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O Nosso Estado.

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Rio Grande do Sul

sábado, 11 de junho de 2016


Brasília, 17 de maio de 2016

NOTA À IMPRENSA: MENOS SAÚDE?


O debate provocado pelo Ministro Interino da Saúde sobre que o tamanho do SUS precisa ser revisto, deixa claro que o que está em jogo hoje, no Brasil, é todo o pacto social contratado na Constituição de 1988. Entre outras coisas, o que está se questionando é a Saúde como direito de cada cidadão e cidadã e o papel do Estado na garantia deste direito.
O Sistema Único de Saúde (SUS) é uma das principais conquistas sociais, fruto da luta do povo brasileiro. Todos os esforços de gestores, trabalhadores e usuários do SUS nos últimos anos para o cumprimento desse mandamento constitucional da Saúde como Direito de todos e dever do Estado é inegável. A efetivação do Programa Mais Médicos, do Aqui tem Farmácia Popular, os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e o SAMU são alguns exemplos mais claros desses esforços, que são percebidos pela população das localidades mais distantes deste país: o acesso à saúde ficou mais perto da população. São muitas as estatísticas que comprovam a melhoria das condições de saúde da população brasileira decorrentes de programas como o Programa Mais Médicos, que foi e continua sendo combatido pelos segmentos da sociedade que hoje querem passar por cima da Constituição.
Na condição de presidente do Conselho Nacional de Saúde, e de coordenador nacional do Movimento Nacional em Defesa da Saúde Pública (SAÚDE+10), tenho a obrigação de reafirmar o posicionamento de centenas de milhares de brasileiros e brasileiras que atuam no controle social dos SUS: O povo brasileiro precisa, tem o Direito de MAIS SAÚDE!
A democracia participativa, através dos conselhos de saúde, é parte das conquistas que integram o SUS, sistema que os movimentos populares e da reforma sanitária escreveram na Constituição de 1988, um Sistema Único, de acesso universal, de atenção integral e público, um sistema que retirou milhões de brasileiros da indigência e lhes trouxe cidadania.
Entre as políticas sociais, a de Saúde foi fortemente restringida pelo processo de subfinanciamento crônico do SUS, desde os anos 90. Foram muitas as batalhas em que participaram o Conselho Nacional de Saúde, o CONASEMS (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), o CONASS (Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde), os Conselhos Estaduais e Municipais de Saúde, entidades da sociedade civil e movimentos populares para aumentar e garantir fontes estáveis de financiamento, entre as quais, destacamos a aprovação da Emenda Constitucional nº 29/2000 e da Lei Complementar nº 141/2012, bem como o projeto de lei de iniciativa popular (PLP 321/2013) que reuniu mais de 2,2 milhões de assinaturas a favor da alocação de 10% das receitas brutas da União para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde.
Agora, lutamos pela aprovação da PEC 01/2015 para aumentar os recursos do SUS até atingir 19,4% da receita corrente líquida a partir do sétimo ano da aprovação, já votada em primeiro turno na Câmara dos Deputados mediante acordo entre governo e oposição. Lutamos contra a PEC 143/2015, votada em primeiro turno no Senado Federal, porque se aprovada ela poderá retirar, segundo estimativas de especialistas, de R$ 40 bilhões a R$ 80 bilhões de recursos do SUS, provenientes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Lutamos, também, contra a PEC 451, de iniciativa do Deputado Eduardo Cunha, cujo objetivo é acabar com o SUS público e universal em benefício dos Planos de Saúde Privados.

Para quem gosta de experiências internacionais, a história econômica registra a resistência da oposição conservadora à política de aumento dos gastos públicos do governo Democrata do Presidente Roosevelt nos Estados Unidos, no enfrentamento de uma profunda recessão da década de 1930, conhecida como “A Grande Depressão”. Os verdadeiros mestres em economia nos ensinam que as opções de política econômica estão associadas a visões de mundo e aos interesses que o governo representa. No atual momento da economia brasileira, alguns pregam cortar despesas públicas, inclusive programas sociais como saúde, educação, bolsa família, valorização do salário mínimo. Não dizem, mas sabem que isso promoverá o ajuste da economia às custas dos interesses sociais e da maioria da população. De outro lado, há os que defendem a retomada da política econômica desenvolvimentista que promova a geração de emprego e renda.
Hoje, além da luta por recursos para a efetivação do direito à saúde, está colocada também na ordem do dia a luta em defesa do próprio direito em si. A roda da história deu, momentâneamente, uma volta para trás, mas nós não tememos reafirmar que a lógica liberal do Estado mínimo e do mercado como livre provedor das demandas sociais produz iniquidades e desigualdades que o Brasil já estava começando a superar. Vamos reagir e resistir para impedir que está lógica prevaleça. Defenderemos a Constituição, a Saúde, o SUS e a democracia.


Ronald Ferreira dos Santos
Presidente do Conselho Nacional de Saúde
Coordenador do Movimento Saúde + 10

O SUS em Ataque pelo Governo Golpista de Temer



O ministro interino da Saúde,Ricardo Barros, em nome do governo ditatorial de Michel Temer, afirmou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, edição desta terça (17-05 ), que se inspira na Grécia, que cortou as aposentadorias, e, portanto no Brasil, avisa que vai reduzir o acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS).

A intenção da ditadura Temer é acabar com o SUS iniciando o seu desmonte por acabar com o programa Mais Médico, SAMU, Farmácia Popular e até estabelecer a Cobrança direta dos Usuários pelos prestadores de serviços.

O SUS é uma conquista de todos os brasileiros na Constituição Cidadã de 1988. Trata-se do maior plano de saúde público do mundo, que muito inveja outras nações inclusive os Estados Unidos.


O fim do SUS ou mesmo sua diminuição significa abrir mercado para a atuação dos imprestáveis planos de saúde privados.

Sob o discurso de “aperfeiçoar a gestão” do SUS ou de “austeridade”, esconde-se a real intenção de reduzi-lo, diminuí-lo e torná-lo um mero repassador de dinheiro público à iniciativa privada.

Especialistas em saúde pública e organizações da sociedade civil que participam da 22ª Conferência Mundial de Promoção da Saúde, em Curitiba, reagiram nesta quarta-feira, 25-05, ao anúncio de limitação dos gastos públicos na área e alertaram que a redução de investimento pode “inviabilizar completamente o atendimento” e levar à “barbárie sanitária”.

O Conselho Nacional de Saúde (CNS), órgão formado pela sociedade civil, vinculado ao Ministério da Saúde, considera a decisão do governo nociva à saúde por reduzir recursos que já estão próximos do investimento mínimo previsto na Constituição, de 13,2% da renda corrente líquida (dinheiro que o governo pode gastar, descontados todos repasses legais).

O que pretende o Ministro da Fazenda é impedir que se mantenha o padrão de gasto de 2014 e, pior, reduzir a um valor que inviabilizará completamente o atendimento à população”, disse o presidente do CNS, Ronald Ferreira dos Santos, em nota pública. Procurado, o Ministério da Saúde disse que a medida ainda está sendo avaliada pela equipe econômica.

A Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco diz que a proposta de cortar repasses para o Sistema Único de Saúde (SUS) vai promover uma “barbárie sanitária” no país.

Nas contas da Abrasco, do total de gastos em saúde feitos pelos setores público e privado, 46% do dinheiro financiou o SUS, disponível para 75% da população. Já o setor privado investiu os 56% restantes na saúde de 25% dos brasileiros.

Entidades ligadas à saúde estimam que Sistema Único de Saúde (SUS) perderá R$ 80 bilhões com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 143/2015, que espera segundo turno de votação no plenário do Senado Federal.

A PEC foi apresentada inicialmente pelo senador Dalirio Beber (PSDB-SC). Posteriormente foi acolhido o substitutivo do senador Romero Jucá (PMDB -RR), que será analisado no plenário em segundo turno. A PEC permite aos Estados, Distrito Federal e Municípios aplicarem em outras despesas 25% dos recursos hoje atrelados a áreas específicas, como saúde, tecnologia e pesquisa, entre outras. 

O substitutivo incluiu ainda a prorrogação da Desvinculação das Receitas da União (DRU), cuja porcentagem foi também fixada em 25%.

Pelo substitutivo, é desvinculado um quarto da arrecadação da União de impostos, contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico (Cide-combustíveis), já instituídos ou que vierem a ser criados nos próximos quatro anos. 

"É francamente um desvio de finalidade e verdadeira fraude à Constituição esse redesenho feito em relação aos próprios limites mínimos de gasto com as políticas públicas vinculadas", diz a carta aos senadores.

As entidades acrescentam que a perpetuação da DRU e a criação de desvinculações estaduais e municipais lesam a Constituição Federal, pois vão levar à insuficiência de recursos para o cumprimento da destinação de recursos previstos constitucionalmente. Municípios e Distrito Federal devem aplicar anualmente, no mínimo, 15% da arrecadação dos impostos em ações e serviços públicos de saúde, cabendo aos estados 12%.

No caso da União, o montante aplicado deve corresponder ao valor empenhado no exercício financeiro anterior, acrescido do percentual relativo à variação do Produto Interno Bruto (PIB) do ano antecedente ao da Lei Orçamentária Anual. 

A vinculação de receitas ajuda os entes a cumprirem esses percentuais e o seu fim , significa o fim do SUS.

Por isso não podemos permitir nos unindo contra esse ataque.


sábado, 28 de maio de 2016

Programa Debates&opiniões 28-05-16 O Sonho não é Utopia

Programa Debates&Opiniões-28-05-16 Os Aposentados

Programa Debates&Opiniões-28-05-16 O Estupro #EstuproNuncaMais

Programa Debates&Opiniões-28-05-16 #EstuproNuncaMais

Programa Debates&Opiniões-28-05-16-O Ataque aos direitos

Programa Debates&Opiniões-28-05-16-O Fundamentalismo

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Programa Viamão em Revista 25-05-16

O Fim da Nova República


Mas o que é republica?


A República(do latim res publica, "coisa pública") é uma estrutura política de Estado ou forma de Governo em que, segundo Cícero, são necessárias três condições fundamentais para caracterizá-la: um número razoável de pessoas (multitude); uma comunidade de interesses e de fins (communio); e um consenso do direito (consensus iuris).

Nasce das três forças reunidas: libertas do povo (Direito Romano onde todo poder emana do povo) , auctoritas do senado (Legitimação do Poder conscedido pelo povo) e potestas dos magistrados (Poder reconhecido pelo povo em relação aos Juízes). Esse é o conceito usual encontrado na literatura especializada e retirado da https://pt.wikipedia.org/wiki/Rep%C3%BAblica .

Toda essa conceituação é perfeita somente nas enciclopédias , porque no Brasil sua proclamação surge como um grande acordo entre os ricos da colonia (Membros da Maçonaria) e as forças armadas da época que “proclamam a Republica” em 15 de novembro de 1889 que se estendeu até a chamada Revolução de 1930 quando Getúlio Vargas assume, por Golpe, o seu primeiro Governo Brasil.

Governo este que defende aos interesses oligárquicos da época que se estende até 1934 (governo provisório).

Em 1934, foi eleito pela Assembleia Constituinte como presidente constitucional do Brasil, com mandato até 1937. Porém, através de um outro golpe com apoio de setores militares, permaneceu no poder até 1945, período conhecido como Estado Novo.

No dia 29 de outubro de 1945, tropas de militares que compunham seu próprio ministério invadiram o Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, e forçaram a renúncia do presidente Getúlio Vargas. 

Consolidava-se a Queda do Estado Novo e chegava ao fim um governo que durava desde 1930.

Rapidamente, neste mesmo ano há eleições presidenciais e PSD e PTB formaram uma coligação imbatível. O PSD cooptava as elites, enquanto o PTB agregava a grande massa popular. Ambos lançaram o candidato Eurico Gaspar Dutra, general do exército que sai como o grande vitorioso.

Ou seja, o golpe se constitui pela primeira vez com um formato constitucional (Governo Conciliatório ou de Coalizão) para manter o poder politico com aqueles que sempre detinham o poder econômico e que perdurou de 1945 até 1964.

Esse período é conhecido como Regime Liberal Populista

Já em 1946 o Presidente, Milico, Dutra declara a ilegalidade do PCB, partido com grande numero de votos nas eleições daquele ano.

Em 1950 Getúlio Vargas articula a sua volta ao Governo e é eleito Presidente do Brasil pelo PTB, embora sendo um governo conciliador com o capital estrangeiro, Getúlio é acusado de Comunista por causa de sua visão nacionalista e pela criação de direitos trabalhistas que até então não existiam.

Tamanha pressão foi praticada na época que Vargas não resiste e se suicida em agosto de 1954.

Nas eleições de 1955, Juscelino Kubitschek concorre pelo PSD, João Goulart(“Jango”) pelo PTB e Joarez Távora, pela UDN. 

Mais uma vez PSD e PTB se uniram, indicando JK à candidatura à presidência e Jango como seu vice. JK é eleito presidente do Brasil através da politica conciliatória onde a Eliete e os Trabalhadores formam um governo de coalizão.

O Governo JK mantem as conquistas sociais adquiridas até então, o desenvolvimentismo é exuberante, mas não contenta a Elite Nacional e Jk morre “inesperadamente” em um acidente de carro.

Jango assume após o enfrentamento conhecido como a MOVIMENTO PELA Legalidade onde o Governador Leonel Brizola (Em 1961) SE AQUARTELA no RS para garantir a posse de Jango como Presidente do Brasil e em 1964 há mais um Golpe Cívico-Militar que dura até 1985.

Nestas décadas a Ditadura tortura e mata milhares de brasileiros e brasileiras e até hoje esses torturadores estão impunes.

A partir de 1985 inicia-se o período chamado de Nova Republica que durou até o dia 17 de abril de 2016 quando um novo golpe se consolida no Brasil após a aprovação pela Câmara Federal para a abertura de um processo de Impeachment da Presidenta Dilma.

Após 13 anos de Governos Conciliatórios e de Coalizão, onde o PT forma uma ampla frente de partidos que transitam da esquerda à direita conservadora que ao fim se declara como golpista e fascista, essa mesma frente conspira e derruba a Presidenta Dilma da Presidência da Republica sem que sobre ela tenha, se quer, uma prova do Crime de Responsabilidade que lhe acusam.

Neste período o PT e seus governantes constroem o que nunca antes fora imaginado em programas de garantias de direitos aos menos favorecidos do povo brasileiro o que cria uma ira social na pequena burguesia assalariada e muito mais na grande elite nacional que não admite ver os filhos de seus empregados estarem na mesma Universidade que seus lindos filhos brancos e puros. 

Mesmo sem nunca ter deixado de lucrarem como os governos de Lula e Dilma essa elite constrói o Golpe em curso apoiada pela grande Midia, pelo Legislativo e com o Judiciário, ambos poderes corrompidos e empenhados em impedir os avanços sociais até aqui alcançados.

Ao assumir no dia 12 de Maio de 2016 o Presidente Ilegitimo Michel Temer apressa-se em destruir todas as conquistas sociais adquiridas pelo povo brasileiro nesse curto espaço de tempo.

Frente a este golpe em curso os Movimentos Organizados vão à Luta e as ruas são tomadas por estudantes que nesse primeiro momento se mobilizam na defesa da Educação, por Intelectuais e Constitucionalistas que exigem respeito a Democracia assim como as suas garantias, Movimentos Sociais Organizados do Campo e Cidade se colocam contra o Golpe e se organizam com vistas a construírem um novo período que não passará por uma nova Conciliação de Classes porque esta posto que esse ciclo se esgota no momento que os preceitos democráticos e constitucionais não são mais respeitados.

Um Novo Tempo se inicia onde a Luta de Classes está posta como o balizador dos enfrentamentos que virão onde Greve geral e as ocupações serão uma forma de criar uma consciência de classe naqueles que vivem na classe popular e assalariada.

O ciclo de conciliação de classes acaba juntamente com o fim da chamada Nova Republica (1985 ate 2016) e a partir de agora iniciamos a criação de Um Brasil que tenha Consciência de Classe onde os Trabalhadores, Negros, Mulheres,Gays e todas as minorias sabiam quem são para não se renderem a uma pretensa evolução social cíclica que só serve para traírem a si mesmos por não terem a consciência de classe ou de origem e se acharem pertencentes a uma classe social que não é sua.

O Ciclo que se inicia temos que nos repensar como cidadão e sociedade onde as nossas origens sejam respeitadas por nós mesmo e a partir disso o povo possa exigir uma nova formação constitucional onde o poder emane do povo realmente.



6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

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Referência de um Povo.
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As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

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O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

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Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

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Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

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Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

Ataque aos Trabalhadores I
Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

Ataque aos Trabalhadores
Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS
Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

Assassinato de São Gabriel
Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

A Guerra.
BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

E o Congresso?
Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.