso àquele que já foi chamado de “funk do bem”. O tiro saiu pela culatra e teve seus efeitos colaterais...

O que os defensores do Funk ostentação não dizem nas suas letras é que a resposta seria violenta por parte da administração dos shoppings, das autoridades públicas, da clientela e de parte da mídia que informa que a entrada da juventude das periferias nos shoppings seria uma violência.

Mas a violência era justamente o fato de não estarem lá para roubar, mesmo sendo o único lugar em que se acostumaram a enxergar os jovens negros e pobres. Então, como identificá-los, em que lugar inclui-los? Se isso fosse a intenção...

Sem respostas “concluíram” que havia a intenção de furtar e destruir, o que era mais fácil de aceitar do que admitir que apenas queriam se divertir nos mesmos lugares da classe média, desejando os mesmo objetos de consumo que ela.

E o que vera para ser um rolezinho foi parar na delegacia.

E os fanqueiros de ostentação e as novelas permanecem produzindo ilusões impossíveis de serem atendidas em uma sociedade capitalista que ilude somente pra lucrar e para isso se utilizada dos próprios oprimidos para venderem estas ilusões.


6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

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Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

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Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

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Referência de um Povo.

As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

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O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

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Charges que falam por si!!!!

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Ataque aos Trabalhadores I

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Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

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Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

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Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

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Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

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Paim prestigia ato em Viamão.

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Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

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Sarney

Os Congressistas.

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Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

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Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.