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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

“O velho comunista se aliançou.”

" O velho comunista se aliançou
Ao rubro do rubor do meu amor


Foto publicad no jornal Página 12, da Argentina.
Satiriza a pratica atual dos Partidos de Esquerda, tento a figura do Chê em lagrimas.
O brilho do meu canto tem o tom


E a expressão da minha côr


Vermelho!...” (Fafá de Belem)



Esta é estrofe da musica de Fafá de Belém onde ela menciona em um velho comunista que se rende ao seu amor.

O vermelho da musica com o mesmo nome fala do amor e paixão e faz uma analogia a um comunista, com se comunistas não amassem, que passa a amar.

Na minha historia e na historia da politica mundial e em especial na dos Partidos Políticos as alianças fazem parte do processo.

O retrocesso da esquerda para a direita é histórico, infelizmente, isto aconteceu na revolução Russa ate a queda do muro de Berlim, com os partidos comunistas Italianos, com os socialistas franceses, com os trabalhistas ingleses e tantos outros.

Por ser um processo e entendo que “processo” é cientifico aqui no Brasil não seria diferente. Na politica brasileira após a anistia no final dos anos 70 houve um grande avanço democrático com a oficialização dos partidos de esquerda ate então na ilegalidade.

Isto oxigenou a vida dos brasileiros depois de décadas de exilio, a partir dai estes mesmos partidos foram crescendo e ocupando espaços de poder politico.

Ao ocuparem estes espaços e cumprirem minimamente com seus programas de governo estes partidos, em especial o PT, tem os seus quadros políticos ocupados por indivíduos um tanto distantes da práxis socialista e comunista.

Ao longo de sua grandiosa historia o PT é ocupado por políticos profissionais com um discurso de esquerda e uma pratica de direita, além das alianças impostas pela atual legislação eleitoral que se diga foi construída pela maioria congressista que sempre foi de direita agropastoril-industrial-financeira.

Sob constante chantagem politica os governos do PT são obrigados a conviver com figuras improprias ao bom caráter como aquelas do congresso nacional ou dos Ministérios dos governo de LULA e da Presidenta DILMA (Já são mais de seis Ministros envolvidos em atos suspeitos).

Estas alianças com este tipo de indivíduos obrigam os governos do PT a verem Leis como o Código Florestal ser aprovado pela dita “base aliada” e não poder dizer nada ou ler nos jornais locais que a Prefeitura “lança” o projeto de “apadrinhamento afetivo” como sendo uma grande solução para a questão das crianças abandonadas e sabendo que nada mais é do que um projeto politiqueiro que transfere uma obrigação do estado para uma meia dúzia de casais “voluntários” com remorso de tanto explorar os explorados deste país.

Estas práticas acontecem em “nome da governabilidade”, mas que governabilidade?

Práticas tidas pelo PT como sendo e sendo de direita estão sendo colocadas em pratica como  a solução magica para o controle orçamentário.

Aqui a terceirização virou moda e tudo esta privatizado, desde o atendimento das crianças e adolescestes em situação de risco ate os serviços de remoção do SAMU.

Para mim esta pratica além de ser prejudicial ao poder publico e aos moradores de Viamão é uma porteira aberta para a corrupção que fica diluída em pequenas quantias e de difícil fiscalização pelo Tribunal de Contas que as fazem por amostragem.

É na miudeza que os corruptos e seus corruptores multiplicam seus bens.

Mas, nem tudo esta perdido e o PT é a melhor alternativa de transformação deste quadro de deterioração histórica dos partidos que chegam ao poder e vem a se gelatinar ao capitalismo pelas próprias facilidades que este sistema proporciona aqueles que tem o interesse próprio acima de tudo e de todos.

O PT esta em disputa entre aqueles que são de esquerda e aqueles que se diz de esquerda.

Como se identifica estes dois PT’s?


É simples! Pela pratica de seus militantes e de seus dirigentes, pois não somos imbecis ao ponto de não percebermos o status destas pessoas e pelo o que eles dizem e fazem.

Então te liga e nesta eleição veja quem faz a diferença.

Eu Faço a Diferença!!


E você?



MSN: itamarssantos13@hotmail.com







segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

“National Defense Authorization Act”

NOTÍCIA EXTREMAMENTE PERIGOSA!


Sem alarde da grande mídia privada mundial, que continua a celebrar os Estados Unidos como a “maior democracia do mundo”, o Senado estadunidense aprovou uma lei que está causando arrepios na sociedade daquele país.

De acordo com os críticos, o projeto chamado “National Defense Authorization Act” permitiria a prisão, sem acusação formal e por tempo indeterminado, de cidadãos estadunidenses em qualquer lugar do mundo e a utilização das forças armadas contra os mesmos dentro do território dos Estados Unidos.

A terra natal faz parte do campo de batalha, disse o Senador Lindsey Graham que apóia o projeto.
Estaria ele se referindo aos opositores dos “Ocupes” que estão tomando conta das cidades estadunidenses?

Elaborada em segredo pelos senadores Carl Levin (Partido Democrata) e John McCain (Partido Republicano), aprovada pela comissão a portas fechadas e sem audiência, a lei foi aprovada pelos senadores, em 1º de dezembro, por 93 a 7, e agora aguarda a posição do Presidente Barack Obama que poderá sancioná-la ou vetá-la.

Na última semana, porém, a Casa Branca declarou, através do porta-voz do presidente, Jay Carney, que não vetará o projeto.
 
Fonte: Link do Julio Rocha, direto de Brasilia via Facebook.
 
MSN: itamarssantos13@hotmail.com

terça-feira, 22 de novembro de 2011

A Borracheira.

Poderia versar por uma infinidade de aspectos sobre as propriedades desta espécie de vegetal tão comum em nossa cidade.

Elas estão espalhadas por toda parte e é parte integrante de nossos cenários.

Assim como as figueiras, as borracheiras são espécies que marcam sua presença pela sua exuberância e grandeza.

Passam despercebidas e a maioria de nós nem se dão por conta que esta bela arvore nos protege do sol e nos refresca nestes dias de calor.

A bela espécie nos concede estas benesses sem nos exigir nada em troca e correm o risco de serem dizimadas pela ganância de certos exploradores.

Temos uma unidade que de certa forma esta protegida e ao mesmo tempo guarnece a dois poderes constituídos da nossa cidade.

Passamos e repassamos, paramos para conversar com conhecidos das mais diversas ideologias, crenças ou cores futebolísticas e sob a sua proteção proseamos por horas. Marcamos encontros em baixo da borracheira além dela ser testemunha das grandes decisões, certas ou erradas, tomadas nos poderes Legislativos e no Executivo.

Sob sua proteção, trabalhadores reuniram-se para reivindicar seus sagrados direitos e Prefeitos defenderam os direitos de Viamão.

E tudo isto a borracheira realizou sem exercer poder algum, sem ser ditadora, somente manteve sua autoridade natural.

Fato que os homens que se acham no poder não alcançam esta compreensão e se tornam autoritários.

Há muito tempo, um dos fundadores da sociologia, Max Weber escreveu no livro “A Teoria da organização econômica e social” sobre a diferença entre poder e autoridade.

Poder é a faculdade de forçar ou coagir alguém a fazer a sua vontade, por causa de sua posição ou força, mesmo que a outra pessoa preferisse não fazer.

E isto acontece em todos os locais da sociedade, faça isso... Se não te demito, vote em mim se não ganharás um espaço no governo, me coloque no time se não levo a bola!!!

Já autoridade é a habilidade de levar as pessoas a fazerem de boa vontade o que você quer por causa de sua influência e caráter pessoal.

Por isso posso dizer que para exercer o poder não é necessário ter cérebro ou coragem e assim há pessoas que estão em um cargo de poder e não ter autoridade sobre as pessoas que a rodeiam.

A borracheira é como Viamão, todos a vêem, se utilizam delas e mesmo assim ou não são notadas ou são menosprezadas.

Há muitos que se dizem defensores de Viamão, mas não se calam em desvaloriza-la esquecendo-se que da mesma forma a nossa cidade tem autoridade e cresce a cada dia, independente das criticas que sofre e dos equívocos políticos que ocorrem.

Sou testemunha e construtor com outras varias mãos dos abrigos municipais, Luz do Amanhã e Cisne Branco que abrigaram e abrigam varias crianças abandonadas de nossa cidade.

Em 1998, era Diretor Geral da Secretária de Saúde, Assistência Social e Meio Ambiente, na época, quando construímos estes dois equipamentos para abrigar as crianças que não tinham um local publico descente para viver, mas existia 500 mil reais deixados pelo Governo anterior que teria recebido de doação de uma grande multinacional recentemente instalada em nossa cidade.

E em cumprimento com o nosso compromisso politico e por de determinação judicial construímos os dois abrigos que funcionaram ate há pouco tempo.

Infelizmente sob justificativas legais e judiciais, atualmente vemos que o Luz do Amanhã foi fechado, sob o manto de cumprir uma ordem judicial e suas crianças privatizadas em varias “ong’s”, tudo a luz da legalidade da terceirização dos serviços públicos.

Mas, o que mais me espanta é saber que alguma técnica que nos ajudou a construir a politica correta, lá atrás, hoje pode ter avalizado a política privatista da terceirização dos serviços e, do pior, da politica do atendimento que fica a cargo de terceiros, os quais aplicaram aquilo que entenderem para as crianças que por dever são de responsabilidade legal do município, ente substituto na falta da família.

É com tristeza que vejo mais uma politica publica sendo transferida a terceiros e sem nenhum controle publico sobre os seus gastos e sobre os cuidados dispensados as crianças que sempre serão responsabilidade do Estado-Município.

Mais uma vez a borracheira testemunha em silêncio o que se passa em nossa praça porque não tem o dom de falar e aqueles que o tem, calam-se!!!



MSN: itamarssantos13@hotmail.com

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Recriar Viamão.


Bom dia a tod@s!



Como esta crônica RECRIAR VIAMÃO ainda vai demorar algumas semanas

para ser impresso, tomo a liberdade de enviá-la já hoje pra vocês.

Provavelmente vai provocar contestações........ loucura total.... nem

daqui mil anos vai acontecer esse encontro....etc...



É este o objetivo: discutir um tema polêmico.

Sem discutir a fundo este tema da RELIGIÃO E POLÍTICA não vai adiantar

muito publicá-lo num livrinho que o Sr. Clauveci do JORNAL DE ARTES

vai editar.


Pelo menos eu não tenho nenhuma ilusão de provocar uma "revolução" em

Viamão, sem DEBATES em escolas, igrejas, entidades....em tudo que é

lugar.


Certamente a maioria de vocês não usa a palavra REVOLUÇÃO....., mas,

se deixarem falar aquela voz interior, TODOS NÓS queremos mudanças

radicais.



PARA VIVERMOS EM PAZ COM QUALIDADE DE VIDA PARA TODOS E TODAS!



Recebam tod@s um grande abraço - concordando, ou não, - do

amigo

DIRK

P.S.






FAVOR LER COM CALMA.......... SEM PRESSA!!!!!!!!




RECRIAR VIAMÃO.


• No ano em que a cidade completa 270 anos de riquíssima história parece loucura falar na necessidade urgente de recriar Viamão.

Mas eu tenho a ousadia de dizer em alto e bom som que é bem o contrário. Para valorizar a sua história e salvar a sua riqueza natural temos que repensar, reinventar e recriar dois eixos fundamentais da vida viamonense.

As vigas vitais de uma sociedade em busca da harmonia são a Política e a Religião que infelizmente estão separadas demais e têm causado muita polêmica, sem rumo.


• Há mil e uma idéias para rejuvenescer e recriar Viamão, mas elas

andam soltas e perdidas demais. Deve ser organizada uma campanha - não

partidarizada, nem assumida por uma instituição religiosa - capaz de

integrar e unir o que hoje é motivo para desagregar e separar. É

sonhar demais? É sonhar, sim. Nunca é demais. São justamente os

idealistas e os sonhadores que puxam o desenvolvimento sadio de uma

cidade. Sem este sonho e sem uma forte utopia Viamão será reduzido

rapidamente a um belo monumento histórico, porém, sem a vibração

dinâmica para espiralar rumo à Vida e atingir a todas as criaturas,

não só as humanas.


• Cada frase deste texto só é inteligível, quando lida com um holofote

potente capaz de apagar qualquer preconceito e assim aumentar a

vontade de mudar de opinião, quando estiver realmente convencido. O

que vale também para o próprio quem escreve estas palavras. Estou

enfocando essas duas áreas juntas - Política e Religião - onde observo

muitas cenas marcadas por falsidade e hipocrisia. Pergunto-me

seriamente: a Política que não pode melhorar a essência da minha vida

pessoal serve para que?

E para que serve a Religião se não contribui para toda a sociedade civil mudar para melhor?



• Algo de impacto deverá acontecer nos próximos anos para salvar a

rica diversificação cultural de Viamão. A Política e a Religião são

como dois grandes mosaicos, ainda distantes um do outro. A ponte entre

elas existe só na imaginação, mas sem sangue vivo. Está faltando em

cada vez mais pessoas uma paixão espiritualizada que circula nas veias

quentes de uma ideologia popular. Olhando bem de perto, esses dois

quadros multicoloridos estão cheios de falhas e furos. Muitas

pedrinhas preciosas, cada uma com o seu brilho próprio, estão se

descolando. Ao abrir mais os olhos, vejo muitos desses cristais

criarem vida. Quando se põem em movimento, tanto em ruas asfaltadas,

como em avenidas esburacadas, de repente transformam-se em soldados

armados. Muitos dão até a impressão de ter como única missão derrotar

os outros com fardas de cores diferentes.



• Onde está a causa desta animosidade secular e deste clima de

quase-guerra permanente? Cada um faz a sua leitura. Os mais

conscientizados dirão que todos nós - a tal elite e o tal povão -

somos responsáveis. É óbvio que essa realidade, tão avessa à

verdadeira paz e justiça social e a uma harmonia em nível superior,

não se muda por voto e menos ainda por decreto. Não sei qual das duas

posturas é a mais prejudicial à cidade: - a despolitização em recintos

sagrados de culto e oração - com ou sem incenso a imagens - ou a

desespiritualização em casas, onde políticos profissionais costumam

ser endeusados e endemonizados, de forma alternada.


• Como reverter este quadro despolitizado e desespiritualizado, ou,

bem no fundo, desamorizado e mercantilizado demais? Não há outra saída

a não ser uma decisão corajosa de um número cada vez maior de cidadãos

e cidadãs lúcidas que não abraçam, de jeito nenhum, a luta como

soldados que têm como única incumbência derrubar os “outros” que são

rotulados, sem mais, como adversários. Só pessoas com muita vontade de

se libertar de qualquer preconceito vão poder desencadear este

processo de denúncias e críticas que deve incluir necessariamente

anúncios esperançosos.


• Num clima de compreensão e tolerância - ou seja, de uma paciência,

exercida com muita indignação por causa da grande desordem que nos

rodeia e até com muita “impaciência amorosa” em certas horas - é

possível caminhar em direção a horizontes mais promissores.

Viamão poderia, teoricamente, até dar uma aula de cidadania plena ao mundo,

desde que todas as organizações, civis e religiosas, admitirem a

necessidade de se politizarem e se espiritualizarem num processo de

intercâmbio de idéias e de mudança permanente.

Assim há de surgir, nos próximos decênios, uma cidade onde o primeiro objetivo da maioria do

“povo-com-opinião-própria” formará uma harmonia não fictícia,

primeiramente no seu interior pessoal, para que a sua postura nova

possa contagiar toda a comunidade onde vive.

Ao RECRIAR VIAMÃO de peito aberto, há de nascer uma paz libertadora! É bom começarmos

imediatamente a construção de uma ponte bem larga, multidimensional, e

com “arcadas-gigantescas-de-muita-boa-vontade” para unir a área

política à área espiritual.

Nada de ponte pênsil frágil. Deve ser uma ponte em cima dos altos pilares da honestidade e da ética –

naturalmente, sem barroquismos que podem enganar o vivente.

Neste mundo de tsunamis e enchentes de desamor e disputas desumanas, os

alicerces da confiança mútua e do amor à verdade devem ser lançados,

Dirk é ativista social e nove decadas de existencia ainda luta pelo bem comum.
Ele aparece de costas ao lado de sua fiel escudeira, Ester Hesseling.
desde já, por cidadãos e cidadãs com o coração e a mente bem abertos.


Dirk Hesseling

Relações Públicas





segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Congresso Nacional do PT avança na democracia interna.

Foto do Site do PT.
Congresso Nacional do PT avança na democracia interna.

          Durante os debates que transcorreram em Brasília entre os dias 1 e 4 de setembro foram aprovadas varias mudanças no estatuto do PT.

          Foram muitas as mudanças estatutárias aprovadas pelos delegados do 4º Congresso do PT e entre elas destaco:

Duração do mandato e Recall

 Os Mandatos das Direções passam a ser de quatro anos;

 Institui o PEDEX (PED Extraordinário) a cada dois anos para instâncias que não fizeram o PED ou que não tiverem mais a totalidade de membros do diretório;

 Será realizado Encontro de Delegados obrigatório a cada dois anos com possibilidade de “Recall” (2/3 do Encontro pode convocar novo PED em 90 dias para a respectiva instância, bem como para as instâncias setoriais).

Critério de gênero

 Fica aprovada a paridade de gênero na composição das direções, delegações, comissões e nos cargos com função específica de Secretarias.

Critério geracional

 Todas as chapas e direções deverão conter, no mínimo, 20% de componentes com menos de 30 anos de idade.

Critério étnico-racial

 Todas as chapas e direções deverão obedecer a critério étnico racial, a ser regulamentado pelo Diretório Nacional, levando-se em conta a composição populacional e dos filiados ao Partido, tomando como referência a participação mínima de 20% na direção.

          A totalidade da reforma estatutária Petista encontra-se a disposição no site:


Desenvolvimentismo X Desenvolvimento Sustentável

Dá-se o nome de desenvolvimentismo a qualquer tipo de política econômica baseada na meta de crescimento da produção industrial e da infraestrutura, com participação ativa do estado, como base da economia e o conseqüente aumento do consumo.
O desenvolvimentismo é uma política de resultados, e foi aplicado essencialmente em sistemas econômicos capitalistas, como no Brasil (governo JK) e no governo militar, quando ocorreu o "milagre econômico brasileiro", bem como na Espanha (franquismo). (http://pt.wikipedia.org/)
A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. É o desenvolvimento que não esgota os recursos para o futuro.
Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental. (http://www.wwf.org.br/informacoes/questoes_ambientais/desenvolvimento_sustentavel/)
Mas, como fazer isto sem acabar com a terra?
Como aqui no Brasil a Presidenta Dilma conciliará desenvolvimento com desenvolvimento sustentável?
Os conceitos aqui apresentados são bastante claros e estão de lados opostos da mesa de negociação, isto pra não dizer que são antagônicos.
Todos aqueles que pensam um mundo sob um olhar progressista e democrático sonham em ver um dia um mundo que se desenvolva distribuindo renda e riqueza, onde homens e mulheres sejam vistos como seres humanos e que merecem ser valorizados por aquilo que produzem.
Para ter-se uma harmonia entre desenvolvimento e sustentabilidade a visão dos patrões deve receber raios de luminosidade que lhes permitam socializar o lucro.
O valor do trabalho deve estar acima da ganancia e para isso acontecer há que ter vontade da humanidade permitir-se mudar e vontade politica dos governos democráticos e populares como o Governo da nossa Presidenta Dilma em colocar-se ao lado do povo que escolheu um novo modelo econômica em eleger e reeleger pela terceira vez o PT que sem propôs esse tipo de politica que humaniza distribuindo as riquezas do país com o seu povo.
Na vida dos sonhadores não haverá divisão de classes e de salario porque todo o trabalho é essencial; o que seria do nosso lixo se não houvesse o gari ou o papeleiro e assim por diante.
Haverá um tempo que não teremos mais preconceitos ou diferenças porque venceremos as desigualdades sociais, mas enquanto esse tempo não chega temos que agir e lutar sempre.
E esta luta se desenrola pela retomada da consciência sindical que nos últimos anos acomodou-se tendo em vista a chega de um operário no governo como se só isso fosse mudar a vida do povo como num passe de mágica. Mas não é assim, porque ele só não fará toda a mudança que sonhamos, será necessário a ativa participação do povo exigindo as mudanças que transformaram nossas vidas.
Como estas mudanças entram em choque como os interesses dos donos do dinheiro haverá uma constante luta no interior de governos como foi como LULA e esta sendo no governo da Presidenta Dilma e para isso é necessário o povo sair as ruas em defesa das propostas populares encaminhadas por DILMA.
Embora a Presidenta Dilma seja a sequencia de um projeto democrático e popular, também não transformara a sociedade capitalista em socialista num passe de mágica.
Para que isso aconteça temos que retomar os espaços perdidos nas portas de fabrica e lutar por salários máximos, por paridade salarial, por internacionalização da luta pela garantia dos direitos dos trabalhadores a nível mundial, internacionalizando a classe trabalhadora.
Um trabalhador brasileiro deve ter os mesmos direitos que um trabalhador europeu, asiático, norte-americano ou africano e vice-versa.
Estas lutas nunca deveriam ter seu ritimo interrompido somente porque a classe trabalhadora conquistou um governo que ainda é regido pelos ditames do sistema capitalista que enfrenta todos os absurdos que este sistema impõe aqueles que não são da mesma origem.
Enganam-se aqueles que acreditam que a direita nacional e internacional apoia a nossa Presidenta por que ela foi eleita democraticamente, farão de tudo para atrapalhar porque são sabedores de sua origem popular-revolucionaria. Na primeira divergência usaram de todos os recursos para atingir a sua imagem, pois os seus interesses são antagônicos.
E assim deve ser. Dilma representa um projeto popular que veio para criar desenvolvimento com distribuição de renda e a nós cabe pressionar para que isso aconteça a fim de ampliar nossos direitos.
Publicado em 12-9-11 no www.itamarsantos.blogspot.com







sexta-feira, 17 de junho de 2011

A Reforma do Capitalismo.



Desde 1998, com a queda da URSS, os ditos comunistas/socialistas ficarão sem norte, sem parâmetro e até os dias atuais ainda batem cabeça atrás de referencias que possam provocar rupturas definitivas no Sistema Capitalista.

Os povos pobres do mundo destruídos por este sistema rebelam-se e através de eleições elegem governos tidos como progressistas e até de ideologia socialista.

Mas ao chegarem no governo, especialmente na Europa governantes socialistas ao invés de radicalizarem nas transformações do sistema capitalista, optaram em reformá-lo através do chamado “capitalismo social” e o seu Estado de bem-estar social (em inglês: Welfare State), também conhecido como Estado-providência, é um tipo de organização política e econômica que coloca o Estado (nação) como agente da promoção (protetor e defensor) social e organizador da economia. Nesta orientação, o Estado é o agente regulamentador de toda vida e saúde social, política e econômica do país em parceria com sindicatos e empresas privadas, em níveis diferentes, de acordo com a nação em questão.
Cabe ao Estado do bem-estar social garantir serviços públicos e proteção à população ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Estado_de_bem-estar_social  ).


Mesmo o capitalismo mundial não enfrentando mais oposições, tendo em vista a cooptação dos neo-socialistas e seu Welfare State, o sistema manteve e aprofundou a exploração dos trabalhadores assalariados através da aceleração das inovações tecnológicas o que lhes permite proliferarem a produção em escala geométrica a fim e criando a volúpia consumista nas pessoas que passam a se sentir parte, equivocadamente, da ideologia dominante ficando imersos na condição de proletários consumidores e reféns do sistema capitalista.

Há uma incapacidade generalizada das pessoas dirigentes ou das pessoas comuns em perceberem que essa crise é de sua responsabilidade e não apenas da falência política dos partidos socialistas.

Percebemos uma miopia ideológica de uma parcela considerável da intelectualidade política, socialista ou não, que renunciaram há tempos uma visão critica e transformadora do mundo, optando por uma única saída possível, ou seja, o capitalismo e a sua Democracia.

Apesar da crise financeira mundial, com recomeço no Brasil, e com isso o aumento da desigualdade social e desmonte do Estado de Bem Estar, antes tão ovacionado, há um proposital abandono da consolidação dos conceitos de Trabalho, Capitalismo, Classes Sociais e a Exploração de uma sobre a outra.

Não basta se discutir a desigualdade social e a cidadania sem radicalizar no seu fim. A Presidenta Dilma tem a tarefa de erradicar a miséria alimentar em que vive milhões de brasileiras e brasileiros, mas também tem de acabar com toda e qualquer desigualdade que ainda possa existir no Brasil. E existe.

E sabemos que existem muitas, sob pena de estar cometendo, repetidamente, os meus erros que seus “colegas” (PSOE ou o PS Português) europeus teimam em repetir.

 
MSN: itamarssantos13@hotmail.com



sábado, 12 de fevereiro de 2011

Direto do Cairo, ativistas cobram posição do FSM contra Mubarak



Em conexão direta pela internet, militantes que ocupam a Praça Tahrir, na capital do Egito, pediram aos participantes do FSM a solidariedade e a vigilância internacional sobre a repressão contra o povo egípcio. Delegação do país árabe que veio a Dacar espera do FSM crítica contundente ao governo de Mubarak.

Bia Barbosa



Dacar, Senegal – De um lado, cem mil pessoas na Praça Tahir, no Cairo, coração da revolução que acontece no Egito. De outro, militantes e ativistas apertados num cibercafé na Universidade Cheikh Anta Diop, em Dacar, onde acontece o Fórum Social Mundial 2011.



Pela internet, alguns minutos de conexão permitiram àqueles que vieram ao Senegal enviar uma mensagem de apoio e cumplicidade àqueles que lutam por liberdade e democracia no Egito. E possibilitou àqueles pedir o apoio e a vigilância da comunidade internacional à situação verificada no país.



“Falo neste momento da Praça Tahir, que agora foi batizada por nós de Praça da Revolução. Há mais de cem mil pessoas aqui. No domingo, mais de dois milhões marcharam em todo o país. O número não para de crescer. E as pessoas continuarão chegando até [Hosni] Mubarak sair”, disse Alaa Shukrallah, do Centro de Apoio ao Desenvolvimento, referindo-se ao presidente do Egito.





sábado, 13 de novembro de 2010

Fudamentalismo e Democracia Participativa.


Todos os fundamentalistas, geralmente, são ditadores e nós tivemos um triste exemplo desta pratica em nosso país.

A redemocratização do Brasil não veio de graça, ate alcançarmos o direito de votar muitos companheiros tombaram para que hoje nós possamos usufruir os direitos atuais.

Então incluir Olívio Dutra no rool de tiranos fundamentalistas é no mínimo ignorar o seu profundo comprometimento com a democracia.

Ignorar os fatos parece-me ser uma pratica daqueles que não vê a democracia como ferramenta de transformação. No governo Olívio as massas tiveram a chance de executar e de construir na plenitude a democracia participativa estagio avançado da democracia que almejamos.

Este processo por ser deliberativo sofreu e sofre extrema pressão daqueles que vêem seus interesses ameaçados frente ao avanço da participação do povo nos destinos do Brasil.

Leituras equívocas iguais a esta do momento histórico pelo qual estamos provocam em nossos lideres táticas fáceis como a política dos governos de coalizão as quais desprezam a participação direta do povo no conjunto do processo decisório em troca do “dialogo” das maiorias que incluem inimigos de classe históricos como o PP e provavelmente o DEM que pretende sem fundir ao PMDB e vir a compor o governo Dilma.

Esta é a grande divergência que nos separa no momento em que optamos entre a dificuldade da plenitude democrática onde o poder emana verdadeiramente do povo e a facilidade das composições de maiorias parlamentares, as quais alimentam a corrupção.

Finalmente quero dizer que as ideologias estão em desuso graças à má educação disponibilizada ao povo pelos ditos governos de composição que são obrigados, em nome da governabilidade, abrirem mão de partes importantes de seu projeto original fato que atrasa a conscientização popular a respeito de quem deve ser escolhido para lhes representar nos parlamentos ocasionando eleições de indivíduos sem conteúdo programático unicamente pela beleza plástica da candidata ou pela palhaçada que possa ser tal escolha.

msn: itamarssantos13@hotmail.com

terça-feira, 22 de junho de 2010

Lula, imprensa neutra e diversidade informativa

O que é realmente uma imprensa livre? 

A que temos no Brasil é prisioneira do poder econômico, controlado pelas classes endinheiradas. Rigorosamente aprisionada dos preconceitos e visões destas classes. Imprensa livre de quem, então? A preferência dos barões da mídia é escandalosa. Há uma unanimidade contra a candidata de Lula. Exceção feita, nas revistas de circulação nacional, à Carta Capital. Exceção que também se verifica na chamada mídia alternativa, porém extremamente pulverizada e de escassa circulação nacional. Com todo o heroísmo que significa a sua sustentação. O artigo é de Beto Almeida.
O tema da falta de neutralidade da imprensa voltou à baila nesta semana por iniciativa do presidente Lula. Quando ele pede que a imprensa seja neutra ou no mínimo diga que tem candidato, está levantando um problema real e verdadeiro. Mas, a solução para isto, está muito longe da simples decisão dos proprietários de veículos de converterem-se repentinamente a uma neutralidade ou a uma diversidade informativa que nunca praticaram historicamente. A solução caminha para o fortalecimento das mídias públicas e pela construção, no caso brasileiro, de um grande jornal popular e nacionalista. E para esta solução, o próprio presidente Lula poderia sim ser um grande aliado.

A reclamação de Lula foi feita em discurso na Convenção do PT que indicou oficialmente Dilma Roussef como candidata presidencial. Ele registrava o desequilíbrio que sente ao assistir pela televisão a cobertura jornalística da campanha eleitoral. Os tempos e o tratamento são obviamente diferenciados. A preferência dos barões da mídia é escandalosa. Há uma unanimidade contra a candidata de Lula. Exceção feita, nas revistas de circulação nacional, à Carta Capital. Exceção que também se verifica na chamada mídia alternativa, porém extremamente pulverizada e de escassa circulação nacional. Com todo o heroísmo que significa a sua sustentação.

No mesmo discurso Lula fala que “somos todos defensores da imprensa mais livre do mundo” e que não se incomoda com as críticas que recebe. Mas, o que é realmente uma imprensa livre? A que temos no Brasil é prisioneira do poder econômico, controlado pelas classes endinheiradas. Rigorosamente aprisionada dos preconceitos e visões destas classes.
Imprensa livre de quem, então?

Mais adiante, no mesmo discurso, Lula fala que é preciso ficar atento e “mudar de canal”. Como mudar de canal? Para qual, se não há alternativas?!!

Neutralidade na imprensa do capital?
Aqui entramos no problema que reiteradamente, não apenas este escriba mas também outros mais qualificados, vem tratando de enfrentar, propondo a fundação de um programa público de estímulo da edição e leitura de jornais. Certamente, os barões da mídia, advertimos com antecipação, vão gritar escandalizados. Estatização da mídia!!! Dirão, alguns. Querem o dinheiro público para fazer política!!! Dirão outros.

Ué, mas isto não vem ocorrendo historicamente?! Como é que se sustenta, esta mesma mídia que ataca editorialmente a participação do estado em ramos essenciais da economia e da sociedade, entre os quais acrescentaria a obrigação de garantir informação diversificada e idônea aos cidadãos? Basta reflefir sobre a informação de que a maior empresa de comunicação do país recebe, apenas ela, mais de 60 por cento das bilionárias verbas públicas federais. Não faz muito tempo, a Revista Veja trazia, numa só edição, 14 páginas de publicidade da Petrobrás, um dos alvos prediletos do cada vez mais precário jornalismo do veículo.

O governo paga para apanhar
Que o governo paga para apanhar, pode ser uma conclusão. Verdadeira, mas não esgota o problema. Aliás, o governo até promoveu um critério novo e mais democrático para a distribuição de sua publicidade. Ainda assim, a grande massa de brasileiros não pode nem mudar de canal, nem pode ler jornal, já que continuamos com a quase unanimidade dos jornais de circulação mais relevantes aprisionados pelos empresários que praticam o desequilíbrio informativo, que estão muito longe da neutralidade sugerida por Lula - aliás, duvido que ela exista. E também não temos, como em outros países ou como já tivemos no passado, um jornal nacional de ampla circulação que refletisse o ponto de vista das classes populares e nacionalistas, que, afinal, existem na sociedade. Ou não? A tomar pela imprensa do capital hoje, parece que estes outros pontos de vista não existiriam. Paradoxo: estas conseguem eleger o presidente da república mas não conseguem construir um jornal que tenha a sua cara e os seus sonhos??

A experiência do jornal “Última Hora”
Já tivemos o Jornal “Última Hora”, nacionalista e popular. Uma página importantíssima na história da imprensa brasileira, tema já tocado aqui por este escriba e também pelo jornalista Laurindo Leal Filho. Tal como Lula hoje, Vargas também percebia que toda a imprensa se voltava contra o nacionalismo, condenava as leis trabalhistas e previdenciárias, hostilizava o salário mínimo, defendia os interesses das oligarquias e, sobretudo, do capital estrangeiro. O presidente Vargas comenta então o problema da desinformação crônica do país com o jornalista Samuel Wainer. E sugere: “Por que tu não montas um jornal?” O encorajamento veio de Vargas. Houve um empréstimo do Banco do Brasil e de outras instituições e nasceu o ‘Última Hora”. Hoje, o presidente Lula poderia ir além da reclamação e das críticas corretas que faz à esta imprensa desequilibrada e propor uma solução. Se disserem que é um absurdo que um presidente encoraje á formação de uma iniciativa deste porte, lembraremos as nebulosas condições em que foi criada a maior rede de televisão do Brasil, inclusive afrontando a lei, conforme demonstrou a histórica CPI do Grupo Time-Life. O encorajamento, digamos, veio de longe...

Aliás, a solução já vem sendo proposta reiteradas vezes por segmentos do movimento de democratização da comunicação. Tanto no Seminário “A imaginação a serviço do Brasil”, de julho de 2002, que preparou um programa específico entregue ao então candidato Lula, como também nos debates da Confecom e nos Congressos Nacionais de Jornalistas, muito embora nem todos os sindicatos a sustentem de modo militante. Clamam por Diploma!! Diploma!!!, mas onde este exército de jornalistas diplomados, espelidos pela indústria do canudo, irá trabalhar? Temos fatores soltos que necessitam ser coordenados. Temos um povo praticamente proibido da leitura. Nossos índices de leitura de jornal, segundo a UNESCO, perdem para os da Bolívia! Temos um exército de jornalistas e escritores talentosos desempregados, vítimas da propaganda enganosa que foi a explosão de faculdades de comunicação no país, prometendo emprego para todos. E temos uma indústria gráfica com 50 por cento de capacidade ociosa crônica. Gráficas paradas e um povo sem poder ler!!!

Esta solução trilha por uma Fundação para o Jornalismo Público. Muitos fundos de pensão de empresas públicas, altamente rentáveis aliás, poderiam associar-se a esta Fundação.

Hipocrisia
Quando os barões da mídia, fingindo-se escandalizados, reclamarem do uso de recursos públicos para um jornalismo de missão pública, que não é o deles, apresentaremos uma tabela com todos os monumentais recursos que durante décadas estas empresas de mídia drenaram do estado. E diremos que estamos apenas reivindicando isonomia. Por que o BNDES pode oferecer empréstimos para a Vale do Rio Doce, para grandes empresários e até poderosas empresas estrangeiras, ou para as empresas de comunicação já instaladas, e esta Fundação para um Jornalismo Público não pode também receber? Que a dívida que grandes empresas de mídia possuem com o INSS seja convertida em favor de um programa que edifique um programa público de leitura e edição de jornais no Brasil é algo ser examinado. E também denunciaremos a hipocrisia desta mídia que ataca o estado editorialmente, mas ante qualquer dificuldade de caixa bate exatamente às portas deste mesmo estado para o uso , sim, do dinheiro público. Elas não se transformaram nestes poderosos conglomerados por eficiência empresarial, mas, sobretudo, por irrigação privilegiada de recursos do estado para sua contabilidade privada!

Jornal popular, nacionalista, a baixo preço
O papel essencial desta Fundação é a de editar e distribuir nacionalmente um jornal de grande circulação, a preços populares, estabelecendo a diversidade informativa preconizada na Constituição. Não é livre uma imprensa aprisionada por uma única classe social poderosa que edita apenas seus desejos e sua vassalagem ante aos grandes interesses. Não esqueceremos jamais: esta mídia que aí está a atacar o fortalecimento das políticas públicas atuais, foi a mesma que atacou Vargas por criar a Petrobrás, chegando até mesmo a proclamar - pasmem - que no Brasil não havia petróleo! Nesta onda de recall das grandes empresas, bateu a inspiração para escrever artigo com o título “E o dia em que fizerem o recall da mídia?”. Quanta informação adulterada, defeituosa, falsificada!!! Será possível corrigir? Afinal, não estamos falando de um tapete, um pedal ou um cabo de freio....Estamos falando de informação, pedra preciosa para a cidadania!

A solução é construir, expandir e qualificar o campo da mídia pública. Mudanças mais audazes nos critérios de distribuição de publicidade oficial já ajudariam muito a reequilibrar o campo de mídia. Com o valor das 14 páginas de publicidade dadas exclusivamente à Veja, uma TV Comunitária se sustenta por vários anos!

Escola de Jornalismo
Além de editar um jornal, esta Fundação para o Jornalismo Público bem que poderia ter uma escola de jornalismo, pois a ideologia da notícia emanada pela imprensa comercial hoje já penetrou de tal modo nas escolas de comunicação que, em certos casos, parece uma cooptação informativo-cultural em torno de valores alheios e até mesmo antagônicos aos do povo brasileiro, dos que produzem e constroem este país. E jornalismo não é fábrica de sabão. Não é pecado sonhar em ter uma escola de jornalismo nesta Fundação sob a orientação de geniais jornalistas, como Mauro Santayanna, por exemplo, que trabalhou naquele valente Última Hora. E tantos outros. É preciso abrir uma página nova no jornalismo brasileiro, pensando nas próximas gerações. E também poderia instalar nesta Fundação uma editora especializada em temas que permitissem ao povo brasileiro ter acesso a livros de qualidade, a baixo custo, e, tematicamente, ajudando na superação das vulnerabilidades ideológicas, padrões de informação e de cultura que querem nos impingir alguns governos intervencionistas, pelos braços de suas ONGs, alardeando ambíguas e ardilosas bandeiras democráticas.

Se nasceu a TV Brasil, a EBC, em sintonia com inúmeras mudanças democráticas da comunicação em vários países da América Latina, por que não avançamos? Por que não ir além da constatação de que estamos padecendo de uma manipulação informativa clamorosa? Denunciar é rigorosamente necessário, tanto quanto apresentar caminhos a seguir. Na Argentina, existe o jornal Página 12 e o fortalecimento da TV e Rádio Públicas, além de uma nova lei de comunicação que proíbe o monopólio. Na Bolívia nasceu o jornal Câmbio e em 8 meses de vida já vende tanto quanto o mais antigo jornal do país, o La Razón, com 70 anos de vida. Na Venezuela, nasceu o jornal Correio do Orenoco, resgatando o jornal original de Simon Bolívar, no qual foi redator o general pernambucano Abreu e Lima, que lutou ao lado do Libertador. No México há o jornal La Jornada, uma espécie de cooperativa.

Já passou da hora do povo brasileiro dar um passo novo para fazer uma nova história do jornalismo. Se oferecemos ao mundo com engenhosidade e criatividade a mais bela festa popular do planeta, se já oferecemos ao mundo um Alberto Santos Dumont, se já lançamos ao mundo um Paulo Freire, um Josué de Castro, um Oscar Niemeyer e uma música de inventividade admirável, por que não podemos pretender criar um outro caminho para um jornalismo tal como previsto na Constituição: humanista, diversificado, plural, respeitando os mais elevados valores da nação, sua diversidade cultural e coibindo o daninho processo de concentração midiática?

Para os que temem nesta proposta alguma nostalgia guttemberguiana, nada disso: o povo brasileiro pode, finalmente, entrar na Era de Guttemberg e, simultamentemente, fazer este jornalismo espalhar-se pelo digital, sobretudo agora que a Telebrás pública irá cuidar de democratizar a banda larga. Mas, é preciso fazer jornalismo, o velho e bom jornalismo, de Jack London, de John Reed, do Barão de Itararé, de Barbosa Lima Sobrinho e do jornalista negro e socialista Gustavo de lacerda, fundador da ABI.

E bem que o presidente Lula, deixando a presidência, pode ser uma espécie de presidente de honra desta Fundação para um Jornalismo Público

(*) Beto Almeida é Jornalista, Diretor da Telesur

(**) Trecho de discurso do presidente Lula
www.cartamaior.com.br"Eu estava vendo um certo canal de televisão: a Dilma deve ter aparecido uns 30 segundos, e o adversário apareceu seis vezes em quase seis minutos. É importante a gente começar a ficar esperto, a olhar e começar a ver qual o tratamento vai ser dado - disse, sendo interrompido por aplausos. - Todos somos defensores da imprensa mais livre do mundo. A imprensa muitas vezes cansa de falar mal de mim, e eu acho que faz parte da democracia. Agora, quando se trata de campanha, é preciso que a imprensa seja neutra ou, no mínimo, diga que tem candidato, porque aí nós vamos mudar de canal para ver o canal da nossa candidata e não o do candidato deles".
Fonte: www.cartamaior.com.br

Liberdade de expressão e de imprensa: Um manifesto

Política| 06/06/2010 
 
A liberdade de imprensa inclui, como componente essencial e inalienável, a liberdade de exibir, ridicularizar, parodiar e pastichar as gafes, mentiras, barrigas e distorções veiculadas pela própria imprensa. Hoje, no Brasil, nove de cada dez gritinhos histéricos dos patrões e funcionários da grande mídia sobre um suposto cerceamento de sua liberdade de imprensa referem-se única e exclusivamente ao exercício dessa mesma liberdade. O artigo é de Idelber Avelar.
1. A irrestrita liberdade de imprensa de que se goza hoje no Brasil deve ser defendida por todos os brasileiros, independente de sua posição política. Essa liberdade se caracteriza pela ausência de censura prévia do Poder Executivo sobre o conteúdo daquilo que se diz, escreve ou publica no país. Literalmente qualquer coisa pode ser dita sem impedimento prévio no Brasil, e a mastodôntica coleção de mentiras, injúrias, calúnias, difamações, distorções e manipulações veiculadas regularmente por Veja, Globo, Folha, Estadão, Zero Hora e outros oferece a prova cabal de que vivemos em pleno exercício desta liberdade.

2. Não há democracia em que a ausência de censura prévia sobre o dizer se confunda com a ausência da possibilidade de responsabilização (inclusive penal) posterior ao dito. Muitos brasileiros, ainda escaldados pelas ditaduras, confundem com “censura” qualquer reclamo de responsabilização sobre o dito. Uns poucos brasileiros ligados à grande mídia manipulam de má fá essa confusão em benefício próprio. Na verdade, todas as democracias que asseguram a plena liberdade de expressão (a total ausência de censura prévia) possuem em comum, em seu arcabouço jurídico, alguma forma de penalização sobre o difamar e o caluniar. Essas leis são parte do que garante a plena liberdade de expressão. O problema no Brasil jamais foi a existência delas. O problema no Brasil é que só os poderosos têm podido recorrer à justiça evocando-as, e em geral para silenciar vozes discordantes. As reais vítimas da difamação dos grupos de mídia têm tido acesso quase nulo à reparação jurídica.

3. A liberdade de imprensa não está realizada em todo o seu potencial se apenas meia dúzia de famílias dela usufruem de forma massiva. O fato é óbvio mas, nos debates sobre o assunto, o óbvio com frequência clama por ser reiterado: a liberdade de imprensa estará tanto mais realizada quanto mais numerosos forem os grupos sociais com acesso a veículos que os representem; mais amplo for o leque de discursos acerca de cada tema; mais diversificados forem os pontos de vista em condições de encontrar expressão, entendendo-se que essas condições incluem não só a liberdade de dizer, mas também o acesso aos meios materiais que tornam possível a circulação do dito. Neste sentido, o grande obstáculo para a plena democratização da imprensa no Brasil (que avançou em função das novas tecnologias e algumas políticas do governo Lula) é justamente a mídia monopolista das famiglias, que se agarram aos seus velhos privilégios com enraivado, baboso rancor.

4. Não há liberdade plena de imprensa sem direito de resposta, o direito de expressão mais desrespeitado, historicamente, no Brasil. Tão fundamental é ele para a liberdade de imprensa que não faltariam teóricos do Direito alinhados com a tese de que se trata de direito antropologicamente universal, comparável à legítima defesa. Poucos blogueiros independentes, depois de publicar texto enfocado em outrem, negariam espaço comparável para a resposta do citado. No entanto, vivemos num país cujo maior jornal publica ficha policial falsa, adulterada, com falsa acusação, sobre o passado de uma ministra, e nem mesmo ela consegue exercer seu direito de resposta. Caso ela tivesse cometido o erro político de buscar judicialmente o exercício desse direito, teria sido insuportável a gritaria histérica dos funcionários das famiglias contra uma inexistente “censura”. É preciso que cada vez mais a sociedade civil diga a esses grupos de mídia: vocês não têm autoridade moral para falar em liberdade de imprensa nenhuma, pois apoiaram a instalação dos regimes que mais atentaram contra ela, além de que não a exercem em seu próprio quintal, negando sempre o espaço de resposta a quem atacam. A Folha chegou ao cúmulo de publicar um texto que lançava lama sobre dois seus próprios jornalistas, qualificando de “delinquência” uma reportagem feita por eles, sem que os profissionais pudessem exercer seu direito de resposta. Pense bem, leitor: essa turminha tem cara de guardiã da liberdade de imprensa?

5. A veiculação de sentença penal condenatória acerca de crime contra a honra cometido pelos grupos de mídia é um direito do público leitor/espectador/ouvinte. Especialmente no caso de sentença já transitada em julgado, é básico o direito do leitor saber que a justiça decidiu que naquele espaço foi cometido um crime contra a imagem de alguém. No entanto, até a data de produção desta coluna (03 de maio), continuam valendo as perguntas: como a Folha de São Paulo tem a cara de pau de não veicular a notícia de que foi condenada em definitivo por crime contra Luis Favre? Como a Zero Hora tem a cara de pau de não avisar ao leitor que se confirmou sua condenação por crime contra uma desembargadora?

6. A discussão democrática sobre a renovação (ou não) das concessões públicas a rádios e TVs não é contraditória com a liberdade de imprensa; pelo contrário, é parte de seu pleno exercício. Há uma razão pela qual a liberdade de que se imprima qualquer coisa é juridicamente distinta da autorização a que se transmita TV ou rádio em sinal emprestado pelo poder público. Só por ignorância ou má fé pode se comparar uma recusa do Estado a renovar uma concessão de TV ao ato de fechar um jornal (recordando que a má fé pode ser ignorante, e com frequência o é nestes casos). No Brasil, a discussão democrática sobre as concessões é de particular importância no caso do único grande império de mídia que sobrevive com inegável capilaridade e poder de fogo, o da famiglia Marinho, de tão nebulosa história.

7. A liberdade de imprensa inclui, como componente essencial e inalienável, a liberdade de exibir, ridicularizar, parodiar e pastichar as gafes, mentiras, barrigas e distorções veiculadas pela própria imprensa. Hoje, no Brasil, nove de cada dez gritinhos histéricos dos patrões e funcionários da grande mídia sobre um suposto cerceamento de sua liberdade de imprensa referem-se única e exclusivamente ao exercício dessa mesma liberdade, só que agora por leitores e ex-leitores, cujo direito à expressão essa mídia jamais defendeu, sequer com um pio.

Fonte. www.cartamaior.com.br

sábado, 9 de janeiro de 2010

Os anos 10.




Às 24 horas de 31 de dezembro de 2009, encerrou-se a primeira década do terceiro milênio.

Nestes dez anos profecias caíram por terra, roeu também a prepotência financeira norteamericana, o holocausto africano e na faixa de gaza aprofundou-se com a conivência mundial e mudanças importantes brotam da América Latina, a cinquentenária Cuba consolida o socialismo apesar de todos os embargos do mundo capitalista.

Os anos 2000 marcaram grandes mudanças de cunho democrático no continente latinoamericano apesar dos permanentes ataques promovidos pelas grandes redes de comunicação social patrocinadas pelos grandes latifundiários sócios das multinacionais produtoras de sementes transgênicas e de agrotóxicos.

Apesar dos avanços na democracia local ainda serem tímidos, os avessos a esta pratica popular esbravejam contra as parcas conquistas populares promovidas nesta ultima década.

Mesmo assim há aqueles que só se lembram do dia 11 de setembro de 2001 e afirmam que este periodo pode ser chamado de “a década perdida”.

Estes mesmos mercenários da mídia patronal dizem que a crise financeira que promoveu a derrocada do neoliberalismo e do chamado “consenso de Washington” não passa de “conversa fiada”.

Dizer que nestes dez anos não surgiu nada de bom, nada de importante, é no mínimo debochar do povo brasileiro.

É obvio que os altos índices de aprovação do Presidente –Trabalhador - Lula não agradam a estes mercenários e a seus representados, mas as duas eleições do Trabalhador Lula como Presidente do maior país da América Latina é uma estrondosa vitória do povo pobre deste país continente e de suma importância para a consolidação do projeto democrático e popular em nosso país, bem como no continente latinoamericano.

O povo brasileiro e latinoamericano exercitaram amplamente nesta década a democracia elegendo em seus países representantes comprometidos com as causa dos menos favorecidos.

As eleições e reeleições de Presidentes vinculados aos pobres na Venezuela-Hugo Chaves, na Argentina-Cristina, na Bolívia-Evo Morales, no Equador-Rafael Correa e no Uruguai que primeiramente elegeu Tavare Vasques e reelege Mujica um ex-guerrilheiro como Presidente e no Paraguai o ex-Padre é reeleito para mais um mandato reafirmam a vontade popular em manter as mudanças até aqui conquistadas a fim de consolidá-las nos próximos anos.

Para quem ainda está iludido de que nada de novo aconteceu nestes primeiros anos do novo milênio e de que os anos 10 não seram importantes para que se consolide este avanço até que o capitalismo seja transformado em socialismo definitivamente deixo alguns dados para serem comparados entre os dois sistemas econômicos em disputa:

Os índices que mais impressionam são os produzidos pela violência, na América Central para cada 100 mil pessoas, 23 são assassinadas; no Brasil este número é de 31/100 mil habitantes e em Cuba este numero cai drasticamente para 5,8/100 mil hab. /ano.

Ao ver estes números vêm logo a nossa descrente mente uma obvia pergunta. Como que em Cuba, um país miserável há menos assassinatos do que no Brasil, um país em franco desenvolvimento?

A resposta para esta questão não esta relacionada à pobreza e sim a riqueza, pois Cuba socializa seus recursos com o seu povo, enquanto ainda, no Brasil o que é dividido é a miséria.

Enquanto Cuba assegura gratuitamente a 11 milhões de pessoas, cestas básicas, saúde e educação de qualidade, aqui no Brasil criticam-se o Governo do Presidente Trabalhador por atender os miseráveis com a Bolsa Família, sucateia o SUS e roubam as provas do ENEM a fim de desprestigiar uma nova forma de educar os brasileiros e as brasileiras.

É por estas e outras razões que os Cubanos estão livres do analfabetismo e na 51º no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) – índice medido pela ONU em 182 países- e enquanto o Brasil esta em 75ª posição.

2010 será o primeiro ano de uma nova década que vira com a tarefa de consolidar todas esta mudanças realizadas ao longo do século passado e como ferramentas para esta transformação teremos eleições gerais no Brasil, o 10º Fórum Social Mundial acontecerá entre os dias 25 e 29 deste Janeiro, aqui no RS, é ano do 9º Congresso do Partido Comunista Cubano onde será avaliado o meio século de resistência socialista no mundo definindo novas estratégias econômicas e éticas com vista ao novo momento político porque passa o planeta e entre outras tantas atividades importantes o mundo ira debater na semana mundial da saúde a partir de 7 de abril a “Saúde da Terra”.

Então não venham com diz que diz. Estamos em plena ebulição transformadora e fazemos parte desta mudança com certeza.

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

A Igreja Matriz de Viamão.
Referência de um Povo.
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As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

CHÊ
O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

Bandeira do nosso time.

Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

fidel
Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

Charges que falam por si!!!!
Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

Ataque aos Trabalhadores I
Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

Ataque aos Trabalhadores
Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS
Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

Assassinato de São Gabriel
Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

A Guerra.
BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

E o Congresso?
Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.