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terça-feira, 26 de março de 2013

A emergência e os seus protocolos



          Inicialmente quero reafirmar a minha defesa intransigente do SUS como sendo o melhor sistema público de saúde existente na atualidade, ainda em construção e por isso de forma coletiva porque envolve toda a sociedade com suas diferenças sendo isso um preceito constitucional brasileiro garantido ao povo brasileiro.

          A saúde pública tem abrangência universal e não existe critérios que possam ou que permitam excluir determinado segmento social de qualquer intervenção-atendimento do SUS aos seus usuários.

          As condições de saúde das pessoas em geral fazem parte de um processo maior que está vinculado à cidadania de cada um e cada uma de nós que inclui o direito à habitação, a uma alimentação adequada, à educação, ao lazer e aos bens culturais, à livre expressão das opiniões e ao pleno exercício dos direitos políticos.

          A falta de qualquer um destes direitos, influência na saúde das pessoas ou na falta de saúde causando sérios transtornos individuais saturando os serviços públicos disponíveis.

          Sob a hipocrisia dos adversários dos serviços públicos, defensores ardorosos das privatizações e do Estado Mínimo onde os investimentos governamentais com saúde ou educação são considerados como “gastos” impeditivos dos superávits que lhes garantiriam maiores recursos públicos a titulo de pagamento, da impagável, divida pública, que nada mais é, do que enriquecer os banqueiros.
 Por isso enfrentam-se cotidianamente lutas na implementação do SUS com os recursos a ele atualmente dispensados.

          Entre os vários problemas enfrentados advindos dos parcos recursos financeiros nos deparamos com uma rede de saúde em permanente formação onde a qualificação profissional e principalmente o compromisso com o serviço público deixa a desejar.

          A partir desta constatação até o constante colapso do sistema é fato onde a grande mídia tripudia verborizando a ineficácia do SUS e de seus servidores manipulando as verdadeiras responsabilidades de um sistema social que privilegia o capital ao invés do ser humano.

          Para permanecer atendendo em situações muito precárias onde a falta de pessoal e de espaço (Hospitais e Unidades de Saúde) é uma verdade criaram-se “protocolos” para regular o fluxo das pessoas nos mais variados serviços de saúde existentes no Brasil.

          Quando falamos em saúde entendo que seja um assunto sério e de extrema relevância. 

E as urgências ou emergências devem ser atendidas com rapidez e segurança para o trabalhador e o socorrido, mas nem sempre é assim.

          Na logica de controle dos fluxos de acesso aos serviços temos vários “protocolos” que podem ser exemplificados nas centrais de regulação das emergências hospitalares, acessadas pelo fone 192, nas emergências hospitalares pelos chamados “Protocolos de Risco” ou “Protocolo de Manchester” ou nas Centrais de marcação de consultas ou exames especiais.

          Sou um adepto da organização, portanto nada contra em organizar os fluxos, mas tudo contra a burocratização ou o descompromisso com os serviços.

          Outro dia liguei ao 192 e fui atendido por alguém para quem prestei todas as informações sobre a senhora que encontrei na via pública caída e com um forte sangramento na testa. 

Após me ouvir a pessoa da central de regulação me fez aguardar por mais de 10 minutos, pois teria que falar com o médico regulador.

          A senhora em questão foi levada ao hospital por uma Brigadiana em sua viatura da BM que passou naquele momento. Ficam as perguntas:

          Quanto tempo é admissível aguardar para ser regulado por um médico¿
          Tem que ser um médico para fazer esse trabalho?

          Faltam médicos?

          Muitas outras perguntas teriam a questionar, mas este é somente um dos serviços onde o acesso às emergências hospitalares é através de seus “protocolos de risco” que impõe aos usuários quatro horas de espera se no “protocolo” este foi “classificado” como “AZUL”, ou seja, onde não há risco de vida ao paciente (http://www.tolife.com.br/classificacao-de-risco/?lang=pt).

          Outra perguntinha: Porque este usuário não é encaminhado ao serviço de saúde certo para o seu caso ou não é atendido por um enfermeiro ou enfermeira?

          O Hospital de Clinicas de POA esta “testando” o referenciamento (referencia e contra referencia) destes pacientes as unidade de saúde mediante um acordo com a secretaria municipal de saúde da capital para que garanta o atendimento deste usuário na unidade de saúde mais próxima de sua residência impedindo que as pessoas permaneçam perambulando de serviço em serviço sendo mal atendida e assim desrespeitada em seu direito a saúde pública e gratuita.

          O SUS tem outros serviços que se propõe a acabar com esse desrespeito já em atividade como os ESF’s ( equipes de estratégia de saúde da família), acolhidas livres onde todos os usuários são atendidos por algum componente daquela equipe ( usada nos CAPS-Centros de Atendimento Psicosocial), Consultório na Rua, os quais abordarei em breve.

          O SUS é bom, só tem que se ter compromisso de gestão do gestor de plantão e de seus servidores como agentes promotores de qualidade deste sistema público de saúde exigindo sempre melhores condições de atenção aos usuários.
          Assim estaremos construindo coletivamente o SUS.



Em abril, também leia este artigo na Folha de Viamão.

“A dor da lucidez.”



            “O saber traz a luz da lucidez” frase do Professor Ângelo de Direito e Legislação de um curso que fiz em novembro de 2012, que me proporcionou compreensão sobre aquilo que vejo, mas não posso transformar imediatamente, fato oportunizado somente pelo saber adquirido pela educação.

            Todo aquele que sabe que algo está errado ou poderia estar melhor sofre por não poder concretizar esta mudança porque não lhes deixam ou porque a pessoa não quer se transformar, pois optou por viver daquele modo.

            A lucidez ou a alienação fazem parte da nossa existência, da nossa sociedade que optamos e lutamos por ser uma sociedade democrática.

            Para vivermos em sociedade temos que ter sociabilidade que é um processo pelo qual os indivíduos são educados-formados para participar desta sociedade. Este processo se dá em varias etapas de nossas vidas, pelas quais formamos nossas representações a cerca de nós mesmos, dos outros e da sociedade como um todo, ou seja, família, escola, trabalho, grupos de referência, religião e cultura.

            Violência e intolerância são características de nossa “sociabilidade” herdadas de nossa colonização que tem sido reforçada pelo individualismo, pelo consumismo e pela falta de consciência ecológica que vem moldando o significado da vida nisto que chamamos de “sociedade”.

            Para superar esses limites temos que ter “Consciência Ética”, ou seja, termos a capacidade de reconhecer no outro, mesmo diferente, a nossa propria humanidade. As pessoas não deixam de serem cidadãs pela sua condição econômica, crédulo ou etnia.

            Mas em nossa Viamão alguns colegas deixam de ter ou se esqueceram de exercitar a sua “sociabilidade” e sua “consciência ética” comprovadamente em seus artigos publicados em um semanário local nas ultimas duas semanas deste escaldante fevereiro de 2013, onde um deles chama os índios de “parasitas e mendigos” classificando-os de “sérios e não sério” por estar tomado por resquícios de uma cultural genuinamente colonial demonstrando ai o seu profundo desrespeito a cultura de um povo.

            A presença das Índias e de suas crianças nas esquinas de Viamão faz parte de sua cultura que se propõe a adquirir a sua subsistência através da venda de seus produtos advindos da natureza ato que por si só nos mostram serem um povo de consciência ecológica muito mais elevada daquela que predomina no meio daquilo que chamamos de sociedade.

            Que esbravejem os pseudos democratas pelo que escrevo dizendo ser um “discurso da esquerda festiva” porque o povo Índio não é mendigo, sério ou menos sério, pois é um POVO merecedor de respeito e todo aquele que prima pela boa sociabilidade entre os povos deve estar ao seu lado garantindo-lhes os seus direitos.

            As Índias e suas crianças não são mendigos ou parasitas desta tal sociedade, são cidadãs e trabalhadoras desta terra que lhes foi roubada pelos nossos ancestrais europeus.

            Se há algum pária por aqui são os arianos desbotados.



Publicado na 2 quinzena de março de 2013 no JORNAL FOLHA DE VIAMÃO.    
            

6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

A Igreja Matriz de Viamão.
Referência de um Povo.

As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

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O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

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Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

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Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

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Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

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Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

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Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

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Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

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Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

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BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

E o Congresso?
Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.