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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
segunda-feira, 26 de julho de 2010
quarta-feira, 21 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Vocês também notaram a rejeição à governadora Yeda?
**fonte: www.diariogauche.blogspot.com
A rejeição de Yeda deve ser compartilhada pela mídia amiga que sempre a sustentou
Redator: Cristóvão Feil - Data: 12.7.10
Publicado na segunda-feira, 12 de julho de
A rejeição de Yeda deve ser compartilhada pela mídia amiga que sempre a sustentou
A última pesquisa Ibope encomendada pelo grupo RBS para as eleições do RS mostram o ex-ministro Tarso Genro numa posição privilegiada face ao seu adversário do PMDB, o homem da "imparcialidade ativa", apoiado pelas especialidades da direita guasca como Pedro Simon, Eliseu Padilha, grupo RBS e outros menos votados.
No primeiro turno a direita de bombacha vai rachada, de um lado, José imparcialidade ativa Fogaça, de outro, Yeda que culpa tenho de ser alta, bonita e inteligente? e modesta Crusius. No segundo turno, a tropa se reúne e pode ameaçar a liderança do petista Tarso Genro. A ver.
Chama a atenção a grande repulsa ao nome da governadora tucana, uma rejeição sólida e inabalável, autêntica resposta surda a quem passou quase quatro anos não só sem cumprir com a sua obrigação de chefe do Poder Executivo, como sem cumprir mesmo aquilo que espontâneamente prometeu, mas sobretudo cometendo desmandos, tropelias, arbitrariedades e trapalhadas que a consagram como um dos piores governos que já passou pelo Palácio Piratini.
Mas a governadora Yeda não está sozinha na derrota da rejeição antecipada. A plataforma da popularidade invertida deve ser compartilhada com a "mídia amiga" - especialmente os veículos da RBS e do Correio do Povo - que sustentou por quatro longos anos essa farsa de mau gosto instalada no Piratini.
Nenhum veículo midiático quer dividir agora esse prêmio às avessas com a governadora das pantalhas. Todos se calam e fazem olho branco para o desastre público que ajudaram a manter nestes últimos anos.
Quero, pois, reivindicar pela blogosfera não-amiga uma parte no êxito de ter desconstituído a farsa tucano-peemedebista no Piratini.
Os blogues, alguns blogues do RS, sustentaram a luta contra o tragicômico governo Yeda.
O resultado aí está: 47% de rejeição pública. Certamente, o índice de rejeição é bem maior, mas já está de bom tamanho que uma pesquisa encomendada pelo grupo midiático hegemônico - RBS - esteja apontando tão dura realidade à candidata Yeda Crusius e, de resto, à própria mídia sulina.
Redator: Cristóvão Feil - Data: 12.7.10
**fonte, direto a este texto http://diariogauche.blogspot.com/2010/07/voces-tambem-notaram-rejeicao.html
quinta-feira, 8 de julho de 2010
África: a Copa do Mundo e a realidade
Fonte: editorial da WRM publicado em seu boletim.


África: a Copa do Mundo e a realidade
A cada quatro anos, milhões de pessoas do mundo inteiro tornam-se repentinamente fanáticos pelo futebol. Muitos de nós sabemos que o organizador – a FIFA- é uma enorme e corrupta máquina de fazer dinheiro.
Também sabemos que o futebol é um grande negócio para um enorme número de corporações transnacionais altamente destrutivas.
E ainda sabemos que os jogadores de futebol, na maioria das vezes, são nada mais do que gladiadores modernos vendidos como mercadorias no mercado da FIFA.
Apesar disso tudo, a mágica do futebol nos faz grudar no televisor. A beleza do jogo e a arte exibida por alguns de seus jogadores está unida com uma rara qualidade no mundo de hoje: igualdade.
Sem importar o poder político e econômico do país que representam, 11 homens jovens competem com outros 11 homens jovens em igualdade de condições.
Dentro dos times, a colaboração entre os jogadores e seu treinador é essencial. As regras do jogo são as mesmas para os dois times e os árbitros são geralmente neutrais em suas cobranças.
Pela primeira vez a Copa do Mundo está acontecendo na África, o que é uma boa oportunidade para comparar futebol com realidade no continente.
Falar de igualdade nas relações entre a África e os poderes econômicos do mundo é uma brincadeira de mau gosto. As regras são impostas pela arbitragem (Sr.Banco Mundial, Sr. FMI, Sr.OMC e outros para colaborar com os jogadores corporativos para que vençam os jogos.
Os treinadores africanos- governos- têm sido subornados por seus oponentes, fazendo com que a colaboração entre os times fosse impossível.
Do outro lado, os governos do Norte- impõem mudanças nas regras quando seus times precisam disso. O jogo bonito não existe.
O resultado do jogo é bem sabido com antecedência: as corporações transnacionais vencem facilmente à África.
Contrariamente ao futebol, em que os perdedores simplesmente ficam tristes por um tempo, as Corporações- o cenário africano está repleto de sofrimento humano: fome, morte, violência, despejo, falta de moradia, destruição ambiental.
As riquezas do continente- florestas, minérios, petróleo- enriquecem o que já é rico enquanto empurram os povos africanos à pobreza absoluta. O “jogo” não é um jogo de jeito nenhum: é uma tragédia.
No entanto, pouco ou nada disso é informado pelos milhares de jornalistas presentes na África do Sul que estão cobrindo a Copa do Mundo.
Tanto o país anfitrião quanto o resto do continente parece repleto de pessoas felizes vestidas com roupas coloridas que assopram as vuvuzelas, e apenas preocupados pelo sucesso ou fracasso de seus times no jogo bonito.
Mas a real África que sofre e é explorada é de fato bem visível para qualquer pessoa que quiser vê-la. E também as comunidades, organizações e os movimentos lutando contra tudo no jogo injusto que está sendo jogado contra o continente.
Eles ficaram de fora da cobertura da Copa do Mundo mas, felizmente para o futuro da África, eles ainda estão aí e cada vez mais fortes.
Torcemos por eles!
Boletim retirado de : http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/
Boletim retirado de : http://centrodeestudosambientais.wordpress.com/
quarta-feira, 7 de julho de 2010
PRA AVANÇAR E TRANSFORMAR>
Este ano temos mais uma tarefa importante a realizar.
Ao elegermos Dilma Presidente e Tarso Governador estaremos reafirmando que o Brasil esta em franco processo de distribuição de renda e que o RS tem o direito de ter o mesmo rumo.
E para Deputado Estadual votar em EDEGAR PRETTO 13655 é termos a garantia de que existirá uma porta aberta aos movimentos sociais na Assembleia Legislativa.
Na Câmara Federal eleger Dionilso Marcon Deputado Federal 1355 é retomar esta trincheira popular lá em Brasília.
A reeleição de PAIM Senador será fundamental para a consolidação das leis que garantem os direitos dos menos favorecidos, aposentados, Negros e Negras e de todas as minorias, bem como a eleição de ABIGAIL Senadora será a consolidação do papel das mulheres no Congresso Nacional.
Ao elegermos Dilma Presidente e Tarso Governador estaremos reafirmando que o Brasil esta em franco processo de distribuição de renda e que o RS tem o direito de ter o mesmo rumo.
E para Deputado Estadual votar em EDEGAR PRETTO 13655 é termos a garantia de que existirá uma porta aberta aos movimentos sociais na Assembleia Legislativa.
Na Câmara Federal eleger Dionilso Marcon Deputado Federal 1355 é retomar esta trincheira popular lá em Brasília.
A reeleição de PAIM Senador será fundamental para a consolidação das leis que garantem os direitos dos menos favorecidos, aposentados, Negros e Negras e de todas as minorias, bem como a eleição de ABIGAIL Senadora será a consolidação do papel das mulheres no Congresso Nacional.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Não ao ESTUPRO.....
Adolescentes, um filho de um delegado outro filho de diretor Sirotski) da RBS de Santa Catarina
estupram menina (adolescente) em Floripa.
Veja, nos blogs que não deixam o assunto morrer...
http://tijoladasdomosquito.blogspot.com/
é escandaloso...
e a TV Record de Santa Catarina disse que vai acompanhar até o fim...
notícia da Record de Santa.
http://www.youtube.com/watch?v=lT1fQLVDFdE
notícia na TV Record nacional:
http://www.youtube.com/watch?v=8XIWRsuS3tI
O próximo vídeo é uma montagem com os comentários feitos por um
direitoso mantido "no ar" pela RBS todos os dias no Jornal do Almoço de Santa Catarina,
metendo o pau em adolescentes "bandidinhos"
Claro que ele falou tudo isso antes de um filho do diretor - seu patrão -
ter participado de um estupro.
Será que ele vai manter o mesmo papo?
É claro que não.
Não vai falar do filho rico do patrãozinho
que sustenta seu discurto retrógrado
a décadas por lá.
http://www.youtube.com/watch?v=_x7gbfNEsys
Vais te apavorar com a linguagem e ênfase desta coisa que vomita preconceitos.
Mas ele é sustentado pelos donos da RBS de Santa Catarina.
Porque será que eles permitem que ele apareça na TV?
Porque ele alimenta o preconceito de classe, no mínimo.
Ainda bem que apareceram os blogs de Santa que não calam a boca
contra a ditadura da mídia.
estupram menina (adolescente) em Floripa.
Veja, nos blogs que não deixam o assunto morrer...
http://tijoladasdomosquito.blogspot.com/
é escandaloso...
e a TV Record de Santa Catarina disse que vai acompanhar até o fim...
notícia da Record de Santa.
http://www.youtube.com/watch?v=lT1fQLVDFdE
notícia na TV Record nacional:
http://www.youtube.com/watch?v=8XIWRsuS3tI
O próximo vídeo é uma montagem com os comentários feitos por um
direitoso mantido "no ar" pela RBS todos os dias no Jornal do Almoço de Santa Catarina,
metendo o pau em adolescentes "bandidinhos"
Claro que ele falou tudo isso antes de um filho do diretor - seu patrão -
ter participado de um estupro.
Será que ele vai manter o mesmo papo?
É claro que não.
Não vai falar do filho rico do patrãozinho
que sustenta seu discurto retrógrado
a décadas por lá.
http://www.youtube.com/watch?v=_x7gbfNEsys
Vais te apavorar com a linguagem e ênfase desta coisa que vomita preconceitos.
Mas ele é sustentado pelos donos da RBS de Santa Catarina.
Porque será que eles permitem que ele apareça na TV?
Porque ele alimenta o preconceito de classe, no mínimo.
Ainda bem que apareceram os blogs de Santa que não calam a boca
contra a ditadura da mídia.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
O Governo Lula é comprometido com o povo.
Edegar Pretto participa de ato com o ministro da Saúde que garante hospital regional em Palmeira das Missões
Edegar, Marcon e autoridades recepcionam ministro daq Saúde em Palmeira das Missões.
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão assinou esta manhã, convênio com a Pefeitura Municipal de Palmeira das Missões e com a Caixa Econômica Federal para imiciar o projeto de construção de um hospital regional com sede na cidade e que atenderá vários municípios da região. A unidade hospitalar será toda pública e atenderá os serviços de alta e média complexidade, com capacidade para 180 leitos.
No ato de assinatura do convênio que dá inicio ao projeto e a escolha da área para sediar o hospital, estavam presentes o prefeito municipal, Lourenço Ardenghi, três deputados federais, Henrique Fontana(PT), Vilson Covatti(PP) e Emídio Perondi(PMDB), o deputado estadual Dionilso Marcon(PT), prefeitos, vereadores e lideranças sindicais, emrpesariais e comunitáiras.
A demanda por um hospital regional é antiga e o ministro Temporão contou que quando recebeu uma comitiva em seu gabinete em Brasília, achou que se ratava de uma demanda inicial, "mas o grupo já tinha em mãos um projeto de viabilidade do hospital. "Não tínhamos como deixar de atender à reivindicação por tratar-se de uma ação humanitária e que amplia o atendimento médico especializado às pessoas da região", observou o ministro.
O deputado estadual Dionilso Marcon, ressaltou a importância do hospital dizendo que ele é uma conquista da comunidade e da sensibilidade de um governo federal que é parceiro na defesa da saúde do povo. "O governo Lula não promete, faz, como o fez com a criação das extensões da Uninversidade de Santa Maria, com a criação da Universidade do Mercosul, e, agora, com a cosntrução do hospital regional", enfatizou.
Já o pré-candidato`a deputado estadual Edegar Pretto salientou que aconquista do hospital regional é uma vitória daqueles que acreditaram no projeto de Lula. "As pessoas se mobilizaram e reivindicaram o direito de serem assistidas no direito à saúde e o governo está atendendo esta reivindicação. Quando o povo age unido e orgaqnizadoi, as conquistas aparecem", observou Edegar.
Texto de Claudio Sommacal Fenaj 5258/RS
Foto: de Vera Gabler/Tribuna da Produção
Fonte:blogdoedegarpretto.blogspot.com
Edegar, Marcon e autoridades recepcionam ministro daq Saúde em Palmeira das Missões.
O ministro da Saúde, José Gomes Temporão assinou esta manhã, convênio com a Pefeitura Municipal de Palmeira das Missões e com a Caixa Econômica Federal para imiciar o projeto de construção de um hospital regional com sede na cidade e que atenderá vários municípios da região. A unidade hospitalar será toda pública e atenderá os serviços de alta e média complexidade, com capacidade para 180 leitos.
No ato de assinatura do convênio que dá inicio ao projeto e a escolha da área para sediar o hospital, estavam presentes o prefeito municipal, Lourenço Ardenghi, três deputados federais, Henrique Fontana(PT), Vilson Covatti(PP) e Emídio Perondi(PMDB), o deputado estadual Dionilso Marcon(PT), prefeitos, vereadores e lideranças sindicais, emrpesariais e comunitáiras.
A demanda por um hospital regional é antiga e o ministro Temporão contou que quando recebeu uma comitiva em seu gabinete em Brasília, achou que se ratava de uma demanda inicial, "mas o grupo já tinha em mãos um projeto de viabilidade do hospital. "Não tínhamos como deixar de atender à reivindicação por tratar-se de uma ação humanitária e que amplia o atendimento médico especializado às pessoas da região", observou o ministro.
O deputado estadual Dionilso Marcon, ressaltou a importância do hospital dizendo que ele é uma conquista da comunidade e da sensibilidade de um governo federal que é parceiro na defesa da saúde do povo. "O governo Lula não promete, faz, como o fez com a criação das extensões da Uninversidade de Santa Maria, com a criação da Universidade do Mercosul, e, agora, com a cosntrução do hospital regional", enfatizou.
Já o pré-candidato`a deputado estadual Edegar Pretto salientou que aconquista do hospital regional é uma vitória daqueles que acreditaram no projeto de Lula. "As pessoas se mobilizaram e reivindicaram o direito de serem assistidas no direito à saúde e o governo está atendendo esta reivindicação. Quando o povo age unido e orgaqnizadoi, as conquistas aparecem", observou Edegar.
Texto de Claudio Sommacal Fenaj 5258/RS
Foto: de Vera Gabler/Tribuna da Produção
Fonte:blogdoedegarpretto.blogspot.com
quinta-feira, 24 de junho de 2010
HOMENAGEM
Plenário de Direitos Humanos da Câmara
Tem nome do deputado Adão Pretto
Parlamentares, representantes do governo, religiosos e lutadores sociais se reuniram hoje em um grande ato em homenagem póstuma o deputado Adão Pretto (PT-RS). "Ao inaugurar ontem (23.6) o plenário 9, das comissões de Direitos Humanos (CDH) e Participação Legislativa (CPL), com o nome Adão Pretto, a Câmara mantém viva a luta pela justiça social nos país", afirmou o presidente da CLP, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), em referência ao parlamentar falecido em fevereiro de 2009.
A deputada Iriny Lopes (PT-ES), presidente da CDH, enfatizou que no lugar vazio do deputado Adão Pretto ficou seu ensinamento, sua coragem e sua determinação.
"Fica o alerta de que não podemos dar trégua na luta por uma sociedade mais justa e solidária", acrescentou.
"Fica o alerta de que não podemos dar trégua na luta por uma sociedade mais justa e solidária", acrescentou.
O vice-presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), relembrou a trajetória de Adão Pretto e anunciou o lançamento do perfil parlamentar do deputado na Feira do Livro em novembro deste ano.
"Pela primeira vez a Câmara fará um perfil que vai contar a história de um parlamentar por meio de depoimentos de quem conviveu com ele", explicou Marco Maia, acrescentando que a iniciativa e de sua autoria e do deputado Odair Cunha (PT-MG), 3º secretário da Casa.
"Pela primeira vez a Câmara fará um perfil que vai contar a história de um parlamentar por meio de depoimentos de quem conviveu com ele", explicou Marco Maia, acrescentando que a iniciativa e de sua autoria e do deputado Odair Cunha (PT-MG), 3º secretário da Casa.
"Adão Pretto faz falta nesta Câmara". Assim o líder do PT, deputado Fernando Ferro (PE), resumiu seu sentimento. Ele acrescentou que foi um orgulho para a bancada ter convivido com Adão Pretto. "O seu exemplo será um estímulo para continuarmos o seu trabalho. É a própria essência da luta dos trabalhadores e do surgimento do nosso partido", completou.
Edegar Pretto, um dos nove filhos do deputado, afirmou que a homenagem não se restringe ao pai.
"É uma homenagem a todos aqueles trabalhadores que sempre lutaram ao lado do meu pai".
Edegar que é pré-candidato a deputado estadual, enfatizou que, em 18 anos de Parlamento, Adão Pretto nunca se deixou corromper, desmentindo a "teoria" dos mais ricos de que não adiantava eleger pobres porque eles seriam comprados no Congresso. Emocionado, Edegar lembrou o maior ensinamento que o pai deixou: "Nós podemos ser humildes, mas nunca fracos".
"É uma homenagem a todos aqueles trabalhadores que sempre lutaram ao lado do meu pai".
Edegar que é pré-candidato a deputado estadual, enfatizou que, em 18 anos de Parlamento, Adão Pretto nunca se deixou corromper, desmentindo a "teoria" dos mais ricos de que não adiantava eleger pobres porque eles seriam comprados no Congresso. Emocionado, Edegar lembrou o maior ensinamento que o pai deixou: "Nós podemos ser humildes, mas nunca fracos".
O deputado estadual Dionilso Marcon(PT-RS), também presente à solenidade e pré-candidato a deputado federal ressaltou o significado da homenagem, dizendo que Adão Pretto foi “uma referência política e de líder que honrou a vida pública em seis mandatos se pautando sempre pela moralidade e pela conduta ética. É exemplo para todos nós”, enfatizou.
Também participaram da homenagem a Adão Pretto o ministro do Desenvolvimento Agrário, Guilherme Cassel, o presidente do Incra, Rolf Hachbart o presidente da Pastoral da Terra, Dom Tomás Balduino, e o dirigente do MST, João Paulo Rodrigues.
Na foto, abaixo, Edegar Pretto aplaude a homenagem a seu Pai
Na foto, abaixo, Edegar Pretto aplaude a homenagem a seu Pai
Claudio SOMMACAL
(51)98054531
terça-feira, 22 de junho de 2010
Lula, imprensa neutra e diversidade informativa
O que é realmente uma imprensa livre?
A que temos no Brasil é prisioneira do poder econômico, controlado pelas classes endinheiradas. Rigorosamente aprisionada dos preconceitos e visões destas classes. Imprensa livre de quem, então? A preferência dos barões da mídia é escandalosa. Há uma unanimidade contra a candidata de Lula. Exceção feita, nas revistas de circulação nacional, à Carta Capital. Exceção que também se verifica na chamada mídia alternativa, porém extremamente pulverizada e de escassa circulação nacional. Com todo o heroísmo que significa a sua sustentação. O artigo é de Beto Almeida.
Beto Almeida (*)
O tema da falta de neutralidade da imprensa voltou à baila nesta semana por iniciativa do presidente Lula. Quando ele pede que a imprensa seja neutra ou no mínimo diga que tem candidato, está levantando um problema real e verdadeiro. Mas, a solução para isto, está muito longe da simples decisão dos proprietários de veículos de converterem-se repentinamente a uma neutralidade ou a uma diversidade informativa que nunca praticaram historicamente. A solução caminha para o fortalecimento das mídias públicas e pela construção, no caso brasileiro, de um grande jornal popular e nacionalista. E para esta solução, o próprio presidente Lula poderia sim ser um grande aliado.
A reclamação de Lula foi feita em discurso na Convenção do PT que indicou oficialmente Dilma Roussef como candidata presidencial. Ele registrava o desequilíbrio que sente ao assistir pela televisão a cobertura jornalística da campanha eleitoral. Os tempos e o tratamento são obviamente diferenciados. A preferência dos barões da mídia é escandalosa. Há uma unanimidade contra a candidata de Lula. Exceção feita, nas revistas de circulação nacional, à Carta Capital. Exceção que também se verifica na chamada mídia alternativa, porém extremamente pulverizada e de escassa circulação nacional. Com todo o heroísmo que significa a sua sustentação.
No mesmo discurso Lula fala que “somos todos defensores da imprensa mais livre do mundo” e que não se incomoda com as críticas que recebe. Mas, o que é realmente uma imprensa livre? A que temos no Brasil é prisioneira do poder econômico, controlado pelas classes endinheiradas. Rigorosamente aprisionada dos preconceitos e visões destas classes.
A reclamação de Lula foi feita em discurso na Convenção do PT que indicou oficialmente Dilma Roussef como candidata presidencial. Ele registrava o desequilíbrio que sente ao assistir pela televisão a cobertura jornalística da campanha eleitoral. Os tempos e o tratamento são obviamente diferenciados. A preferência dos barões da mídia é escandalosa. Há uma unanimidade contra a candidata de Lula. Exceção feita, nas revistas de circulação nacional, à Carta Capital. Exceção que também se verifica na chamada mídia alternativa, porém extremamente pulverizada e de escassa circulação nacional. Com todo o heroísmo que significa a sua sustentação.
No mesmo discurso Lula fala que “somos todos defensores da imprensa mais livre do mundo” e que não se incomoda com as críticas que recebe. Mas, o que é realmente uma imprensa livre? A que temos no Brasil é prisioneira do poder econômico, controlado pelas classes endinheiradas. Rigorosamente aprisionada dos preconceitos e visões destas classes.
Imprensa livre de quem, então?
Mais adiante, no mesmo discurso, Lula fala que é preciso ficar atento e “mudar de canal”. Como mudar de canal? Para qual, se não há alternativas?!!
Neutralidade na imprensa do capital?
Aqui entramos no problema que reiteradamente, não apenas este escriba mas também outros mais qualificados, vem tratando de enfrentar, propondo a fundação de um programa público de estímulo da edição e leitura de jornais. Certamente, os barões da mídia, advertimos com antecipação, vão gritar escandalizados. Estatização da mídia!!! Dirão, alguns. Querem o dinheiro público para fazer política!!! Dirão outros.
Ué, mas isto não vem ocorrendo historicamente?! Como é que se sustenta, esta mesma mídia que ataca editorialmente a participação do estado em ramos essenciais da economia e da sociedade, entre os quais acrescentaria a obrigação de garantir informação diversificada e idônea aos cidadãos? Basta reflefir sobre a informação de que a maior empresa de comunicação do país recebe, apenas ela, mais de 60 por cento das bilionárias verbas públicas federais. Não faz muito tempo, a Revista Veja trazia, numa só edição, 14 páginas de publicidade da Petrobrás, um dos alvos prediletos do cada vez mais precário jornalismo do veículo.
O governo paga para apanhar
Que o governo paga para apanhar, pode ser uma conclusão. Verdadeira, mas não esgota o problema. Aliás, o governo até promoveu um critério novo e mais democrático para a distribuição de sua publicidade. Ainda assim, a grande massa de brasileiros não pode nem mudar de canal, nem pode ler jornal, já que continuamos com a quase unanimidade dos jornais de circulação mais relevantes aprisionados pelos empresários que praticam o desequilíbrio informativo, que estão muito longe da neutralidade sugerida por Lula - aliás, duvido que ela exista. E também não temos, como em outros países ou como já tivemos no passado, um jornal nacional de ampla circulação que refletisse o ponto de vista das classes populares e nacionalistas, que, afinal, existem na sociedade. Ou não? A tomar pela imprensa do capital hoje, parece que estes outros pontos de vista não existiriam. Paradoxo: estas conseguem eleger o presidente da república mas não conseguem construir um jornal que tenha a sua cara e os seus sonhos??
A experiência do jornal “Última Hora”
Já tivemos o Jornal “Última Hora”, nacionalista e popular. Uma página importantíssima na história da imprensa brasileira, tema já tocado aqui por este escriba e também pelo jornalista Laurindo Leal Filho. Tal como Lula hoje, Vargas também percebia que toda a imprensa se voltava contra o nacionalismo, condenava as leis trabalhistas e previdenciárias, hostilizava o salário mínimo, defendia os interesses das oligarquias e, sobretudo, do capital estrangeiro. O presidente Vargas comenta então o problema da desinformação crônica do país com o jornalista Samuel Wainer. E sugere: “Por que tu não montas um jornal?” O encorajamento veio de Vargas. Houve um empréstimo do Banco do Brasil e de outras instituições e nasceu o ‘Última Hora”. Hoje, o presidente Lula poderia ir além da reclamação e das críticas corretas que faz à esta imprensa desequilibrada e propor uma solução. Se disserem que é um absurdo que um presidente encoraje á formação de uma iniciativa deste porte, lembraremos as nebulosas condições em que foi criada a maior rede de televisão do Brasil, inclusive afrontando a lei, conforme demonstrou a histórica CPI do Grupo Time-Life. O encorajamento, digamos, veio de longe...
Aliás, a solução já vem sendo proposta reiteradas vezes por segmentos do movimento de democratização da comunicação. Tanto no Seminário “A imaginação a serviço do Brasil”, de julho de 2002, que preparou um programa específico entregue ao então candidato Lula, como também nos debates da Confecom e nos Congressos Nacionais de Jornalistas, muito embora nem todos os sindicatos a sustentem de modo militante. Clamam por Diploma!! Diploma!!!, mas onde este exército de jornalistas diplomados, espelidos pela indústria do canudo, irá trabalhar? Temos fatores soltos que necessitam ser coordenados. Temos um povo praticamente proibido da leitura. Nossos índices de leitura de jornal, segundo a UNESCO, perdem para os da Bolívia! Temos um exército de jornalistas e escritores talentosos desempregados, vítimas da propaganda enganosa que foi a explosão de faculdades de comunicação no país, prometendo emprego para todos. E temos uma indústria gráfica com 50 por cento de capacidade ociosa crônica. Gráficas paradas e um povo sem poder ler!!!
Esta solução trilha por uma Fundação para o Jornalismo Público. Muitos fundos de pensão de empresas públicas, altamente rentáveis aliás, poderiam associar-se a esta Fundação.
Hipocrisia
Quando os barões da mídia, fingindo-se escandalizados, reclamarem do uso de recursos públicos para um jornalismo de missão pública, que não é o deles, apresentaremos uma tabela com todos os monumentais recursos que durante décadas estas empresas de mídia drenaram do estado. E diremos que estamos apenas reivindicando isonomia. Por que o BNDES pode oferecer empréstimos para a Vale do Rio Doce, para grandes empresários e até poderosas empresas estrangeiras, ou para as empresas de comunicação já instaladas, e esta Fundação para um Jornalismo Público não pode também receber? Que a dívida que grandes empresas de mídia possuem com o INSS seja convertida em favor de um programa que edifique um programa público de leitura e edição de jornais no Brasil é algo ser examinado. E também denunciaremos a hipocrisia desta mídia que ataca o estado editorialmente, mas ante qualquer dificuldade de caixa bate exatamente às portas deste mesmo estado para o uso , sim, do dinheiro público. Elas não se transformaram nestes poderosos conglomerados por eficiência empresarial, mas, sobretudo, por irrigação privilegiada de recursos do estado para sua contabilidade privada!
Jornal popular, nacionalista, a baixo preço
O papel essencial desta Fundação é a de editar e distribuir nacionalmente um jornal de grande circulação, a preços populares, estabelecendo a diversidade informativa preconizada na Constituição. Não é livre uma imprensa aprisionada por uma única classe social poderosa que edita apenas seus desejos e sua vassalagem ante aos grandes interesses. Não esqueceremos jamais: esta mídia que aí está a atacar o fortalecimento das políticas públicas atuais, foi a mesma que atacou Vargas por criar a Petrobrás, chegando até mesmo a proclamar - pasmem - que no Brasil não havia petróleo! Nesta onda de recall das grandes empresas, bateu a inspiração para escrever artigo com o título “E o dia em que fizerem o recall da mídia?”. Quanta informação adulterada, defeituosa, falsificada!!! Será possível corrigir? Afinal, não estamos falando de um tapete, um pedal ou um cabo de freio....Estamos falando de informação, pedra preciosa para a cidadania!
A solução é construir, expandir e qualificar o campo da mídia pública. Mudanças mais audazes nos critérios de distribuição de publicidade oficial já ajudariam muito a reequilibrar o campo de mídia. Com o valor das 14 páginas de publicidade dadas exclusivamente à Veja, uma TV Comunitária se sustenta por vários anos!
Escola de Jornalismo
Além de editar um jornal, esta Fundação para o Jornalismo Público bem que poderia ter uma escola de jornalismo, pois a ideologia da notícia emanada pela imprensa comercial hoje já penetrou de tal modo nas escolas de comunicação que, em certos casos, parece uma cooptação informativo-cultural em torno de valores alheios e até mesmo antagônicos aos do povo brasileiro, dos que produzem e constroem este país. E jornalismo não é fábrica de sabão. Não é pecado sonhar em ter uma escola de jornalismo nesta Fundação sob a orientação de geniais jornalistas, como Mauro Santayanna, por exemplo, que trabalhou naquele valente Última Hora. E tantos outros. É preciso abrir uma página nova no jornalismo brasileiro, pensando nas próximas gerações. E também poderia instalar nesta Fundação uma editora especializada em temas que permitissem ao povo brasileiro ter acesso a livros de qualidade, a baixo custo, e, tematicamente, ajudando na superação das vulnerabilidades ideológicas, padrões de informação e de cultura que querem nos impingir alguns governos intervencionistas, pelos braços de suas ONGs, alardeando ambíguas e ardilosas bandeiras democráticas.
Se nasceu a TV Brasil, a EBC, em sintonia com inúmeras mudanças democráticas da comunicação em vários países da América Latina, por que não avançamos? Por que não ir além da constatação de que estamos padecendo de uma manipulação informativa clamorosa? Denunciar é rigorosamente necessário, tanto quanto apresentar caminhos a seguir. Na Argentina, existe o jornal Página 12 e o fortalecimento da TV e Rádio Públicas, além de uma nova lei de comunicação que proíbe o monopólio. Na Bolívia nasceu o jornal Câmbio e em 8 meses de vida já vende tanto quanto o mais antigo jornal do país, o La Razón, com 70 anos de vida. Na Venezuela, nasceu o jornal Correio do Orenoco, resgatando o jornal original de Simon Bolívar, no qual foi redator o general pernambucano Abreu e Lima, que lutou ao lado do Libertador. No México há o jornal La Jornada, uma espécie de cooperativa.
Já passou da hora do povo brasileiro dar um passo novo para fazer uma nova história do jornalismo. Se oferecemos ao mundo com engenhosidade e criatividade a mais bela festa popular do planeta, se já oferecemos ao mundo um Alberto Santos Dumont, se já lançamos ao mundo um Paulo Freire, um Josué de Castro, um Oscar Niemeyer e uma música de inventividade admirável, por que não podemos pretender criar um outro caminho para um jornalismo tal como previsto na Constituição: humanista, diversificado, plural, respeitando os mais elevados valores da nação, sua diversidade cultural e coibindo o daninho processo de concentração midiática?
Para os que temem nesta proposta alguma nostalgia guttemberguiana, nada disso: o povo brasileiro pode, finalmente, entrar na Era de Guttemberg e, simultamentemente, fazer este jornalismo espalhar-se pelo digital, sobretudo agora que a Telebrás pública irá cuidar de democratizar a banda larga. Mas, é preciso fazer jornalismo, o velho e bom jornalismo, de Jack London, de John Reed, do Barão de Itararé, de Barbosa Lima Sobrinho e do jornalista negro e socialista Gustavo de lacerda, fundador da ABI.
E bem que o presidente Lula, deixando a presidência, pode ser uma espécie de presidente de honra desta Fundação para um Jornalismo Público
(*) Beto Almeida é Jornalista, Diretor da Telesur
(**) Trecho de discurso do presidente Lula
Mais adiante, no mesmo discurso, Lula fala que é preciso ficar atento e “mudar de canal”. Como mudar de canal? Para qual, se não há alternativas?!!
Neutralidade na imprensa do capital?
Aqui entramos no problema que reiteradamente, não apenas este escriba mas também outros mais qualificados, vem tratando de enfrentar, propondo a fundação de um programa público de estímulo da edição e leitura de jornais. Certamente, os barões da mídia, advertimos com antecipação, vão gritar escandalizados. Estatização da mídia!!! Dirão, alguns. Querem o dinheiro público para fazer política!!! Dirão outros.
Ué, mas isto não vem ocorrendo historicamente?! Como é que se sustenta, esta mesma mídia que ataca editorialmente a participação do estado em ramos essenciais da economia e da sociedade, entre os quais acrescentaria a obrigação de garantir informação diversificada e idônea aos cidadãos? Basta reflefir sobre a informação de que a maior empresa de comunicação do país recebe, apenas ela, mais de 60 por cento das bilionárias verbas públicas federais. Não faz muito tempo, a Revista Veja trazia, numa só edição, 14 páginas de publicidade da Petrobrás, um dos alvos prediletos do cada vez mais precário jornalismo do veículo.
O governo paga para apanhar
Que o governo paga para apanhar, pode ser uma conclusão. Verdadeira, mas não esgota o problema. Aliás, o governo até promoveu um critério novo e mais democrático para a distribuição de sua publicidade. Ainda assim, a grande massa de brasileiros não pode nem mudar de canal, nem pode ler jornal, já que continuamos com a quase unanimidade dos jornais de circulação mais relevantes aprisionados pelos empresários que praticam o desequilíbrio informativo, que estão muito longe da neutralidade sugerida por Lula - aliás, duvido que ela exista. E também não temos, como em outros países ou como já tivemos no passado, um jornal nacional de ampla circulação que refletisse o ponto de vista das classes populares e nacionalistas, que, afinal, existem na sociedade. Ou não? A tomar pela imprensa do capital hoje, parece que estes outros pontos de vista não existiriam. Paradoxo: estas conseguem eleger o presidente da república mas não conseguem construir um jornal que tenha a sua cara e os seus sonhos??
A experiência do jornal “Última Hora”
Já tivemos o Jornal “Última Hora”, nacionalista e popular. Uma página importantíssima na história da imprensa brasileira, tema já tocado aqui por este escriba e também pelo jornalista Laurindo Leal Filho. Tal como Lula hoje, Vargas também percebia que toda a imprensa se voltava contra o nacionalismo, condenava as leis trabalhistas e previdenciárias, hostilizava o salário mínimo, defendia os interesses das oligarquias e, sobretudo, do capital estrangeiro. O presidente Vargas comenta então o problema da desinformação crônica do país com o jornalista Samuel Wainer. E sugere: “Por que tu não montas um jornal?” O encorajamento veio de Vargas. Houve um empréstimo do Banco do Brasil e de outras instituições e nasceu o ‘Última Hora”. Hoje, o presidente Lula poderia ir além da reclamação e das críticas corretas que faz à esta imprensa desequilibrada e propor uma solução. Se disserem que é um absurdo que um presidente encoraje á formação de uma iniciativa deste porte, lembraremos as nebulosas condições em que foi criada a maior rede de televisão do Brasil, inclusive afrontando a lei, conforme demonstrou a histórica CPI do Grupo Time-Life. O encorajamento, digamos, veio de longe...
Aliás, a solução já vem sendo proposta reiteradas vezes por segmentos do movimento de democratização da comunicação. Tanto no Seminário “A imaginação a serviço do Brasil”, de julho de 2002, que preparou um programa específico entregue ao então candidato Lula, como também nos debates da Confecom e nos Congressos Nacionais de Jornalistas, muito embora nem todos os sindicatos a sustentem de modo militante. Clamam por Diploma!! Diploma!!!, mas onde este exército de jornalistas diplomados, espelidos pela indústria do canudo, irá trabalhar? Temos fatores soltos que necessitam ser coordenados. Temos um povo praticamente proibido da leitura. Nossos índices de leitura de jornal, segundo a UNESCO, perdem para os da Bolívia! Temos um exército de jornalistas e escritores talentosos desempregados, vítimas da propaganda enganosa que foi a explosão de faculdades de comunicação no país, prometendo emprego para todos. E temos uma indústria gráfica com 50 por cento de capacidade ociosa crônica. Gráficas paradas e um povo sem poder ler!!!
Esta solução trilha por uma Fundação para o Jornalismo Público. Muitos fundos de pensão de empresas públicas, altamente rentáveis aliás, poderiam associar-se a esta Fundação.
Hipocrisia
Quando os barões da mídia, fingindo-se escandalizados, reclamarem do uso de recursos públicos para um jornalismo de missão pública, que não é o deles, apresentaremos uma tabela com todos os monumentais recursos que durante décadas estas empresas de mídia drenaram do estado. E diremos que estamos apenas reivindicando isonomia. Por que o BNDES pode oferecer empréstimos para a Vale do Rio Doce, para grandes empresários e até poderosas empresas estrangeiras, ou para as empresas de comunicação já instaladas, e esta Fundação para um Jornalismo Público não pode também receber? Que a dívida que grandes empresas de mídia possuem com o INSS seja convertida em favor de um programa que edifique um programa público de leitura e edição de jornais no Brasil é algo ser examinado. E também denunciaremos a hipocrisia desta mídia que ataca o estado editorialmente, mas ante qualquer dificuldade de caixa bate exatamente às portas deste mesmo estado para o uso , sim, do dinheiro público. Elas não se transformaram nestes poderosos conglomerados por eficiência empresarial, mas, sobretudo, por irrigação privilegiada de recursos do estado para sua contabilidade privada!
Jornal popular, nacionalista, a baixo preço
O papel essencial desta Fundação é a de editar e distribuir nacionalmente um jornal de grande circulação, a preços populares, estabelecendo a diversidade informativa preconizada na Constituição. Não é livre uma imprensa aprisionada por uma única classe social poderosa que edita apenas seus desejos e sua vassalagem ante aos grandes interesses. Não esqueceremos jamais: esta mídia que aí está a atacar o fortalecimento das políticas públicas atuais, foi a mesma que atacou Vargas por criar a Petrobrás, chegando até mesmo a proclamar - pasmem - que no Brasil não havia petróleo! Nesta onda de recall das grandes empresas, bateu a inspiração para escrever artigo com o título “E o dia em que fizerem o recall da mídia?”. Quanta informação adulterada, defeituosa, falsificada!!! Será possível corrigir? Afinal, não estamos falando de um tapete, um pedal ou um cabo de freio....Estamos falando de informação, pedra preciosa para a cidadania!
A solução é construir, expandir e qualificar o campo da mídia pública. Mudanças mais audazes nos critérios de distribuição de publicidade oficial já ajudariam muito a reequilibrar o campo de mídia. Com o valor das 14 páginas de publicidade dadas exclusivamente à Veja, uma TV Comunitária se sustenta por vários anos!
Escola de Jornalismo
Além de editar um jornal, esta Fundação para o Jornalismo Público bem que poderia ter uma escola de jornalismo, pois a ideologia da notícia emanada pela imprensa comercial hoje já penetrou de tal modo nas escolas de comunicação que, em certos casos, parece uma cooptação informativo-cultural em torno de valores alheios e até mesmo antagônicos aos do povo brasileiro, dos que produzem e constroem este país. E jornalismo não é fábrica de sabão. Não é pecado sonhar em ter uma escola de jornalismo nesta Fundação sob a orientação de geniais jornalistas, como Mauro Santayanna, por exemplo, que trabalhou naquele valente Última Hora. E tantos outros. É preciso abrir uma página nova no jornalismo brasileiro, pensando nas próximas gerações. E também poderia instalar nesta Fundação uma editora especializada em temas que permitissem ao povo brasileiro ter acesso a livros de qualidade, a baixo custo, e, tematicamente, ajudando na superação das vulnerabilidades ideológicas, padrões de informação e de cultura que querem nos impingir alguns governos intervencionistas, pelos braços de suas ONGs, alardeando ambíguas e ardilosas bandeiras democráticas.
Se nasceu a TV Brasil, a EBC, em sintonia com inúmeras mudanças democráticas da comunicação em vários países da América Latina, por que não avançamos? Por que não ir além da constatação de que estamos padecendo de uma manipulação informativa clamorosa? Denunciar é rigorosamente necessário, tanto quanto apresentar caminhos a seguir. Na Argentina, existe o jornal Página 12 e o fortalecimento da TV e Rádio Públicas, além de uma nova lei de comunicação que proíbe o monopólio. Na Bolívia nasceu o jornal Câmbio e em 8 meses de vida já vende tanto quanto o mais antigo jornal do país, o La Razón, com 70 anos de vida. Na Venezuela, nasceu o jornal Correio do Orenoco, resgatando o jornal original de Simon Bolívar, no qual foi redator o general pernambucano Abreu e Lima, que lutou ao lado do Libertador. No México há o jornal La Jornada, uma espécie de cooperativa.
Já passou da hora do povo brasileiro dar um passo novo para fazer uma nova história do jornalismo. Se oferecemos ao mundo com engenhosidade e criatividade a mais bela festa popular do planeta, se já oferecemos ao mundo um Alberto Santos Dumont, se já lançamos ao mundo um Paulo Freire, um Josué de Castro, um Oscar Niemeyer e uma música de inventividade admirável, por que não podemos pretender criar um outro caminho para um jornalismo tal como previsto na Constituição: humanista, diversificado, plural, respeitando os mais elevados valores da nação, sua diversidade cultural e coibindo o daninho processo de concentração midiática?
Para os que temem nesta proposta alguma nostalgia guttemberguiana, nada disso: o povo brasileiro pode, finalmente, entrar na Era de Guttemberg e, simultamentemente, fazer este jornalismo espalhar-se pelo digital, sobretudo agora que a Telebrás pública irá cuidar de democratizar a banda larga. Mas, é preciso fazer jornalismo, o velho e bom jornalismo, de Jack London, de John Reed, do Barão de Itararé, de Barbosa Lima Sobrinho e do jornalista negro e socialista Gustavo de lacerda, fundador da ABI.
E bem que o presidente Lula, deixando a presidência, pode ser uma espécie de presidente de honra desta Fundação para um Jornalismo Público
(*) Beto Almeida é Jornalista, Diretor da Telesur
(**) Trecho de discurso do presidente Lula
www.cartamaior.com.br"Eu estava vendo um certo canal de televisão: a Dilma deve ter aparecido uns 30 segundos, e o adversário apareceu seis vezes em quase seis minutos. É importante a gente começar a ficar esperto, a olhar e começar a ver qual o tratamento vai ser dado - disse, sendo interrompido por aplausos. - Todos somos defensores da imprensa mais livre do mundo. A imprensa muitas vezes cansa de falar mal de mim, e eu acho que faz parte da democracia. Agora, quando se trata de campanha, é preciso que a imprensa seja neutra ou, no mínimo, diga que tem candidato, porque aí nós vamos mudar de canal para ver o canal da nossa candidata e não o do candidato deles".Fonte: www.cartamaior.com.br
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Liberdade de expressão e de imprensa: Um manifesto
A liberdade de imprensa inclui, como componente essencial e inalienável, a liberdade de exibir, ridicularizar, parodiar e pastichar as gafes, mentiras, barrigas e distorções veiculadas pela própria imprensa. Hoje, no Brasil, nove de cada dez gritinhos histéricos dos patrões e funcionários da grande mídia sobre um suposto cerceamento de sua liberdade de imprensa referem-se única e exclusivamente ao exercício dessa mesma liberdade. O artigo é de Idelber Avelar.
1. A irrestrita liberdade de imprensa de que se goza hoje no Brasil deve ser defendida por todos os brasileiros, independente de sua posição política. Essa liberdade se caracteriza pela ausência de censura prévia do Poder Executivo sobre o conteúdo daquilo que se diz, escreve ou publica no país. Literalmente qualquer coisa pode ser dita sem impedimento prévio no Brasil, e a mastodôntica coleção de mentiras, injúrias, calúnias, difamações, distorções e manipulações veiculadas regularmente por Veja, Globo, Folha, Estadão, Zero Hora e outros oferece a prova cabal de que vivemos em pleno exercício desta liberdade.
2. Não há democracia em que a ausência de censura prévia sobre o dizer se confunda com a ausência da possibilidade de responsabilização (inclusive penal) posterior ao dito. Muitos brasileiros, ainda escaldados pelas ditaduras, confundem com “censura” qualquer reclamo de responsabilização sobre o dito. Uns poucos brasileiros ligados à grande mídia manipulam de má fá essa confusão em benefício próprio. Na verdade, todas as democracias que asseguram a plena liberdade de expressão (a total ausência de censura prévia) possuem em comum, em seu arcabouço jurídico, alguma forma de penalização sobre o difamar e o caluniar. Essas leis são parte do que garante a plena liberdade de expressão. O problema no Brasil jamais foi a existência delas. O problema no Brasil é que só os poderosos têm podido recorrer à justiça evocando-as, e em geral para silenciar vozes discordantes. As reais vítimas da difamação dos grupos de mídia têm tido acesso quase nulo à reparação jurídica.
3. A liberdade de imprensa não está realizada em todo o seu potencial se apenas meia dúzia de famílias dela usufruem de forma massiva. O fato é óbvio mas, nos debates sobre o assunto, o óbvio com frequência clama por ser reiterado: a liberdade de imprensa estará tanto mais realizada quanto mais numerosos forem os grupos sociais com acesso a veículos que os representem; mais amplo for o leque de discursos acerca de cada tema; mais diversificados forem os pontos de vista em condições de encontrar expressão, entendendo-se que essas condições incluem não só a liberdade de dizer, mas também o acesso aos meios materiais que tornam possível a circulação do dito. Neste sentido, o grande obstáculo para a plena democratização da imprensa no Brasil (que avançou em função das novas tecnologias e algumas políticas do governo Lula) é justamente a mídia monopolista das famiglias, que se agarram aos seus velhos privilégios com enraivado, baboso rancor.
4. Não há liberdade plena de imprensa sem direito de resposta, o direito de expressão mais desrespeitado, historicamente, no Brasil. Tão fundamental é ele para a liberdade de imprensa que não faltariam teóricos do Direito alinhados com a tese de que se trata de direito antropologicamente universal, comparável à legítima defesa. Poucos blogueiros independentes, depois de publicar texto enfocado em outrem, negariam espaço comparável para a resposta do citado. No entanto, vivemos num país cujo maior jornal publica ficha policial falsa, adulterada, com falsa acusação, sobre o passado de uma ministra, e nem mesmo ela consegue exercer seu direito de resposta. Caso ela tivesse cometido o erro político de buscar judicialmente o exercício desse direito, teria sido insuportável a gritaria histérica dos funcionários das famiglias contra uma inexistente “censura”. É preciso que cada vez mais a sociedade civil diga a esses grupos de mídia: vocês não têm autoridade moral para falar em liberdade de imprensa nenhuma, pois apoiaram a instalação dos regimes que mais atentaram contra ela, além de que não a exercem em seu próprio quintal, negando sempre o espaço de resposta a quem atacam. A Folha chegou ao cúmulo de publicar um texto que lançava lama sobre dois seus próprios jornalistas, qualificando de “delinquência” uma reportagem feita por eles, sem que os profissionais pudessem exercer seu direito de resposta. Pense bem, leitor: essa turminha tem cara de guardiã da liberdade de imprensa?
5. A veiculação de sentença penal condenatória acerca de crime contra a honra cometido pelos grupos de mídia é um direito do público leitor/espectador/ouvinte. Especialmente no caso de sentença já transitada em julgado, é básico o direito do leitor saber que a justiça decidiu que naquele espaço foi cometido um crime contra a imagem de alguém. No entanto, até a data de produção desta coluna (03 de maio), continuam valendo as perguntas: como a Folha de São Paulo tem a cara de pau de não veicular a notícia de que foi condenada em definitivo por crime contra Luis Favre? Como a Zero Hora tem a cara de pau de não avisar ao leitor que se confirmou sua condenação por crime contra uma desembargadora?
6. A discussão democrática sobre a renovação (ou não) das concessões públicas a rádios e TVs não é contraditória com a liberdade de imprensa; pelo contrário, é parte de seu pleno exercício. Há uma razão pela qual a liberdade de que se imprima qualquer coisa é juridicamente distinta da autorização a que se transmita TV ou rádio em sinal emprestado pelo poder público. Só por ignorância ou má fé pode se comparar uma recusa do Estado a renovar uma concessão de TV ao ato de fechar um jornal (recordando que a má fé pode ser ignorante, e com frequência o é nestes casos). No Brasil, a discussão democrática sobre as concessões é de particular importância no caso do único grande império de mídia que sobrevive com inegável capilaridade e poder de fogo, o da famiglia Marinho, de tão nebulosa história.
7. A liberdade de imprensa inclui, como componente essencial e inalienável, a liberdade de exibir, ridicularizar, parodiar e pastichar as gafes, mentiras, barrigas e distorções veiculadas pela própria imprensa. Hoje, no Brasil, nove de cada dez gritinhos histéricos dos patrões e funcionários da grande mídia sobre um suposto cerceamento de sua liberdade de imprensa referem-se única e exclusivamente ao exercício dessa mesma liberdade, só que agora por leitores e ex-leitores, cujo direito à expressão essa mídia jamais defendeu, sequer com um pio.
Fonte. www.cartamaior.com.br
2. Não há democracia em que a ausência de censura prévia sobre o dizer se confunda com a ausência da possibilidade de responsabilização (inclusive penal) posterior ao dito. Muitos brasileiros, ainda escaldados pelas ditaduras, confundem com “censura” qualquer reclamo de responsabilização sobre o dito. Uns poucos brasileiros ligados à grande mídia manipulam de má fá essa confusão em benefício próprio. Na verdade, todas as democracias que asseguram a plena liberdade de expressão (a total ausência de censura prévia) possuem em comum, em seu arcabouço jurídico, alguma forma de penalização sobre o difamar e o caluniar. Essas leis são parte do que garante a plena liberdade de expressão. O problema no Brasil jamais foi a existência delas. O problema no Brasil é que só os poderosos têm podido recorrer à justiça evocando-as, e em geral para silenciar vozes discordantes. As reais vítimas da difamação dos grupos de mídia têm tido acesso quase nulo à reparação jurídica.
3. A liberdade de imprensa não está realizada em todo o seu potencial se apenas meia dúzia de famílias dela usufruem de forma massiva. O fato é óbvio mas, nos debates sobre o assunto, o óbvio com frequência clama por ser reiterado: a liberdade de imprensa estará tanto mais realizada quanto mais numerosos forem os grupos sociais com acesso a veículos que os representem; mais amplo for o leque de discursos acerca de cada tema; mais diversificados forem os pontos de vista em condições de encontrar expressão, entendendo-se que essas condições incluem não só a liberdade de dizer, mas também o acesso aos meios materiais que tornam possível a circulação do dito. Neste sentido, o grande obstáculo para a plena democratização da imprensa no Brasil (que avançou em função das novas tecnologias e algumas políticas do governo Lula) é justamente a mídia monopolista das famiglias, que se agarram aos seus velhos privilégios com enraivado, baboso rancor.
4. Não há liberdade plena de imprensa sem direito de resposta, o direito de expressão mais desrespeitado, historicamente, no Brasil. Tão fundamental é ele para a liberdade de imprensa que não faltariam teóricos do Direito alinhados com a tese de que se trata de direito antropologicamente universal, comparável à legítima defesa. Poucos blogueiros independentes, depois de publicar texto enfocado em outrem, negariam espaço comparável para a resposta do citado. No entanto, vivemos num país cujo maior jornal publica ficha policial falsa, adulterada, com falsa acusação, sobre o passado de uma ministra, e nem mesmo ela consegue exercer seu direito de resposta. Caso ela tivesse cometido o erro político de buscar judicialmente o exercício desse direito, teria sido insuportável a gritaria histérica dos funcionários das famiglias contra uma inexistente “censura”. É preciso que cada vez mais a sociedade civil diga a esses grupos de mídia: vocês não têm autoridade moral para falar em liberdade de imprensa nenhuma, pois apoiaram a instalação dos regimes que mais atentaram contra ela, além de que não a exercem em seu próprio quintal, negando sempre o espaço de resposta a quem atacam. A Folha chegou ao cúmulo de publicar um texto que lançava lama sobre dois seus próprios jornalistas, qualificando de “delinquência” uma reportagem feita por eles, sem que os profissionais pudessem exercer seu direito de resposta. Pense bem, leitor: essa turminha tem cara de guardiã da liberdade de imprensa?
5. A veiculação de sentença penal condenatória acerca de crime contra a honra cometido pelos grupos de mídia é um direito do público leitor/espectador/ouvinte. Especialmente no caso de sentença já transitada em julgado, é básico o direito do leitor saber que a justiça decidiu que naquele espaço foi cometido um crime contra a imagem de alguém. No entanto, até a data de produção desta coluna (03 de maio), continuam valendo as perguntas: como a Folha de São Paulo tem a cara de pau de não veicular a notícia de que foi condenada em definitivo por crime contra Luis Favre? Como a Zero Hora tem a cara de pau de não avisar ao leitor que se confirmou sua condenação por crime contra uma desembargadora?
6. A discussão democrática sobre a renovação (ou não) das concessões públicas a rádios e TVs não é contraditória com a liberdade de imprensa; pelo contrário, é parte de seu pleno exercício. Há uma razão pela qual a liberdade de que se imprima qualquer coisa é juridicamente distinta da autorização a que se transmita TV ou rádio em sinal emprestado pelo poder público. Só por ignorância ou má fé pode se comparar uma recusa do Estado a renovar uma concessão de TV ao ato de fechar um jornal (recordando que a má fé pode ser ignorante, e com frequência o é nestes casos). No Brasil, a discussão democrática sobre as concessões é de particular importância no caso do único grande império de mídia que sobrevive com inegável capilaridade e poder de fogo, o da famiglia Marinho, de tão nebulosa história.
7. A liberdade de imprensa inclui, como componente essencial e inalienável, a liberdade de exibir, ridicularizar, parodiar e pastichar as gafes, mentiras, barrigas e distorções veiculadas pela própria imprensa. Hoje, no Brasil, nove de cada dez gritinhos histéricos dos patrões e funcionários da grande mídia sobre um suposto cerceamento de sua liberdade de imprensa referem-se única e exclusivamente ao exercício dessa mesma liberdade, só que agora por leitores e ex-leitores, cujo direito à expressão essa mídia jamais defendeu, sequer com um pio.
Fonte. www.cartamaior.com.br
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Festa de Edegar Pretto reúne mil pessoas na capital
O CTG 35, na capital, foi pequeno para abrigar mais de mil pessoas na festa de aniversário de Edegar Pretto, filho do deputado federal Adão Pretto, falecido em fevereiro de 2009.
A atividade foi prestigiada pelas principais lideranças do Partido dos Trabalhadores no Estado. Esteve no evento o ex-governador Olívio Dutra, o pré-candidato ao governo do Estado, Tarso Genro, o senador Paulo Paim, os deputados federais Maria do Rosário, Paulo Pimenta, Marco Maia, o estadual Dionilso Marcon, o presidente do PT e deputado Raul Pont, os pré-candidatos a deputado federal Dirceu Lopes, além de duas dezenas de vereadores, quatro prefeitos e diversas lideranças de instituições governamentais, associativas, sindicais e de movimentos sociais.
Outros parlamentares como a deputada federal Emília Fernandes e o deputado Henrique Fontana enviaram mensagem e os deputados estaduais Ervino Bohn Gass, Adão Villaverde, Ivar Pavan, designaram representantes ao evento.
A churrascaria 35, espaço típico gaúcho, abrigou 993 pessoas reunidas para comemorar os 39 anos do Edegar Pretto que é pré-candidato a deputado estadual.
Sob a animação dos Cantadores do Povo, grupo formado por músicos que animam atos identificados com a luta social, os participantes confraternizaram num jantar típico, seguido de baile.
Diferente das festas tradicionais, cada pessoa pagou seu próprio ingresso na entrada do estabelecimento.
Ao agradecer a homenagem dos amigos, Edegar Pretto lembrou a trajetória e o legado político de seu pai, recordando os seis mandatos, um estadual e cinco federais, marcados pela ética e transparência na vida pública.
“Meu pai foi exemplo de político que orgulha a mim, a minha família e a milhares de pessoas que tiveram o privilégio de conviver com ele. Nós somos gratos por sua existência e, mais que isso, é desafiados a continuar a travessia rumo a um tempo de dignidade para todos”, observou Edegar.
Agradeceu o carinho das pessoas que estão nomeando inúmeros logradouros públicos com o nome do seu pai. Além de ginásios, centros comunitários e praças, a Câmara dos Deputados homenageou Adão Pretto com o nome dado ao plenário da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da casa.
Durante as falas, o presidente estadual do PT, deputado Raul Pont, mencionou o significado da pré-candidatura de Edegar. “Tu era criança quando o PT nasceu e tu vens de um cuero, de uma cepa que honra a política”, referiu, ao ressaltar a certeza de que Edegar será seu colega no Parlamento na próxima legislatura.
O senador Paim, fez um resgate da trajetória de Adão Pretto e disse que “a política se orgulhará do filho de Adão Pretto se ele se espelhar na prática do pai”.
Já, o pré-candidato a governador, Tarso Genro, mencionou a importância de fazer o projeto iniciado por Lula avançar no país e disse que “chegou a hora do Rio Grande crescer no ritmo do Brasil”. “Temos nomes e construção para retomar o desenvolvimento do Rio Grande”, discursou.
O ex-governador Olívio Dutra, que está na equipe da pré-candidatura de Edegar, ressaltou a alegria estar ajudando a construir “uma boa alternativa de representação dos movimentos sociais na política”.
Fonte = Jornalista:Claudio SOMMACAL
(51)98054531
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Que bom!! A Saúde está em pauta...

Na ultima semana do mês de maio os “pré-candidatos a Presidência da Republica” que concorreram às eleições de outubro compareceram no encontro dos secretários de saúde, em Gramado, e todos prometeram que irão regulamentar a Emenda 29 que define políticas objetivas para a saúde pública do Brasil.
Neste período, também, o Supremo Tribunal Federal dá ganho de causa ao Conselho Regional de Medicina do RS restabelecendo o pagamento da diferença entre o que o SUS remunera aos hospitais e médicos dos preços realmente cobrados dos “clientes privados”.
Estas duas notícias por si só nos permite realizar um debate permanente de como vemos o papel da saúde no contexto em que sobrevivemos onde “estar em comunidade é estar plugado a alguma rede cibernética”.
O Art. 7º da Emenda Constitucional 29 grava como deverá ser composto o orçamento das três esferas de Governo no item saúde:
“O Ato das Disposições Constitucionais Transitórias passa a vigorar acrescido do seguinte art. 77:
"Art. 77. Até o exercício financeiro de 2004, os recursos mínimos aplicados nas ações e serviços públicos de saúde serão equivalentes:" (AC)
"I – no caso da União:" (AC)
"a) no ano 2000, o montante empenhado em ações e serviços públicos de saúde no exercício financeiro de 1999 acrescido de, no mínimo, cinco por cento;" (AC)
"b) do ano 2001 ao ano 2004, o valor apurado no ano anterior, corrigido pela variação nominal do Produto Interno Bruto – PIB;" (AC)
"II – no caso dos Estados e do Distrito Federal, doze por cento do produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 155 e dos recursos de que tratam os arts. 157 e 159, inciso I, alínea a, e inciso II, deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios; e" (AC)
"III – no caso dos Municípios e do Distrito Federal, quinze por cento do produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 156 e dos recursos de que tratam os arts. 158 e 159, inciso I, alínea b e § 3º." (AC)
"§ 1º Os Estados, o Distrito Federal e os Municípios que apliquem percentuais inferiores aos fixados nos incisos II e III deverão elevá-los gradualmente, até o exercício financeiro de 2004, reduzida a diferença à razão de, pelo menos, um quinto por ano, sendo que, a partir de 2000, a aplicação será de pelo menos sete por cento." (AC)
"§ 2º Dos recursos da União apurados nos termos deste artigo, quinze por cento, no mínimo, serão aplicados nos Municípios, segundo o critério populacional, em ações e serviços básicos de saúde, na forma da lei." (AC)
"§ 3º Os recursos dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios destinados às ações e serviços públicos de saúde e os transferidos pela União para a mesma finalidade serão aplicados por meio de Fundo de Saúde que será acompanhado e fiscalizado por Conselho de Saúde, sem prejuízo do disposto no art. 74 da Constituição Federal." (AC)
"§ 4º Na ausência da lei complementar a que se refere o art. 198, § 3º, a partir do exercício financeiro de 2005, aplicar-se-á à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios o disposto neste artigo." (AC)”.
Como podemos observar apenas com uma analise rápida sobre esta emenda, todas as três esferas de Governo, de uma maneira ou de outra, estão “fora da lei” há cinco anos, ou seja, são inconstitucionais e por isso é imperioso que a constitucionalidade seja garantida.
Portanto, esta matéria deve ser encarada como um dever de qualquer Governante em aplicá-la e não mais uma mera promessa de campanha eleitoral.
Quanto à decisão da Suprema Corte de Justiça Federal cabe salientar aquilo que todos vêem e não falam.
Grande parte dos magistrados ao tomarem suas decisões às tomam de acordo com a sua classe social e geralmente a classe que mais é favorecida por estes “julgamentos” são as classe mais abastadas da sociedade atual.
Este julgamento desconsiderou o que a Constituição Federal e a Lei 8080 garantem: “acesso universal e igualitário de todos e todas as ações e aos serviços que garantem a promoção, proteção e a recuperação da saúde”.
Mais uma vez esta corte segue os mesmos e velhos pensamentos dos tempos de exceção, onde os detentores do poder podem tudo e aos pobres aplicam-se os rigores do “mercado”.
Isto é uma barbaridade!!!!
itamarssantos13@hotmail.com
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Responsabilidades em Saúde Pública.

A saúde é uma das necessidades mais importantes da vida humana, se não a mais importante.
Mas a maioria de nós só se lembram deste bem somente, ou a falta dele, quando estamos doentes.
Nestes casos corremos a qualquer serviço de saúde que possa a vir nos socorrer pouco nos importando o como e o quanto custa para manter o mesmo de portas abertas.
Quando o serviço vem a ser privado, achamos que não há maiores problemas ou não questionamos os custos ou até mesmo a qualidade dos serviços prestados devido estarmos pagando um planto de saúde ou uma consulta particular.
Esta pratica é o cumulo da alienação que beira a ignorância.
Alem da responsabilidade de sustentação financeira, temos que ter a responsabilidade social sobre o sistema de saúde.
Aliado a esta responsabilidade que não depende somente dos órgãos governamentais, temos que ter disponibilidade como bem escreveu o medico, Flavio José Kanter, em artigo publicado em ZH de 29-05-10.
Em seu artigo o referido médico transcreve alguns exemplos do dia-a-dia acontecidos nos serviços de saúde que demonstram a má vontade de alguns trabalhadores em solucionar o problema de saúde dos usuários.
O SUS é o melhor plano de Saúde já criado no mundo.
É o único sistema que paga todo o tipo de atendimento, seus trabalhadores fazem concurso público para ingressar nos serviços, portanto, sabem de ante mão o quanto vão ganhar o que vão fazer e as condições de trabalho que vão enfrentar.
São estes os trabalhadores que iremos encontrar nas mais variadas formas de “entrada” deste sistema.
Mas o que mais nos indigna é presenciar a mercenárização de certos trabalhadores.
Tenho uma história para relatar: A mais ou menos 90 dias os médicos do PSF da vila de Itapuã, em Viamão, demitiu-se por negar-se a cumprir a carga horária estipulada no contrato de trabalho estabelecido com a contratante, neste caso a FAURGS (8 horas por dia), que terceirarizou aquele atendimento junto a Prefeitura de Viamão.
Realidade atual, (a qual discordo, pois defendo o concurso publico como critério de ingresso nestes serviços.) na maioria do território brasileiro que privatiza o sistema que é publico por ser a forma mais democrática de atendimento a todos sem discriminação de classe ou de qualquer tipo.
Neste período a Prefeitura local não recrutou nenhum médico pelo simples fato de não haver interessados em trabalhar naquele local, deixando claro para toda a sociedade que são os médicos os principais agentes nesta falta de atendimento para a população.
E que em mais este caso há uma falta de disponibilidade demonstrada de forma tácita por parte desta categoria que mercenáriza tão necessária profissão.
As últimas noticias sobre o restabelecimento do atendimento na Unidade de Saúde da vila de Itapuã dão conta de que a Prefeitura de Viamão abrirá concurso público para a contratação de médicos a fim de completar o quadro de sua Secretaria.
MSN: itamarssantos13@hotmail.com
Tucanagem na Saúde.
O secretário municipal de saúde demotucano de São Paulo teve publicado em ZH de 26-05-10, artigo propagandeando as Parcerias Públicas Privadas (PPP’s), mas omite a verdade que esta na imprensa do seu Estado.
A Rede Brasil Atual, nesta Quarta-feira, 26 de maio de 2010 publicou a seguinte noticia:
“MPF recomenda interrupção de terceirização da saúde no interior de SP Ministério Público Federal avalia que Prefeitura de Fernandópolis deixou de prestar serviços de saúde e os colocou sob a responsabilidade da iniciativa particular ao estabelecer parceria com Oscip.”
Se você já leu algo semelhante por aqui, não é mera conhecidência, pois o Governo Fogaça tem a mesma pratica Tucano pefelista.
O MPF do Estado de São Paulo atua em todo território paulistano.
“O Ministério Público Federal (MPF) em Jales recomendou ao prefeito do município de Fernandópolis (SP) que suspenda, no prazo máximo de 60 dias, o termo de parceria celebrado com a Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Instituto de Saúde e Meio Ambiente (Isama). O MPF defende que o poder público municipal reassuma, dentro do mesmo prazo, a direção e a gestão operacional dos serviços de saúde da cidade, que foram transferidos para a entidade.”
“O SINDSAÚDE-SP na Sexta-feira, 21 de maio de 2010, ganhou na Justiça, que determina à Secretaria da Saúde pagamento dos 100% do Prêmio de Incentivo aos trabalhadores municipalizados em 90 dias sob pena de multa diária de 510 reais por dia.
Mesmo que o Governo recorra, a expectativa do SindSaúde-SP é de que o recurso não seja recebido no efeito suspensivo e a decisão deva ser cumprida imediatamente.
Precarização da saúde pública paulista esta estampada no caso do bebê:
Sem pessoal suficiente, só mesmo na propaganda e nas pesquisas oficiais a saúde vai bem em São Paulo.
O SINDSAÚDE-SP (www.sindsaudesp.org.br) na Quarta-feira, 12 de maio de 2010, questiona:
“O que dizer do caso do bebê levado do hospital Leonor?
A adolescente estava transtornada, enganou a todos e o caso felizmente terminou bem.
Mas o mal estar entre os trabalhadores do Leonor foi e ainda é grande. O sentimento de impotência paira mesmo sem serem responsáveis pelo fato.
É o mesmo sentimento que no ano passado os marcou o caso do bebê dado como morto e depois encontrado vivo por uma trabalhadora.
A luta permanente do SindSaúde-SP contra o desmonte da saúde pública no estado de São Paulo não é mera ação corporativa.
Ao denunciar a falta de pessoal, material e manutenção de equipamentos alerta ao Governo do Estado e à sociedade em geral a situação da saúde pública no estado.
Mais um ano o trabalhador da saúde não teve aumento salarial nem mesmo a reposição da inflação do período.
Isso acontece há anos. Agora somente os trabalhadores de 4 hospitais da rede devem receber um bônus de até um salário, parcelado em duas vezes, uma em setembro, outra em 2011.
O Governo promete incluir os demais hospitais até 2012. Bônus não é salário. Além disso, parte da categoria, que não atua nos hospitais ou está aposentada, não receberá nem essa bonificação.
A terceirização da gestão de unidades públicas para organizações sociais de saúde também faz parte do processo de precarização dos serviços.
O que pode significar fazer mais com menos na saúde? Não há reforma, pintura e mobiliário novo que cuidem da saúde de um paciente.
A imprensa também percorreu alguns hospitais depois do caso do bebê, conseguindo entrar nas unidades sem maiores problemas.
Com exceção do Leonor, todos terceirizados ou filantrópicos. A terceirização não melhora o atendimento nem o custo é menor, somente precariza as relações de trabalho e os serviços prestados.
A pressão sofrida pelos trabalhadores diariamente nas unidades resulta em casos como esses noticiados pela imprensa.
Não é por menos que a justiça julgou favorável ao SindSaúde-SP um ação de assédio moral da direção do Hospital Leonor Mendes de Barros contra três trabalhadoras.
Sem pessoal suficiente, mesmo nas unidades terceirizadas, com equipamentos quebrados e uma demanda grande de usuários só mesmo na propaganda e nas pesquisas oficiais a saúde vai bem em São Paulo”.
Estas são apenas algumas noticias de como “vai bem à saúde” no Estado de São Paulo.
itamarssantos13@hotmail.com
A Rede Brasil Atual, nesta Quarta-feira, 26 de maio de 2010 publicou a seguinte noticia:
“MPF recomenda interrupção de terceirização da saúde no interior de SP Ministério Público Federal avalia que Prefeitura de Fernandópolis deixou de prestar serviços de saúde e os colocou sob a responsabilidade da iniciativa particular ao estabelecer parceria com Oscip.”
Se você já leu algo semelhante por aqui, não é mera conhecidência, pois o Governo Fogaça tem a mesma pratica Tucano pefelista.
O MPF do Estado de São Paulo atua em todo território paulistano.
“O Ministério Público Federal (MPF) em Jales recomendou ao prefeito do município de Fernandópolis (SP) que suspenda, no prazo máximo de 60 dias, o termo de parceria celebrado com a Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Instituto de Saúde e Meio Ambiente (Isama). O MPF defende que o poder público municipal reassuma, dentro do mesmo prazo, a direção e a gestão operacional dos serviços de saúde da cidade, que foram transferidos para a entidade.”
“O SINDSAÚDE-SP na Sexta-feira, 21 de maio de 2010, ganhou na Justiça, que determina à Secretaria da Saúde pagamento dos 100% do Prêmio de Incentivo aos trabalhadores municipalizados em 90 dias sob pena de multa diária de 510 reais por dia.
Mesmo que o Governo recorra, a expectativa do SindSaúde-SP é de que o recurso não seja recebido no efeito suspensivo e a decisão deva ser cumprida imediatamente.
Precarização da saúde pública paulista esta estampada no caso do bebê:
Sem pessoal suficiente, só mesmo na propaganda e nas pesquisas oficiais a saúde vai bem em São Paulo.
O SINDSAÚDE-SP (www.sindsaudesp.org.br) na Quarta-feira, 12 de maio de 2010, questiona:
“O que dizer do caso do bebê levado do hospital Leonor?
A adolescente estava transtornada, enganou a todos e o caso felizmente terminou bem.
Mas o mal estar entre os trabalhadores do Leonor foi e ainda é grande. O sentimento de impotência paira mesmo sem serem responsáveis pelo fato.
É o mesmo sentimento que no ano passado os marcou o caso do bebê dado como morto e depois encontrado vivo por uma trabalhadora.
A luta permanente do SindSaúde-SP contra o desmonte da saúde pública no estado de São Paulo não é mera ação corporativa.
Ao denunciar a falta de pessoal, material e manutenção de equipamentos alerta ao Governo do Estado e à sociedade em geral a situação da saúde pública no estado.
Mais um ano o trabalhador da saúde não teve aumento salarial nem mesmo a reposição da inflação do período.
Isso acontece há anos. Agora somente os trabalhadores de 4 hospitais da rede devem receber um bônus de até um salário, parcelado em duas vezes, uma em setembro, outra em 2011.
O Governo promete incluir os demais hospitais até 2012. Bônus não é salário. Além disso, parte da categoria, que não atua nos hospitais ou está aposentada, não receberá nem essa bonificação.
A terceirização da gestão de unidades públicas para organizações sociais de saúde também faz parte do processo de precarização dos serviços.
O que pode significar fazer mais com menos na saúde? Não há reforma, pintura e mobiliário novo que cuidem da saúde de um paciente.
A imprensa também percorreu alguns hospitais depois do caso do bebê, conseguindo entrar nas unidades sem maiores problemas.
Com exceção do Leonor, todos terceirizados ou filantrópicos. A terceirização não melhora o atendimento nem o custo é menor, somente precariza as relações de trabalho e os serviços prestados.
A pressão sofrida pelos trabalhadores diariamente nas unidades resulta em casos como esses noticiados pela imprensa.
Não é por menos que a justiça julgou favorável ao SindSaúde-SP um ação de assédio moral da direção do Hospital Leonor Mendes de Barros contra três trabalhadoras.
Sem pessoal suficiente, mesmo nas unidades terceirizadas, com equipamentos quebrados e uma demanda grande de usuários só mesmo na propaganda e nas pesquisas oficiais a saúde vai bem em São Paulo”.
Estas são apenas algumas noticias de como “vai bem à saúde” no Estado de São Paulo.
itamarssantos13@hotmail.com
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