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  A grande mídia silencia perante os avanços da Mulher na  sociedade brasileira e  na produção científica que produz  vida de forma gratuita...

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O Nosso Estado.

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Rio Grande do Sul

quinta-feira, 4 de março de 2010

Trabalhadoras do Campo e da Cidade.


Trabalhadoras do campo e da cidade iniciam jornada de mobilizações no Rio Grande do Sul.

Fonte:comunicacaors@mst.org.br

Cerca de 800 mulheres de movimentos sociais e sindicais ocuparam na manhã de 03/03/2010 os portões de entrada da empresa Solae em Esteio, região
metropolitana de Porto Alegre.

Com esta ação as trabalhadoras querem chamar atenção para o tipo de alimentos que o agronegócio produz.

“Este ano nossa mobilização tem como principal objetivo denunciar para a
sociedade que a maior parte da comida que chega a mesa da população
brasileira não é alimento, é veneno”, diz a nota pública das mulheres.

A empresa Solae é fruto de uma parceria entre duas grandes mutinacionais
do agronegócio a Du Pont e a Bunge. Esta fábrica em Esteio é um dos
maiores complexos de processamento de soja transgênica do Brasil.

Com este protesto as mulheres denunciam que o agronegócio não serve para alimentar
o povo brasileiro porque só oferece produtos trangênicos cultivados com
muitos agrotóxicos, que provocam doenças nos produtores e consumidores e
grandes prejuízos ambientais.

Durante a manifestação as mulheres vão simbolicamente amamentar esqueletos
para denunciar que os efeitos nocivos dos agrotóxicos e dos transgênicos
são transmitidos de geração para geração e uma das formas de transmissão é
pelo leite materno.

“Quando comemos comida envenenada e damos o peito aos
nossos filhos ao invés de alimentarmos a vida transmitimos a morte. No
entanto, o mesmo governo que faz campanhas para incentivar as mulheres a
amamentar, financia o agronegócio que produz a comida envenenada para o
povo pobre, contaminando o leite da maioria das mães brasileiras”, alerta
a nota das manifestantes.

Participam da mobilização mulheres da Via Campesina, do Movimento de
Trabalhadores Desempregadados – MTD, de sindicatos filiados a
Intersindical e do coletivo de mulheres da UFRGS.
Esta ação em Esteio marca o inicio da jornada de lutas do 8 de março no
Rio Grande do Sul.

Este ano se comemora o centenário do 8 de março como
dia internacional de luta das mulheres. A data foi proposta por Clara
Zetkin, comunista e feminista alemã, no II Congresso de Mulheres
Socialistas em 1910.




_______________________________________________
Mstrs mailing list
Mstrs@listasbrasil.org
http://www.listasbrasil.org/mailman/listinfo/mstrs

o craque que defendeu o socialismo





De vez em quando os veículos de comunicação, mesmo que estejam a serviço dos interesses do Capitalismo, acabam por deixar que escape elogios ao Socialismo, como aconteceu nessa entrevista de Petckovic.Está no Blog Brasilautogestionário.

O jogador Petkovic defende o socialismo da antiga Iugoslávia em resposta a Ana Maria Braga.


Ana Maria: Como é que é nascer num país com tanta dificuldade?

Petkovic: Quando eu nasci não tinha dificuldade nenhuma, era um país “maravilha”, a gente vivia um um regime socialista né, todo mundo bem, todo mundo trabalhando, tem trabalho, tem salário, mas problemas aconteceram depois dos anos 80.


http://farm2.static.flickr.com/1394/977273616_173a974669.jpg

quarta-feira, 3 de março de 2010

Alerta! PSDB eDEM usam dinheiro do SUS para fazer ajuste fiscal.






Saúde

PSDB e DEM usam recursos do SUS para fazer ajuste fiscal

Os governos de São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul, todos do PSDB, mais o do Distrito Federal, do DEM (ex-PFL), nos últimos quatro anos vêm utilizando recursos do SUS (Sistema Único de Saúde) no mercado financeiro. A denúncia foi publicada na edição desta semana da revista Carta Capital.

"A manobra serviu aparentemente para incrementar programas estaduais de choques de gestão, como manda a cartilha liberal, e políticas de déficit zero, em detrimento do atendimento a uma população estimada em 74,8 milhões de habitantes", diz a revista.

As irregularidades foram constatadas por um grupo de técnicos do Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único de Saúde (Denasus), do Ministério da Saúde.

O Denasus listou uma série de exemplos de desrespeito à Constituição, a normas do Ministério da Saúde e de utilização ilegal de verbas do SUS em outras áreas de governo. "Ao todo, o prejuízo gerado aos sistemas de saúde desses estados passa de 6,5 bilhões de reais, sem falar nas consequências para seus usuários, justamente os brasileiros mais pobres", diz a reportagem.

Na avaliação do deputado Dr. Rosinha (PT-PR), a atitude dos governadores do PSDB e do DEM mostra bem o modelo de gestão demo-tucana de acumulação de capital em detrimento das políticas sociais.

"O resultado dessa auditoria nos faz compreender o jeito de governar dos tucanos e democratas, que priorizam a ciranda financeira enquanto a população sofre sem assistência básica de saúde e sem medicamentos", afirmou.

Segundo Dr. Rosinha, o resultado da auditoria torna clara a política econômica adotada pelo governo Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), que "favoreceu o grande capital e prejudicou o sistema público de saúde".

Para Dr. Rosinha, a constatação dos técnicos do Denasus também deve servir de alerta para a população, de modo a não se permitir a volta dos neoliberais ao comando do Brasil.

O deputado Pepe Vargas (PT-RS) considerou grave o resultado da auditoria. Ele já havia solicitado uma cópia dela para verificar a não aplicação dos recursos públicos federais em ações de saúde.

"A situação é ainda mais grave: além de os estados incluírem na rubrica saúde outros serviços, estamos verificando que, enquanto a população sofre com a falta de medicamentos e atendimento básico de saúde, a verba vem sendo utilizada de forma sistemática e a longo prazo para melhorar o caixa único dos governos estaduais", afirmou.

Pepe Vargas defende mais rigor na fiscalização destes repasses. Ele sugere que o Ministério Público, Ministério da Fazenda e o Banco Central façam um acompanhamento rigoroso do caminho destes recursos.

"É necessário analisar e apurar a situação com rigor, até porque há suspeição do modus operandi dos estados governados pelo PDSB e pelo DEM. Eles teriam recebido a mesma consultoria para fazer o ajuste fiscal com déficit zero por meio destas aplicações", ressaltou.

Resultados -

As auditorias, realizadas nos 26 estados e no DF, foram iniciadas no fim de março de 2009 e entregues ao ministro da Saúde, José Gomes Temporão, em 10 de janeiro deste ano. Ao todo, cinco equipes do Denasus percorreram o País para cruzar dados contábeis e fiscais com indicadores de saúde.

A intenção era saber quanto cada estado recebeu do SUS e, principalmente, o que fez com os recursos federais. Na maioria das unidades visitadas, foi constatado o não cumprimento da Emenda Constitucional nº 29, de 2000, que obriga a aplicação em saúde de 12% da receita líquida de todos os impostos estaduais. Essa legislação ainda precisa ser regulamentada.

Segundo a Carta Capital, ao analisar as contas, os técnicos ficaram surpresos com o volume de recursos federais do SUS aplicados no mercado financeiro, de forma cumulativa, ou seja, em longos períodos.

Legalmente, o gestor dos recursos é, inclusive, estimulado a fazer esse tipo de aplicação, desde que antes dos prazos de utilização da verba, coisa de, no máximo, 90 dias.

Em Alagoas, governado pelo também tucano Teotônio Vilela Filho, o Denasus constatou operações semelhantes, mas sem nenhum prejuízo aos usuários do SUS.

Nos casos mais graves, foram detectadas, porém, transferências antigas de recursos manipulados, irregularmente, em contas únicas ligadas a secretarias da Fazenda. Pela legislação em vigor, cada área do SUS deve ter uma conta específica, fiscalizada pelos Conselhos Estaduais de Saúde, sob gestão da Secretaria da Saúde do estado.

O primeiro caso a ser descoberto foi o do Distrito Federal, em março de 2009, graças a uma análise preliminar nas contas do setor de farmácia básica, foco original das auditorias.

No DF, havia acúmulo de recursos repassados pelo Ministério da Saúde desde 2006, ainda nas gestões dos governadores Joaquim Roriz, então do PMDB, e Maria de Lourdes Abadia, do PSDB.

No governo do DEM, em vez de investir o dinheiro do SUS no sistema de atendimento, o ex-secretário da Saúde local Augusto Carvalho aplicou tudo em Certificados de Depósitos Bancários (CDBs).

Em março do ano passado, essa aplicação somava R$ 238,4 milhões. Parte desse dinheiro, segundo investiga o Ministério Público Federal, pode ter sido usada no megaesquema de corrupção que resultou no afastamento e na prisão do governador José Roberto Arruda.

Essa constatação deixou em alerta o Ministério da Saúde. As demais equipes do Denasus, até então orientadas a analisar somente as contas dos anos 2006 e 2007, passaram a vasculhar os repasses federais do SUS feitos até 2009.

O Rio Grande do Sul foi o último estado a ser auditado, após um adiamento de dois meses solicitado pelo secretário da Saúde da governadora tucana Yeda Crusius, Osmar Terra, do PMDB.

Terra alegou dificuldades para enviar os dados porque o estado enfrentava a epidemia de gripe suína. Em agosto, quando a equipe do Denasus finalmente desembarcou em Porto Alegre, o secretário negou-se, de acordo com os auditores, a fornecer as informações.

Não permitiu sequer o protocolo na Secretaria da Saúde do ofício de apresentação da equipe.

A direção do órgão precisou recorrer ao Ministério Público Federal para descobrir que o governo estadual havia retido R$ 164,7 milhões de recursos do SUS em aplicações financeiras até junho de 2009.

Com exceção do DF, onde a maioria das aplicações com dinheiro do SUS foi feita com recursos de assistência farmacêutica, a maior parte dos recursos retidos em São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul diz respeito às áreas de vigilância epidemiológica e sanitária, aí incluído o programa de combate à Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).

Mas também há dinheiro do SUS no mercado financeiro desses três estados que deveria ter sido utilizado em programas de gestão de saúde e capacitação de profissionais do setor.

MSN:itamarssantos13@hotmail.com

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Aborto!?



Esta outra vez em pauta debates envolvendo o aborto e a sua conseqüente descriminalização.

Este debate esta sendo possível graças ao Presidente – Operário-Lula ter decretado a criação de uma comissão que estudará possíveis mudanças na Lei de Anistia.

Com a promulgação do referido decreto teremos a oportunidade de trazer ao público diversas opiniões que a muito estão sendo veladas ou até mesmo sendo disseminadas como corretas.

Por principio sou a favor da Vida, mas isto não significa ser hipócrita e me posicionar politicamente correto para agradar uma maioria social que por ventura possa ser formada.

A manutenção da criminalização do aborto não nos dá garantias de que não haverá mais crimes contra as mulheres ou a seus filhos.

Temos que ter maturidade e discutir este assunto sem apelos sectários que só tem serventia para manter tudo do jeito que está.

Manter-se uma gravidez indesejada ou até trazer a vida uma criança para depois colocá-la para adoção causará traumas para todo o sempre.

A discussão deve ser centrada é na política de saúde das mulheres que deve ser igualitária e de fácil acesso para toda a população independente da classe social a que pertença.

Defender esta proposta e não se jogar ao mar não significa que seja contra a vida dos embriões, das baleias ou das tartarugas espécie em extinção como aqueles que defendem uma sociedade fraterna, humanitária e socialista para todos os seres humanos.

O Plano Nacional de Direitos Humanos elaborado pela Secretaria Nacional de Direitos Humanos, vinculada ao Ministério da Justiça, se propõe a discutir não só as questões que dizem respeito a assuntos dos tempos da ditadura civil/militar ou ao aborto.

Este Plano abre um grande leque de debates que oportunizará a todos os brasileiros debaterem todo tipo de assuntos que influencie diretamente a nossa sobrevivência e a nossa dignidade humana.

A democracia significa garantir direitos e liberdades que por mais atacada que seja vale a pena lutar contra tradições que queiram nos dizer que estamos errados, mas que não nos oferecem o correto.

A discussão que sempre vem à tona quando se propõe discutir algo polêmico é a de estar-se contra algo e em especial na questão do aborto trazer argumentos apelativos como os religiosos.

Uma coisa não justifica a outra.


Os defensores do aborto podem justificá-los trazendo a tona vários problemas sociais ou até mesmo “o direito das mulheres poderem decidir sobre o seu próprio corpo”.

O aborto ou qualquer outro procedimento de saúde pública não pode ser encarado como um fim e si mesmo, mas em um meio que esteja à disposição para ser usado criteriosamente como é feito no tratamento de moléstias que são diagnosticadas por equipes de saúde e tratadas em conjunto com a usuária que deve ter acesso a todas as etapas do atendimento.

Para que isso seja possível ser construído deve se descriminalizar o aborto e a partir daí estabelecer que este procedimento seja exclusivo da rede pública de saúde fazendo parte de seus serviços, amparados de todos os critérios técnicos e sociais que devem estar de acordo com a usuária destes serviços.

Paradoxal é ser contra ao aborto e favorável a liberação da maconha como muitos arautos do saber o faz.

MSN:itamarssantos13@hotmail.com

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Insistentes



Assim como os sensatos, nós os insistentes, somos um grupo em extinção.

Da mesma forma não nos reunimos em grupos, fazemos as coisas por conta própria e sozinhos.

Quando acreditamos em algo vamos fundo apesar de todas as contradições apresentadas sobre o objeto em questão.

Os insistentes também dizem o que pensam sem rodeios mesmo sabendo que por isso não seram bem vindo nos lugares que freqüentam, mas se sentem satisfeitos por ter feito a coisa certa.

Eu, por exemplo, sou defensor do SUS, porque é o único sistema de saúde que tem condições projetadas para atender indiscriminadamente a todos e todas.

Apesar de apresentar vários problemas em sua gestão em suas três esferas de poder, apesar destas “autoridades” terem a saúde pública como uma despesa incomoda.

Insisto em torcer pelo mesmo time de futebol mesmo estando passando por uma fase ruim ou ter passado pela segunda divisão e por isso sofre deboches constantes dos adversários.

Permaneço a mais de 25 anos no Partido apesar das contradições apontadas durante este período com os escândalos, mensalões e alinhamentos à direita de algumas figuras publicas do partido.

É uma história que esta acima disso tudo.

Os indivíduos que realizaram estes atos repugnantes passam e a ideologia partidária permanece com uma saída viável a atual situação desumana em que sobrevivemos os nossos dias.

Insistimos em nos emocionar quando ouvimos o hino nacional, o hino riograndense ou a internacional socialista.

Da mesma forma nos emocionamos e nos indignamos ao assistir o sofrimento alheio.

Passamos a nossa vida inteira lutando para realizar o bem comum, embora isto sirva de chacota para os outros ou para aqueles que duvidem das nossas boas intenções; os quais dizem que fizemos o que fizemos é por que estamos levando vantagem financeira.

Somos insistentes por que sabemos que não podemos desistir, senão não haverá muitos a seguir fazendo do jeito que só nós sabemos fazer.

Temos que insistir porque os deslumbrados que estando passando por onde já a muito passamos não teriam a coragem e a insistência para fazer tudo outra vez e por muitas vezes se assim for necessário.

Da mesma forma que os sensatos.

Insistentes resistam!!!!

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

Publicado no www.diariodeviamao.com.br em 04/02/2010 na página 2.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Informação que não é divulgada na grande midia.

*Esta matéria foi retirada do blog "Amigos do Presidente Lula".

Em 2007, quando a Adminstração Fogaça inventou problemas com a Fundação da Ufrgs para cancelar o contrato e apresentou esta tal de Sollus, a nossa bancada na Câmara de Vereadores foi atrás de informações sobre a mesma.

Descobrimos que esta entidade já tinha vários problemas em cidades onde prestava este serviço; tinha dois endereços; e outras coisitas mais.

Uma delas é que vários dos seus diretores pertenciam à Igreja Universal que, por mera coincidência, é a mesma do senhor secretário da saúde Eliseu Santos. Tudo isto dissemos da tribuna. Não só não fomos ouvidos, como o senhor prefeito e seu secretário decidiram por contratá-la sem licitação.

E agora aparece estas outras informações.
Deu no que deu e não foi por falta de aviso.
Abraço,

Guilherme Barbosa


Publicado na terça-feira, 26 de janeiro de 2010





*Operação Pathos: suposta Organização Criminosa tem raízes no PSDB paulista de Geraldo Alckmin



A Operação Pathos detectou uma suposta organização criminosa especializada em desviar dinheiro público, na área da saúde, a partir de uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), que foi contratada sem licitação pela Prefeitura de Porto Alegre. A Procuradoria da República estima que os prejuízos ao município gaúcho e ao governo federal cheguem aos R$ 9 milhões.

A OSCIP é o Instituto Sollus, sediado em São Paulo, e foi tornado de utilidade pública pelo ex-governador de São Paulo, Geraldo Alkmin (PSDB), pelo decreto 50.191/2005.

O vice-presidente institucional do Sollus, Argemiro França Lopes, era, na época, primeiro-secretário do Secretariado do Terceiro Setor do PSDB de São Paulo.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Mural ZH: Você acha que o Fórum Social Mundial ainda é um evento exclusivo da esquerda?


Sim. O FSM nasce da necessidade de se contrapor as ditaduras economicas impostas sobre os povos pobres do mundo e quando Jaques Lancan quyer nos dizer que buscamos a nossa identidade no ponto de vista do outro isto nos remete a varias deduções. Na existencia do PT e do FSM isso pode até acontecer ou gerar uma mistura saudável. Mas, avalio que o FSM esta em um estágio superior ao PT, assim como o PT esta acima de seus dirigentes.
As propostas politicas se fundem constituindo ferramentas paralelas na construção de "um outro mundo necessário." A grande questão a ser equacionada é: Manteremos a transformação em curso no BRasil e na América Latina na forma eleitoral ou isto acntecerá a partir de uma ruptura do atual sistema? Me parace que esta escolha já a fizemos há 30 anos atrás, ou seja,manteremos a via eleitoral com suas deficidades e vicios. Cabe-nos escolher melhor "as nossas companhias".

Itamar Santos
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão - RS - Brasil
25/01/2010 - 12:26

Nota do autor: A parte em negrito foi publicada no jornal em 25/01/2010 na página 14.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

RS - Maçã na merenda escolar




A governadora Yeda Crusius/RS sancionou o projeto do deputado Francisco Appio, que inclui a maçã e o suco da fruta produzidos no RS no cardápio da merenda escolar da rede pública estadual. Conforme o deputado, o executivo regulamentará a forma da inclusão dos alimentos por decreto.

Publicação original em 20-01-2010.
Fonte: Correio do Povo



Os últimos anos (até 2008) têm sido atípicos em termos de chuvas, levando a Região Sul a perdas imensas na agricultura nesses longos anos de estiagem.

Se a produtividade e a produção estiveram comprometidas, houve também vantagens, principalmente para quem irriga os cultivos, estes, com maior potencial de rendimento, devido a uma maior radiação solar. Houve também uma grande economia de agrotóxicos, pois além das condições serem menos favoráveis ao aparecimento de pragas, houve uma menor necessidade de repetir aplicações, devido ao clima seco. Com isto os nossos alimentos estiveram menos contaminados por agrotóxicos.

Nossas autoridades festejaram algo que não dependeu deles, pois as condições de fiscalização e assistência técnica, não se alteraram ou até mesmo pioraram devido às aposentadorias e falta de concursos públicos para a área.

Entretanto a partir de 2009 estão chegando vários anos favoráveis ao aparecimento de pragas e ao aumento do consumo de agrotóxicos.

Nossas autoridades festejaram as “apenas” 2,9% de amostras de maçã contaminadas com excesso de agrotóxicos. E para ajudar economicamente a região produtora de maçã no RS, a maçã será, por Lei, componente constante na merenda escolar de milhões de estudantes gaúchos.

Ora, se num ótimo ano como o de 2008, 2,9% de maçãs estavam contaminadas, isto significa que a probabilidade de uma criança ingerir maçã contaminada, depois de consumir por 34 vezes a fruta, é de 100%. Significa também que cada vez que no RS for oferecida maçã para nossas crianças, dezenas de milhares estarão ingerindo alimento contaminado com agrotóxicos em excesso, com evidentes prejuízos à saúde, podendo até mesmo levar à morte. No final de um ano, certamente todas as crianças terão ingerido agrotóxicos acima do que é aceito pela OMS.

Como 2009 já esteve sob a influência de El Niño, o consumo de agrotóxicos já aumentou bastante e provavelmente teremos, no mínimo, a repetição dos níveis de contaminação de 5 ou 6 anos atrás. Imaginemos o que significará, com esta lei em vigor, a volta dos índices de mais de 20% de contaminação da maçã!

No mínimo, o que temos que exigir, se não a revogação da Lei, é a contratação por concurso de Engenheiros Agrônomos e Técnicos Agrícolas para que fiscalizem e prestem assistência técnica nas áreas donde serão destinadas as maçãs para a merenda escolar; além, é claro, de uma ampliação das análises de amostras de maçã.

Portanto, o material que será servido na merenda escolar tem que ter um controle total por parte do poder público, desde sua origem até o consumo final.

E parece que não teremos outra opção senão apelar ao MP.

Acesse www.ciencialivre.pro.br para maiores detalhes (página destaque especial)

DE: Prof. Dr. Luiz A.S.Mairesse, engenheiro agrônomo.

sábado, 23 de janeiro de 2010

Sem Limites.



A coluna do Paulo Sant’ana, desta quarta-20/01/10 em ZH, "Ultrapassou o limite" foi impressionante no que diz respeito ao preconceito com o governo federal onde o mesmo responsabiliza somente o Governo Federal pelo "caos da emergência do GHC".

É difícil se ter liberdade de expressão quando só lemos e assistimos uma única posição política através de uma grande empresa de informação como a ZH.

Liberdade de quem e pra quem?

Mas, retornado a coluna, o competente cronista deixa de informar a seus leitores de que o Governo Estadual deixa de investir os 12% constitucionais na saúde do RS, que este mesmo governo impede que os hospitais da extinta Ulbra sejam encampados pelo GHC e pelo HCPA.

Abstém-se de informar que o Governo de POA esta envolvida em mau uso de verbas da saúde no programa de saúde da família onde contratou sem licitação a “OSCIPI” (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público) Sollus, a qual tem sede no Estado de São Paulo, além de omitir que os ditos hospitais filantrópicos, que deveriam suplementar o SUS, fecham as suas emergências sem critério e sem aviso prévio.

E não toca em uma virgula da questão da caga horária médica que na maioria das ocasiões não é cumprida conforme o contrato de trabalho e muito menos na ética deste profissional quando muitos atendem mal seus pacientes por serem pobres e, portanto menos iguais.

Os limites foram ultrapassados mesmo em todos os setores e em especial na comunicação onde à liberdade de expressão se dá somente para aqueles que estão de acordo com a opinião do proprietário da empresa.

Isso é comprovado quando assisti o Jornal do Almoço deste mesmo dia onde o comentarista e advogado Lasier Martins edita o debate ocorrido entre a Presidente do GHC Jussara Cony e a vice-presidente do SIMERS na noite anterior na TV COM, subsidiaria do mesmo grupo RBS-monopolista da informação no RS-, onde o mesmo é apresentador, privilegia a fala da médica (representante do SIMERS) numa clara parcialidade a fim de desinformar os telespectadores.

Esta é uma atitude idealizada pela grande mídia e muito bem executado pelos seus serviçais bem remunerados.

Quando não dá mais como omitir da sociedade os escândalos cometidos pelos seus representantes nos governos do estado e no município de Porto Alegre que desde 2007 foi atacado por uma verdadeira quadrilha que já roubou em torno de 9 milhões de reais dos cofres da municipalidade este meio de comunicação, concessionário do poder público exige em seu editorial “Por fim importa ainda que a investigação seja procedida com o máximo de eficiência e objetividade sem a deformação dos interesses eleitorais”.

Esta exigência nas entre linhas de um grande órgão que deveria informar com imparcialidade a sociedade induz esta mesma sociedade a desacreditar nas forças policiais e judiciais como se nestas instituições só existissem agentes corruptos numa clara intenção de desacreditar o povo em relação as suas instituições democráticas pavimentando o caminho para a conformação com possíveis investidas ditatoriais.

É real. Estão sem Limites.

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

RS, primeiro lugar em tudo





DE:Jan 21st, 2010 by Marco Aurélio Weissheimer.

O Grupo SOMOS Comunicação, Saúde e Sexualidade espalhou diversos outdoors pelas ruas de Porto Alegre estampando a frase: RS 1° lugar em tudo e logo em seguida traz alguns dados dos recordes negativos, como a que afirma que Porto Alegre é a capital brasileira com o maior número de Aids por habitante do país.

O objetivo do grupo foi chamar a atenção da população, das autoridades e, principalmente, dos participantes do Fórum Social Mundial, para a má gestão da saúde no Estado e na Prefeitura de Porto Alegre, que tem contribuído para deixar o Rio Grande do Sul e Porto Alegre - com o maior número de casos por cada 100 mil habitantes.

Mesmo após a coletiva no SIMERS – Sindicato Médico do Rio Grande do Sul no último dia 11 de janeiro, onde foi deliberado o encaminhamento das denúncias ao Ministério Público Federal e Estadual, nada foi resolvido.

Gustavo Bernardes, coordenador Geral do SOMOS tem recebido diariamente denúncias de diversas pessoas que vivem com aAds que tem ido procurar seus resultados de exames de carga viral e CD 4 feitos no LACEN e que os mesmos não estão sendo realizados no prazo previsto.

“Tem pessoas vindo do interior do Estado buscar seus exames e eles não estão prontos e dizem que os exames feitos em dezembro terão que ser descartados e refeitos, causando enormes transtornos para população que vive com HIV/Aids”, afirma.

Sobram problemas na gestão Estadual e Municipal. No Estado a Política não tem nem coordenação e os recursos de prevenção para as ONGs estão parados desde 2008.

No município o gestor não investe em prevenção e falta diálogo com a sociedade civil, denuncia ainda a entidade. Para monitorar e reunir as informações sobre o tema foi criado um blog http://www.rsprimeirolugaremtudo.blogspot.com

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segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

O SUS é modelo de saúde.



Ao ser aprovada no legislativo norteamericano a universalização do acesso aos serviços de saúde, o Presidente Obama, concorda com todos nós de que a mais de duas décadas militamos em defesa do Sistema Único de Saúde estamos no caminho certo.

Ao propor e lutar para que fosse este projeto se tornasse lei lá nos EUA, Obama se torna fiador do maior sistema publico de saúde no mundo, o SUS.

O importante desta história toda, não é o Presidente Obama, mas sim os 60 milhões de americanos e americanas que serão beneficiadas com esta atitude deixando de ficar a mercê dos planos privados de saúde.

Com o ingresso dos EUA na universalização de algum tipo de serviço publico fortalece a nível mundial esta pratica em todas as partes do mundo globalizado, ou seja, é um bom exemplo a serem seguidos pelos demais países.

É um exemplo a ser seguido por aqueles que afirmam ser os investimentos em saúde publica meros gastos sem retorno algum para o país.

O SUS foi concebido para atender a todos e a todas indiscriminadamente, mas a classe média que se acha mais que os pobres ficam a disposição dos planos privados de saúde até quando estiverem empregadas.

No desemprego, só lhes resta o velho e bom SUS.

Para se consolidar como o maior e o melhor sistema público no mundo os governantes brasileiros tem que colocar em pratica alguns mecanismos para estancar a privatização do publico e a estatização do custo como acontece quando os planos privados de saúde deixam de ressarcir o SUS quando este atende seus clientes sem ser devidamente remunerado pelo serviço prestado.

Assim como aconteceu quando o SUS salvou a vida do cineasta Fábio Barreto através de uma equipe de neurocirurgia de plantão na madrugada no Hospital Publico Miguel Couto, RJ.

Pela tabela de preços da rede privada de hospitais onde (não há plantões de Neurocirurgia)cobra-se R$ 100 mil pelas primeiras 12 horas de atendimento ao qual Barreto foi submetido.

O ressarcimento deste atendimento e de tantos outros em que o SUS é o único prestador de serviço como as hemodiálises, transplantes, AIDIS, as quimios e radioterapias serão devidamente cumpridas quando o Governo Federal fazer cumprir este preceito legal que esta inerte a mais de dez anos.

Para o SUS dar mais certo do que já é. O Governo Lula tem que assumir pra si esta tarefa e fazer com que as redes privadas de planos de saúde paguem o que deve ao SUS, alem de descontigenciar as verbas publicas a serem aplicadas na saúde dos brasileiros e das brasileiras.

Outro mecanismo que deve ser implementado definitivamente é o Cartão SUS, que a mais de 11 anos e R$ 400milhoes de gastos esta inacabado por culpa dos mesmos que se beneficiam dos desvios das verbas da saúde publica.

Com a universalização do Cartão SUS aos moldes da CNI - carteira nacional de identidade, alem de obrigar o devido ressarcimento dos gastos privados no publico teremos a devida referencia e contra referencia implementada no sistema, acabando assim com muitos gastos de idas e vindas dos usuários aos serviços de saúde.

MSN:itamarssantos13@hotmail.com

O ambiente é nossa responsabilidade.


Terminou oficialmente neste sábado, 19 de dezembro, a 15a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, que teve como principal resultado o “Acordo de Copenhague”, elaborado por alguns países na noite de sexta-feira e formalmente aceito pela ONU.

Acordo este feito ao apagar das luzes que não será respeitado pelos paises desenvolvidos (ricos= Eua, China, Alemanha, Inglaterra, etc.), mesmo sendo acolhido pela ONU.

Neste encontro ficou mais uma vez claro de que há no planeta terra duas visões de mundo muito bem identificado pelo Frei Leonardo Boff lá em Copenhague.

Os ricos deixam isso muito evidente sempre.

Fizeram isso na 15ª Conferência do Meio Ambiente, na Dinamarca, onde compareceram para dizer não às propostas apresentadas para salvar o Planeta.

Já por aqui entre os dias 9 e 12 de dezembro de 2009 mais de 1000 pessoas, representantes de todo o Brasil discutiram e aprovaram importantes diretrizes e ações estratégicas com vistas a tornar saudável a Saúde Ambiental do Brasil.

Das varias propostas aprovadas na 1ª Conferencia Nacional de Saúde Ambiental (CNSA) destaco uma das mais importantes diretrizes com suas ações estratégicas:

“Mudança no modelo de desenvolvimento econômico de modo a promover a qualidade de vida e a preservação do ambiente, e a saúde desta e das futuras gerações com a proteção da agrobiodiversidade e da biodiversidade urbana e rural, visando a sustentabilidade socioambiental responsável”.

Acompanhada de duas ações estratégicas:

* “Executar políticas públicas de incentivo a permacultura como método de desenvolvimento urbano e rural, incentivando a utilização de energias limpas, o aproveitamento da água das chuvas, programas de uso múltiplo das águas e combate ao desperdício, o reuso e a reciclagem de materiais, através da utilização de ferramentas de incentivo fiscal e fomento de projetos, tais como destinação prioritária do ICMS ecológico para estes fins e IPTU proporcional ao impacto ambiental e promover políticas de educação e obrigatoriedade da implementação da logística reversa pelas empresas de modo a estimular produção e consumo consciente, minimizando desperdícios, resíduos e esgotamento dos bens ambientais com consequentes problemas ao meio ambiente e à saúde, e a adequação da Lei 8666, das licitações públicas, obrigando a compra de produtos oriundos de processos produtivos sustentáveis, nas três esferas governamentais”.

* “Rever o modelo de produção atual dos projetos de infraestrutura, do setor industrial, agrícola e extrativistas minerais, vegetais e animal, garantindo de forma sustentável a geração de renda e qualidade de vida, aumentando o rigor no processo de licenciamento, implantação, avaliação e monitoramento de indústrias e exploração de bens naturais, e com especial atenção aos empreendimentos de grande impacto ambiental e social, fortalecendo modelos de produção que promovam a qualidade de vida, a fim de superar as desigualdades étnicas e socioeconômicas, com o reconhecimento de áreas prestadoras de serviços ambientais”.


Com a aprovação de propostas transformadoras a 1ª CNSA se consolida na vanguarda da saúde ambiental do planeta dando demonstrações de que os brasileiros têm capacidade de realizarem as mudanças necessárias a fim de salvarmos o planeta terra.

Seguindo esta demonstração de consciência ecológica de seu povo o Presidente Lula tem o compromisso de colocar em pratica as propostas que apresentou em Copenhague em solo brasileiro, bem como transformar em leis e projetos de estado as diretrizes e as ações estratégicas aprovadas nos estados e na plenária final da 1ª CNSA.

Que todos tenhamos muita força para ingressarmos em 2010 com muito mais força para lutarmos por um mundo melhor para se viver.

MSN: itamarssantos13@hotmaol.com

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

DOIS ADVOGADOS GAÚCHOS CONTRA DOIS SENADORES E 3.883 SERVIDORES DO SENADO FEDERAL (07.04.09)



Os advogados gaúchos Irani Mariani e Marco Pollo Giordani ajuizaram, na Justiça Federal, uma ação que pretende discutir as horas extras pagas e não trabalhadas, no Senado, e outras irregularidades que estão sendo cometidas naquela Casa.

A ação tramita na 5a. Vara da Justiça Federal de Porto Alegre e tem como réus a União, os senadores Garibaldi Alves e Efraim Morais e "todos os 3.883 funcionários do Senado Federal, cuja nominata, para serem citados, posteriormente, deverá ser fornecida pelo atual presidente do Senado Federal, senador José Sarney".

O ponto nuclear da ação é que durante o recesso de janeiro deste ano (2009), em que nenhum senador esteve em Brasília, 3,8 mil servidores do Senado, sem exceção, receberam, juntos, R$ 6,2 milhões em horas extras não trabalhadas - segundo a petição inicial..Os senadores Garibaldi e Efraim são, respectivamente, o ex-presidente e o ex-secretário da Mesa do Senado.

Foram eles que autorizaram o pagamento das horas extras por serviços não prestados.
A ação popular também busca "a revisão mensal do valor que cada senador está custando: R$ 16.500,00 (13º, 14º e 15º salários); mais R$ 15.000,00 (verba de gabinete isenta de impostos); mais R$ 3.800,00 de auxílio moradia; mais R$ 8.500,00 de cotas para materiais gráficos; mais R$ 500,00 para telefonia fixa residencial, mais onze assessores parlamentares (ASPONES) com salários a partir de R$ 6.800,00; mais 25 litros/DIA de combustível, com carro e motorista; mais cota de cinco a sete passagens aéreas, ida e volta, para visitar a 'base eleitoral'; mais restituição integral de despesas médicas para si e todos os seus dependentes, sem limite de valor; mais cota de R$ 25.000,00 ao ano para tratamentos odontológicos e psicológicos" .

Esse conjunto de gastos está - segundo os advogados Mariani e Giordani - "impondo ao erário uma despesa anualem todo o Senado, de:

- R$ 406.400.000, 00; ou

- R$ 5.017.280,00para cada senador.


Tais abusos acarretam uma despesa paga pelo suado dinheiro do contribuinte em média de:

- R$ 418.000,00 por mês, como custo de cada senador da República".

Mariani disse ao 'Espaço Vital' que, "como a ação popular também tem motivação pedagógica, estamos trabalhando na divulgação do inteiro teor da petição inicial, para que a população saiba que existem meios legais para se combater a corrupção".

Cópia da peça está sendo disponibilizada por este site.

A causa será conduzida pela juízaVânia Hack de Almeida. (Proc. nº 2009.71.00.009197- 9)
AÇÃO POPULAR Nº 2009.71.00.009197- 9 (RS)

Data de autuação: 31/03/2009

Juiz: Vania Hack de Almeida

Órgão Julgador: JUÍZO FED. DA 05A VF DE PORTO ALEGRE

Órgão Atual: 05a VF DE PORTO ALEGRE

Localizador: GAB03B

Situação: MOVIMENTO-AGUARDA DESPACHO

Valor da causa: R$6.200.000, 00

Assuntos:
1. Adicional de horas extras
2. Horas Extras

AUTOR: IRANI MARIANI
Advogado: IRANI MARIANI
AUTOR: MARCO POLLO GIORDANI
Advogado: IRANI MARIANI

RÉUS:
1 - UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
2 - GARIBALDI ALVES FILHO
3 - EFRAIM DE ARAUJO MORAIS
4 - FUNCIONARIOS DO SENADO FEDERAL

REPASSE A TODOS, PARA QUE O BRASIL INTEIRO FIQUE ATENTO E ACOMPANHE ESTA INICIATIVA.

SE DEPENDER DA "GRANDE MÍDIA", NINGUÉM FICARÁ SABENDO DE NADA.

MORALIZAR O LEGISLATIVO É UMA TAREFA HERCÚLEA, PELA QUAL TODOS DEVEMOS DAR O MELHOR DE NÓS MESMOS.

sábado, 9 de janeiro de 2010

O embate entre o governo Lula e a rede Globo.




O embate entre Lula e a Globo poderia ser resumido como uma disputa pela verossimilhança, um bem escasso no mercado noticioso brasileiro.

Ao participar quase que diariamente de atos ou eventos públicos, o presidente dialoga de forma direta com a população, estabelecendo um contrato de confiança que contrasta com a obstinação dos meios dominantes em montar um discurso noticioso divorciado dos fatos que, às vezes, beira a ficção. O artigo é de Dario Pignotti, publicado originalmente no Le Monde Diplomatique (Edição Cone Sul e Espanha).


Dario Pignotti - Le Monde Diplomatique (Cone Sul e Espanha)

No início da década de 1980, centenas de milhares de brasileiros cantaram em coro “O povo não é bobo, abaixo a rede Globo!”, quando a corporação na qual se apoiou a ditadura militar censurou as mobilizações populares contra o regime militar, utilizando fotonovelas e futebol para tentar anestesiar a opinião pública. Hoje, um segmento crescente do público brasileiro expressa seu descontentamento frente o grupo midiático hegemônico. Medições de audiência e investigações acadêmicas detectaram um dado, em certa medida inédito, sobre as relações de produção e consumo de informação: a credibilidade da rede Globo, inquestionável durante décadas, começa a dar sinais de erosão.

Contudo, é possível perceber uma diferença substantiva entre a indignação atual e o descontentamento daqueles que repudiavam a Globo durante as mobilizações de três décadas atrás em defesa das eleições diretas (1).

Em 1985, José Sarney, primeiro presidente civil desde o golpe de Estado de 1964, obstruiu qualquer pretensão de iniciativa reformista relativa à estrutura de propriedade midiática e ao direito à informação, em cumplicidade com a família Marinho – proprietária da Globo, da qual, aliás, era sócio.

O atual chefe de Estado, Luiz Inácio Lula da Silva, parece disposto a iniciar a ainda pendente transição em direção à democracia na área da comunicação.

No início de 2009, no Fórum Social Mundial realizado na cidade de Belém, Lula convocou uma Conferência Nacional de Comunicação.

A partir daí, mais de 10 mil pessoas discutiram em assembléias realizadas em todo o país os rumos da comunicação e definiram propostas para levar para a Conferência, realizada de 14 a 17 de dezembro, em Brasília.

“É a primeira vez que o governo, a sociedade civil e os empresários discutem a comunicação; isso, por si só, já é uma derrota para a Globo e sua política de manter esse tema na penumbra (...)

O presidente Lula demonstrou estar determinado a instalar na sociedade um debate sobre a democratização das comunicações; creio que isso terá um efeito pedagógico e poderá converter-se em um dos temas da campanha” (de 2010), assinala Joaquim Palhares, diretor da Carta Maior e delegado na Conferência.

O embate entre Lula e a Globo poderia ser resumido como uma disputa pela verossimilhança, um bem escasso no mercado noticioso brasileiro.

Ao participar quase que diariamente de atos ou eventos públicos, o presidente dialoga de forma direta com a população, estabelecendo um contrato de confiança que contrasta com a obstinação dos meios dominantes em montar um discurso noticioso divorciado dos fatos que, às vezes, beira a ficção.

Lula configura um “fenômeno comunicacional singular; o povo acredita nele, não só porque fala a linguagem da gente simples, mas porque as pessoas mais carentes foram beneficiadas com seus programas sociais; isso é concreto, o Bolsa Família atende a 45 milhões de brasileiros que não prestam muita atenção ao que diz a Globo”, observa a professora Zélia Leal Adghirni, doutora em Comunicação e coordenadora do programa de investigação sobre Jornalismo e Sociedade da Universidade de Brasília..

“Por que Lula ganhou duas vezes as eleições (2002 e 2006), uma delas contra a manifesta vontade da Globo?

Por que Lula tem uma popularidade de 80%?”, pergunta Adghirni (2), para quem “as teorias de comunicação clássica que estudamos na universidade não são aplicadas ao fenômeno Lula.

Desde a teoria da ‘agulha hipodérmica’ até a da ‘agenda setting’, dizia-se que os meios formam a opinião ou pautam o temário do público, mas com Lula isso não ocorre: os meios de comunicação estão perdendo o monopólio da palavra”.

Por outro lado, como se sabe, a construção de consensos sociais não se galvaniza só com mensagens racionais ou versões críveis da realidade, também é necessário trabalhar no imaginário das massas, um território no qual a Globo segue sendo praticamente imbatível.

A empresa do clã Marinho controla o patrimônio simbólico brasileiro: é a principal produtora de novelas e detém os direitos de transmissão das principais partidas de futebol e do carnaval carioca (3).

Frente à gigantesca indústria de entretenimento da Globo, o governo é praticamente impotente.

Não obstante, a imagem do presidente-operário provavelmente ganhará contornos míticos em 2010, com o lançamento do longa-metragem Lula, o filho do Brasil, que será exibido no circuito comercial e em um outro alternativo (sindicatos e igrejas).

O produtor Luis Carlos Barreto prevê que cerca de 20 milhões de pessoas assistirão à história do ex-torneiro mecânico que se tornou presidente, o que seria a maior bilheteria da história no país.

O balanço provisório da política de comunicação de Lula indica que esta tem sido errática. Em seu primeiro mandato (2203-2007), impulsionou a criação de um Conselho de Ética informativa, iniciativa que arquivou diante da reação empresarial.

Após essa tentativa fracassada, o governo não voltou a incomodar as “cinco famílias” proprietárias da grande imprensa local, até o final de sua primeira gestão.

Em seu segundo governo – iniciado em 1° de janeiro de 2007, Lula nomeou Hélio Costa como ministro das Comunicações, um ex-jornalista da Globo que atua como representante oficioso da empresa no ministério.

Mas enquanto a designação de Costa enviava um sinal conciliador aos grupos privados, Lula seguia uma linha de ação paralela.

Em março de 2008, o Senado, com a oposição cerrada do PSDB, do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, aprovou o projeto do Executivo para a criação da Empresa Brasileira de Comunicações, um conglomerado público de meios que inclui a interessante TV Brasil, para a qual, em 2010, o Estado destinará cerca de 250 milhões de dólares.

O generoso orçamento e a defesa da nova televisão pública feita pelos parlamentares do Partido dos Trabalhadores (PT) indicavam que Lula havia decidido enfrentar a direita política e midiática.

Ao mesmo tempo em que media forças com a Globo – ainda que não de forma aberta -, Lula aproximou posições com as empresas de telefonia (interessadas em participar do mercado de conteúdos e disputar terreno com a Globo) e algumas televisões privadas, como a TV Record -de propriedade de uma igreja evangélica (4).

A estratégia foi tomando contornos mais firmes no final do mês de outubro quando Lula defendeu, durante uma cerimônia de inauguração dos novos estúdios da Record no Rio de Janeiro, o fim do ‘pensamento único’ capitaneado por alguns formadores de opinião (em óbvia alusão à Globo) e a construção de um modelo mais plural.

Dias mais tarde, o mesmo Lula afirmava: “Quanto mais canais de TV e quanto mais debate político houver, mais democracia teremos (...) e menos monopólio na comunicação” (5).

Com um discurso monolítico e repleto de ressonâncias ideológicas próprias da Doutrina de Segurança Nacional (como associar qualquer objeção à liberdade de imprensa empresarial com ocultas maquinações “sovietizantes”), o grupo Globo lançou uma ofensiva, por meios de seus diversos veículos gráficos e eletrônicos, contra a incipiente tentativa do governo de estimular o debate sobre a atual ordem informativa, que alguns definem como um “latifúndio” eletrônico.

O primeiro passo neste sentido, assinala Joaquim Palhares, foi “esvaziar e boicotar a Conferência Nacional de Comunicação, retirando-se dela, dando um soco na mesa e saindo impestivamente para tentar deslegitimá-la”, movimento seguido por outros grupos midiáticos.

O segundo movimento consistiu em articular um discurso institucional para fazer um cerco sanitário contra o contágio de iniciativas adotadas por governos sulamericanos como os da Argentina, Equador e Venezuela, orientadas na direção de uma reformulação do cenário midiático.

A Associação Brasileira de Rádio e Televisão (ABERT) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) “temem que o que ocorreu na Argentina se repita no Brasil; eles vêem essa lei como uma ameaça e começaram a manifestar sua solidariedade com a imprensa da Argentina”, afirma Zélia Leal Adghirni.

O receio expresso pelas entidades representativas dos grandes conglomerados midiáticos é o seguinte: se o descontentamento regional contra a concentração informática ganha força junto à opinião pública brasileira, poderia romper-se a cadeia de inércia e conformismo que já dura décadas e, quem sabe, iniciar-se um gradual – nunca abrupto – processo de democratização.

O inverso também se aplica: se o Brasil, liderado por Lula, finalmente assumir como suas as teses do direito à informação e à democracia comunicacional, é certo que essa corrente de opinião, atualmente dispersa na América Sul, poderá adquirir uma vertebração e uma legitimidade de proporções continentais.

NOTAS

(1) Esse objetivo finalmente foi frustrado pelo regime, socorrido pela Globo, que montou um simulacro eleitoral proibindo o voto direto, graças ao qual os generais deixaram o poder sem sobressaltos nem investigações sobre violações de direitos humanos.

(2) A respeito da vitória de Lula nas eleições de 2006, ler Bernardo Kucinski, “O antilulismo na campanha de 2006 e suas raízes”, in. Venício Lima (compilador), “A mídia nas eleições de 2006”, Perseu Abramo, São Paulo, 2007.

(3) Em 1989, o então candidato à presidência Lula foi objeto de um golpe midiático, perpetrado pela Globo que, para impedir sua vitória, fabricou a candidatura de Fernando Collor de Mello, que deixaria o mandato em 1992, cercado de escândalos de corrupção. Dario Pignotii, “Globo: o partido mais poderoso do Brasil”, Le Monde Diplomatique, edição Cone Sul, Buenos Aires, setembro de 2007.

(4) Nos últimos anos, a TV Record, que pertence a neopetencostal Igreja Universal do Reino de Deus, arrebatou parte da audiência cativa da TV Globo, contra a qual iniciou uma guerra de denúncias. A Record veiculou um programa especial sobre a Globo, onde repassou seus vínculos com a ditadura. Por sua parte, a Globo denunciou calotes cometidos pela Record que, segundo investigações judiciais, estaria desviando dinheiro do dízimo dos fiéis.

(5) Luiz Inácio Lula da Silva, declarações na inauguração da nova sede do canal Rede TV, em Osasco, área metropolitana de São Paulo, 13/11/2009.

(*) Jornalista, Brasília, Doutor em Comunicação pela Universidade de São Paulo

Le Monde Diplomatique, edição Cone Sul.

Tradução: Katarina Peixoto


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"O Ser Humano do futuro não vai querer ganhar e possuir coisas; vai querer sentir, criar, construir, aprender sem limites. Não vai querer possuir, ter, controlar; esse humano compreenderá que há milhões de formas de desenvolver a emoção e o pensamento, que há uma inimaginável diversidade de formas de sentir e pensar."
Mário Rodrigues Cobos - SILO
M U I T A P A Z , F O R Ç A E A L E G R I A . . . S E M P R E ! !

Os anos 10.




Às 24 horas de 31 de dezembro de 2009, encerrou-se a primeira década do terceiro milênio.

Nestes dez anos profecias caíram por terra, roeu também a prepotência financeira norteamericana, o holocausto africano e na faixa de gaza aprofundou-se com a conivência mundial e mudanças importantes brotam da América Latina, a cinquentenária Cuba consolida o socialismo apesar de todos os embargos do mundo capitalista.

Os anos 2000 marcaram grandes mudanças de cunho democrático no continente latinoamericano apesar dos permanentes ataques promovidos pelas grandes redes de comunicação social patrocinadas pelos grandes latifundiários sócios das multinacionais produtoras de sementes transgênicas e de agrotóxicos.

Apesar dos avanços na democracia local ainda serem tímidos, os avessos a esta pratica popular esbravejam contra as parcas conquistas populares promovidas nesta ultima década.

Mesmo assim há aqueles que só se lembram do dia 11 de setembro de 2001 e afirmam que este periodo pode ser chamado de “a década perdida”.

Estes mesmos mercenários da mídia patronal dizem que a crise financeira que promoveu a derrocada do neoliberalismo e do chamado “consenso de Washington” não passa de “conversa fiada”.

Dizer que nestes dez anos não surgiu nada de bom, nada de importante, é no mínimo debochar do povo brasileiro.

É obvio que os altos índices de aprovação do Presidente –Trabalhador - Lula não agradam a estes mercenários e a seus representados, mas as duas eleições do Trabalhador Lula como Presidente do maior país da América Latina é uma estrondosa vitória do povo pobre deste país continente e de suma importância para a consolidação do projeto democrático e popular em nosso país, bem como no continente latinoamericano.

O povo brasileiro e latinoamericano exercitaram amplamente nesta década a democracia elegendo em seus países representantes comprometidos com as causa dos menos favorecidos.

As eleições e reeleições de Presidentes vinculados aos pobres na Venezuela-Hugo Chaves, na Argentina-Cristina, na Bolívia-Evo Morales, no Equador-Rafael Correa e no Uruguai que primeiramente elegeu Tavare Vasques e reelege Mujica um ex-guerrilheiro como Presidente e no Paraguai o ex-Padre é reeleito para mais um mandato reafirmam a vontade popular em manter as mudanças até aqui conquistadas a fim de consolidá-las nos próximos anos.

Para quem ainda está iludido de que nada de novo aconteceu nestes primeiros anos do novo milênio e de que os anos 10 não seram importantes para que se consolide este avanço até que o capitalismo seja transformado em socialismo definitivamente deixo alguns dados para serem comparados entre os dois sistemas econômicos em disputa:

Os índices que mais impressionam são os produzidos pela violência, na América Central para cada 100 mil pessoas, 23 são assassinadas; no Brasil este número é de 31/100 mil habitantes e em Cuba este numero cai drasticamente para 5,8/100 mil hab. /ano.

Ao ver estes números vêm logo a nossa descrente mente uma obvia pergunta. Como que em Cuba, um país miserável há menos assassinatos do que no Brasil, um país em franco desenvolvimento?

A resposta para esta questão não esta relacionada à pobreza e sim a riqueza, pois Cuba socializa seus recursos com o seu povo, enquanto ainda, no Brasil o que é dividido é a miséria.

Enquanto Cuba assegura gratuitamente a 11 milhões de pessoas, cestas básicas, saúde e educação de qualidade, aqui no Brasil criticam-se o Governo do Presidente Trabalhador por atender os miseráveis com a Bolsa Família, sucateia o SUS e roubam as provas do ENEM a fim de desprestigiar uma nova forma de educar os brasileiros e as brasileiras.

É por estas e outras razões que os Cubanos estão livres do analfabetismo e na 51º no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) – índice medido pela ONU em 182 países- e enquanto o Brasil esta em 75ª posição.

2010 será o primeiro ano de uma nova década que vira com a tarefa de consolidar todas esta mudanças realizadas ao longo do século passado e como ferramentas para esta transformação teremos eleições gerais no Brasil, o 10º Fórum Social Mundial acontecerá entre os dias 25 e 29 deste Janeiro, aqui no RS, é ano do 9º Congresso do Partido Comunista Cubano onde será avaliado o meio século de resistência socialista no mundo definindo novas estratégias econômicas e éticas com vista ao novo momento político porque passa o planeta e entre outras tantas atividades importantes o mundo ira debater na semana mundial da saúde a partir de 7 de abril a “Saúde da Terra”.

Então não venham com diz que diz. Estamos em plena ebulição transformadora e fazemos parte desta mudança com certeza.

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Eu faço parte desta mudança.





Chegamos no aeroporto internacional de Brasília-DF na noite de 09 de dezembro de 2009.

Já se passava das 21 horas de terça-feira e estava instalada uma grande indignação nos mais de 500 delegados e delegadas dos mais diversos estados brasileiros que não tinham certeza de onde iriam pernoitar para que no dia seguinte pudessem credenciar-se na 1ª Conferência Nacional de Saúde Ambiental (CNSA).

Apesar desta desorganização inicial, a 1ª CNSA foi uma importante demonstração da vontade e da determinação de centenas de militantes sociais de todo o país.

Aqueles que estavam torcendo para que as adversidades postas à frente desta conferência desmobilizassem seus participantes, enganaram-se redondamente.

O produto desta tentativa de retardar ou de até desconstituir a realização da 1ª CNSA foi o combustível que alimentou a vontade e a garra do conjunto dos militantes presentes.



Devido à falta de locais centrais para alojar a totalidade das delegações Estaduais o Ministério das Cidades, de responsabilidade do Ministro Marcio Fortes (PP), foi obrigado a interiorizar a hospedagem dos delegados e das delegadas.

Ao encaminhar mais de duas centenas de pessoas para cidades da grande Brasília, distantes da área central uns 60 KM.

Com estas viagens de ida e vinda para o local de realização dos debates, os viajantes puderam perceber que a realidade vista pelas janelas dos coletivos eram as mesmas sofridas por todos os habitantes do nosso Brasil continente.

Ficou claro àqueles que por ventura acreditassem em uma Brasília rica e maravilhosa; de que esta realidade não passava de contos irreais.

Este convívio das delegações como o dia-dia nos resgatou para a realidade de fato fazendo com que percebêssemos de como era fundamental a nossa presença naquela conferência onde seria discutidas a saúde ambiental do Brasil e isto estava intimamente ligado à vida de cada um de nós.

Ter participado da 1ª CNSA foi um privilegio para todos nós que tivemos a oportunidade de ser a vanguarda brasileira e mundial que construiu a mudança de paradigma nas questões que envolvem a saúde do ambiente.

A política pública de Saúde Ambiental vem para inovar e transformar o modo de fazer e pensar a convivência entre os humanos e o ambiente em que vivemos por ser um processo de desenvolvimento saudável que tem seu inicio nos municípios, através de redes harmônicas articulando Governos, setor privado, sociedade civil organizada e população em geral, visando a criação e a implementação de políticas públicas intersetoriais, equitativas, transversais e sustentáveis que respeite as potencialidades, as diversidades, as vulnerabilidades ambientais e sócio-culturais de cada local.

A 1 ª CNSA teve seu inicio nas etapas municipais e estaduais, culminando com a sua realização em Brasília onde debateu e a provou diretrizes e ações estratégicas em seis temas:

1) Processos produtivos e consumo sustentável;
2) Infraestrutura;
3) Articulação interinstitucional, ações interligadas e controle social;
4) Territórios sustentáveis, planejamento e gestão integrada;
5) Educação, informação, comunicação e produção de conhecimento;
6) Marco regulatório e fiscalização.


Fazer parte desta história nos satisfaz e nos deixa com o sentimento de ser e de estar na vanguarda de mais uma importante mudança que chega ao Brasil.

MSN: itamarssantos13@hotmail.com

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Fórum Social Mundial 10 anos - Grande Porto Alegre

No período de 26 a 29 de janeiro de 2010 estará ocorrendo o Fórum Social Mundial 10 anos - Grande Porto Alegre, que será um evento em comemoração aos 10 anos de FSM, refletindo sobre alternativas a globalização neoliberal e construindo caminhos diferentes para a construção de um outro mundo possível.

Nesta edição os debates, as conferências e as atividades culturais ocorrerão em mais cinco cidades da região metropolitana de Porto Alegre: Canoas, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Sapiranga e Gravataí.

Em São Leopoldo realizaremos duas grandes atividades político-culturais:

2ª Reunião Pública Mundial de Cultura

A 2ª Reunião Pública Mundial de Cultura, será a segunda edição de uma reunião que ocorreru em Porto Alegre em 2003 e que reuniu gestores culturais de diversos países do mundo para discutir uma plataforma de cultura para as gestões locais.

Este movimento desembocou na reunião de Barcelona que aprovou a Agenda 21 da Cultura - Um compromisso das cidades e dos governos locais para o desenvolvimento cultural.

Os dois objetivos principais da 2ª RPMC são:

Avaliar os cinco anos da aprovação da Agenda 21 da Cultura e ampliar sua abrangência e conhecimento em relação a cidades e territórios da América Latina e Caribe, e

avaliar e fortalecer a implantação da Convenção sobre a proteção e promoção da Diversidade das Expressões Culturais - aprovada em 2005 pela UNESCO - em nosso continente.

Nesta atividade temos presença já confirmada de palestrantes e convidados das seguintes Redes e Instituições:

- Fórum Nacional de Secretários de Cultura das Capitais
- Fórum de Secretários Estaduais de Cultura - Brasil
- Fórum de Gestores de Cultura Sub-Nacionais do Mercosul
- Unidade Temática de Cultura da Rede Mercocidades
- Rede Interlocal de Gestores de Cultura - Ibero-Americana
- Comissão de Cultura da CGLU - Organização das Cidades e Governos Locias Unidos - ONU
- Associação Cultural José Martí - RS
- Embaixada de Cuba no Brasil
- Ministério da Cultura de Cuba
- Ministério da Educação e Cultura do Uruguai
- Ministério da Cultura do Brasil

O evento ocorrerá entre os dias 26 e 29 de janeiro de 2010 entre as 14h e as 19h no Centro Cultural José Pedro Boéssio - São Leopoldo - RS

Casa Cuba

A Casa Cuba, é o espaço de debate político e de intercâmbio cultural tradicional das edições barsileiras do FSM, que este ano ocorrerá paralelalamente a realização da 2ª RPMC e irá abrigar debates e reflexões sobre os 50 anos da Revolução Cubana, a conjuntura política, as perpectivas dos governos progressistas da América Latina e Caribenha e a Identidade Cultural do continente.

Além disso contará com uma grande Programação Cultural com a presença de nomes consagrados da música latino-americana como o cubano Vicente Feliú e o uruguaio Daniel Viglietti, artistas brasileiros, e artistas africanos.

A Casa Cuba é uma realização da Prefeitura Municipal de São Leopoldo, em parceria com a Associação Cultural José Martí, o Ministério da Cultura do Brasil e o Ministério da Cultura de Cuba.

O evento ocorrerá também entre os dias 26 e 29 de janeiro de 2010, sempre entre as 14h e as 24h na Praça 20 de Setembro em São Leopoldo - RS

Inscrições

Solicitamos que todos os companheiros, por favor, repassem este convite adiante. Os interessados em participar entrem em contato conosco para confirmar presença até o dia 18 de dezembro de 2009, para podermos garantir hospedagem e alimentação gratuita, para gestores públicos e militantes de movimentos culturais.

Aceitamos sugestões de debatedores.


Fonte e Contatos:

Fone: (51)35921943 e (51)35918858
Email:cultura@saoleopoldo.rs.gov.br
Inscrições no site: www.saoleopoldo.rs.gov.br
End. Rua Lindolfo Collor 439, 5° andar - Centro
São Leopoldo - RS

Pedro Vasconcellos
Diretor de Políticas Culturais e Diversidade
Novo email: pedro.cultura.rs@gmail.com
Cel: (51)97339931 - (51)35921943

Brasil é um foguete, segundo os ingleses




A ascensão econômica do Brasil é o tema da capa, de um editorial e de um especial de 14 páginas da edição desta semana da revista britânica The Economist, divulgada neste mes.

Intitulado Brazil Takes Off ("O Brasil Decola", em tradução literal), o editorial afirma que o país parece ter feito sua entrada no cenário mundial, marcada simbolicamente pela escolha do Rio como sede olímpica em 2016.

A revista diz que, se em 2003 a inclusão do Brasil no grupo de emergentes Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) surpreendeu muitos, hoje ela se mostrou acertada, já que o país vem apresentando um desempenho econômico invejável.

A The Economist afirma também que o Brasil chega a superar outros Bric. ?Ao contrário da China, é uma democracia, ao contrário da Índia, não possui insurgentes, conflitos étnicos, religiosos ou vizinhos hostis. Ao contrário da Rússia, exporta mais que petróleo e armas e trata investidores estrangeiros com respeito.

É interessante comparar o Brasil governado pelo operário "analfabeto e burro" com o que que foi comandado pelo sociólogo "letrado e intelectual".

Isso tudo na visão do The Economist...

Segundo o The Economist

Situação do Brasil antes e depois.


Nos tempos de FHC

Nos tempos de LULA



Risco Brasil
Nos tempos de FHC 2.700 pontos

Nos tempos de LULA 200 pontos


Salário Mínimo

Nos tempos de FHC 78 dólares

Nos tempos de LULA 210 dólares


Dólar

Nos tempos de FHC R$ 3,00

Nos tempos de LULA Rs$ 1,78


Dívida FMI

Nos tempos de FHC Não mexeu


Nos tempos de LULA Pagou


Indústria naval

Nos tempos de FHC Não mexeu


Nos tempos de LULA Reconstruiu


Universidades Federais Novas

Nos tempos de FHC Nenhuma

Nos tempos de LULA 10


Extensões Universitárias

Nos tempos de FHC Nenhuma

Nos tempos de LULA 45


Escolas Técnicas

Nos tempos de FHC Nenhuma

Nos tempos de LULA 214


Valores e Reservas do Tesouro Nacional

Nos tempos de FHC 185 Bilhões de Dólares Negativos

Nos tempos de LULA 160 Bilhões de Dólares Positivos


Créditos para o povo/PIB

Nos tempos de FHC 14%

Nos tempos de LULA 34%


Estradas de Ferro

Nos tempos de FHC Nenhuma

Nos tempos de LULA 3 em andamento


Estradas Rodoviárias

Nos tempos de FHC 90% danificadas

Nos tempos de LULA 70% recuperadas


Industria Automobilística

Nos tempos de FHC Em baixa, 20%

Nos tempos de LULA Em alta, 30%


Crises internacionais

Nos tempos de FHC 4, arrasando o país

Nos tempos de LULA Nenhuma, pelas reservas acumuladas


Cambio

Nos tempos de FHC Fixo, estourando o Tesouro Nacional

Nos tempos de LULA Flutuante: com ligeiras intervenções do Banco Central


Taxas de Juros SELIC

Nos tempos de FHC 27%

Nos tempos de LULA 11%


Mobilidade Social

Nos tempos de FHC 2 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza

Nos tempos de LULA 23 milhões de pessoas saíram da linha de pobreza


Empregos


Nos tempos de FHC 780 mil

Nos tempos de LULA 11 milhões


Investimentos em infraestrutura

Nos tempos de FHC Nenhum

Nos tempos de LULA 504 Bilhões de reais previstos até 2010


Mercado internacional

Nos tempos de FHC Brasil sem crédito

Nos tempos de LULA Brasil reconhecido como investment grade.


Fonte Revista:The Ecomist.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Esquerdismo ou divisão?



Historicamente a unidade da esquerda brasileira e mundial nunca foi tudo aquilo em termos de força política com a devida consistência para enfrentar a coesão da burguesia.

Esta fragilidade permanece na epiderme do tecido social da esquerda brasileira, fato que nos divide fatalmente proporcionando derrotas nos mais importantes movimentos sociais de nossa base.

Derrotas como a ocorrida no DCE da UFRGS após uma hegemonia superior a quatro décadas por uma chapa de estudantes filiados ao PSOL demonstram a repetição histórica desta divisão da esquerda como pensamento ideológico de classe antagônica a classe dominante.

Esta divisão entre os partidos que disputam a mesa fatia no seio da classe operaria é tudo que a classe dominante necessita para galgarem vitórias como a do pleito obtida pela chapa 3 – que tem entre seus integrantes estudantes filiados a partidos como PP, PMDB e PSDB.

Este é o mais recente exemplo do que esta divisão faz no interior da classe operaria o que permite vitórias da direita tanto nos movimentos como nos governos.

Chamar esta pratica de “esquerdismo” não nos faz diferentes ou melhores daqueles companheiros que se apequenam em políticas meramente aparelhistas que visam apoderar-se dos recursos financeiros advindos das contribuições de suas bases, seja elas financeiras, políticas ou ambas.

A esquerda não perdia uma eleição no DCE da UFRGS desde os tempos da ditadura.

Ao se dividir em três chapas, vimos um grupo que rejeitava o “Fora Yeda” e prometia lutar apenas por questões acadêmicas vencer o pleito.

Quem está ficando emparedado, como nós já ficamos tempos atrás somos nós mesmos não importando a que partido possamos nos encontrar.

Com a realidade da política atual do governo federal, a percepção do Lula e por causa disto com a disputa de forças no interior da sociedade estamos perdendo adeptos, fato que não pode ser atribuído ao chamado “esquerdismo”.

Disputas com o PSTU de ser contra a criação do curso noturno de serviço social na UnB ou contra ao bolsa trabalho do governo Lula são debates a serem feitos em conjunto com a base estudantil de maneira que não divida o conjunto ideológico dos militantes, pois o objetivo maior não está em ser transformado em ponto tão específico como este.

A contra ofensiva não deve ser ao “esquerdismo” ou a aliança DS-UJS e só no Movimento Estudantil, que por ventura possa ser uma de disputa de aparelho, mas no conjunto de todos os movimentos sociais da cidade e do campo e esta luta contra hegemônica é contra o nosso inimigo incomum o qual seja a classe burguesa detentora dos poderes constituídos.

Nós, militantes que nos reivindicamos de esquerda, devemos ter claro que estas disputas de espaços tanto no ME ou no MS (sindical e Comunitário) não pode ser o fator determinante para a perda de trincheiras como a que aconteceu no pleito do DCE-UFRGS ou de algum sindicato para a Força Sindical.

Nossos esforços devem ser direcionados na busca da unidade das diversas forças que compõe a esquerda brasileira e mundial a fim de recuperar o tempo perdido em construirmos um projeto popular onde a hegemonia seja representativa da classe trabalhadora e não somente de um grupo.

No caso exemplar das eleições do DCE-UFRGS os perdedores não estão no Psol e sim em toda a esquerda. Nossa divisão será a ascensão da direita no interior dos movimentos sociais onde somos hegemônicos, status que devemos manter.


MSN: itamarssantos13@hotmail.com

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

RESULTADOS DA PRIMEIRA CONFERÊNCIA ESTADUAL DE

DELEGADOS ELEITOS NOS SEGMENTOS

TOTAL: 47

Movimentos Sociais: 15

Trabalhadores Formais e Informais: 7

Setor Empresarial: 2 (duas vagas não foi preenchida)

ONG: 4 (acrescentado mais 1 vaga por orientação do ministério)

Academia: 5

Poder Público Estadual: 5


Poder Público Municipal: 8

LISTA DOS DELEGADOS ELEITOS
Movimentos Socais
Titulares

1. LUMEN CELI BAUER DE BORBA (F)
2. ALEXANDRE GABRIEL BARBOSA (M)
3. ITAMAR SILVA DOS SANTOS (M)
4. MARIA HORACIA RIBEIRO (F)
5. PAULO STRASSER (M)
6. VLADIMIR FERNANDO DALLA COSTA RIBAS (M)
7. ALCINDO RODRIGUES PEREIRA (M)
8. MILTON DOS SANTOS (M)
9. IVONE ARETZ (F)
10. BRUNO EUGÊNIO MAHL (M)
11. EVERTON DAVI CENTURIÃO SILVA (M)
12. OSCAR PANIZ (M)
13. ROBERTO HENRIQUE REDLICH (M)
14. ROSA MARIS ROSADO (F)
15. SIMONE MOURA DE SOUZA (F)

Gênero: 10 Masculinos e 5 Femininos.
Suplentes

1. MARIA ENCARNACION MORALES ORTEGA
2. REINALDO LUIZ DOS SANTOS
3. ALZERI FREITAS
4. LAURI CAMARGO PEREIRA
5. OLÍDIA MARLENE DE OLIVEIRA
6. JOÃO TOLEDO DE ARAUJO
7. SANDRA MARA LEON

Trabalhadores Formais e Informais
Titulares

1. MARIA LUCIA SCHAFFER (F)
2. VILMA FERNANDES RIBEIRO (F)
3. FATIMA GARBINI (F)
4. LUCIANO DE SOUZA (M)
5. MARCO ANTONIO SOARES (M)
6. DANIELA T D S IDIART (F)
7. MARIA NEVES RIBEIRO AQUINO (F)

Gênero: 2 Masculinos e 5 Femininos.

Suplentes
1. SEZER CERBARO
2. ANTONIO SÉRGIO DA SILVA
3. EDIMILSON GONÇALVES DA SILVA
4. VERONI RAUBER FERNANDES
5. ROBSON BERGMULHER DA SILVA
6. ROGER HALLA

Setor Empresarial
Titulares


1. NILSON BUTTINGER (M)
2. CARLOS HENRIQUE PIRES IDIART (M)
3. MARA ELISA OLIVEIRA (F) (não preencheu SPD?)
Gênero: 2 Masculinos e 1 Feminino.

Suplentes
Não havia participantes suficientes.

ONGs
Titulares


1. GERALDO SUSIN (M)
2. ROBERTO JAKUBASZKO (M)
3. TÂNIA DIAS PEIXOTO (F)
4. DELMAR SITTONI (M)
5. ELIANE COSTA ELIAS (F)

Gênero: 3 Masculinos e 2 Femininos.

Suplentes
1. CARLOS E. KUHN
2. PAULO ROBINSON DA SILVA SAMUEL

Academia
Titulares


1. DIONE ELIZA DE ÁVILA (F)
2. MARIA MERCEDES BENDATI (F)
3. MAURO R. DOS SANTOS (M)
4. SÔNIA PINHEIRO (F)
5. RICARDO CAETANO FERNANDES (M)

Gênero: 2 Masculinos e 3 Femininos.

Suplentes

1. BEATRIZ DE CARVALHO CAVALHEIRO
2. GILSON F. LESSA
3. RAFAEL GOMES VERDUM
4. DARCI CAMPANI
5. CHRISTINANO RIBEIRO

Poder Público Estadual
Titulares


1. MAURO LORDA DORNELLES (M)
2. FLÁVIA BAVARESCO (F)
3. MARIA SCHIRLEI PINTO DE FARIA (F)
4. JOÃO CALISTO RODRIGUES (M)
5. IVONE CORVALÃO (F)

Gênero: 2 Masculinos e 3 Femininos.

Suplentes

1. PAULO RICARDO EUZÉBIO MOTA
2. RICARDO RABENO
3. ANA MARIA CRUZAT

Poder Público Municipal
Titulares


1. SÍLVIO GONÇALVES (M)
2. ANITA MARQUES (F)
3. JOSÉ ENIO DE ANDRADE (M)
4. LINDA MARIA ANTONIAZZI (F)
5. MARLI R D´AVILA PEREIRA (F)
6. REGINA MARIS R MURILO (F)
7. ROBERTO SILVA DA SILVA (M)
8. SOELI DE MATOS (F)

Gênero: 3 Masculinos e 5 Femininos.

Suplentes
1. CARLOS TABORDA
2. ALOISIO BAMBERG
3. ANA MARIA ARAÚJO CIRNE
4. JOSÉ SILVANO M. GROSS
5. VALDIR SZALANSKI SACKS
6. VERÔNICA CUNHA BATISTA
7. ADILSON JOÁO STEFFEN
8. ANDRÉ URDANGARIN BORBA

Fonte:http://www.saude.rs.gov.br/dados/1257436115755RESULTADOS%20DA%201a%20CESA.pdf

6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

A Igreja Matriz de Viamão.
Referência de um Povo.
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As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

CHÊ
O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

Bandeira do nosso time.

Eu sou Gaúcho

Eu sou Gaúcho
Mas,bah! Tche!

fidel

fidel
Um Lider

Saramago disse:

Eu na Internet

Charges que falam por si!!!!

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Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

Ataque aos Trabalhadores I
Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

Ataque aos Trabalhadores
Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS
Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

Assassinato de São Gabriel
Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

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BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

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Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.