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Rio Grande do Sul

sexta-feira, 21 de março de 2014

A Vulnerabilidade e a família.


Vulnerável é algo ou alguém que está suscetível a ser ferido, ofendido ou tocado. Vulnerável significa uma pessoa frágil e incapaz de algum ato. O termo é geralmente atribuído a mulheres, crianças e idosos, que possuem maior fragilidade perante outros grupos da sociedade.

Na sociedade, um indivíduo vulnerável é aquele que possui condições sociais, culturais, políticas, étnicas, econômicas, educacionais e de saúde diferente de outras pessoas, o que resulta em uma situação desigual. O fato de existirem indivíduos em uma situação vulnerável faz com que exista uma desigualdade na sociedade.

Esta desigualdade está presente em nossos dias sem que necessitemos realizar grandes esforços para percebermos tal realidade e a sua existência é fruto de uma sociedade que privilegia o lucro acima de tudo.

Devido a tamanha miséria, fruto do desenvolvimento, torto, produzido pelo capitalismo, a vida das famílias brasileiras ou se ainda podemos chamar o que existe assim, este sistema produz uma potente força politica e econômica que comanda milhares de “soldados” de dentro e de fora das cadeias.

Em recente entrevista um dos maiores criminosos brasileiros conhecido como Marcola conceitua como são o que ele chama de: “meus soldados todos são estranhas anomalias do desenvolvimento torto desse país. Não há mais proletários, ou infelizes ou explorados. Há uma terceira coisa crescendo aí fora, cultivado na lama, se educando no absoluto analfabetismo, se diplomando nas cadeias, como um monstro Alien escondido nas brechas da cidade. Já surgiu uma nova linguagem. Vocês não ouvem as gravações feitas “com autorização da Justiça”? Pois é. É outra língua. Estamos diante de uma espécie de pós-miséria. Isso. A pós-miséria gera uma nova cultura assassina, ajudada pela tecnologia, satélites, celulares, internet, armas modernas. É a merda com chips, com megabytes. Meus comandados são uma mutação da espécie social, são fungos de um grande erro sujo”.

É sob esta realidade que o que sobrou das famílias de verdade, sejam elas do tipo que queiramos, homo ou hétero, com pai e mãe casados ou separados, não importa. O que importa é que as nossas favelas estão no meio da “merda” como bem disse o marginal, produto do capitalismo que nega a dignidade a todos.

O que fazer com cinco famílias desdentes de um núcleo familiar formado por pessoas que por índole ou imposição deste sistema que empurra as pessoas para o crime onde há em torno de quinze crianças de zero há doze anos que sobrevivem em subcasas, que contraditoriamente, habitam com geladeira duplex inox, fogão de 6 bocas de inox em casas que não tem portas ou janelas e muito menos esgoto sanitário. Onde as mãe esperam pelo dia que o pai será libertado de uma “maria da penha”, uma das poucas Leis que executam seus acusados, para ir ate ao cartório registrar o seu filho de 22 meses de vida.

Esta é a verdadeira realidade que encontramos nas nossas ruas em Viamão ou em qualquer cidade do Brasil e o seu enfrentamento o próprio bandido sabe como se faz: “Só viria com muitos bilhões de dólares gastos organizadamente, com um governante de alto nível, uma imensa vontade política, crescimento econômico, revolução na educação, urbanização geral; e tudo teria de ser sob a batuta quase que de uma, tirania esclarecida, que pulasse por cima da paralisia burocrática secular, que passasse por cima do Legislativo cúmplice. (Ou você acha que os 287 sanguessugas vão agir? Se bobear, vão roubar até o PCC…).E do Judiciário, que impede punições. Teria de haver uma reforma radical do processo penal do país, teria de haver comunicação e inteligência entre polícias municipais, estaduais e federais (nós fazemos até conference calls entre presídios…). E tudo isso custaria bilhões de dólares e implicaria numa mudança psicossocial profunda na estrutura política do país. Ou seja: é impossível. Não há solução”.

Discordo desse funcionário do crime, subproduto do capitalismo, e afirmo que é possível vencer o crime organizado e eles sabem que é possível, por isto zombam das pessoas do bem com afirmações como estas do bandido chamado Marcola.

itamarssantos13@yahoo.com.br
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As Novas Famílias.


Além das importantes questões sociais, diversos autores destacaram que nos últimos cinquenta anos houve uma grande e significativa desestruturação da família tradicional burguesa, ocorrendo novas configurações de gêneros e gerações, elaborando assim novos códigos de condutas e regras internas, mas com certo substrato básico de gerações anteriores.

Kaslow (2001) cita em sua obra oito tipos de composição familiar que podem ser consideradas “Famílias” assim constituídas: “Casais; Família nuclear, incluindo duas gerações, com filhos biológicos; Famílias adotivas temporárias; Famílias adotivas, que podem ser bi-radicais ou multiculturais; Famílias monoparentais, chefiadas por pai e mãe; Famílias reconstituídas depois do divórcio; Casais homossexuais com ou sem crianças; Várias pessoas vivendo juntas, sem laços legais, mas com forte compromisso mútuo, baseadas no afeto”.

As transformações verificadas na sociedade a partir da metade do século XX revolucionaram o conceito clássico de entidade familiar, impondo a reformulação dos seus critérios interpretativos de modo a incluir novas formas de convívio, que incluem comunhão de vidas, comprometimento mútuo e responsabilidades recíprocas.

No Brasil a perspectiva de mudança social com relação às famílias ocorreu a partir da Constituição Federal de 1988, quando se delimitou o que seria entidade familiar.

A igualdade entre os cônjuges, liberdades e garantias à mulher, vieram a ser elevadas a cláusulas pétreas e mudaram o panorama desta instituição. 

A família oriunda do casamento e da união estável teve reconhecimento constitucional, e daí surgiram outras modalidades de família com consequências sociais para todos.

Com a intensificação das estruturas de convivência familiar surgiram no âmbito das relações interpessoais conflitos decorrentes das novas modalidades de família e da postura que os pais tomam em relação aos filhos.

Compete aos pais exercer o poder familiar que lhes é assegurado por lei, mas o que ocorre após o desenlace matrimonial é que o genitor guardião tenta exercer este poder em detrimento do filho.

Podemos perceber que cada vez mais famílias se dissolvem e após algum tempo se reestruturam com outras pessoas.

As relações de parentesco costumavam ser, com frequência, uma base de confiança tacitamente aceita; hoje em dia, a confiança tem que ser negociada e barganhada e o compromisso são uma questão tão problemática nos relacionamentos sexuais.

Após vinte e seis anos de promulgada a nossa Constituição permanece em aberto processo de compreensão e se incluirmos ingredientes externos que disputam a democracia garantida por esta Lei, mais teremos vários elementos que interferem decisivamente no “Poder familiar”.

Além dos tipos familiares elencados por Kaslow em 2001, atualmente presenciamos famílias sendo “constituídas” aos 10, 12 ou 14 anos de idade, banalmente  “justificadas” pela “liberdade de escolha”, onde mães e pais sem justificativa, tentando explicar a sua impotência em educar a sua filha ou filho de como e quando seria a época mais adequada para se formar uma família, seja esta de que tipo for.

Outro dado com bons índices de incidência são as famílias “constituídas” por meninas de 14 ou 15 anos com homens de 30 ou 40 anos, onde o “poder familiar” se vê impotente para impedir tal relação e a intervenção judiciaria, a meu ver, se torna lenta e por isso se atrasa no tempo em relação a legalização de tal união ou na negação desta relação devido as várias interpretações para ser aplicadas as penalidades inclusas no art. 217-A, caput, do Código Penal define como estupro de vulnerável “ter conjunção carnal ou praticar outro ato libidinoso com menor de 14 (catorze)anos” da LEI Nº 12.015, DE 7 DE AGOSTO DE 2009.
As consequências mais usuais nesta situação é a absorção da nova família, mãe e filhos, pela família nuclear, tendo em vista que o “homem” se exime de sua responsabilidade solidaria nesta relação e abandona sem culpa mais esta “relação”.

Teorias a parte, presenciamos uma verdadeira desobrigação social onde as pessoas não assumem o seu papel frente ao convívio em sociedade produzindo uma enormidade de seres sem referências que reproduziram este ciclo ate que socialmente construamos a tecnologia que sessara tal prática.

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segunda-feira, 3 de março de 2014

A CEEE por Fábio Salvador...

Foto de Fabio Salvador

A partir de um debate no Facebook o servidor da Companhia Estadual de Energia Elétrica reproduzo trechos do mesmo que proporciona um outro olhar de como é a realidade de cada dia de uma grande indústria pública que esta a serviço de todo um enorme contingente populacional.

Com a palavra Fábio Salvador: “Eu até quero dar uma dica: para o consumidor, a falta de luz é uma lâmpada apagando, um ar-condicionado desligando. Ele vê as coisas apagarem, depois vê religarem, e encara a espera como algo desnecessário, algo que a CEEE poderia resolver mais rápido se tivesse vontade. Se cada vez que tivéssemos uma falta de luz grande, um fotógrafo registrasse e jogasse na rede fotos assim, as pessoas na escuridão imaginariam os caras fazendo isso e pensar “pô, é difícil mesmo, tomara que consigam fazer rápido”, em vez de imaginar funcionários públicos caricatos, sentados dormindo enquanto o povo sofre.
 Fica a dica.

Na verdade, eu poderia até adotar uma postura “burocrática” em relação a isso: quando tu compras um ar-condicionado ou uma TV maior, tu tens a preocupação de redeclarar tua carga instalada na CEEE para que atualizem o cadastro e refaçam o cálculo das necessidades do teu circuito? Se fazes, parabéns! Se não, estás entre os 99% dos clientes da Companhia...

Sobre aquele caso de faltar luz: nem mesmo a companhia de luz mais eficiente do mundo evitaria uma falta de luz ontem. Essa aqui ERA a placa que marcava o início do perímetro urbano de Águas Claras. E o vento levou. Aqui em casa, a chuva entrou de lado e literalmente atravessou até o meio da sala.
 

A verdade sobre a companhia é meio triste: quando o Britto vendeu dois terços da Companhia, os compradores saíram com redes bonitinhas, alinhadinhas, e sem dívida alguma. Todos os débitos e obrigações ficaram com a parte que permaneceu estatal. A empresa foi deixada em estado falimentar, para ser vendida em mais uma transação mal explicada ali adiante. Como um carro velho que vai pro desmanche, sabe?
Isso não ocorreu.

A CEEE sobreviveu, mas sem capacidade de investir nada nas redes. E assim ficou por 16 anos. A rede foi apodrecendo, sem haver condições de trocar. E os governos, sucessivos, só dilapidando a empresa. Agora, temos essas verba do CRC, que está sendo investida toda em redes, as obras só não andam mais rápido porque não existe mesmo gente qualificada para fazer tudo ao mesmo tempo. E quando digo “não existe”, não é na CEEE, é no mercado. Mas quando as obras chegarem ao seu objetivo final, agora pelo fim de 2014 ou talvez início de 2015, todo mundo vai sentir a diferença.

Aliás, já se está sentindo: lugares historicamente problemáticos já foram arrumados, como parte da Estalagem, parte da Cecília, e outros bairros.

Águas Claras ganhou um alimentador novo, com postes de concreto na área em que eles mais quebravam, e espaçadores onde o matagal fazia os fios se grudarem. Ainda falta muito. Mas finalmente estamos conseguindo fazer alguma coisa. Isso se, claro, algum governador futuro não resolver solapar a empresa de novo. Coisa que não duvido, porque o povo vota muito mal.

No Centro de Viamão é exatamente igual a Águas Claras, Santa Isabel, ou Pinhal - duas décadas de falta de investimento, por pura tentativa de assassinato da empresa por parte de quase todos os governos. E igualmente ficará bom com as obras a serem feitas, se conseguirmos levá-las até o final sem a politicagem nos dar outra rasteira.

E o ataque à empresa é algo sistemático: a AESSul sofre quedas iguais, há regiões 220v onde a tensão nunca passada 190v, - mas a grande imprensa só acha espaço para bater na CEEE. Porque o interesse é sucatear e vender sendo que este interesse de é da imprensa, não confundir com o governo atual, que até parece interessado em nos dar um respiro”.

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

O Hospital São Pedro e a Saúde Mental...


Fundado em 13 de maio de 1874, foi inaugurado somente dez anos após, no dia 29 de junho, data consagrada a São Pedro, mas nem a fé popular não apaga as marcas manicomiais dos tempos que o trancafiar pessoas que não se “adequavam” as ditas regras sociais remanescentes da ex-coroa colonial que dominava o Brasil.

As lutas travadas desde então para o fim dos chamados hospícios e os “tratamentos” desumanos dispensados as pessoas que ali eram esquecidas se estenderam por mais de um século ate a aprovação da LEI N° 10.216, DE 6 DE ABRIL DE 2001 que Dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental.

Neste século o Hospital Psiquiátrico São Pedro se tornou símbolo de hospício e de tempos em tempos surgem fortes rumores de que ira fechar; que foi reduzido o número de médicos residentes e muita mais coisas sem a devida fonte, coisas do tipo fofoca!!

Só que naquele CEP se encontra a Referência para 88 municípios da região metropolitana (aproximadamente cinco milhões de pessoas) em Saúde Mental. Que disponibiliza a população em geral estes Serviços :

- Unidade para dependência química;
- Unidades para pacientes agudos;- Centro Integrado de Atenção Psicossocial - Infância e Adolescência (CIAPS)
- Serviço de emergências psiquiátricas;- Unidade de observação;- Centro de Reabilitação;
- Ambulatório especializado em saúde mental, com programas de atendimento para as principais patologias mentais.

Como instituição de ensino, o São Pedro conta há 28 anos com uma Residência em Psiquiatra e uma Residência Multidisciplinar em Saúde Mental. Hoje, o Hospital tem em torno de 200 alunos de graduação e pós-graduação através de convênios de ensino e treinamento com as principais Universidades do Estado do Rio Grande do Sul.  (http://www.saude.rs.gov.br/conteudo/638/?Hospital_Psiquiátrico_São_Pedro_%28HPSP)

Na segunda semana de fevereiro do corrente ano aconteceu o Seminário: São Pedro em Movimento, lá no HPSP mesmo, quando foi criado grupos de trabalhos para discutir e propor projetos para as várias áreas do hospital. Onde foi afirmado que haverá abertura para a sociedade e que haverá transformação inclusive com a possibilidade de hospital geral.

Atualmente o HPSP atende mais de 200 pessoas nas 5 unidades de pacientes agudos; aproximadamente 25 pacientes ocupam os leitos da unidade de dependência química a cada mês; o CIAPS-IA atende 20 crianças e adolescentes nesta unidade; estes são apenas alguns números das várias vidas que tem este CEP como sendo o seu único ponto de referência para toda uma existência.

Além da criação ou transformação do HPSP em um Hospital Geral proponho que la seja reunido o maior número de serviços de saúde estadual tornando aquele CEP em um endereço de referência em saúde mental e saúde coletiva otimizando toda aquela estrutura pre existente e assim afastando o fantasma de uma possível venda do terreno pra especulação imobiliária.

Hospício, manicômio, choque elétrico, segregação, preconceito ou qualquer outro modo que leve o ser humano a ser desrespeitado deve ser combatido e banido do convívio social, mas o transtorno e o sofrimento mental existem sendo necessários espaços de atenção especializados para atenderem, formar novos profissionais e novas tecnologias em saúde mental.

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domingo, 16 de fevereiro de 2014

Trabalho militante ou alienado.



A alienação trata-se do mistério de ser ou não ser, pois uma pessoa alienada carece de si mesmo, tornando-se sua própria negação. Alienação refere-se à diminuição da capacidade dos indivíduos em pensar e em agir por si próprios. (Wikipédia)

Após Marx confrontar a economia política, lançando pela primeira vez o termo “alienação no trabalho” e suas consequências no cotidiano das pessoas é exposto a alienação da sociedade burguesa – fetichismo, que é o fato da pessoa idolatrar certos objetos (automóveis, jóias, etc). O importante não é mais o sentimento, a consciência, pensamentos, mas sim o que a pessoa tem. Sendo o dinheiro o maior fetiche desta cultura, que passa a ilusão às pessoas de possuir tudo o que desejam a respeito de bens materiais.

É muito importante também destacar que alienação se estende por todos os lados, mas não se trata de produto da consciência coletiva. A alienação somente constrói uma consciência fragmentada, que vem a ser algumas visões que as pessoas têm de um determinado assunto, algumas alienadas sem saber e outras que não esboçam nenhum posicionamento.(http://pt.wikipedia.org/wiki/Aliena%C3%A7%C3%A3o)

Na organização do trabalho há várias teorias que são aplicadas de acordo o com a vontade dos patrões e nos casos dos serviços públicos, dos gestores de plantão. A concepção funcionalista está mais ligada as empresas privadas que veem o trabalhador pelas suas “funções” que desempenham dentro da empresa e em algumas gestões públicas é disponibilizado aos trabalhadores a oportunidade de participar democraticamente do processo de trabalho.

Tanto nas concepções funcionalistas como nas participativas e democráticas há um ingrediente fundamental no desempenho deste trabalhador, ou seja, ele deva ser o não um “militante” que não necessariamente tenha que ser ou estar inserido numa organização política, submetido a uma linha de comando e tudo que estas organizações exigem de seus participantes.

Para ser “militante” no trabalho não requer alguma vinculação politico ideológica basta compreender o significado deste fazer para que possa cumprir a sua função com satisfação quebrando a relação mercantilista pelo sistema vigente.
O trabalhador militante é um ator que pensa, formula e joga nos espaços democráticos deixando de ser uma caixa oca porque dispõe suas ideias, valores e concepções em beneficio de si mesmos e daqueles que serão beneficiados com o seu trabalho fazendo uso de seus pequenos espaços de autonomia para agir como lhes parece correto de acordo com seus valores e interesses.

Ser um militante nos transforma em um profissional que desempenha suas atividades visando garantir a atenção, a defesa e a proteção às pessoas em situação de risco pessoal e social, assim como aproximar as equipes dos valores, modos de vida e cultura das pessoas que sobrevivem nestas situações. Esta prática nos possibilita sermos sujeitos de nossos projetos impedindo que o troca-troca de governantes interrompam nosso fazer, como muitas dizemos que acontece só porque mudou o Prefeito ou o Governador.

Um exemplo disso é o SUS que esta acima dos governantes, pois é um dever de todo estado democrático para com o seu povo, portanto cabe aos seus trabalhadores e trabalhadoras garantir que este sistema permaneça a serviço da sociedade brasileira.

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domingo, 26 de janeiro de 2014

As Drogas e os seus efeitos...


O neurocientista, Dr. Carl Hart (é o primeiro cientista afro-americano titular na Universidade de Columbia, onde é professor associado dos departamentos de psicologia e psiquiatria. Ele também é membro do Conselho em Assuntos de Abuso de Drogas e pesquisador da Divisão de Abuso de Substâncias do Instituto de Psiquiatria de Nova York). diz: por 20 acreditei que as drogas eram o problema das comunidades. Mas quando eu comecei a olhar com mais cuidado, quando comecei a olhar as evidências de maneira mais cuidadosa, ficou claro para mim que as drogas não eram o problema. O problema era a pobreza, a política anti-drogas, a falta de empregos - um leque variado de coisas. (Leiam a integra desta entrevista em http://www.cartamaior.com.br/?%2FEditoria%2FDireitos-Humanos%2F-As-drogas-nao-sao-o-problema-entrevista-com-o-neurocientista-Carl-Hart-%2F5%2F30021 )

Os critérios utilizados pelo Dr. Carl para defender sua tese se alguém é ou não viciado é o de se esta pessoa tem problemas nas suas funções psicossociais. Ela vai ao trabalho? Ela lida com suas responsabilidades? Ou ela deixa de lado suas atividade?

A partir destes critérios posso pensar que vemos as pessoas como seres que produzem algo, ou seja, o Senso Comum de nossa sociedade considera útil o que dá prestígio, poder, fama e riqueza. Julga o útil pelos resultados visíveis das coisas e das ações, identificando utilidade no trabalho, no cumprimento das responsabilidades e atividades sociais.

Esta visão descarta as ações do meio sobre as pessoas tendo ingredientes de contraditoriedade na defesa da tese do renomado cientista no momento que identifica os problemas sociais como um provocador para o uso de drogas e sua resolução como um fator de amenização para este uso.

Estamos em meio aos que defendem o materialismo médico de Willam James, as crenças religiosas que “justificam o uso de drogas em seus rituais” e daqueles que acreditam no “uso recreativo de drogas” que não limita seus usuários as funções de uma sociedade capitalista que lhe explora ao ultimo de suas forças.

Os efeitos relatados pelos dependentes de Crack dão conta de queimaduras nos dedos e boca, convulsões, falta de ar, taquicardia, paranoias, hipertensão, taquipnéis (respiração acelerada), hipertermia(febre alta), pupilas dilatadas, tensão muscular, tremores e sudorese intensa.

Os primeiros episódios de consumo são marcados por euforia, sensação de bem estar e desejo de repetir o uso o que resulta em ansiedade, hostilidade e depressão extrema. O aumento em doses mais altas surgem as ilusões perceptivas ( visuais e auditivas) e finalmente a psicose cocaínica, extrema hipervigilância ( já vi relatos de uso de cocaína para não dormir como medo da policia lhe prender), delírios paranóides e alucinações que podem levar a homicídios ou suicídios.( Leite, 1999:27).

Entendam que não estou a duvidar da experiencia cientifica de quem quer que seja até porque esta está comprovada e nisto não há discussão. 

A discussão esta entre estes estudos e a realidade que vivenciamos em nossos dias com as mais variadas reações, sofrimentos e comportamentos.

Entendo que cada individuo responde de maneira peculiar aos cuidados disponibilizados, portanto deixo ou controlo meu sectarismo em inviabilizar este ou aquele cuidado como sendo inviável.

Trato de não demonizar nada em termos de atenção aqueles que estão dependentes ao uso de drogas. Para mim todas as estrategias e técnicas disponível são possíveis de serem executadas de acordo com as necessidades de cada usuário desde as praticas de Redução de Danos ate compulsoriedade dos mais variados tratamentos.





segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Rolezinho, um produto brasileiro...


Em 1847, Karl Marx escreve em “Na miséria da filosofia” : “Chegou, enfim, um tempo em que tudo o que os homens haviam considerado inalienável se tornou objeto de troca, de tráfico e podia vender-se. O tempo em que as próprias coisas que até então eram co-participadas mas jamais trocadas; dadas, mas jamais vendidas; adquiridas mas jamais compradas (virtude, amor, opinião, ciência, consciência etc) em que tudo passou para o comércio. O tempo da corrupção geral, da venalidade universal ou, para falar em termos de economia política, o tempo em que qualquer coisa, moral ou física, uma vez tornada valor venal é levada ao mercado para receber um preço, no seu mais justo valor”.

Se quiser posso dizer que Marx é um profeta, pois pode significar a pessoa que é capaz de predizer acontecimentos futuros , sendo que já se passarão 167 anos da publicação de tal literatura.

Mas o que tem haver o prenuncio de Karl Marx com o rolezinho? Me questionaram aqueles que nunca leram algo sobre a teoria econômica deste pensador secular, mas atualíssimo.

Me socorro em Marx para demonstrar que a humanidade evolui de acordo com o meio em que vive e o conceito de “homem inalienável” jamais vigorara em uma sociedade capitalista, porque infelizmente tudo no capitalismo esta a compra e para não se vender o próprio caráter, são poucos os que não o fazem na atualidade.

Os Rolezinhos, uma febre nacional que movimenta a internet, nestes tempos de alta tecnologia, é uma consequência deste mesmo sistema que causa tudo o que é bom e os seus males e que não consegue tratá-las.

No Brasil vivemos nos últimos 12 anos sob o “comando” de um governo Popular e democrático, contra hegemônico aos governos da América do Norte e da maioria da Europa, que tem uma clara opções pelos pobres e miseráveis deste país.

Neste período, quer queiram ou não, os Governos do PT capitaneados por LULA e DILMA transformou a distribuição direta e indireta da renda aos brasileiros.

Esta distribuição de renda se dá de varias formas, diretamente via a conquista de mais vagas de trabalho, aumento acima da inflação ao valor do salario minimo nacional e dos salários regionais ou indiretamente via auxílios governamentais distribuídos diretamente as famílias mais necessitadas (vide Bolsa Família).

A conquista desta estabilidade econômica, mesmo sem alteração radical no sistema, que permanece sendo capitalista, portanto antagônico ao que Marx pregava, proporciona um enorme avanço nas relações econômicas na sociedade brasileira.

Assim aquilo que em 1999 era um bem inatingível pela grande massa consumidora brasileira, hoje não é mais e isso assusta a mesma minoria que naquela época dizia que sairia do Brasil caso o LULA fosse Presidente da Republica. Pois LULA foi e elegeu a sua sucessora e esta mesma minoria esta ai tentando sabotar a cada dia os avanços inegáveis deste governo.

O rolezinho não nenhuma revolução socialista ou comunista, mas é uma consequência boa de um governo que cria as condições de inclusão de uma enorme parcela da população que antes estava alijada de consumir e hoje quer mais do que somente consumir.

Uma parcela destes guris e destas gurias que combinam o role nos shoppings são a consequência da nova condição econômica garantida pelo governo brasileiro e são também a consequência do sistema capitalista que lhes impõe o consumo pelo consumo, a fama pela fama, ou seja, estamos“no tempo em que qualquer coisa, moral ou física, uma vez tornada valor venal é levada ao mercado para receber um preço”....disse Karl Marx.





segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

As novelas e o funk ostentação



Primeiramente é pertinente recapitular a cultura hip hop que é formada pelos seguintes elementos: O rap, o graffiti e o break.

Na tradução literal Rap significa ritmo e poesia, que é a expressão musical verbal da cultura; Graffiti - que representa a arte plástica, expressa por desenhos coloridos feitos por graffiteiros, nas ruas das cidades espalhadas pelo mundo; Break dance - que representa a dança.

Os três elementos juntos compõe a cultura hip hop, que foi e é a forma da periferia, e dos guetos expressarem suas dificuldades, suas necessidades de todas classes excluídas...

O termo hip hop, alguns dizem que foi criado em meados de 1968 por Afrika Bambaataa. Ele teria se inspirado em dois movimentos cíclicos, ou seja, um deles estava na forma pela qual se transmitia a cultura dos guetos americanos, a outra estava justamente na forma de dançar popular na época, que era saltar (hop) movimentando os quadris (hip)...

Como tantas outras formas culturais esta também foi adaptada a realidade das favelas brasileiras e inicialmente seguiram a mesma tendencia dos Negros norte americanos, denunciando o grave estado social das favelas, dos negros e negras, assim como dos pobres das favelas do Brasil.

Com o passar dos anos esta bagagem histórica do hip hop/funk passa a ser cooptada pela industria radiofônica e passa a ditar costumes, moda e politica nas mesmas favelas que antes protestavam através das suas letras contra uma politica social que lhes tinham como massa de manobra.

Daí surge o funk ostentação que dizem ser uma releitura paulista do funk carioca, feita a partir da Baixada Santista e da Região Metropolitana de São Paulo, na qual as letras passam a ter a seguinte temática: dinheiro, grifes, carros, bebidas e mulheres.

O Funk ostentação rapidamente produz exceções riquíssimas que trazem lucros astronômicos as grandes gravadoras multinacionais que impõe aos guetos brasileiros um mundo imaginário que lhes reprime violentamente até de se locomoverem nos shoppings, onde qualquer jovem pobre é identificado como “suspeito” que esteja diante de uma vitrine, mesmo que sozinho, desejando óculos da Oakley ou tênis Mizuno, dois dos ícones dos funkeiros da ostentação, são monitorados como “possíveis ladrões”.

As novelas já vendiam uma vida de luxo há muito tempo, só que nelas os ricos eram os que pertenciam ao mundo de riqueza.

Nos vídeos clipes do funk ostentação, são os pobres que aparecem neste mundo, somente como figurantes.

O funk da ostentação, evoca o consumo, o luxo, o dinheiro e o prazer e que tudo isso esta a disposição onde nos clipes, os Mcs (rappers) aparecem com correntes e anéis de ouro, vestidos com roupas de grife, em carros caros, cercado por mulheres com muita bunda e pouca roupa, só que não lhes diz que tudo aquilo é uma exceção, ou seja, que ele (o MC) é a exceção e que tudo aquilo não é para todos porque nas sociedades capitalistas este status são pra poucos.

Diferentemente do hip hop original paulista dos ano 80 e 90, que negava o sistema, e também do movimento de literatura periférica e marginal que, no início dos anos 2000, defendia que, se é para consumir, que se compre as marcas produzidas pela periferia, para a periferia, o funk da ostentação coloca os jovens, ainda que para a maioria só pelo imaginário, em cenários até então reservados para a juventude branca das classes média e alta.

Esta, com certeza, seja a sua transgressão. Transgressão porque passa uma ilusão alienante porque em seus clipes, os Mcs ( Mestres de Cerimônia/Rapper/Cantor) têm vida de rico, com todos os signos dos ricos. E esta riqueza é graças ao sucesso de seu funk nas comunidades, onde muitos MCs enriqueceram de fato e tiveram acesso ao mundo que celebravam, só que este mundo não é socializado com a favela que sustenta esta riqueza.

Esta exaltação do luxo e do consumo, imposta por uma mídia que explora a qualquer custo deve ser vista como adesão ao sistema e tornou o funk da ostentação uma ferramenta útil para este fim.

Agora, ao ocupar os shoppings, a juventude pobre e negra das periferias não estava apenas se apropriando dos valores simbólicos, como já fazia pelas letras do funk da ostentação, mas também dos espaços físicos, o que marca uma diferença. E, para alguns setores da sociedade, adiciona um conteúdo perigoso àquele que já foi chamado de “funk do bem”. O tiro saiu pela culatra e teve seus efeitos colaterais...

O que os defensores do Funk ostentação não dizem nas suas letras é que a resposta seria violenta por parte da administração dos shoppings, das autoridades públicas, da clientela e de parte da mídia que informa que a entrada da juventude das periferias nos shoppings seria uma violência.

Mas a violência era justamente o fato de não estarem lá para roubar, mesmo sendo o único lugar em que se acostumaram a enxergar os jovens negros e pobres. Então, como identificá-los, em que lugar inclui-los? Se isso fosse a intenção...

Sem respostas “concluíram” que havia a intenção de furtar e destruir, o que era mais fácil de aceitar do que admitir que apenas queriam se divertir nos mesmos lugares da classe média, desejando os mesmo objetos de consumo que ela.

E o que vera para ser um rolezinho foi parar na delegacia.

E os fanqueiros de ostentação e as novelas permanecem produzindo ilusões impossíveis de serem atendidas em uma sociedade capitalista que ilude somente pra lucrar e para isso se utilizada dos próprios oprimidos para venderem estas ilusões.


domingo, 15 de dezembro de 2013

Fobia



Sob o ponto de vista clínico, no âmbito da psicopatologia, as fobias fazem parte do espectro dos transtornos de ansiedade com a característica especial de só se manifestarem em situações particulares. Geralmente estas fobias são simples como medo de insetos, mas casos mais graves pois atacam as pessoas q sofrem deste transtorno como também aqueles pelo qual os fóbicos direcionam o seu "temor".

A homofobia(homo, pseudoprefixo de homossexual, fobia do grego φόβος "medo", "aversão irreprimível") é uma série de atitudes e sentimentos negativos em relação a pessoas homossexuais, bissexuais e, em alguns casos, contra transgêneros e pessoas intersexuais. As definições para o termo referem-se variavelmente a antipatia, desprezo, preconceito, aversão e medo irracional.

A homofobia é observada como um comportamento crítico e hostil, assim como a discriminação e a violência com base na percepção de que a orientação não heterossexual é negativa.

No Brasil pode ser considerada uma epidemia é que causa muitos males e nestes tempos de endurecimento político que ocorre nas épocas pré eleitorais, nós os Petistas, e falo por mim, porque estou sendo atacado só por abrir a boca o escrever algo que o meu interlocutor não se agrada e isto baste para que seja atacado gratuitamente.

A isto chamo de PTfobia, ou seja, orientação politica de aversão preconceituosa a todo aquele que seja ideologicamente identificado com o pensamento politico defendido pelo Partido dos Trabalhadores, Comunista e Socialista.

Assim como a homofobia a PTfobia pode causar sérios danos a vida desta população....



quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

O poder de decidir


        Todo ser humano detém o poder de decisão, o discernimento entre o que lhe serve e aquilo que não lhe serve.

Este “poder” recebemos ao nascer quando o instinto de sobrevivência faz com que o bebe chore quando esta como fome ou quando vez cáca nas fraldas.

Paralelamente ao crescimento o corpo deste bebe vai se transformando e recebendo influências orgânicas (naturais) assim como do meio (externas) em que vive, família, escola, amigos e da propaganda, ou seja, o seu “poder de escolha” sofre destas influências que afetam a sua moral e a sua ética, conceitos igualmente subjetivos.


A conjuntura social atual nos oprime na maioria das vezes a fazer coisas que éticamente ou moralmente não faríamos, mas o senso comum nos diz que tudo é bom ou normal...


Com a afirmação democrática no Brasil temos e vivemos uma tsunami de propostas e opiniões que estão carregadas de contradições e de difícil tomada de decisão para aqueles que tem entre seus princípios o respeito a vida em relação a morte. 

Ai pode estar o primeiro grande debate contraditório.

Há aqueles que veem produtividade na mendicância ou na loucura abominando a proteção estatal para esta pessoas, mas há aqueles que manteriam estas pessoas excluídas do convívio social pois avaliam serem “corpos inúteis” que não geram lucro ao sistema capitalista vigente.


Temas de grande importância social como o aborto voluntário, descriminalização do uso de drogas, mudança de sexo, eutanásia ou a legalização da prostituição estão em debate nas instancia democráticas que tem o poder delegado pelo povo para tomarem decisões e se algum de nós, reles mortais tivermos o interesse de opinar sobre estes temas temos que ficar atentos ou os deputados, pastores, padres ou algum guru vão decidir por nós.


O Deputado Federal do Psol , Jean Willys, do Rio de Janeiro é autor do PL Gabriela Leite (Projeto de Lei (PL) 4.211/2012) que regulamenta a Profissão da Prostituição onde afirma :


“Eu defendo que todos e todas nós sejamos donos do nosso próprio corpo e, pelo mesmo motivo que sou a favor do direito das mulheres a decidir sobre a interrupção voluntária da gravidez, sou contra a criminalização dos usuários de drogas atualmente ilegais, sou a favor do direito das pessoas trans a fazerem cirurgias de transgenitalização e/ou tratamentos hormonais (se assim o desejarem!) e a ter seu nome e sua identidade reconhecida (independentemente do que façam com o corpo), sou a favor da morte digna e da autodeterminação sobre o fim da própria vida; também considero que toda pessoa adulta e capaz tem direito a decidir livremente se quer exercer a prostituição”.
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/cut-as-prostitutas-tambem-sao-mulheres-trabalhadoras-5575.html 


O contraponto a este projeto vem do movimento sindical aqui representado pela Central Única dos Trabalhadores onde as mulheres sindicalistas afirmam:
“O Coletivo Nacional de Mulheres da CUT discutiu na terça-feira 3, em São Paulo, a regulamentação da prostituição e, para a maior parte das dirigentes, a medida favorece apenas quem lucra com o corpo das mulheres*.
Elas debateram o Projeto de Lei (PL) 4.211/2012, do deputado federal Jean Willys (PSOL-RJ), que descriminaliza a exploração da atividade por casas noturnas e figuras como o cafetão”.
http://www.cartacapital.com.br/sociedade/mulheres-da-cut-sao-contra-regulamentacao-da-prostituicao-2612.html 


Outra opinião sobre este tema esta no artigo “Prostituição: a falácia patriarcal do direito de escolha... A suposta revolução sexual e crescente liberação e avanço do capitalismo democrático liberal apenas agravou o problema da prostituição. Legaliza-se a tirania do desejo...” (http://hysterocracya.blogspot.com.br/2007/04/prostituio-falcia-patriarcal-do-direito.html )



Em relação ao conteúdo Pl do deputado Jean Willys, este deixa sem regras varias questões legalistas quanto a defesa dos direitos das Trabalhadoras e trabalhadores do sexo, segundo ele, que em caso de aprovação deveriam serem melhor regrados.

Mas quanto ao debate avalio que todos estes temas devem ser muito mais debatidos aprofundando-se seus prós e contras em toda a comunidade social para que não venham a se cometer legalizações ou liberações que não passam de mais exploração ou aprisionamentos a fim de atender as pressões do poderio econômico.
Muitas são as perguntas que me faço. A que ponto uma pessoa capaz opta por viver na rua sobrevivendo de restos de comida encontradas na lata de lixo?


Onde há produtividade viver embriagado por qualquer tipo de droga por dias e dias?
Até quando eu posso deixar uma pessoa morrer só porque ela assim quer?


Quem ou o que me garante que esta pessoa esta capaz de tomar esta ou aquela decisão tendo e sofrendo todo tipo de influência ocasionada pela atual conjuntura social?


Antes que me acusem de estar dizendo que somos um bando de incapazes, não é isto e sim que nossas decisões são motivadas pelo meio em que vivemos.

itamarssantos13@yahoo.com.br


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sábado, 23 de novembro de 2013

Fascismo

Foto reprodução-facebook-httprevistaforum.com.brblog201311faixas-fixadas-no-centro-de-rio-branco-pedem-a-volta-do-regime-militarr legenda

A definição literal do Fascismo esta em todos os bons livros de história como sendo “ uma forma de radicalismo político autoritário nacionalista que ganhou destaque no início do século XX na Europa. Os fascistas procuravam unificar sua nação através de um Estado totalitário que promove a mobilização em massa da comunidade nacional,confiando em um partido de vanguarda para iniciar uma revolução e organizar a nação em princípios fascistas. Hostil à democracia liberal, ao socialismo e ao comunismo, os movimentos fascistas compartilham certas características comuns, incluindo a veneração ao Estado, a devoção a um líder forte e uma ênfase em ultranacionalismo, etnocentrismo e militarismo. O fascismo vê a violência política, a guerra, e o imperialismo como meios para alcançar o rejuvenescimento nacional e afirma que as nações e raças consideradas superiores devem obter espaço deslocando aquelas consideradas fracas ou inferiores, como no caso da prática fascista modelada pelo nazismo”.(http://pt.wikipedia.org/wiki/Fascismo )

O Fascismo surgem na Itália em meados da Primeira Guerra Mundial e o seu produto ideológico se adequa a cada território tomando contornos conjunturais que lhe favorecem e mesclando preconceitos e fobias das mais variadas matizes. Ele surge em um período entreguerras quando se manifestou através de "partidos políticos armados" liderados por elites populistas se opondo ao socialismo e ao liberalismo e prometendo uma política radical para salvar o país da decadência.

E esta “decadência” na concepção FASCISTA pode estar quando uma sociedade cria um conjunto de leis que incluem milhares de pessoas na linha da cidadania plena atualmente marcada no Brasil pelas leis e politicas compensatórias como as cotas raciais, direitos dos homossexuais, bolsa família e todas as garantias e liberdades que uma DEMOCRACIA possa manter a toda uma sociedade independente de classe social, opção sexual, religiosa ou de raça.

Já a página dos autodenominados White Blocs que mostra o descontentamento do grupo com os Black Blocs, além de defenderem a intervenção militar. “Manter o black bloc afastado das pessoas de bem durante as manifestações; Apoiar a Polícia Militar contra o black bloc; Gritar por Intervenção Militar no Brasil”, diz uma das imagens publicadas na página. (http://revistaforum.com.br/blog/2013/11/faixas-fixadas-no-centro-de-rio-branco-pedem-a-volta-do-regime-militar/) .

Este é um trecho de um grupo organizado que acompanhamos de longe, mas quando descobrimos que um suposto “amigo” tem esta ideologia, eu particularmente fico preocupado e hoje um “amigo meu” se declarou sem virgulas ou reticencias assim:

Eu penso que só o capitalismo gera empregos e renda, eu sou contra escravizar um povo com esmolas chamadas "bolsas", tu és inteligente e sabes que isto é compra de votos, eu sou contra os socialistas que igual a Marx, que nunca trabalhou, vivia da herança de seus pais, e nunca dividiu com ninguém(socialista teórico). Conheço um monte de pseudos socialistas burgueses de Viamão, eu sou admirador do regime militar, pois meu pai tinha uma pequena oficina de radiadores, e nós éramos sim classe média, sou a favor de privatizações como a da CRT, um cabide de empregos e que pobres não tinham telefone, só os ricos podiam usufruir de uma estatal, eu condeno a mentira sobre Cuba, pois a anos morem milhares de cubanos tentando sair de Cuba, e ninguém querendo entrar, eu denomino Che Guevara um assassino, eu acredito que o governador Tarso deu um calote eleitoral no magistério, eu acredito que o Gross (fonte policia) vendia licença ambiental, estas são algumas coisas que acredito, então tenho bandeira sim. Eu acredito na direita , sou admirador do regime militar, acho uma palhaçada a presidente Dilma falar de humanismo com o Genuíno e milhões de brasileiros morrendo de fome, de sede, morrendo na fila do SUS, passei minha adolescência trabalhando na roça e na olaria do saudoso "Amigão" la no espigão, saia ia bailes todo o fim de semana, nunca fui molestado pelo regime militar que jamais se via vagabundos nas esquinas como é hoje. Então tenho bandeira sim. Acredito que a privatização dos aeroportos Brasil a fora é necessária, mas são 51 % fora das mãos do governo, ou seja o governo é minoritário e não tem voz.”.

Este é uma declaração que soa como uma bomba porque vem carregada de preconceito onde as pessoas que são beneficiadas pelo Bolsa família consideradas “escravas” ou “vagabundos” e dai por diante, ou seja, quem não trabalha não pode estar incluído em programa social do governo que é taxado como sendo “esmola” e por ideologia não critica o sistema capitalista, real culpado desta escravidão.

Estes rótulos são para justificar a sua ideologia ditatorial que tem como centro politico o fim das liberdades; somente conquistadas e mantidas em uma DEMOCRACIA.

Por isto e em nome da liberdade democrática que repudio estas praticas que se beneficiam da nossa democracia para instalarem o caos das ditaduras que já bem conhecemos.

Fascismo=Nazismo=Ditadura é contra isto conclamo a todos e todas que se reivindicam DEMOCRÁTICOS a denunciarem estas praticas.



Publicado no www.facebook.com/itamarsantos13  em 23-11-13.



domingo, 17 de novembro de 2013

Esta é a Republica Federativa do Brasil..

Neste 15 de novembro não foi mais um feriadão onde os brasileiros curtem sem saber muito bem ou nada sobre o seu significado histórico e o que realmente pode ou poderia significar para a coletividade nacional, pois mais uma vez as leis brasileiras são desrespeitadas por uma elite dominante que faz o que quer contra quem ela escolhe para fazer cumprir a sua lei, a lei dos mais fortes.

Politicamente nunca compactuei com a pratica do grupo que Genuíno e Dirceu lideram no PT por isso não me abalo pelo que estão sendo acusados, pois isso faz parte do papel de guerrilheiros que são ou se autointitulam. Me indigno é com o que o PT paga pelo que são acusam de terem feito e por isso o conjunto partidário tem que explicar.

“A Proclamação da República Brasileira foi um levante político-militar ocorrido em 15 de novembro de 1889 que instaurou a forma republicana federativa presidencialista de governo no Brasil, derrubando a monarquia constitucional parlamentarista do Império do Brasil e, por conseguinte, pondo fim à soberania do imperador D. Pedro II. Foi, então, proclamada a República do Brasil.
Desde então a República (do latim res publica, "coisa pública") é uma forma de governo na qual o chefe do Estado é eleito pelo povo ou seus representantes, tendo a sua chefia uma duração limitada. A eleição do chefe de Estado, por regra chamado presidente da república, é normalmente realizada através do voto livre e secreto. No sistema de governo brasileiro, o presidente da república pode acumular o poder executivo permanecendo por quatro anos e com direito a uma reeleição mpor igual periodo.
O Brasil é uma Federação (do latim: foedus, foedera "aliança", "pacto", "contrato") ou Estado federal a um Estado soberano composto por diversas entidades territoriais autônomas dotadas de governo próprio. Como regra geral, os estados ("estados federados") que se unem para constituir a federação (o "Estado federal") são autônomos, isto é, possuem um conjunto de competências ou prerrogativas garantidas pela Constituição Federal que não podem ser abolidas ou alteradas de modo unilateral pelo governo central. Entretanto, apenas o Estado federal é considerado soberano, inclusive para fins de direito internacional. Normalmente, apenas ele possui personalidade internacional e os estados federados são reconhecidos pelo direito internacional apenas na medida em que o respectivo Estado federal o autorizar.” (fonte:

Neste dia em que “comemora-se” a Proclamação da República do Brasil fica uma lição definitiva para aqueles que insistem em aliar-se com setores da burguesia, a direita quer ela mesma tomar conta do regime político. E nesse caso a direita comprova isso de maneira clássica; usa o PT para uma campanha falsa pela moralidade política e contra a corrupção, enquanto retira direitos democráticos de toda a população.

Isto que presenciamos neste feriado nada tem haver com os conceitos republicanos de respeito a Constituição que rege o direito de que todos somos iguais perante a lei, as prisões dos antigos dirigentes do PT vem carregada de casuísmos e claramente conotado com a vontade politica de uma classe social que tem no STF sua ultima trincheira na luta de classes pelo que passamos em nossa, ainda Republica.

O verdadeiro conceito republicano esta no respeito que uma sociedade tem no seu contrato de formação, a sua Constituição, e a nossa Constituição determina que a escolha do nosso Presidente da Republica acontece a cada 4 anos. 

Mas nestes últimos 10 anos vem sendo desrespeitada por setores desta nação porque negam-se a aceitar a vontade popular que democraticamente elege e reelege governantes vindos da classe trabalhadora retratadas na figura de Luis Inácio Lula da Silva e de Dilma que comprovam na pratica que é possível fazer cumprir os conceitos republicanos de igualdade e fraternidade entre as pessoas.


O ataque praticado pelo STF não atinge somente a Zé Dirceu e Zé Genuíno, quer atingir é a proposta política do PT e do seu governo e isto fica claro ate nos editoriais da grande mídia como esta escrito na página 10 de ZH,deste 16 de novembro de 2013, “Não há provas nem mesmo indícios de que Genuíno tenha se beneficiado pessoalmente do mensalão. Pelo contrario: continuou levando uma vida modesta...” e a representante deste diário encerra sua coluna assim: “O Supremo de hoje não pode passar a mão na cabeça dos acusados de corrupção em nome da isonomia de tratamento dado pelo supremo de ontem. A maioria dos Ministros que absolveram Fernando Collor, apesar de todos os furos na sua defesa, já se aposentou. Os tempos são outros, um erro não justifica o outro e o pais cansou de impunidade.”

Esta e tantas outras colunas são verdadeiras declarações de que no passado os representantes das classes dominantes podiam serem livrados pela a mesma corte que hoje impede cidadãos brasileiros de usarem aquilo que a mesma Constituição lhes garante. A isto chamo de ilegalidade e de desrespeito as leis republicanas que comprovam a minha tese de que estamos em uma luta de classes que logo nos exigira irmos as ruas para que nossos direitos sejam respeitados.

Este é o primeiro de tantos ataques aos direitos da classe trabalhadora que ainda estão por vir.

itamarssantos13@yahoo.com.br

itamarssantos13@twitter.com 

sábado, 16 de novembro de 2013

Enchentes


Este é fenômeno natural que é comum acontecer em períodos específicos do ano, ou era para ser assim, mas devido as agressões que o meio ambiente sofre não é mais possível prever a época das “cheias”.

Geralmente acontecia nos meses de verão(janeiro/fevereiro/março) e no inverno (junho/julho) e neste ano aconteceu mais uma neste novembro.

Viamão é um território geograficamente caracterizado por ser montanhoso e cortado por arroios que igualmente agredidos estão extremamente assoreados e como consequência acontece as enchentes nos locais mais baixos.

Há várias vilas que são atacadas por esta “fatalidade” e sempre se repete as mesmas coisas a cada chuvarada repetindo-se as mesmas causas, ou seja, a enchente chega ate as nossas casas porque houve uma ocupação desordenada do meio ambiente, no caso, na beira dos arroios e córregos que hidratam nossa cidade.

Históricamente a Vila Augusta Meneghine é a mais atingida havendo relatos de moradores que sofrem com esta calamidade há mais de 20 anos. Embora o poder publico tenha agido em varias situações e pontos estratégicos ao longo do Arroio Feijó, estes esforços se vão na próxima enxurrada.

O diagnóstico esta pronto há vários anos, mas a sua execução anda a passos de tartaruga e assim as mais de 400 famílias que esperam há mais de 02 anos seu reassentamento para se verem livres deste risco de vida e flagelo que sofrem a cada temporal.

Cabe a Prefeitura Municipal de Viamão efetivar a construção das casas que receberam aqueles do vermelho da beira do Feijó, pois o loteamento já esta praticamente urbanizado e assim se conclui a tal remoção das famílias atingidas pelas cheias do Arroio Feijó.

Há cada segundo que cada família permaneça as margens do Arroio Feijó aumenta geometricamente os riscos de contagio destas pessoas com uma legião de doenças que estão por toda a parte em todos os locais deste território, ate no ar que respiram.

Há dois vetores extremamente perigosos ao longo do Arroio Feijó que estão na falta de saneamento básico e no alto índice de cães errantes que na minha avaliação devem ser atacados imediatamente pela Prefeitura Municipal.

Apos a conclusão de toda a remoção dos atingidos pela cheias do Arroio Feijó a revitalização ao longo desta artéria viamonense deve ser efetivada para ser devolvida a cidade devidamente saneada com um belo projeto paisagístico ambientalmente correto e com suas ruas e avenidas devidamente esgotadas e ampliadas.
Podem ate me dizerem que sou utópico, mas afirmo que este é um sonho possível e se for sonhado por milhares sera realidade.


terça-feira, 8 de outubro de 2013

Classe Média.


Musica de Max Gonzaga
“ Sou classe média
Papagaio de todo telejornal
Eu acredito
Na imparcialidade da revista semanal
Sou classe média
Compro roupa e gasolina no cartão
Odeio "coletivos"...

As classes sociais são definidas por institutos de pesquisa e pela sociologia a partir da renda e pela escolaridade das pessoas desprezando a sua relação com a forma de propriedade e do sistema de produção, ou seja, os proprietários dos meios de produção e os não proprietários que são a força produtiva, os trabalhadores.

A classe média está fora desse poder econômico(do capital) e da organização social (dos trabalhadores) porque sonha em ter aquele poder e tem o pesadelo de “virar” classe trabalhadora.

A classe média está entre o mar e o rochedo como diz o ditado popular, paga imposto porque é taxado na fonte pelo governo e por isso fica indignada com os programas sociais dispensados aos 40 milhões de pessoas que estavam na linha da miséria garantindo-lhes três refeições diárias, moradia e ensino.

Esta indignação é uma indignação mesquinha onde a classe média se sente ameaçada pela nova classe trabalhadora que vem conquistando direitos e a partir disso há a possibilidade de se tornar um futuro concorrente em busca da utopia de se tornar o “dono do capital/proprietário”.

Essa posição defendida pela classe média é antiga tendo em vista o seu posicionamento politico ao lado das força reacionárias como acontecera após o Comício dos Cem Mil que aconteceu em 1964, no Rio de Janeiro, em apoio as reformas do Governo Goulart quando esta mesma classe média saiu na Marcha da Família com Deus pela Liberdade que aconteceu em 1º de abril para derrubar este governo eleito democraticamente.

E depois do golpe veio da classe média o maior apoio ideológico e social a ditadura civil-militar.

Parte da intelectualidade (principalmente aqueles que estão nos aparatos de governo) ,a classe média e aquela que esta no topo da piramide social negam-se a compreender que no Brasil surgiu através dos programas sociais criados pelos governos Lula e Dilma (PT) foi uma Nova Classe Trabalhadora que surge no momento em que vigora o capitalismo neoliberal.

Neste sistema tanto governo como esta nova classe trabalhadora (nas devidas proporções) estão precarizados, fragmentados, enquanto classe não possui formas de organização e de referencias que lhe permitam ter clara identidade, nem formas de expressão na sociedade, assim a nova classe trabalhadora é atraída por ideologias de classe média, como a “teologia da prosperidade” pregada pelo pentecostalismo e a do “empreendedorismo”, os chamados micro-empresários.

Esta ideologia em nada muda a vida destas pessoas só acaba criando um sentimento de magia com a realidade como se pudesse ter tudo a hora que sentisse vontade em ter, ou seja, a “satisfação imediata do desejo” que é uma poderosíssima arma utilizada pela sociedade de consumo via meios de comunicação, aliado importante do sistema capitalista.

Este sentimento mágico sem mediação social ou institucional é umas das vertentes da violência, porque anula a mediação que deve ter em qualquer tipo de desejo assim fazendo parte de um circulo vicioso que produz mais violência na proporção que não se vê atendido o desejo, principalmente o desejo de consumo, por exemplo: o jovem da periferia quer um tênis da marca e a mãe, pobre, não tem dinheiro para lhe dar, então ele acaba roubando e assim por diante.



Publicado no www.facebook.com/itamarssantos13  em 08-10-2013




6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

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Referência de um Povo.
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As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

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O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

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Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

fidel
Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

Charges que falam por si!!!!
Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

Ataque aos Trabalhadores I
Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

Ataque aos Trabalhadores
Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS
Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

Assassinato de São Gabriel
Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

A Guerra.
BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

E o Congresso?
Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.