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  A grande mídia silencia perante os avanços da Mulher na  sociedade brasileira e  na produção científica que produz  vida de forma gratuita...

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domingo, 13 de julho de 2014

A Copa das Copas.


       
     A derrota no futebol comprova que os cartolas brasileiros são mercenários e criaram jogadores a sua imagem... o pig acaba de passar uma reportagem sobre o planejamento Alemão no futebol onde os clubes são encarregados de manterem seus meninos na escola, além da tecnologia (essa pode ser uma herança da Alemanha Comunista)...

            Mas aqui no BR qual o clube faz isso??? E os pais que praticamente vendem seus pequenos CRAQUES ao primeiro abutre que aparece autointitulado "empresário", e lá se vai o filho e o craque que logo vestira a camisa que melhor lhe pagar....

            Neste 13 de julho de 2014 não veremos a Seleção Brasileira, dirigida pela CBF, entidade privada, que é responsável pelo futebol no Brasil, porque este time perdeu vergonhosamente para a Alemanha, naquele inesquecível 7 a 1, no Estádio do Mineirão.

            Por longos 64 anos , a não menos culpada mídia esportiva, lembrou da derrota da Seleção de 1950 para o Uruguai no Estádio do Maracanã, rapidamente batizado de “maracanaço” que por estes logos anos destroçaram toda aquele Time e seus familiares para alimentar o enriquecimento de alguns “especialistas” esportivos.

            E no jogo da semana passada, será o Mineiraço, como será tratado seus jogadores¿¿
            O futebol sempre foi e será por muito tempo o esporte mais popular e por isso esta ao alcance dos mais humildes, mas para isso deve estar disponível a todos.

            A Copa das Copas reafirma muitas coisas e quebra tantos outros mitos como por exemplo: o futebol tem que ser planejado e goleiro deve ir na bola nas cobranças de pênaltis.

            Infelizmente o futebol deveria ser um esporte unicamente coletivo onde todos participassem pelo conjunto e em conjunto, mas a forma mercantilista em que esta montado o impede de ser este esporte coletivo. 

Estando em poucas mãos fazem o que querem com times, seleções e principalmente com os jogadores que deve obediência a seus patrocinadores.

            Aos torcedores que sustentam seus times de alguma forma não lhes é permitido nada, muito antes pelo contrário, jogadores e dirigentes participam dos nossos clubes sem sermos consultados e nesta Copa o que vimos foi essa falta de participação dos torcedores brasileiros na escolha dos nossos jogadores e dirigentes.

            E por ai vai o maior esporte nacional de apagão em apagão sem ser explicado, assim foi em 1998 e neste inesquecível 2014.


            

sexta-feira, 13 de junho de 2014

A Copa e a politica


           
"A VERDADE É QUE antes do PT chegar ao poder teve uma turma que ficou 500 anos mandando aqui no Brasil e esse país se tornou um paíseco de 5º mundo. Entramos na década de 80 ainda sendo uma república das bananas, governados por ridículos generais sem voto, ditadores golpistas assassinos e ignorantes, que “preferiam cheiro de cavalo a cheiro de povo“. Aí finalmente vem um partido que faz o Brasil avançar, tira nossa coleira dos USA, da um pé no traseiro do FMI, alça o país a 6ª economia do mundo fazendo o PIB saltar de 1 para mais de 2,4 trilhões em uma década, tira 50 milhões de brasileiros da pobreza, cria uma nova classe média de mais de 100 milhões com emprego, renda, carteira assinada e conta no banco... Enfim, avanços EXTRAORDINÁRIOS em uma década ! Mas a mídia, conservadora e recalcada, sabota e cria um clima de que estamos "a beira do abismo". E tem gente que vai na onda e não lembra do nosso passado medíocre..." (Chico Buarque de Holanda.

Há sete anos o Brasil envia todas as suas mais prominentes figuras a FIFA, entre elas estavam Lula e FHC, para reivindicar o nosso país como sede da atual COPA DO MUNDO DE FUTEBOL numa demonstração de amadurecimento politico  sobre a importância de realizar tal evento.

Atualmente a direita insurgente se rebela através de sua leal aliada, a mídia empresarial, para atacar o governo e o PT.


Nunca neste país vimos e sentimos as transformações realizados por algum governo como presenciamos nos governos de LULA E DILMA apesar de estar amordaçado a Leis que os limitam a governar mais e melhor em beneficio do povo brasileiro como podemos ver nas conformações do congresso nacional que lhes impõe parceiros políticos antagônicos.

Apesar deste brete politico nossos governo transformaram o BRASIL incluindo milhares de famílias, que antes mendigavam favores aos senhores das senzalas em seus verdadeiros currais eleitorais, através do Bolsa família e a partir deste programa de distribuição de renda já mais visto no mundo as pessoas se tornam independentes, adquirem trabalhos, produzem suas próprias rendas, estudam tornando-se cada vez mais independente.

As agressões promovidas por representantes das classes que sempre dominavam o país são contra  esta independência adquiridas por milhares de pessoas que antes estavam condenadas a mendicância e a benevolência dos senhores das senzalas.

A presença do PT no governo proporciona ao povo pobre o direito de viver melhor e  com cidadania.

E é a partir destes governos que manteremos as maiores transformações que ainda o Brasil necessita para consolidar a cada dia a nossa democracia vergonhosamente atacada por aqueles que negam a plena cidadania a todos, independente do sexo, etnia, credo ou condição social.



quarta-feira, 14 de maio de 2014

A Luta e o Movimento Antimanicomial...


            O Movimento Antimanicomial tem o dia 18 de maio como data de comemoração no calendário brasileiro. 

Esta data remete ao Encontro dos Trabalhadores da Saúde Mental, ocorrido em 1987, na cidade de Bauru, no estado de São Paulo, que reuniu mais de 350 trabalhadores na área de saúde mental.

            Na sua origem, esse movimento está ligado à Reforma Sanitária Brasileira da qual resultou a criação do Sistema Único de Saúde - (SUS); está ligado também à experiência de desinstitucionalização da Psiquiatria desenvolvidas em Gorizia e em Trieste, na Itália, por Franco Basaglia nos anos 60.

            Toda esta luta esta ligada a uma pratica que não leva em consideração a pessoa, mas sim a sua capacidade produtiva que diminuíra por estar com algum sofrimento mental ou em casos mais criminosos como a opção sexual, a gravidez indesejada pelo pai, senhor do engenho, ou pelo uso de drogas. Então estes “loucos” eram levados aos hospícios e assim, distantes dos olhos da sociedade, não envergonhavam suas renomadas famílias.

                No Brasil os CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) e os NAPS (Núcleos de Atenção Psicossocial) foram instituídos juntamente através da Portaria/SNAS Nº 224 - 29 de Janeiro de 1992, sendo considerados como unidades de saúde locais/regionalizadas que contam com uma população adscrita definida pelo nível local e que oferecem atendimento de cuidados intermediários entre o regime ambulatorial e a internação hospitalar, em um ou dois turnos de 4 horas, por equipe multiprofissional, constituindo-se também em porta de entrada da rede de serviços para as ações relativas à saúde mental.

            Em Viamão o primeiro serviço deste modelo foi inaugurado em 1999 e era chamado inicialmente de CAIS Mental ( Centro de Atenção Interdisciplinar de Saúde Mental) que desempenhou suas atividades ate meados de 2004 que a partir de então passou a ser denominado por CAPS.

            Atualmente Viamão disponibiliza quatro serviços que segue este modelo de atenção que se divide por área territorial e por população. A população adulta é atendida nos Caps Casa Azul, na Viamópolis e no Caps Renascer, no Centro de Viamão, o Caps I (infantil e adolescente),  esta também na região central de Viamão e o Caps III que atende, em horário estendido ate as 21 hs, na São Lucas, pessoas que usam álcool e outras drogas. Alem dos atendimentos realizados pelos Caps, Viamão dispõe de 18 leitos psiquiátricos no HCV, os quais são regulados pelos Caps.

            Com a adoção deste modelo houve uma redução considerável de internações hospitalares o que provam a cada dia que se pode cuidar da saúde mental fora dos muros da instituições totalitárias. Instituições  totais como a antiga Febem e o próprio Hospital Psiquiátrico São Pedro não tem mais em suas unidades pessoas e crianças na quantidade que detinham a 20 ou 30 anos atras, mas tem muitas pessoas que ainda vivem nestas instituições de forma digna e necessária.

Politicas articuladas de Assistência Social e de Saúde possibilitaram que pessoas abandonadas por suas famílias por vários anos tivessem seus vínculos familiares reconstruídos e assim deixaram os muros institucionais para trás, outras tantas, sem família ou sem possibilidade e reconstrução vincular permacem no próprio São Pedro, no morada São Pedro, no morada Viamão e na FPE (ex-Febem) encontram-se crianças com sofrimento mental que por força de maus tratos estão nesta instituição e nem por isso devem ser chamadas de manicômio ou hospício. 

Com esta realidade é, no minimo, prematuro propostas como “Morador Zero” , pois estamos falando de pessoas que cresceram e viveram na “casa São Pedro” porque nunca tiveram alguém para reivindicar a sua filiação, maternidade ou paternidade e o mesmo serve para as unidades que abrigam crianças em situação de risco que são moradoras na Fundação de Proteção Especial do RS.

            Sectarismos que somente servem para justificar currículos devem ser interrompidos e o cuidado protegido é necessário e deve ser melhor estudado tendo em vista que as famílias e a própria sociedade ainda não dão conta de seus de seus diferentes.

            Se falando de Hospital São Pedro, entendo e defendo a sua manutenção e a ampliação da oferta dos serviços existentes, por necessidade de demanda, por ser referência na rede estadual de saúde tendo comprovadas suas praticas como resolutivas na atenção integral à saúde mental em conformidade com o modelo atual que tem como centralidade a pessoa. 

Seguindo esta politica no HPSP funcionam serviços que atendem uma demanda de consultas mensais com alto nível de resolutividade terapêutica que dialogam com usuários psiquiátricos em crise esquizofrênica a usuários\dependentes de crack e outras drogas. O HPSP disponibiliza 120 leitos para internação, das quais 10 são destinadas a crianças(único serviço no estado) e 10 para adolescentes.

            Tendo a demanda que tem o Hospital São Pedro não deve servir mais de simbolo para uma Luta que não há mais sentido ser, pois seu fechamento pura e simplesmente não será uma condição para a efetivação da reforma psiquiátrica. 

A Luta Antimanicomial tem sentido de ser na vigilância das condições de atendimento dispensado aos usuários da Saúde mental e aos seus familiares que devem ter o suporte necessário para dar condições de cuidado aos seus que merecem e necessitam.

            Outra tarefa que os lutadores antimanicomiais deve ter na sua agenda são aquelas que versão sobre as condições dos trabalhadores em saúde mental que na maioria dos municípios gaúchos e brasileiros tem suas relações de trabalho precarizadas pela terceirização dos serviços ou pelo baixo salário disponibilizados pelas prefeituras em seus quadros de cargos e salários aos seus servidores.

            Após séculos de maus tratos estamos criando tecnologias nunca antes usadas e entre estas estão os cuidados dispensados pelos familiares aos seus portadores de sofrimento mental e ou usuários de drogas por isso serviços como o HPSP e a FPE , no momento são necessários como forma de proteção a estas pessoas  desprotegidas de tudo e de todos.

            Com certeza este tema não esta encerrado!!!



terça-feira, 29 de abril de 2014

Foda-se.


Por Douglas Freitas.

Por declarações que recebi e outras que percebi, talvez hoje, para alguns, eu atue e seja visto como estereótipo. Realmente talvez hoje eu esteja na minha fase mais intolerante. Sempre disse para meus amigos mais próximos que, independente da causa, era para me lembrar sempre que eu não queria me perder no radicalismo. Acreditava que o radicalismo atrofiava o discurso, não tinha aderência. Não tinha didática.

Para mim, o radicalismo não compactuava com o hackeativismo* que eu tanto louvava, mas hoje não consigo tragar mais o intragável, de verdade. Não consigo ser conivente. É complicado pra mim manter relações que me atrofiavam e tem sido duro diariamente me olhar e romper com meus privilégios. Diariamente. E sei que isso de se questionar, de romper é inconcebível para alguns. Eu entendo, de verdade.

Sei que é difícil. No entanto, quando me vejo solitário atordoado batendo cabeça em um quarto vazio, sempre coloco do lado das minhas angústias as angústias que vejo pro aí de uma transexual, de um negro, de uma mulher negra - e sei que não consigo sentir nem 10% do que eles realmente sentem. Não chega nem aos pés, nem aos pés mesmo. E aí tento parar de mimimi.

Mas confesso que tem sido angustiante. É muito complicado, muito complicado mesmo me despir dos meus privilégios. Abrir mão não só de 23 anos de história minha, mas de heranças geracionais complexas. Algumas reflexões resultam no rompimento de amizades, resultam em um questionamento da relação familiar, resultam em sentimentos que não são só meus. Por mais que eu não vá desistir dessa quebra por mimimi de outros, quero que esses outros, na verdade, me acompanhem, não me estereotipem.

Acho que uma das maiores contribuições que esse período no oriente me trouxe foi conseguir visualizar um pouquinho dos processos históricos, talvez também pela influência de ter morado um tempinho com historiadores, sei lá. Mas, enfim, aqui notei um pouco que os avanços são realmente PROCESSOS.

Por moçambique ter a mesma colonização que o Brasil, aqui vi na lata alguns preconceitos, relações, colonialismos que o Brasil já se desprendeu ou já está em uma luta avançada. Em um país que há apenas 39 anos é livre de Portugal, o colonialismo ainda pulsa.

Comparar a linha do tempo daqui com a do Brasil me fez entender o como são duros os processos históricos. No como levam tempo. E isso me fez prestar mais atenção no desenvolvimento histórico de algumas instituições, da mentalidade, enfim.

Por exemplo: a postura da polícia militar hoje é a de capitães do mato.
A mentalidade escravista no Brasil, 150 anos depois, ainda está incrustada nas veias das classes dominantes. A evolução, a libertação é realmente um PROCESSO.

E ver o quanto são penosas essas mudanças catalisa minha bipolaridade. Vejo a galera na rua, os direitos avançando, as marchas a caminhar e minha ânsia, me dá ganas, sorrio sabendo que a próxima geração vai viver em um mundo totalmente diferente.

Por outro lado, têm dias que me dói pensar no atravancamento que o conservadorismo causa no adiamento da evolução. Nessa luta que é eterna, diariamente morre muita gente como gado por causa dos nossos privilégios, por privarmos direitos, oprimirmos desejos, escondermos sentimentos, suprimimos vidas às vezes alavancados em argumentos/dogmas elaborados há 2 MIL ANOS ATRÁS.
Se liguem que as mulheres são tratadas com relações influenciadas pelo puxar cabelo dos homens das cavernas, nos primórdios da nossa barbárie.

Eu não quero levar 2 mil anos para me livrar da tua cruz!
Eu não quero levar mais 200 anos para te ensinar que ninguém é macaco.
Eu não quero ver policial rindo ao colocar pra correr quem suplica pela vida.
       Caralho! Velho. Pensem no futuro, pensem que nessa imensa linha do tempo talvez a existência da raça humana aqui seja incalculável de tão ínfima. Na real, a gente nem sabe o que está fazendo aqui e tem gente que ainda vive nos anos 50, preocupados em suprimir seus desejo em busca da carreira perfeita. Na maioria das vezes oprimindo a si mesmo usando a expectativas dos outros.

Todos esses papos para mim antes eram um clichê radical, mas hoje eu vejo muito sentido. Me pus no lugar de quem pensava assim, tentei sentir a raiva, a angustia, a dor, o pesar de quem se revoltava. E perceber que essa minha “simulação” dos sentimentos não chegara perto do real sentimento de quem está incomodado me faz ver que tá tudo errado.

- Na boa, velho! Se o assunto é racismo e tu, branco, vem me dar tua opinião de 200 anos atrás camuflados na tão normal vista grossa. Perdón, mi amigo, mas fueda-se.

- Se o assunto é feminismo e tu, homem e, vá lá, branco, vem defender os teus privilégios com um discurso machista que julga libertário, te fulmino com um fueda-se.

- Se o assunto é uma nova comunicação e tu vem discutir princípios jornalísticos com a cartilha da corporação onde trabalha. olho pra ti e digo fueda-se, pode chorar à vontade, jornalismo da velha guarda. (aqui um adendo, me empenho, leio, discuto, parte da minha vida é me angustiando com um novo jornalismo, mas, se para sermos uma sociedade mais evoluída o processo passar pelo extermínio do jornalismo, vou ser o primeiro a estar na luta)

- Se o assunto é uma nova dinâmica social, mas o teu sonho ainda é constituir uma carreira, casar na igreja e ter um lindo casal de filhinhos. Com pesar, te digo fueda-se cabrón da idade média.

- Se me vem de mimimi de dor de amor, mas não se propõe a desconstruir o próprio ciúmes, digo, com carinho, mas digo fueda-se.

- Se lê essa porra toda sem tentar se colocar no meu lugar, entender quem eu sou, no que eu passei pra pensar nisso, nem me venha espalhar tua energia atrasada pro meu lado que silenciosamente eu te grito fueda-se.

Zeca baleiro, na sua tranquilidade, tentou me acalmar essa manhã:
Nem quero ser estanque
Como quem constrói estradas
E não anda
Quero no escuro
Como um cego tatear
Estrelas distraídas
Quero no escuro
Como um cego tatear
Estrelas distraídas... mas, quando me pede calma, ele já sabe bem a resposta.

*Hacktivismo (uma junção de hack e activismo) é normalmente entendido como escrever código fonte, ou até mesmo manipular bits, para promover ideologia política - promovendo expressão políticaliberdade de expressãodireitos humanos, ou informação ética. Atos de hacktivismo são carregados da crença de que o uso de código terá efeitos similares aos do ativismo comum ou manifestações civis. Poucas pessoas podem escrever código, mas o código afeta muitas pessoas.

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Publicado no www.itamarsantos.blogspot.com em 29-04-14

domingo, 20 de abril de 2014

A vida na real!!!

Garoto observa material contrário à redução da maioridade penal durante reunião da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), no Senado (Foto: José Cruz / ABR) http://www.revistaforum.com.br/blog/2013/06/reducao-da-maioridade-ilusao-e-oportunismo/ 

ABAIXO ESTA UM COMENTÁRIO DOS TANTOS QUE ENCONTRAMOS NAS REDES SOCIAIS QUE NOS TRAZEM VISÕES REAIS DE COMO É A VIDA OU MANUTENÇÃO DESTA NAS FAVELAS BRASILEIRAS QUE SÃO UTILIZADAS PARA JUSTIFICAREM POSSÍVEIS MUDANÇAS NA LEGISLAÇÃO COM VISTAS A REDUZIR A MAIORIDADE. 

"…na periferia, vocês que nunca entraram em uma favela..todos mentirosos principalmente esse tal: excrementício ariel de castro alves que só defende vagabundo e ladrão..tem mulheres de 14,15,16,17 anos que tem filhos com varias idade ex: tem mãe de 17 anos que tem 3 filhos com 5,4,3 anos,ela só tem 17 anos e seu filho já tem 5 anos,quer dizer teve filho aos 12 anos de idade,o pai da criança já tem entre 21,22 anos…porque na favela meninas de 12,13…anos já são mulheres de ladrãozinho de de 14,15,16,17 anos na forçada, eles vão na porta da escola e escalam quero ficar com você,ai dela se não ficar, alem de apanhar pode ter seus pais assassinados,,,agora imagina se tivesse uma lei rígida no minimo para quem tem 16,e 17 anos seria diferente porque são homens…eles tem pelos pubianos,milhões de espermatozoides,fazem filhos,mulheres nessa idade tem o poder de engravidar ate mais jovens já podem engravidar….fazem sexo na fundação casa,com meninas de 12,13,14 anos que falsificam seus documentos,para 16,17 anos para entrar e fazer sexo dentro da intuição do governo..colocam fogo em dentista,assassinam covardemente qualquer pessoa,porque sabem que não podem ser punidos…eu desafio seu : excrementissimo ariel de castro alves a dizer o que eu comentei é mentira…mentira é o que ele fala que os “dimenor” são punidos nenhum menor fica preso mais que 30 dias só fica quando sai na mídia…champinha ta preso porque ari friedenbach pai da liana se tornou deputado e ficou em cima porque se dependesse desse talzinho ariel de castro champinha já estava na rua anos,anos,….agora é necessário mudar acreditem a tendencia é piorar…nunca vi esse talzinho ariel de castro defender crianças de rua que precisam ele só defende ladrãozinho os “dimenor”…acreditem se não mudar a tendencia é piorar com esse bombardeio de informação,eles nitidamente o que eles podem fazer e não vão ser punido…" 

O IMPORTANTE DO COMENTÁRIO ACIMA É O RESGATE DA REALIDADE NAS FAVELAS BRASILEIRAS E NAS INSTITUIÇÕES QUE ATUALMENTE ESTÃO DISPONÍVEIS PARA A "RESSOCIALIZAÇÃO" DESES JOVENS QUE ESTÃO A DISPOSIÇÃO DO CRIME E DA VIOLÊNCIA PRODUZIDA PELOS CRIMINOSOS. 

A REALIDADE APRESENTADA AMEAÇA NÃO SÓ OS JOVENS , MAS TODA A CLASSE TRABALHADORA BRASILEIRA PORQUE SÃO OS SEUS FILHOS QUE ESTÃO VULNERAIS A ESTE TIPO DE SOCIEDADE QUE PRIVILEGIA O LUCRO E SE UTILIZA DESTA REALIDADE E DOS NOSSOS FILHOS COMO MÃO DE OBRA BARATA PARA MANTEREM O SEU LUCRO.

POR ISSO PREGÃO PENAS RIGOROSAS PARA OS JOVENS DAS FAVELAS E SÓ PARA ESTES. 

É NOSSO DEVER COMO LUTADORES SOCIAIS LUTARMOS PARA QUE ISSO NÃO ACONTEÇA E PARA QUE AS CONDIÇÕES DE VIDA NAS FAVELAS E DE TODA A CLASSE TRABALHADORA SEJA TRANSFORMADA A TAL PONTO QUE O CRIME ORGANIZADO NÃO SEJAM OS ÚNICOS A ATENDEREM AS SUAS NECESSIDADES. 

QUE O ESTADO BRASILEIRO SEJA O PROMOTOR E GARANTIDOR DOS DIREITOS DE TODOS NÓS E QUE AS UNIDADES RESPONSÁVEIS POR MEDIDAS SOCIOEDUCATIVAS SEJAM ESTRUTURADAS PARA PODEREM SER A ALTERNATIVA PARA ESTES JOVENS QUE FOREM COOPTADOS PELO CRIME ORGANIZADO.

itamarssantos13@yahoo.com.br
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quarta-feira, 9 de abril de 2014

Conselheiros Tutelares têm mais um encontro com o Prefeito.

Neste nove de abril de dois mil e quatorze os dois Conselhos Tutelares de Viamão reuniram-se com o Prefeito Valdir Bonatto, em seu gabinete.
No encontro que durou uma hora e vinte minutos foi tratado, entre os temas, a importância e relevância do trabalho dos conselheiros e das conselheiras tutelares para a cidade.
O Conselho Tutelar no uso de suas atribuições legais é um órgão permanente, autônomo e não jurisdicional encarregado de zelar pelos Direitos da Criança e do Adolescente de acordo com o Artigo 131 da Lei 8.069, de 13 de Julho de 1990 que Dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente.
Este Estatuto legal garante aos conselheiros tutelar importante função social dentro da politica nacional das crianças e dos adolescentes tendo que responder permanentemente ao Ministério Público e ao Poder Judiciário sobre as demandas a eles confiadas.
Cabe ao Poder Executivo Municipal garantir local, estrutura necessária para o seu funcionamento e a remuneração deste Conselheiros Tutelares conforme Artigo 134 e seu paragrafo único e no artigo 135 do mesmo estatuto esta garantida que esta função se constitui em Serviço Público Relevante.
Tendo esta inicial como orientadora do encontro os Conselheiros Tutelares apresentaram ao senhor Prefeito os relatórios, dos dois Conselhos, relativos aos casos atendidos por estes no período de 2011 a 2013 salientam que este conjunto de trabalhadores e trabalhadoras tem sua importância social e assim deve ser vista por toda a sociedade viamonense.
Em termos legais os Conselheiros e Conselheiras tem o dever de responder perante a justiça assim como os ordenadores de despesas públicas que assessoram o Prefeito, exceto nas questões financeiras, e por isso neste encontro fica transparente a necessidade de ser estreitado cada vez mais a participação destes Conselheiros nas politicas inclusivas do Município, principalmente aquelas relacionadas as crianças e aos adolescentes.
Ficou pré agendado que haverá uma outra reunião na primeira quinzena de Maio do ano em curso.

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sábado, 5 de abril de 2014

A onde vamos chegar???

Crime Organizado, Violência e muito mais que vivemos a cada dia esta ai e tá se tornando banalidade falar sobre isto. 

E o pior disso tudo é que esta tal"sociedade" que esta em cada um de nós , cala-se para o crime organizado que esta presente em todos os poderes da Republica anonimamente como essa tal "sociedade". 

E tem mais!
O mesmo crime organizado que mora nas favelas esta dentro da própria iniciativa privada que lava o lucro deste crime em suas importantes empresas onde se apresentam para a tal "sociedade" como senhores e senhoras de caráter ilibado e intocável conduta...

Enquanto "os do Bem" não denunciarem em conjunto o mau feito em cada queto ou palácio do Brasil não teremos um futuro promissor e seremos reféns daqueles que tem o dinheiro e o poder...

O que elles não dizem é que o sistema capitalista não dá vagas de trabalho pra todo aquele que esta em idade produtiva e já tá na hora de mais pessoas participarem da politica partidária para que haja outras alternativas aos "garotinhos" da politica brasileira. 

Porque é muito fácil só criticar os Garotinhos ou fulano de serem ruins, mas não há novas alternativas...

As favelas no Rio de Janeiro ou em qualquer município do país sofrem de algo semelhante porque não tem investimentos suficientes ... 

Estou Conselheiro Tutelar aqui em Viamão-RS, cidade da região metropolitana da capital, Porto Alegre e não há equipamentos sociais suficientes para atender a necessidade de todas as crianças do município... 

E você nem imagina o índice de casos de meninas gravidas por meninos e adultos que chega ate o CONTUT. 

São mães e pais aos 12 ou 15 anos de idade e isso por ter sido filhos de mães e pais da mesma idade, ou seja, estão reproduzindo o que vivenciaram na sua curta vida e isso tem muito de influencia da mídia que libera tudo e vende a falsa imagem de q tudo pode. 

Estamos com "famílias sem serem famílias" como nos criamos, as atuais são imaturas, são antecipadas, não venceram as fases evolutivas que todo o ser humano deva ter até chegar a vida adulta. 

Essa geração esta sendo nascida sem regras algumas, sem valores para se basearem... O Futuro será de muito trabalho para aqueles que trabalham com o social e com o humano...

itamarssantos13@yahoo.com.br
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quarta-feira, 2 de abril de 2014

E a conjuntura???

No próximo 5 de outubro, desde 2014 estaremos escolhendo mais uma vez em nossa jovem democracia, a nova Presidenta da República, um novo Congresso Nacional, Governos Estaduais e suas Assembleias afirmando que o ar que respiramos está mais leve nos últimos 29 anos.

E nestas três décadas destaco a partir de 2003 até os dias atuais nos quais tivemos a frente do governo federal o Partido dos Trabalhadores e seus “aliados” onde Lula e Dilma transformaram a vida de milhões de famílias que antes estavam na mais profunda miséria.

Queiram ou não os críticos deste modo de governar os padrões de classe  mudaram no período devido ao aumento das oportunidades no mercado de trabalho e a possibilidade de formação superior para pessoas de baixa renda também resultaram na ampliação de renda per capita nas famílias.

Neste avanço surge, digamos assim, uma nova classe média brasileira que representa mais de 50% da população. O crescimento desse segmento, com renda familiar mensal entre R$ 1 mil a R$ 4 mil (segundo dados oficiais) deve-se principalmente ao aumento na renda dos mais pobres.

Estes “dados” colocam como elite econômica (classes A e B) aqueles que tem renda superior a R$ 4.591, enquanto a classe D ganha entre R$ 768 e R$ 1.064. Os considerados pobres (classe E), por sua vez, reúne famílias com rendimentos abaixo de R$ 768,00.

Aqui, abro um parêntese, esta definição que inclui nas classes A e B todo aquele que receba mais de R$ 4.591,00 é irreal e serve para mascarar a enorme minoria que desfrutam as benesses de dispor de milhões de Reais a cada mês para o que bem-querer.

Esta afirmação é um rebaixamento na divisão social que contribui para invisibilizar a verdadeira elite econômica. Isso é um dos erros que muitos reproduzem, pois este público é a classe trabalhadora, que querem fazer pensar igual à classe média.

A classe média tradicional é em geral aquela que reclama que pobre agora usa aeroporto.
Nossa política não deve estar focada no consumo da classe trabalhadora para não alimentar os lucros da burguesia que nos quer fazer crer que a qualidade de vida deve ser medida pelo número de bugigangas que podemos comprar.

Mesmo não sendo de fato das classes A, B ou média estas pessoas que ganham a aproximadamente cinco mil reais por mês são responsável por injetar cerca de R$ 1,1 trilhão na economia brasileira aquecendo o mercado e ajudou o Brasil a minimizar os impactos da crise internacional de 2008-2011.

Vejamos a divisão na pirâmide abaixo que mais se aproxima da nossa realidade onde aqueles que estão no topo são os Bilionários detentores de quantias astronômicas de capital e dos meios de produção, logo após os ricos são aqueles que detêm muito capital e propriedades que produzem bens de consumo chamados de latifundiários ou industriais, logo vem aqueles que se incluem na classe média alta sendo os que são remunerados com centenas de salários mínimos* e trabalham para os ricos ou bilionários, os chamados de classe média são os trabalhadores das grandes empresas que lhes exigem um certo nível técnico advindo da formação acadêmica que não lhes garante salários maiores que 20 mil* reais por mês, o que lhes permitem viajar de avião e passar as férias no exterior anualmente.

Os demais são o grosso da base social brasileira onde se encontram as Classes Média Baixa que recebe no máximo 5 mil reais mensais, os pobres que ficam entre os 1 mil reais mensais ate o limite de 5 mil os quais são assalariados de nível médio e aqueles que estão abaixo da linha da pobreza tem que se sustentar com os auxílios governamentais ou de pequenos bicos que lhe garante no limite 1 mil reais mensais.





*Os valores aqui apresentados são indicados pelo autor.




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Publicado no www.itamarsantos.blogspot.com em 02-04-14

sexta-feira, 21 de março de 2014

A Vulnerabilidade e a família.


Vulnerável é algo ou alguém que está suscetível a ser ferido, ofendido ou tocado. Vulnerável significa uma pessoa frágil e incapaz de algum ato. O termo é geralmente atribuído a mulheres, crianças e idosos, que possuem maior fragilidade perante outros grupos da sociedade.

Na sociedade, um indivíduo vulnerável é aquele que possui condições sociais, culturais, políticas, étnicas, econômicas, educacionais e de saúde diferente de outras pessoas, o que resulta em uma situação desigual. O fato de existirem indivíduos em uma situação vulnerável faz com que exista uma desigualdade na sociedade.

Esta desigualdade está presente em nossos dias sem que necessitemos realizar grandes esforços para percebermos tal realidade e a sua existência é fruto de uma sociedade que privilegia o lucro acima de tudo.

Devido a tamanha miséria, fruto do desenvolvimento, torto, produzido pelo capitalismo, a vida das famílias brasileiras ou se ainda podemos chamar o que existe assim, este sistema produz uma potente força politica e econômica que comanda milhares de “soldados” de dentro e de fora das cadeias.

Em recente entrevista um dos maiores criminosos brasileiros conhecido como Marcola conceitua como são o que ele chama de: “meus soldados todos são estranhas anomalias do desenvolvimento torto desse país. Não há mais proletários, ou infelizes ou explorados. Há uma terceira coisa crescendo aí fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo, se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Já surgiu uma nova linguagem. Vocês não ouvem as gravações feitas “com autorização da Justiça”? Pois é. É outra língua. Estamos diante de uma espécie de pós-miséria. Isso. A pós-miséria gera uma nova cultura assassina, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, internet, armas modernas. É a merda com chips, com megabytes. Meus comandados são uma mutação da espécie social, são fungos de um grande erro sujo”.

É sob esta realidade que o que sobrou das famílias de verdade, sejam elas do tipo que queiramos, homo ou hétero, com pai e mãe casados ou separados, não importa. O que importa é que as nossas favelas estão no meio da “merda” como bem disse o marginal, produto do capitalismo que nega a dignidade a todos.

O que fazer com cinco famílias desdentes de um núcleo familiar formado por pessoas que por índole ou imposição deste sistema que empurra as pessoas para o crime onde há em torno de quinze crianças de zero há doze anos que sobrevivem em subcasas, que contraditoriamente, habitam com geladeira duplex inox, fogão de 6 bocas de inox em casas que não tem portas ou janelas e muito menos esgoto sanitário. Onde as mãe esperam pelo dia que o pai será libertado de uma “maria da penha”, uma das poucas Leis que executam seus acusados, para ir ate ao cartório registrar o seu filho de 22 meses de vida.

Esta é a verdadeira realidade que encontramos nas nossas ruas em Viamão ou em qualquer cidade do Brasil e o seu enfrentamento o próprio bandido sabe como se faz: “Só viria com muitos bilhões de dólares gastos organizadamente, com um governante de alto nível, uma imensa vontade política, crescimento econômico, revolução na educação, urbanização geral; e tudo teria de ser sob a batuta quase que de uma, tirania esclarecida, que pulasse por cima da paralisia burocrática secular, que passasse por cima do Legislativo cúmplice. (Ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear, vão roubar até o PCC…).E do Judiciário, que impede punições. Teria de haver uma reforma radical do processo penal do país, teria de haver comunicação e inteligência entre polícias municipais, estaduais e federais (nós fazemos até conference calls entre presídios…). E tudo isso custaria bilhões de dólares e implicaria numa mudança psicossocial profunda na estrutura política do país. Ou seja: é impossível. Não há solução”.

Discordo desse funcionário do crime, subproduto do capitalismo, e afirmo que é possível vencer o crime organizado e eles sabem que é possível, por isto zombam das pessoas do bem com afirmações como estas do bandido chamado Marcola.

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As Novas Famílias.


Além das importantes questões sociais, diversos autores destacaram que nos últimos cinquenta anos houve uma grande e significativa desestruturação da família tradicional burguesa, ocorrendo novas configurações de gêneros e gerações, elaborando assim novos códigos de condutas e regras internas, mas com certo substrato básico de gerações anteriores.

Kaslow (2001) cita em sua obra oito tipos de composição familiar que podem ser consideradas “Famílias” assim constituídas: “Casais; Família nuclear, incluindo duas gerações, com filhos biológicos; Famílias adotivas temporárias; Famílias adotivas, que podem ser bi-radicais ou multiculturais; Famílias monoparentais, chefiadas por pai e mãe; Famílias reconstituídas depois do divórcio; Casais homossexuais com ou sem crianças; Várias pessoas vivendo juntas, sem laços legais, mas com forte compromisso mútuo, baseadas no afeto”.

As transformações verificadas na sociedade a partir da metade do século XX revolucionaram o conceito clássico de entidade familiar, impondo a reformulação dos seus critérios interpretativos de modo a incluir novas formas de convívio, que incluem comunhão de vidas, comprometimento mútuo e responsabilidades recíprocas.

No Brasil a perspectiva de mudança social com relação às famílias ocorreu a partir da Constituição Federal de 1988, quando se delimitou o que seria entidade familiar.

A igualdade entre os cônjuges, liberdades e garantias à mulher, vieram a ser elevadas a cláusulas pétreas e mudaram o panorama desta instituição. 

A família oriunda do casamento e da união estável teve reconhecimento constitucional, e daí surgiram outras modalidades de família com consequências sociais para todos.

Com a intensificação das estruturas de convivência familiar surgiram no âmbito das relações interpessoais conflitos decorrentes das novas modalidades de família e da postura que os pais tomam em relação aos filhos.

Compete aos pais exercer o poder familiar que lhes é assegurado por lei, mas o que ocorre após o desenlace matrimonial é que o genitor guardião tenta exercer este poder em detrimento do filho.

Podemos perceber que cada vez mais famílias se dissolvem e após algum tempo se reestruturam com outras pessoas.

As relações de parentesco costumavam ser, com frequência, uma base de confiança tacitamente aceita; hoje em dia, a confiança tem que ser negociada e barganhada e o compromisso são uma questão tão problemática nos relacionamentos sexuais.

Após vinte e seis anos de promulgada a nossa Constituição permanece em aberto processo de compreensão e se incluirmos ingredientes externos que disputam a democracia garantida por esta Lei, mais teremos vários elementos que interferem decisivamente no “Poder familiar”.

Além dos tipos familiares elencados por Kaslow em 2001, atualmente presenciamos famílias sendo “constituídas” aos 10, 12 ou 14 anos de idade, banalmente  “justificadas” pela “liberdade de escolha”, onde mães e pais sem justificativa, tentando explicar a sua impotência em educar a sua filha ou filho de como e quando seria a época mais adequada para se formar uma família, seja esta de que tipo for.

Outro dado com bons índices de incidência são as famílias “constituídas” por meninas de 14 ou 15 anos com homens de 30 ou 40 anos, onde o “poder familiar” se vê impotente para impedir tal relação e a intervenção judiciaria, a meu ver, se torna lenta e por isso se atrasa no tempo em relação a legalização de tal união ou na negação desta relação devido as várias interpretações para ser aplicadas as penalidades inclusas no art. 217-A, caput, do Código Penal define como estupro de vulnerável “ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze)anos” da LEI Nº 12.015, DE 7 DE AGOSTO DE 2009.
As consequências mais usuais nesta situação é a absorção da nova família, mãe e filhos, pela família nuclear, tendo em vista que o “homem” se exime de sua responsabilidade solidaria nesta relação e abandona sem culpa mais esta “relação”.

Teorias a parte, presenciamos uma verdadeira desobrigação social onde as pessoas não assumem o seu papel frente ao convívio em sociedade produzindo uma enormidade de seres sem referências que reproduziram este ciclo ate que socialmente construamos a tecnologia que sessara tal prática.

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segunda-feira, 3 de março de 2014

A CEEE por Fábio Salvador...

Foto de Fabio Salvador

A partir de um debate no Facebook o servidor da Companhia Estadual de Energia Elétrica reproduzo trechos do mesmo que proporciona um outro olhar de como é a realidade de cada dia de uma grande indústria pública que esta a serviço de todo um enorme contingente populacional.

Com a palavra Fábio Salvador: “Eu até quero dar uma dica: para o consumidor, a falta de luz é uma lâmpada apagando, um ar-condicionado desligando. Ele vê as coisas apagarem, depois vê religarem, e encara a espera como algo desnecessário, algo que a CEEE poderia resolver mais rápido se tivesse vontade. Se cada vez que tivéssemos uma falta de luz grande, um fotógrafo registrasse e jogasse na rede fotos assim, as pessoas na escuridão imaginariam os caras fazendo isso e pensar “pô, é difícil mesmo, tomara que consigam fazer rápido”, em vez de imaginar funcionários públicos caricatos, sentados dormindo enquanto o povo sofre.
 Fica a dica.

Na verdade, eu poderia até adotar uma postura “burocrática” em relação a isso: quando tu compras um ar-condicionado ou uma TV maior, tu tens a preocupação de redeclarar tua carga instalada na CEEE para que atualizem o cadastro e refaçam o cálculo das necessidades do teu circuito? Se fazes, parabéns! Se não, estás entre os 99% dos clientes da Companhia...

Sobre aquele caso de faltar luz: nem mesmo a companhia de luz mais eficiente do mundo evitaria uma falta de luz ontem. Essa aqui ERA a placa que marcava o início do perímetro urbano de Águas Claras. E o vento levou. Aqui em casa, a chuva entrou de lado e literalmente atravessou até o meio da sala.
 

A verdade sobre a companhia é meio triste: quando o Britto vendeu dois terços da Companhia, os compradores saíram com redes bonitinhas, alinhadinhas, e sem dívida alguma. Todos os débitos e obrigações ficaram com a parte que permaneceu estatal. A empresa foi deixada em estado falimentar, para ser vendida em mais uma transação mal explicada ali adiante. Como um carro velho que vai pro desmanche, sabe?
Isso não ocorreu.

A CEEE sobreviveu, mas sem capacidade de investir nada nas redes. E assim ficou por 16 anos. A rede foi apodrecendo, sem haver condições de trocar. E os governos, sucessivos, só dilapidando a empresa. Agora, temos essas verba do CRC, que está sendo investida toda em redes, as obras só não andam mais rápido porque não existe mesmo gente qualificada para fazer tudo ao mesmo tempo. E quando digo “não existe”, não é na CEEE, é no mercado. Mas quando as obras chegarem ao seu objetivo final, agora pelo fim de 2014 ou talvez início de 2015, todo mundo vai sentir a diferença.

Aliás, já se está sentindo: lugares historicamente problemáticos já foram arrumados, como parte da Estalagem, parte da Cecília, e outros bairros.

Águas Claras ganhou um alimentador novo, com postes de concreto na área em que eles mais quebravam, e espaçadores onde o matagal fazia os fios se grudarem. Ainda falta muito. Mas finalmente estamos conseguindo fazer alguma coisa. Isso se, claro, algum governador futuro não resolver solapar a empresa de novo. Coisa que não duvido, porque o povo vota muito mal.

No Centro de Viamão é exatamente igual a Águas Claras, Santa Isabel, ou Pinhal - duas décadas de falta de investimento, por pura tentativa de assassinato da empresa por parte de quase todos os governos. E igualmente ficará bom com as obras a serem feitas, se conseguirmos levá-las até o final sem a politicagem nos dar outra rasteira.

E o ataque à empresa é algo sistemático: a AESSul sofre quedas iguais, há regiões 220v onde a tensão nunca passada 190v, - mas a grande imprensa só acha espaço para bater na CEEE. Porque o interesse é sucatear e vender sendo que este interesse de é da imprensa, não confundir com o governo atual, que até parece interessado em nos dar um respiro”.

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

O Hospital São Pedro e a Saúde Mental...


Fundado em 13 de maio de 1874, foi inaugurado somente dez anos após, no dia 29 de junho, data consagrada a São Pedro, mas nem a fé popular não apaga as marcas manicomiais dos tempos que o trancafiar pessoas que não se “adequavam” as ditas regras sociais remanescentes da ex-coroa colonial que dominava o Brasil.

As lutas travadas desde então para o fim dos chamados hospícios e os “tratamentos” desumanos dispensados as pessoas que ali eram esquecidas se estenderam por mais de um século ate a aprovação da LEI N° 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 que Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental.

Neste século o Hospital Psiquiátrico São Pedro se tornou símbolo de hospício e de tempos em tempos surgem fortes rumores de que ira fechar; que foi reduzido o número de médicos residentes e muita mais coisas sem a devida fonte, coisas do tipo fofoca!!

Só que naquele CEP se encontra a Referência para 88 municípios da região metropolitana (aproximadamente cinco milhões de pessoas) em Saúde Mental. Que disponibiliza a população em geral estes Serviços :

- Unidade para dependência química;
- Unidades para pacientes agudos;- Centro Integrado de Atenção Psicossocial - Infância e Adolescência (CIAPS)
- Serviço de emergências psiquiátricas;- Unidade de observação;- Centro de Reabilitação;
- Ambulatório especializado em saúde mental, com programas de atendimento para as principais patologias mentais.

Como instituição de ensino, o São Pedro conta há 28 anos com uma Residência em Psiquiatra e uma Residência Multidisciplinar em Saúde Mental. Hoje, o Hospital tem em torno de 200 alunos de graduação e pós-graduação através de convênios de ensino e treinamento com as principais Universidades do Estado do Rio Grande do Sul.  (http://www.saude.rs.gov.br/conteudo/638/?Hospital_Psiquiátrico_São_Pedro_%28HPSP)

Na segunda semana de fevereiro do corrente ano aconteceu o Seminário: São Pedro em Movimento, lá no HPSP mesmo, quando foi criado grupos de trabalhos para discutir e propor projetos para as várias áreas do hospital. Onde foi afirmado que haverá abertura para a sociedade e que haverá transformação inclusive com a possibilidade de hospital geral.

Atualmente o HPSP atende mais de 200 pessoas nas 5 unidades de pacientes agudos; aproximadamente 25 pacientes ocupam os leitos da unidade de dependência química a cada mês; o CIAPS-IA atende 20 crianças e adolescentes nesta unidade; estes são apenas alguns números das várias vidas que tem este CEP como sendo o seu único ponto de referência para toda uma existência.

Além da criação ou transformação do HPSP em um Hospital Geral proponho que la seja reunido o maior número de serviços de saúde estadual tornando aquele CEP em um endereço de referência em saúde mental e saúde coletiva otimizando toda aquela estrutura pre existente e assim afastando o fantasma de uma possível venda do terreno pra especulação imobiliária.

Hospício, manicômio, choque elétrico, segregação, preconceito ou qualquer outro modo que leve o ser humano a ser desrespeitado deve ser combatido e banido do convívio social, mas o transtorno e o sofrimento mental existem sendo necessários espaços de atenção especializados para atenderem, formar novos profissionais e novas tecnologias em saúde mental.

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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Trabalho militante ou alienado.



A alienação trata-se do mistério de ser ou não ser, pois uma pessoa alienada carece de si mesmo, tornando-se sua própria negação. Alienação refere-se à diminuição da capacidade dos indivíduos em pensar e em agir por si próprios. (Wikipédia)

Após Marx confrontar a economia política, lançando pela primeira vez o termo “alienação no trabalho” e suas consequências no cotidiano das pessoas é exposto a alienação da sociedade burguesa – fetichismo, que é o fato da pessoa idolatrar certos objetos (automóveis, jóias, etc). O importante não é mais o sentimento, a consciência, pensamentos, mas sim o que a pessoa tem. Sendo o dinheiro o maior fetiche desta cultura, que passa a ilusão às pessoas de possuir tudo o que desejam a respeito de bens materiais.

É muito importante também destacar que alienação se estende por todos os lados, mas não se trata de produto da consciência coletiva. A alienação somente constrói uma consciência fragmentada, que vem a ser algumas visões que as pessoas têm de um determinado assunto, algumas alienadas sem saber e outras que não esboçam nenhum posicionamento.(http://pt.wikipedia.org/wiki/Aliena%C3%A7%C3%A3o)

Na organização do trabalho há várias teorias que são aplicadas de acordo o com a vontade dos patrões e nos casos dos serviços públicos, dos gestores de plantão. A concepção funcionalista está mais ligada as empresas privadas que veem o trabalhador pelas suas “funções” que desempenham dentro da empresa e em algumas gestões públicas é disponibilizado aos trabalhadores a oportunidade de participar democraticamente do processo de trabalho.

Tanto nas concepções funcionalistas como nas participativas e democráticas há um ingrediente fundamental no desempenho deste trabalhador, ou seja, ele deva ser o não um “militante” que não necessariamente tenha que ser ou estar inserido numa organização política, submetido a uma linha de comando e tudo que estas organizações exigem de seus participantes.

Para ser “militante” no trabalho não requer alguma vinculação politico ideológica basta compreender o significado deste fazer para que possa cumprir a sua função com satisfação quebrando a relação mercantilista pelo sistema vigente.
O trabalhador militante é um ator que pensa, formula e joga nos espaços democráticos deixando de ser uma caixa oca porque dispõe suas ideias, valores e concepções em beneficio de si mesmos e daqueles que serão beneficiados com o seu trabalho fazendo uso de seus pequenos espaços de autonomia para agir como lhes parece correto de acordo com seus valores e interesses.

Ser um militante nos transforma em um profissional que desempenha suas atividades visando garantir a atenção, a defesa e a proteção às pessoas em situação de risco pessoal e social, assim como aproximar as equipes dos valores, modos de vida e cultura das pessoas que sobrevivem nestas situações. Esta prática nos possibilita sermos sujeitos de nossos projetos impedindo que o troca-troca de governantes interrompam nosso fazer, como muitas dizemos que acontece só porque mudou o Prefeito ou o Governador.

Um exemplo disso é o SUS que esta acima dos governantes, pois é um dever de todo estado democrático para com o seu povo, portanto cabe aos seus trabalhadores e trabalhadoras garantir que este sistema permaneça a serviço da sociedade brasileira.

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domingo, 26 de janeiro de 2014

As Drogas e os seus efeitos...


O neurocientista, Dr. Carl Hart (é o primeiro cientista afro-americano titular na Universidade de Columbia, onde é professor associado dos departamentos de psicologia e psiquiatria. Ele também é membro do Conselho em Assuntos de Abuso de Drogas e pesquisador da Divisão de Abuso de Substâncias do Instituto de Psiquiatria de Nova York). diz: por 20 acreditei que as drogas eram o problema das comunidades. Mas quando eu comecei a olhar com mais cuidado, quando comecei a olhar as evidências de maneira mais cuidadosa, ficou claro para mim que as drogas não eram o problema. O problema era a pobreza, a política anti-drogas, a falta de empregos - um leque variado de coisas. (Leiam a integra desta entrevista em http://www.cartamaior.com.br/?%2FEditoria%2FDireitos-Humanos%2F-As-drogas-nao-sao-o-problema-entrevista-com-o-neurocientista-Carl-Hart-%2F5%2F30021 )

Os critérios utilizados pelo Dr. Carl para defender sua tese se alguém é ou não viciado é o de se esta pessoa tem problemas nas suas funções psicossociais. Ela vai ao trabalho? Ela lida com suas responsabilidades? Ou ela deixa de lado suas atividade?

A partir destes critérios posso pensar que vemos as pessoas como seres que produzem algo, ou seja, o Senso Comum de nossa sociedade considera útil o que dá prestígio, poder, fama e riqueza. Julga o útil pelos resultados visíveis das coisas e das ações, identificando utilidade no trabalho, no cumprimento das responsabilidades e atividades sociais.

Esta visão descarta as ações do meio sobre as pessoas tendo ingredientes de contraditoriedade na defesa da tese do renomado cientista no momento que identifica os problemas sociais como um provocador para o uso de drogas e sua resolução como um fator de amenização para este uso.

Estamos em meio aos que defendem o materialismo médico de Willam James, as crenças religiosas que “justificam o uso de drogas em seus rituais” e daqueles que acreditam no “uso recreativo de drogas” que não limita seus usuários as funções de uma sociedade capitalista que lhe explora ao ultimo de suas forças.

Os efeitos relatados pelos dependentes de Crack dão conta de queimaduras nos dedos e boca, convulsões, falta de ar, taquicardia, paranoias, hipertensão, taquipnéis (respiração acelerada), hipertermia(febre alta), pupilas dilatadas, tensão muscular, tremores e sudorese intensa.

Os primeiros episódios de consumo são marcados por euforia, sensação de bem estar e desejo de repetir o uso o que resulta em ansiedade, hostilidade e depressão extrema. O aumento em doses mais altas surgem as ilusões perceptivas ( visuais e auditivas) e finalmente a psicose cocaínica, extrema hipervigilância ( já vi relatos de uso de cocaína para não dormir como medo da policia lhe prender), delírios paranóides e alucinações que podem levar a homicídios ou suicídios.( Leite, 1999:27).

Entendam que não estou a duvidar da experiencia cientifica de quem quer que seja até porque esta está comprovada e nisto não há discussão. 

A discussão esta entre estes estudos e a realidade que vivenciamos em nossos dias com as mais variadas reações, sofrimentos e comportamentos.

Entendo que cada individuo responde de maneira peculiar aos cuidados disponibilizados, portanto deixo ou controlo meu sectarismo em inviabilizar este ou aquele cuidado como sendo inviável.

Trato de não demonizar nada em termos de atenção aqueles que estão dependentes ao uso de drogas. Para mim todas as estrategias e técnicas disponível são possíveis de serem executadas de acordo com as necessidades de cada usuário desde as praticas de Redução de Danos ate compulsoriedade dos mais variados tratamentos.





6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

A Igreja Matriz de Viamão.
Referência de um Povo.
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As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

CHÊ
O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

Bandeira do nosso time.

Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

fidel
Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

Charges que falam por si!!!!
Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

Ataque aos Trabalhadores I
Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

Ataque aos Trabalhadores
Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS
Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

Assassinato de São Gabriel
Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

A Guerra.
BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

E o Congresso?
Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.