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sábado, 7 de janeiro de 2012

Os novos ricos de Viamão II.



Este artigo rendeu um bom debate na cidade tendo em vista a edição do folha na edição anterior.

Dentre os personagens lembrados somente um deles, o qual me resguardo em não menciona-lo, até porque a sua reclamação perdeu o senso da democracia e parece-me que nobre edil deve algo.

O objetivo de tal artigo atingiu os objetivos a que se propõe uma imprensa popular e democrática que é colocar ao seu publico os fatos que acontecem em nossa cidade.

Sabedor dos dessabores da vida publica e de seus “mau feito” o artigo em questão sai na edição que circula na semana em que a policia federal e a justiça concluem uma ação junto ao poder executivo municipal onde os envolvidos são detidos para averiguações e os “auxiliares” do Vice-Prefeito e do senhor Prefeito estão envolvidos e devem explicações à justiça e ao povo viamonense.

Quero afirmar que não basta serem afastados dos cargos tais indivíduos, cabe ao poder executivo municipal instituir processo investigativo interno a fim de apurar possíveis irregularidades e assim recuperar, se assim ocorreu, os danos aos cofres públicos.

Bem como cabe ao poder judiciário exigir punição aos proprietários da(s) empresa(s) envolvida(s) onde o agente corruptor seja punido nos rigores da lei, inclusive em conformidade com a legislação ambiental que também esta irregular.

Portanto são, no mínimo, dois crimes cometidos, um de cunho financeiro e o outro do âmbito ambiental.

Sobre a questão ambiental que quero me deter mais uma vez. Já em outra oportunidade mencionei a fragilidade fiscalizatória na área ambiental em Viamão, onde Estado e Prefeito se omitem em legislar nesta questão estratégica para o bom desenvolvimento.

O Prefeito por uma visão obscura ou por a simples falta de visão politica nunca se propôs a discutir a legislação ambiental sob falsas desculpas de impossibilidade financeira para a estruturação técnico-administrativa de uma Secretaria Municipal do Meio Ambiente.

Não percebe o chefe em plantão de que Viamão munida de uma legislação ambiental própria isto significa ter muito mais condições de atrair novas formas de desenvolvimento para toda a cidade.

Para que se tenha esta condição cabe à prefeitura estruturar a Sema com equipe técnico-politica capaz de assumir a responsabilidade ambiental sobre tudo o que acontece neste setor em toda a cidade e assim coibindo de vez o mau uso por empresas criminosas que exploram os nossos recursos naturais, que são finitos, sem controle de nenhuma autoridade Estadual e Municipal.

Todas as empresas que exploram a mineração aqui em Viamão deixam de cumprir todas as exigências legais para tal empreendimento e isso serve para a exploração de areia que é retirada das aguas de Itapuã, das saibreiras e pedreiras da Pimenta ou das aguas recalcadas da lagoa dos patos que irrigam indiscriminadamente os arrozais que permitem a Viamão estar entre os 10 municípios do RS que mais produzem arroz no estado.

E vocês sabem que o maior ou um dos maiores produtores de arroz de nossa cidade não planta um grau de arroz.

O que lhe garante este titulo é o aluguem que ele cobra dos verdadeiros plantadores de arroz pela agua que ele sugada lagoa dos patos e coloca a mais de 100 km de distância para proprietários que nunca tiveram agua em suas terra para este tipo de plantio.

Em breve descobrirei que é este cidadão.

E isso é só um dos problemas, tem muito mais como os provocados pela cervejaria da AmBev que desova seu esgoto dentro da lagoa provocando sérios danos a vida aquática e aos pescadores da região de Itapuã e da varzinha, os quais enfrentam a mortandade dos peixes e as avarias em seus barcos quando estes se chocam com as tubulações deste esgoto que se soltam do fundo da lagoa e vem a colidir em suas embarcações.


Estas empresas que “legalmente” atuam, da mesma forma que aqueles “novos ricos” que me referi na edição passada enriquece geometricamente de uma forma nem tão legal assim, portanto cabe aos poderes constituídos fazer com que se cumpra as leis e em caso contrários punir os culpados fazendo com que os mesmos devolvam o dinheiro aos cofres municipais.



MSN: itamarssantos13@hotmail.com

Publicado na Folha de Viamão 1ª quinzena de janeiro de 2012.


terça-feira, 27 de dezembro de 2011

As más companhias.

Este sinal simboliza toda a indiguinação que sinto em ver o PT que
construi ao longo de uma existencia viver junto de maus elementos.
No final de semana passado mais um atentado ao bem publico ocorreu em nossa cidade e ao nosso governo.

Esta é uma estrategia da direita de culpar o PT por todo e qualquer mal feito que acontece nos governos.

O que é real é que são as "más companhias" que estão no governo de Viamão, no RS e no Brasil os responsaveis por cometerem os mau feitos.

E, até porque o secretário da pasta SMD é do PT e tem o dever de dar as explicações precisas e imeditas sobre esse caso, este novo epsodio ocorrido na PMV tem filiados ao PTB envolvidos e se por ventura tenha alguem do PT devem pagar pelo que fizeram.

O que não pode é as grandes empresas continuarem corrompendo e as culpas recairem só nos politicos do mau. Punição aos corrompidos e aos corruptores.


E ao governo municipa cabe iniciar os debates sobre a Lei Ambiental Viamonense a altura do ambiente municipal e quem diz isso sabe o que esta falando , pois fui o vereador que criou a Lei Municipal do Conselho Viamonense do Meio Ambiente( COVIMA).
 
O codigo municipal do meio ambiente deve respeitar todos os biomas residentes em nosso municipio e assim impedir a exploração desenfreada das mineradoras e dos exploradores das aguas superficiais e subterraneas. Isso é só o começo deste importante tema. Código Municipal do Meio Ambiente JÁ!!!!!
 
MSN: itamarssantos13@hotmail.com

sexta-feira, 24 de junho de 2011

Camapanha. Não ao Desmatamento!



Caros amigos,


As florestas brasileiras estão correndo perigo. A Câmara dos Deputados acaba de enfraquecer o rígido Código Florestal e corajosos ativistas brasileiros estão sendo assassinados por dizerem o que pensam. É hora de levarmos essa importantíssima batalha ao palco global - se todos nós pedirmos à Presidente Dilma para vetar esse projeto de lei, poderemos salvar as florestas brasileiras.

A Câmara dos Deputados acaba de aprovar o esvaziamento do Código Florestal brasileiro. Se não nos mobilizarmos agora, enormes extensões de nossas florestas poderão ficar vulneráveis a um devastador desmatamento.

O projeto de lei gerou revolta e protestos generalizados em todo o país. E a tensão está subindo: nas últimas semanas diversos ativistas ambientais respeitados foram assassinados, supostamente por matadores contratados por madeireiros ilegais. É essencial agir agora mesmo. Estão tentando silenciar qualquer crítica enquanto a lei está sendo discutida no Senado. Mas a presidente Dilma tem o poder de vetar as mudanças se conseguirmos persuadi-la a superar a pressão política e assumir o papel de uma verdadeira líder em questões ambientais.

Setenta e nove por cento dos brasileiros querem que Dilma vete as mudanças no Código Florestal, mas nossas vozes estão sendo desafiadas por lobbies de madeireiros. Agora, depende de todos nós nos mobilizarmos para calar esses lobbies. Vamos nos unir agora em um gigantesco apelo para dar fim aos assassinatos e à exploração ilegal de madeira e salvar nossas florestas. Assine o abaixo-assinado a seguir - ele será entregue a Dilma assim que conseguirmos 500.000 assinaturas:

http://www.avaaz.org/po/save_our_forests/?vl

As florestas brasileiras são imensas e importantes. A Amazônia sozinha é vital para a vida no planeta - 20% do oxigênio e 60% da água doce do mundo vêm dessa magnífica floresta tropical. E por isso é tão crucial protegê-la.


É por isso que tanta gente vê o Brasil como um líder internacional em questões ambientais e é por isso que a Conferência da Terra, um encontro que acontecerá no ano que vem com o objetivo de impedir a morte lenta de nosso planeta, será no Rio de Janeiro. Por outro lado, também somos um país em rápido desenvolvimento que luta para tirar dezenas de milhões de pessoas da pobreza, e é intensa a pressão sobre nossas lideranças para desmatar florestas e abrir minas para gerar lucro. Daí o perigo de essas lideranças estarem quase dando o braço a torcer em termos de proteção ambiental. Ativistas locais estão sendo assassinados, intimidados e silenciados. Agora, cabe aos membros da Avaaz pedirem aos políticos brasileiros para serem firmes.



Sabemos que há uma alternativa. Lula, o antecessor de Dilma, reduziu enormemente o desflorestamento e consolidou a reputação internacional de nosso país como líder em questões ambientais, além de gozar de um gigantesco crescimento econômico. Vamos nos unir agora e pedir a Dilma para seguir o mesmo exemplo! Assine o abaixo-assinado para salvar nossas florestas e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos:
http://www.avaaz.org/po/save_our_forests/?vl  

Nos últimos 3 anos, os membros da Avaaz no Brasil mobilizaram-se com enormes iniciativas e lideraram extraordinárias campanhas para que o mundo chegue a ser aquele que todos desejamos: conseguiram a aprovação de uma histórica lei anticorrupção e fizeram lobby para que o governo tivesse um papel de liderança na ONU, protegesse os direitos humanos e interviesse para apoiar a democracia no Oriente Médio, e ainda ajudasse a proteger os direitos os direitos humanos na África e outras regiões.


Agora, estamos reunindo os membros da Avaaz de todo o mundo em um apelo global para salvar as florestas. Juntos, podemos construir um movimento florestal internacional e proclamar o Brasil mais uma vez como um verdadeiro líder em questões ambientais. Assine o abaixo-assinado e, em seguida, encaminhe este e-mail a todos:

http://www.avaaz.org/po/save_our_forests/?vl

Com esperança,


Emma, Ricken, Alice, Ben, Iain, Laura, Graziela, Luis e o resto da equipe da Avaaz


MAIS INFORMAÇÕES:

Ativistas marcham contra novo Código Florestal no Rio e em SP

http://bit.ly/mnmoGz

Senado precisa modificar o Código Florestal


http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110619/not_imp734296,0.php



Ministra vai recomendar veto caso Código Florestal seja aprovado no Senado sem mudanças


http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/06/21/ministra-vai-recomendar-veto-caso-codigo-florestal-seja-aprovado-no-senado-sem-mudancas-924734864.asp



Para senador, novo Código Florestal compromete a defesa do meio ambiente

http://www.jb.com.br/pais/noticias/2011/06/16/para-senador-novo-codigo-florestal-compromete-a-defesa-do-meio-ambiente/

Igreja Católica anuncia apoio contra o novo Código Florestal Brasileiro

http://primeiraedicao.com.br/noticia/2011/06/22/igreja-catolica-anuncia-apoio-contra-o-novo-codigo-florestal-brasileiro


Apoie a comunidade da Avaaz! Nós somos totalmente sustentados por doações de indivíduos, não aceitamos financiamento de governos ou empresas. Nossa equipe dedicada garante que até as menores doações sejam bem aproveitadas -- clique para doar.
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A Avaaz é uma rede de campanhas globais de 9 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 13 países de 4 continentes, operando em 14 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.



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terça-feira, 31 de maio de 2011

A Cartilha dos Orgânicos.


A cartilha "O Olho do Consumidor" foi produzida pelo Ministério da Agricultura, com arte do Ziraldo, para divulgar a criação do Selo do SISORG (Sistema Brasileiro de Avaliação de Conformidade Orgânica) que pretende padronizar, identificar e valorizar produtos orgânicos, orientando o consumidor.

Acesse: http://www.agricultura.gov.br/portal/page/portal/Internet-MAPA/pagina-inicial/desenvolvimento-sustentavel/organicos/publicacoes



É NECESSÁRIO SELECIONAR PELO MENOS UMA OPÇÃO, A CARTILHA, É DO ANO DE 2009, NACIONAL, MANUAL, TEXTO, AO SELECIONAR ESSAS OPÇÃO, IRÁ APARECER A CARTILHA. CASO NÃO CONSIGA ACESSAR A CARTILHA POR ESSE LINK, SIGA O PROCEDIMENTO DESCRITO ABAIXO:

1.ACESSAR O ENDEREÇO ELETRÔNICO: HTTP://WWW.AGRICULTURA.GOV.BR

2.CLICAR NA OPÇÃO: DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL;

3.CLICAR NA OPÇÃO: ORGÂNICOS; 4. CLICAR NA OPÇÃO: PUBLICAÇÕES; 5. SELECIONAR PELO MENOS UMA OPÇÃO E BUSCAR.

Entre os vários locais em que se pode encontrar a cartilha e participar desta campanha:

www.orbum.org/2009/08/liminar-contra-orientacao-a-produtos-organicos/


Vamos Lá!!!

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Governo federal estabelecerá punições aos municípios por uso e ocupação irregular do solo.

O governo federal decidiu jogar pesado contra municípios que têm áreas de risco e ocupação irregular de solo. Uma reunião entre o vice-presidente da República, Michel Temer, e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, selou a elaboração de um pacote contendo medidas práticas para coibir tais procedimentos no âmbito das cidades, já que cabe às prefeituras atuar nesta questão. Segundo o vice-presidente, o encontro serviu para a alinhavar as diretrizes que serão tomadas. Os próximos passos seriam pedir sugestões de outros ministérios e apresentá-las à presidenta Dilma Rousseff para que envie projetos de leis ou emendas constitucionais ao Congresso Nacional no próximo mês, quando se inicia os trabalhos legislativos.



“Estamos comunicando a vocês [jornalistas] que fomos incumbidos pela presidenta Dilma de encontrar formas legislativas que possam aprimorar e evitar que ocorram, no futuro, acidentes dessa natureza”, disse o vice-presidente.



Michel Temer explicou que a legislação em vigor precisa ser mais objetiva no sentido de definir atribuições e responsabilidades, dentre outras questões. Na próxima semana, segundo informou, irá apresentar o conjunto de proposta à presidenta Dilma. Ele lembrou que é preciso também receber manifestações dos Ministérios das Cidades, Integração Nacional e Meio Ambiente. Temer assegurou que serão elaborados atos administrativos que permitam frear as ocupações irregulares.



“Vamos encontrar meios que façam uma regulamentação radical. Se necessário vamos propor alteração constitucional”, sentenciou o vice-presidente.



O ministro Cardozo informou que as regras permitirão disciplinar o uso do solo. Pela legislação em vigor compete as municípios, por exemplo, elaborar o Plano Diretor que direciona a ocupação das terras municipais. Isso serve para municípios com população superior a 20 mil habitantes. “Várias propostas foram colocadas. Iremos aprofundar as consultas para que as decisões sejam tomadas de forma integrada e harmoniosa”, declarou Cardozo.



Cardozo lembrou que o Estatuto das Cidades, mecanismo que já existe para tratar deste assunto, ainda não saiu do papel. Por isso, conforme assegurou, “o que se busca daqui para frente é sair da retórica para aplicação real”. O vice-presidente explicou que o governo federal poderia agir em auxílio aos municípios que enfrentam dificuldades para a retirada de moradores em áreas de risco. Dados apresentados esta semana pelo ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, informa que cinco milhões de pessoas vivem em locais sujeitos aos desastres naturais e a existência de pelo menos 800 áreas de risco de deslizamentos e inundações.



“A nossa preocupação é apenas com o prefeito que deveria agir na retirada da população ou impedir a ocupação irregular e não pode prejudicar o povo. Você poderia ter sanção negativa, como redução dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), mas também poderemos estabelecer prêmios para quem cumprir as metas”, esclareceu Temer.



Ao término da entrevista, Temer e Cardozo manifestaram a sintonia na elaboração do aperfeiçomento da legislação do uso e ocupação de solo. Provocados por jornalistas sobre o impasse entre PT e PMDB, Temer classificou a disputa como sendo “uma guerra de algodão”. Cardozo disse que o exemplo do relacionamento entre os dois partidos pode ser constatado na harmonia que tiveram para tratar desta questão.



Previdência -- Mais cedo, o ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, anunciou a antecipação de benefícios aos segurados de sete municípios do Rio de Janeiro afetados pelas chuvas. Ao todo, serão beneficiados mais de 145 mil segurados. A medida foi divulgada durante a cerimônia de posse do novo presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Mauro Luciano Hauschild.



Uma das iniciativas é a antecipação do pagamento da folha de janeiro para todos os beneficiários dos municípios de Bom Jardim, Nova Friburgo, Teresópolis, Areal, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto e Sumidouro. Eles receberão no dia 25 de janeiro, o primeiro dia útil de pagamento deste mês. O calendário previa o depósito dos benefícios de 25 de janeiro a 7 de fevereiro.





segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O ambiente é nossa responsabilidade.


Terminou oficialmente neste sábado, 19 de dezembro, a 15a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que teve como principal resultado o “Acordo de Copenhague”, elaborado por alguns países na noite de sexta-feira e formalmente aceito pela ONU.

Acordo este feito ao apagar das luzes que não será respeitado pelos paises desenvolvidos (ricos= Eua, China, Alemanha, Inglaterra, etc.), mesmo sendo acolhido pela ONU.

Neste encontro ficou mais uma vez claro de que há no planeta terra duas visões de mundo muito bem identificado pelo Frei Leonardo Boff lá em Copenhague.

Os ricos deixam isso muito evidente sempre.

Fizeram isso na 15ª Conferência do Meio Ambiente, na Dinamarca, onde compareceram para dizer não às propostas apresentadas para salvar o Planeta.

Já por aqui entre os dias 9 e 12 de dezembro de 2009 mais de 1000 pessoas, representantes de todo o Brasil discutiram e aprovaram importantes diretrizes e ações estratégicas com vistas a tornar saudável a Saúde Ambiental do Brasil.

Das varias propostas aprovadas na 1ª Conferencia Nacional de Saúde Ambiental (CNSA) destaco uma das mais importantes diretrizes com suas ações estratégicas:

“Mudança no modelo de desenvolvimento econômico de modo a promover a qualidade de vida e a preservação do ambiente, e a saúde desta e das futuras gerações com a proteção da agrobiodiversidade e da biodiversidade urbana e rural, visando a sustentabilidade socioambiental responsável”.

Acompanhada de duas ações estratégicas:

* “Executar políticas públicas de incentivo a permacultura como método de desenvolvimento urbano e rural, incentivando a utilização de energias limpas, o aproveitamento da água das chuvas, programas de uso múltiplo das águas e combate ao desperdício, o reuso e a reciclagem de materiais, através da utilização de ferramentas de incentivo fiscal e fomento de projetos, tais como destinação prioritária do ICMS ecológico para estes fins e IPTU proporcional ao impacto ambiental e promover políticas de educação e obrigatoriedade da implementação da logística reversa pelas empresas de modo a estimular produção e consumo consciente, minimizando desperdícios, resíduos e esgotamento dos bens ambientais com consequentes problemas ao meio ambiente e à saúde, e a adequação da Lei 8666, das licitações públicas, obrigando a compra de produtos oriundos de processos produtivos sustentáveis, nas três esferas governamentais”.

* “Rever o modelo de produção atual dos projetos de infraestrutura, do setor industrial, agrícola e extrativistas minerais, vegetais e animal, garantindo de forma sustentável a geração de renda e qualidade de vida, aumentando o rigor no processo de licenciamento, implantação, avaliação e monitoramento de indústrias e exploração de bens naturais, e com especial atenção aos empreendimentos de grande impacto ambiental e social, fortalecendo modelos de produção que promovam a qualidade de vida, a fim de superar as desigualdades étnicas e socioeconômicas, com o reconhecimento de áreas prestadoras de serviços ambientais”.


Com a aprovação de propostas transformadoras a 1ª CNSA se consolida na vanguarda da saúde ambiental do planeta dando demonstrações de que os brasileiros têm capacidade de realizarem as mudanças necessárias a fim de salvarmos o planeta terra.

Seguindo esta demonstração de consciência ecológica de seu povo o Presidente Lula tem o compromisso de colocar em pratica as propostas que apresentou em Copenhague em solo brasileiro, bem como transformar em leis e projetos de estado as diretrizes e as ações estratégicas aprovadas nos estados e na plenária final da 1ª CNSA.

Que todos tenhamos muita força para ingressarmos em 2010 com muito mais força para lutarmos por um mundo melhor para se viver.

MSN: itamarssantos13@hotmaol.com

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Eu faço parte desta mudança.





Chegamos no aeroporto internacional de Brasília-DF na noite de 09 de dezembro de 2009.

Já se passava das 21 horas de terça-feira e estava instalada uma grande indignação nos mais de 500 delegados e delegadas dos mais diversos estados brasileiros que não tinham certeza de onde iriam pernoitar para que no dia seguinte pudessem credenciar-se na 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (CNSA).

Apesar desta desorganização inicial, a 1ª CNSA foi uma importante demonstração da vontade e da determinação de centenas de militantes sociais de todo o país.

Aqueles que estavam torcendo para que as adversidades postas à frente desta conferência desmobilizassem seus participantes, enganaram-se redondamente.

O produto desta tentativa de retardar ou de até desconstituir a realização da 1ª CNSA foi o combustível que alimentou a vontade e a garra do conjunto dos militantes presentes.



Devido à falta de locais centrais para alojar a totalidade das delegações Estaduais o Ministério das Cidades, de responsabilidade do Ministro Marcio Fortes (PP), foi obrigado a interiorizar a hospedagem dos delegados e das delegadas.

Ao encaminhar mais de duas centenas de pessoas para cidades da grande Brasília, distantes da área central uns 60 KM.

Com estas viagens de ida e vinda para o local de realização dos debates, os viajantes puderam perceber que a realidade vista pelas janelas dos coletivos eram as mesmas sofridas por todos os habitantes do nosso Brasil continente.

Ficou claro àqueles que por ventura acreditassem em uma Brasília rica e maravilhosa; de que esta realidade não passava de contos irreais.

Este convívio das delegações como o dia-dia nos resgatou para a realidade de fato fazendo com que percebêssemos de como era fundamental a nossa presença naquela conferência onde seria discutidas a saúde ambiental do Brasil e isto estava intimamente ligado à vida de cada um de nós.

Ter participado da 1ª CNSA foi um privilegio para todos nós que tivemos a oportunidade de ser a vanguarda brasileira e mundial que construiu a mudança de paradigma nas questões que envolvem a saúde do ambiente.

A política pública de Saúde Ambiental vem para inovar e transformar o modo de fazer e pensar a convivência entre os humanos e o ambiente em que vivemos por ser um processo de desenvolvimento saudável que tem seu inicio nos municípios, através de redes harmônicas articulando Governos, setor privado, sociedade civil organizada e população em geral, visando a criação e a implementação de políticas públicas intersetoriais, equitativas, transversais e sustentáveis que respeite as potencialidades, as diversidades, as vulnerabilidades ambientais e sócio-culturais de cada local.

A 1 ª CNSA teve seu inicio nas etapas municipais e estaduais, culminando com a sua realização em Brasília onde debateu e a provou diretrizes e ações estratégicas em seis temas:

1) Processos produtivos e consumo sustentável;
2) Infraestrutura;
3) Articulação interinstitucional, ações interligadas e controle social;
4) Territórios sustentáveis, planejamento e gestão integrada;
5) Educação, informação, comunicação e produção de conhecimento;
6) Marco regulatório e fiscalização.


Fazer parte desta história nos satisfaz e nos deixa com o sentimento de ser e de estar na vanguarda de mais uma importante mudança que chega ao Brasil.

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Saúde Ambiental.






Reta final: Às vésperas da 1ª CNSA, Canal Saúde mostra como estão os preparativos finais para a etapa nacional. Participe



Canal Saúde/Fundação Oswaldo Cruz
Levando educação em saúde e cidadania para todo o Brasil


Assista ao vivo pela NBR ou WEB e ligue 0800 7018122. Antecipe perguntas - canal@fiocruz.br




O Sala de Convidados, do Canal Saúde / Fiocruz, de sexta-feira (27), às 13h, mostra como estão os preparativos finais para a 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental. Estarão no estúdio representantes dos três ministérios responsáveis pelo evento: Saúde, Meio Ambiente e Cidades. Participe ao vivo, pois essa será uma das últimas oportunidades de colaborar com a Conferência antes de sua realização, entre os dias 9 e 12 de dezembro.



A equipe de reportagem do Canal Saúde esteve em diferentes regiões do país acompanhando as etapas municipais e estaduais preparatórias para a Conferência. Veja o resumo dessas propostas e saiba o que será levado para a etapa nacional.



Interativo - No programa Sala de Convidados, o público participa ao vivo pela WEB canalsaude.fiocruz.br, no chat, ou assistindo pela NBR e ligando 0800 701 8122. Se preferir, antecipe a participação pelo canal@fiocruz.br



Convidados – para interagir com os telespectadores e internautas estarão no estúdio representantes do Ministério da Saúde, Guilherme Netto; do Ministério do Meio Ambiente, Geraldo Abreu; do Ministério das Cidades, Marta Sinoti; e da Fundação Oswaldo Cruz, Hermano Castro.



1ª CNSA – Resultado do esforço de três Ministérios (Cidades, Meio Ambiente e Saúde), a Conferência tem como proposta principal o desafio de criar um Plano Nacional de Saúde Ambiental. Constituída por decreto presidencial, a 1ª CNSA é dividida em três eixos temáticos: Desenvolvimento e sustentabilidade sócio-ambiental no campo, na cidade e na floresta; Trabalho, ambiente e saúde: desafios dos processos de produção e consumo nos territórios e Democracia, educação, saúde e ambiente: políticas para a construção de territórios sustentáveis.

As estatísticas revelam a necessidade da criação de uma estratégia relacionando saúde e meio ambiente. Estima-se que 30% dos danos à saúde estejam relacionados a fatores ambientais decorrentes da falta de esgotamento sanitário, poluição atmosférica, desastres naturais, exposição a substâncias químicas e físicas.



Onde ver – Para saber como assistir a NBR na sua cidade ou obter mais informações sobre a NBR, acesse ebcservicos.ebc.com.br/veiculos/nbr Para assistir no site do Canal Saúde, acesse , clique na TV com a inscrição “ao vivo” e participe a partir do chat associado à transmissão. Se preferir, antecipe suas perguntas: canal@fiocruz.br. O Sala de Convidados é apresentado por Renato Farias.



Fonte: Assessoria de Comunicação – Canal Saúde/Fiocruz
Marcelo de Castro Neves
(21) 3194-7700 / 3194-7704 / 0800-701-8122 / ascom@fiocruz.br

www.canalsaude.fiocruz.br / ascom@fiocruz.br

sábado, 31 de outubro de 2009

Base de Yeda ameaça politica do Meio Ambiente do RS.




I – Introdução:


O PL 154, protocolado como sendo de autoria da Comissão de Agricultura Pecuária e Cooperativismo, nunca foi discutido e nem votado pelos deputados membros da comissão. O presidente Edson Brum, simplesmente coletou nove assinaturas, exceto do PT e PSB e protocolou o projeto.



O referido PL foi elaborado por um grupo de técnicos e entidades próximas do agronegócio, que também participaram das três audiências públicas realizadas pela comissão em conjunto com a presidência no interior do Estado.



A comissão de Saúde e Meio Ambiente não foi consultada sobre a proposta, mesmo sendo sua atribuição o mérito do PL 154. Registra-se que o atual Código de Meio Ambiente teve a autoria da Comissão de Saúde e Meio Ambiente e foi discutido pelas Bancadas e por entidades de todos os setores por anos.



O PL 154 propõe a criação de um Código Estadual do Meio Ambiente Único, revogando 07 leis estaduais, sendo elas: Código Estadual do Meio Ambiente, Código Florestal do Estado do RS, Organização do Sistema Estadual de Proteção Ambiental, Preservação do Solo Agrícola, Lei do Regramento de Corte de Capoeira que alterou o Código Florestal do RS, Lei que Instituiu o Sistema Estadual de Recursos Hídricos e a Lei que Dispõe sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos.



Atualmente, está em curso um grande debate nacional sobre o aperfeiçoamento do Código Florestal Brasileiro, e, portanto, qualquer alteração na legislação estadual antes das mudanças na nacional é perda de tempo e principalmente disputa política dos setores conservadores.



Sobre a idéia de um Código único, há uma contradição com o Art. 40 do Ato das Disposições constitucionais transitórias da Constituição do Estado que determina três Códigos – Código Estadual do Meio Ambiente, Código Estadual de Uso e Manejo do Solo Agrícola e Código Estadual Florestal.



A proposta contida no PL 154 é um flagrante de flexibilização de toda a legislação ambiental do Estado do RS e se coloca em desacordo com a legislação federal, em especial no que diz respeito ao Código florestal.



O projeto tem um perfil de flexibilizar tudo para a área rural, em face da origem da proposta, e acaba com conquistas históricas na área ambiental no Estado do RS.

II - Alterações promovidas pelo PL na legislação em vigor

O Deputado Edson Brum , presidente da Comissão de Agricultura tem afirmado que só fez uma compilação da legislação e que não copia o Código de Santa Catarina. O rápido apanhado a seguir mostra o contrário, que há mudanças significativas na legislação, em especial no sentido de suprimir a transparência, a participação da sociedade e o poder de fiscalização.



1. No Código de Meio Ambiente – Lei nº 10.520/2000

a - Dos dispositivos gerais: nos primeiros treze artigos, que tratam das disposições gerais, o PL retira 5 artigos e três parágrafos importantes que dizem respeito à obrigatoriedade de prestar informações à população, ou seja, os dispositivos que garantem a transparência da área ambiental estão sendo suprimidos.

b - Dos Conceitos: suprime diversos conceitos importantes, como: animais autócnes, EIA/ RIMA em projetos específicos em áreas de preservação permanente, conservação, desenvolvimento sustentável, fonte de poluição e fonte poluidora, mata atlântica, patrimônio genético e Zonas de Transição.



c - Dos instrumentos da política estadual de Meio Ambiente: no artigo 15 suprime parágrafos que são importantes instrumentos da política estadual: como “o Cadastro Técnico Rural, o “Sistema Estadual de Informações Ambientais” e o “Zoneamento de diversas atividades produtivas ou projetadas”



d - Dos Estímulos e Incentivos: suprime o artigo que estabelece que a “liberação de recursos do Estado ou de entidades financeiras estaduais somente será efetivado aos municípios que cumprirem toda a legislação ambiental e executem, na sua localidade a política estadual de meio ambiente”, ou seja, municípios que não seguirem a política de meio ambiente poderão doravante receber recursos do Estado.



e - Das Unidades de Conservação: Altera o artigo que permite a criação de uma UC por ato do Poder Público, a nova redação estabelece que só podem ser criadas por Lei ordinária. É uma forma de dificultar a criação de UC.



f - Do Licenciamento Ambiental: suprime parágrafo único do Artigo que estabelece obrigatoriedade de licenciamentos de empreendimentos localizados até 10 km do limite de uma UC. Esta obrigatoriedade é uma margem de segurança e fundamental para que não ocorram, por exemplo, “contaminações de uma cultura de transgênicos”



g - Do Estudo Prévio do Impacto Ambiental: introduz dois parágrafos ao Artigo 71: sobre a silvicultura e prorrogação do zoneamento ambiental da silvicultura.



Suprime parágrafo único do artigo que determina dar ciência do EIA ao MP e às ONGs. É coerente com a supressão da transparência.


h - Das infrações e Penalidades: Suprime o inciso do artigo que estabelece “a proibição de contratar com a Administração Pública, pelo período de até três anos as empresas que descumprirem a legislação ambiental”.

Reduz no artigo 105 o valor das multas. Atualmente de 50 reais até 50 milhões de reais para 5 UPF-RS até cem mil UPF- RS. Hoje a UPF está em torno de R$ 11,00, ou seja, a multa máxima seria de R$ 1,1 milhões.

i - Da utilização e Conservação do Ar: No artigo 152 suprime o trecho que não permite a ampliação da capacidade produtiva de uma empresa sem a adoção de medidas de controle de poluição.

j - Da fauna silvestre: suprime a parte final do artigo 165 que trata que os animais autócnes “são bens públicos de uso restrito, sendo sua utilização a qualquer título ou sob qualquer forma, estabelecida pela presente lei.”

Suprime artigo que define que a “política sobre a fauna silvestre do Estado tem por fim a sua preservação e a sua conservação com base nos conhecimentos taxonômicos, biológicos e ecológicos”

No artigo que trata dos instrumentos da política sobre a fauna silvestre, suprime os incisos III – zoneamento ecológico, VI – legislação florestal do Estado, e X- licenciamento ambiental.

Suprime artigo 178 – “a reintrodução e recomposição de população de animais silvestres no estado, inclusive aqueles apreendidos pela fiscalização, só poderão ser efetuados com o aval do órgão estadual competente'.

k - Saneamento: suprime do artigo 134, o § 5º: “os municípios deverão manter seu próprio cadastro atualizado de poços profundos e de poços rasos perfurados sob sua responsabilidade ou interveniência direta ou indireta”.

Suprime artigo 142: “nos projetos de licenciamento ambiental de qualquer obra deverão ser obrigatoriedade indicadas fontes de utilização de água subterrânea”.



2. Na Lei 10.350/94 – Recursos Hídricos

No Artigo 7º muda a Presidência do Conselho Estadual de Recursos Hídricos. Retira o Secretário Estadual de Meio Ambiente e passa para o Secretário de Estado do “Planejamento Territorial e Obras”, ou seja, implementa um lógica economicista à água. Ademais, hoje já não existe uma Secretaria com esta denominação.



3. Na Lei 9921/93 – resíduos sólidos

Suprime os dois parágrafos do artigo 1º, quais sejam:

§ 1º – os órgãos e entidades da administração pública direta e indireta do Estado ficam obrigados à implantação da coleta segregativa interna de seus resíduos sólidos;

§ 2º - os municípios darão prioridade a processos de reaproveitamento de resíduos, através da coleta segregativa ou da implantação (…).

Suprime artigo 13 – “Será proibido o acesso a financiamento por bancos estaduais e fundos especiais de desenvolvimento aquelas empresas e órgãos públicos cuja situação, com respeito a resíduos sólidos, não estiver plenamente regularizada diante desta lei”.



4. Na lei 10330/94 –Sisepro – Sistema Estadual de Proteção Ambiental

No artigo 1º que estabelece os integrantes do sistema estadual de proteção ambiental, a nova redação exclui as ONGs.

Suprime o inciso do artigo 6º: sobre as competências do Consema: “estabelecer, com observância na lei, normas, padrões, parâmetros e critérios de avaliação, controle, manutenção, recuperação e melhoria da qualidade do meio ambiente natural, artificial e do trabalho”.



No artigo 8º altera composição do Consema: exclui Sindiágua, o Centro de biotecnologia e A Sociedade de Engenharia. E inclui os titulares da FZB, Fepam e dos Departamentos da Sema. Ou seja, amplia a representação governamental e reduz a da sociedade civil.

Ainda no artigo 8º – exclui parágrafo que que assegura a paridade de representação entre os órgãos governamentais e as entidades representativas da comunidade.

No artigo 9º exclui da competência do órgão executivo o inciso XXIV: “realizar o planejamento e o zoneamento ambiental, .......”

Ainda no artigo 9º exclui parágrafo 1º: “os órgãos ambientais poderão firmar convênios e protocolos com pessoas jurídicas de direito público e privado, visando à execução da politica ambiental”

Ainda no artigo 9º exclui parágrafo 2º: “as competências descritas neste artigo não excluem as que são ou forem atribuídas de modo específico aos órgãos executivos integrantes do Sisepro”.

Suprime artigos 13, 14 e 15: que garantem a participação da Sema nos conselhos de Estado, e a articulação do Sisepro com o Consema.



Do Fundo Est. Do Meio Ambiente: do artigo 24

suprime §1º: “o Fema tem como função prover recursos para equipar os órgãos supramencionados para que possam exercer satisfatoriamente suas atribuições no meio ambiente.

suprime § 2º o Fema poderá repassar recursos às ONGs, consórcios de municípios e comitês de bacias.





Da Proteção ao meio ambiente: papel da Brigada

Do artigo 26 suprime parágrafo único: “as ações da brigada militar deverão de preferencia atender o principio da prevenção, objetivando impedir possíveis infrações relacionadas ao meio ambiente”.

Do artigo 27 suprime inciso III: lavrar autos de constatação, encaminhando-os ao órgão ambiental competente. Ou seja, tira o poder de polícia da Brigada Militar



III - Elementos para debate:

1 – Diferenciação da Agricultura Familiar da Empresarial:

O PL 154, protocolado na AL, não faz diferenciação entre a agricultura familiar e a agricultura empresarial. No atual Código Florestal Brasileiro a agricultura familiar têm tratamento diferenciado.

As negociações conduzidas pelo MMA, que construiu um acordo com MDA, CONTAG, VIA CAMPESINA e FETRAF SUL, definem novo enquadramento para a Agricultura Familiar no Código Florestal Brasileiro, utilizando o que diz o Art. 3º da Lei 11.326, de 2006, em substituição à redação dada pela Medida Provisória 2.166-67, de 2001, no inciso I do § 2º do Art. 1º da Lei 4.771, de 1965.

Essa proposição amplia dos atuais 30 ha previstos no Código Florestal, para 4 módulos fiscais, aproximadamente 100 ha. No caso do RS, segundo o censo agropecuário de 2006, os dados preliminares apontam a existência de 442 mil estabelecimentos rurais no Estado, dos quais 400 mil são agricultores familiares com menos de 100 ha, e detêm aproximadamente 35% das terras gaúchas.

Vantagens para a agricultura familiar:

- Permite somar 100% da APP no computo da Reserva Legal;

- Permite ações de baixo impacto ambiental dentro da APP;

OBS: O CONAMA através da resolução 369 em seu Art.11 normatiza as possíveis intervenções nas APPs. O MMA quer agora transformar esta resolução em lei. O PL 154 incorpora estas questões.

- Permite manejo agroflorestal na APP;

- Permite considerar fruticultura e silvicultura como cobertura vegetal na formação da Reserva Legal;

- A averbação da reserva legal em cartório é gratuita aos agricultores familiares;

- O acordo citado anteriormente propõe um amplo programa de adequação ambiental à agricultura familiar, com crédito diferenciado e três anos para os ajustes, bem como processo simplificado para a averbação. Este mecanismo tira os agricultores familiares de qualquer risco de inadimplência por infração ambiental em dezembro de 2009.



2 – Sobre as Áreas de Preservação Permanente – APPs:

O PL 154, protocolado na AL, faz uma redução drástica das matas ciliares ao longo dos rios e córregos, propondo uma variação de 5 a 50 m, enquanto que o Código Florestal brasileiro tem como faixa mínima 30 m ao longo dos rios e córregos. Entendemos que as definições acerca deste tema devem ficar à critério da legislação federal.

Frente à crise ambiental, fruto do aquecimento global provocado pelo efeito estufa, que vem alterando de forma drástica as condições climáticas e interferindo de forma decisiva nas atividades econômicas do meio rural, bem como fazendo surgir doenças virais como a febre amarela silvestre, que se encontrava estabilizada no RS, é imprescindível a manutenção de Áreas de Preservação Permanente significativas para o equilíbrio dos agroecossistemas.

Pelo atual Código Florestal brasileiro, florestas situadas em áreas acima de 45 graus de inclinação, são consideradas APPs. O acordo citado anteriormente, visa a permitir a manutenção das atividades econômicas já consolidadas com espécies perenes lenhosas em áreas com inclinação acima de 45 graus. O PL 154 amplia para qualquer atividade já consolidada. Neste item, o acordo, não prevê pastagens perenes para a produção leiteira e outras atividades produtivas.

3 – Inclinação entre 25º e 45º graus:

Pelo atual Código Florestal, não é permitido o corte raso de vegetação situada em áreas de inclinação entre 25 a 45º graus (condição mantida pelo acordo e pelo PL 154). Só é permitida a extração de touros. O acordo do governo com as entidades permite atividades agrícolas com espécies lenhosas perenes. No PL 154 este tema não aparece, o que significa a possibilidade do desenvolvimento de qualquer atividade agrosilviopastoril nesta faixa de inclinação, possibilidade com a qual temos concordância.

4 – Reserva Legal:

Os percentuais da Reserva Legal são diferentes para os diferentes biomas, 80% na Amazônia, 35% no Cerrado e 20% para as demais regiões do país. O MMA não abre mão da Reserva Legal, pois entende que este é o principal instrumento de controle do desmatamento, em especial na Amazônia. O PL 154 simplesmente não fala em Reserva Legal, o que poderia ser entendido como extinção deste condicionante no RS, embora seja mantida a restrição nacional.

Para a agricultura familiar, será admitido, pelo órgão ambiental competente, que a vegetação nativa existente em Área de Preservação Permanente entre no computo do percentual de reserva legal.

Para cumprimento da manutenção ou compensação da área de reserva legal pelos agricultores familiares, podem ser computados os plantios de espécies perenes de fruticultura ornamentais ou comerciais e silvicultura.

A averbação da reserva legal dos agricultores familiares é gratuita.

A recuperação da Reserva Legal deve ser de 1/10 a cada 03 anos, portanto, os ruralistas estão fazendo terrorismo desnecessário.

A assessoria considera que cada estabelecimento rural deveria ter a sua própria Reserva Legal e não considerá-la em outra área dentro da mesma micro bacia ou se isso não for possível, dentro da bacia no mesmo Estado.



5 – Pagamento por serviços ambientais:

O atual Código Florestal Brasileiro, não prevê este tipo de beneficio aos agricultores. O Governo Lula já enviou ao Congresso Nacional um PL que prevê o pagamento aos agricultores familiares por serviços ambientas prestados, para quem preservar o meio ambiente, em especial as florestas. O PL 154, protocolada na AL, também prevê pagamento aos agricultores por serviços ambientais, introduzindo esta despesa no atual Fundo Estadual do Meio Ambiente e FUNDEFLOR. Essa previsão é inconstitucional, pois gera uma nova despesa aos fundos, sem previsão orçamentária anterior.

6 – Do auto de inflação administrativa ambiental:

O PL 154 propõe que ”As autoridades ambientais fiscalizadoras não licenciadoras do empreendimento que constatarem a infração administrativa ambiental deverão encaminhar ao órgão licenciador do empreendimento relatório de vistoria evidenciando a constatação da infração juntamente com parecer técnico para análise e, caso procedente, seja lavrado o respectivo “Auto de Infração”.

As modificações propostas retiram do Batalhão Ambiental – BA - da Brigada Militar – BM - o poder de emitir o Auto de Infração. Desta forma, torna praticamente nula ação do BA da BM, pois este ficará limitado a emitir relatório de vistoria constatando a infração, com parecer técnico, o qual será analisado pelo órgão licenciador, que decidirá se emite ou não o Auto de Infração. Imagine a burocracia que será gerada, o que, na prática, acaba com a fiscalização ambiental no Estado. O Batalhão Ambiental poderá ser extinto, pois perde a função pela qual foi criado.

Atualmente, toda a fiscalização da extração de areia, mineração, postos de combustíveis, industrias, hospitais, lixões, poluição sonora, queimadas, desmatamentos etc, são de competência do BA, que pode emitir o Auto de Infração.



7 – Da Composição do CONSEMA:


Pela proposta do PL 154 são eliminados do atual CONSEMA o SINDIÁGUA, a Sociedade de Engenharia do RS, o Centro de Biotecnologia do Estado e o DEFAP. Foram incluídos a Fundação Zoobotânica e um representante de cada departamento da Secretaria do Meio Ambiente. Portanto, diminui a participação da sociedade civil e aumenta a participação de governo. Desta forma, o CONSEMA deixa de ser paritário.







Fonte:Gabinete na Assembléia Legislativa - Praça Mal. Deodoro, 101 - 12º andar - Porto Alegre/RS
Fone: (51) 3210-1801 - marcon@al.rs.gov.br

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Secretário Executivo do COVIMA denuncia.


Senhores conselheiros,

Na reunião do COVIMA de hoje(29-09-2009), fomos informados pela Promotoria de Justiça de Viamão que o Detran pretende remover até novembro de 5.000 a 6.000 veículos de dois depositos da empresa Atento Service localizados em Porto Alegre para um terreno de 6ha no Hospital Colônia Itapuã há menos de 2Km do Parque Estadual de Itapuã e próximo a duas escolas (E. E. Caldas Junior e E. M. Frei Pacífico).

Trata-se de um absurdo e merece uma resposta rápida da comunidade de Itapuã, de Viamão e por que não dizer de todo estado.

O Conselho Viamonense de Meio Ambiente pretende mobilizar os demais conselhos da cidade (CONCIVI, CMS e Conselho de Educação) além do Conselho Consultivo do Parque Estadual de Itapuã e do Conselho Estadual do Meio Ambiente para evitar que isso aconteça.


O Ministério Público já instaurou Peça de Informação sobre o assunto e solicitou o pronunciamento formal do Detran que deve se manifestar até o dia 5 de outubro.
Amanhã solicitaremos manifestação da diretora do HCI.

Precisamos evitar esse absurdo.

Cristiano Silveira
Secretário Executivo
Conselho Viamonense de Meio Ambiente - COVIMA

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.


Mais do que os 70 inscritos, os 12 delegados eleitos, as diretrizes e ações propostas para o município e o estado, a Conferência Municipal de Saúde Ambiental foi um exemplo de que ações conjuntas são possíveis.

Reunir os conselhos de Meio Ambiente, da Saúde e da Cidade e as secretarias da Saúde e do Desenvolvimento Econômico no mesmo evento foi uma prova de que o tema da Saúde Ambiental é transversal e só será concretizado com a união e o compromisso destes diferentes atores.



Esperamos que os produtos desses dois dias de intenso trabalho se transformem em ações concretas e que as mesmas tragam melhorias para os moradores de Viamão, agraciados pela rica beleza de sua natureza e ao mesmo tempo tão atingidos pelos problemas ambientais decorrentes da exploração desordenada dos recursos naturais.

Acesse as diretrizes em:

www.vhecologia.blogspot.com



Fonte: Jorge Amaro de Souza Borges-Presidente do Covima.

jorgeamaroborges@gmail.com
vhecologia.blogspot.com
(51) 96128261

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

*MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE: UM DESAFIO A SER ENFRENTADO EM VIAMÃO






A intensidade com que a degradação do meio natural tem atingido os seres humanos introduz a discussão sobre a necessidade de um novo modelo de desenvolvimento. Isto se verifica na produção agrícola e industrial, no planejamento da infra-estrutura de transportes e energia, no abastecimento de água e esgotos ou na organização das cidades. A escassez, a poluição e a miséria indicam a urgência de mudanças.

Proibição, multas ou previsão de custos adicionais para reparar danos têm se mostrado insuficientes na resolução dos problemas ambientais. A ênfase no controle, na proibição e na punição deve se deslocar para a construção conjunta do desenvolvimento sustentável. Ou seja, deve-se incorporar a variável ambiental na estratégica das políticas públicas para o desenvolvimento das cidades. Isso resultará em melhor qualidade de vida para a população dessas condições a longo prazo.

A concretização de um novo modelo de desenvolvimento exige ações que contribuam para fortalecer e habilitar os órgãos e as entidades responsáveis pelo planejamento, regulação, gestão e execução das políticas públicas. É fundamental também que as questões ambientais sejam vivenciadas no nível local, onde os danos ocorrem e onde podem ser geradas e implementadas as soluções.

Para dar conta desse desafio, torna-se estratégica a parceria entre governo e sociedade na construção e na implementação das políticas públicas.



Uma análise ecológica e ambientalista...



É bem sabido que dentro de nossa realidade sócio-cultural ficamos muitas vezes restritos aos pequenos espaços e impedidos de olhar o longe, o que, por conseqüência, impede que percebamos as alterações que causamos ao ambiente em que estamos inseridos. Este ambiente que havia sido ocupado, ocupamos agora e que por muito tempo ainda será ocupado por nossas gerações descendentes e de todas as demais espécies que habitam este planeta.

Este breve prólogo é somente para que possamos refletir sobre o fato de que primeiro, somos impactantes, assim como qualquer indivíduo, seja de que espécie for, que ocupa um espaço, luta pela sua sobrevivência e procura perpetuar suas características; segundo a relativização do tempo, a percepção de que só se pode inferir sobre este partindo de um referencial e que talvez nosso referencial esteja errado; e terceiro, não menos importante e até princípio de tudo isto, que a maneira de nos relacionarmos com o ambiente que ocupamos, o impacto que causamos e tudo que possa advir disto, como sendo fruto da cultura que recebemos e, é claro, transmitimos.

Conforme A. Pecei(1984), o fator básico de toda problemática causada pela humanidade é própria posição de supremacia sobre todas as outras formas de vida que a nossa espécie atingiu em escala planetária e a ascensão a esse poder de forma muito rápida, sem que pudéssemos nos adaptar inteiramente a ele, sendo que o funcionamento desse império mundial requer estruturas e sistemas reguladores de dimensões e complexidades que ainda não dominamos satisfatoriamente.

É inegável uma crise ambiental mundial. A ação do homem sobre o ambiente nunca é gratuita nem inexorável: refletem o somatório de ações individuais e coletivas, à nível local, regional e planetário, isto é, respondem ao modo de organização da sociedade e da cultura que perpassa por ela(Arroyo, 1993)

É partindo destes princípios que entendemos ser possível sim construir uma nova agenda para a questão ambiental em Viamão.



O debate em torno da estruturação e do fortalecimento da política ambiental municipal constitui o tema central a ser discutido a avaliado. Neste sentido, três aspectos merecem ser aprofundados:



1) Aumento da base de sustentação social das políticas ambientais

O COVIMA prevê a participação e o controle social da definição de diretrizes e prioridades para a política ambiental. Vale ressaltar que a sociedade civil organizada, por meio das ONGs e dos movimentos sociais, cumpre um papel fundamental na consolidação e na ampliação das questões ambientais em nossa cidade. Identificam-se, contudo vários outros segmentos sociais que incorporam a variável ambiental em suas práticas e prioridades: comunidades tradicionais, comunidades quilombolas, povos indígenas, cooperativas, clubes de serviços, grupos de empresários, entre outros. É preciso ampliar e fortalecer os espaços de debate, de negociação e de deliberação das políticas ambientais, buscando incluir estes novos atores. E isto perpassa obrigatoriamente pelo fortalecimento do Conselho Viamonense do Meio Ambiente.



2) Descentralização da gestão ambiental

Um dos aspectos centrais do SISNAMA (Sistema Nacional de Meio Ambiente) é o compartilhamento de gestão ambiental entre os entes federados. Mesmo necessitando de fortalecimento, esses organismos já estão estruturados nas esferas federal e estaduais. O mesmo não ocorre no âmbito dos municípios, o que demonstra a necessidade de políticas capazes viabilizar os órgãos municipais de meio ambiente, envolvendo equipes inter e transdisciplinares, assim como a articulação com outras políticas do setor público com a sociedade. O DEMAM (departamento de Meio Ambiente de Viamão) deve desenvolver ações de planejamento municipal, integrando Comitês de Bacias Hidrográficas, consórcios, associações intermunicipais, além de identificar instrumentos destinados a financiar as políticas locais para o meio ambiente.



3) Transversalidade

É um componente fundamental para que a questão ambiental passe a ser estruturadora do processo de desenvolvimento, garantindo, assim, possibilidade de superarmos ações pontuais e de viabilizarmos a ação dos organismos ambientais a partir do planejamento que integre todas as instancias governamentais. É necessário que TODOS os setores da municipalidade estejam engajados de forma efetiva e permanente na construção e implementação das políticas ambientais, a iniciar pelo gabinete do Prefeito Municipal.





Aliando-se estes elementos, a uma articulação com as políticas do governo estadual e federal, com a sociedade civil organizada e com toda população poderemos acreditar na utopia da SUSTENTABILIDADE.



*Jorge Amaro de Souza Borges
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(51) 96128261

6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

A Igreja Matriz de Viamão.
Referência de um Povo.
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As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

CHÊ
O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

Bandeira do nosso time.

Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

fidel
Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

Charges que falam por si!!!!
Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

Ataque aos Trabalhadores I
Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

Ataque aos Trabalhadores
Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS
Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

Assassinato de São Gabriel
Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

A Guerra.
BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

E o Congresso?
Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.