Em 2007, quando a Adminstração Fogaça inventou problemas com a Fundação da Ufrgs para cancelar o contrato e apresentou esta tal de Sollus, a nossa bancada na Câmara de Vereadores foi atrás de informações sobre a mesma.
Descobrimos que esta entidade já tinha vários problemas em cidades onde prestava este serviço; tinha dois endereços; e outras coisitas mais.
Uma delas é que vários dos seus diretores pertenciam à Igreja Universal que, por mera coincidência, é a mesma do senhor secretário da saúde Eliseu Santos. Tudo isto dissemos da tribuna. Não só não fomos ouvidos, como o senhor prefeito e seu secretário decidiram por contratá-la sem licitação.
E agora aparece estas outras informações.
Deu no que deu e não foi por falta de aviso.
Abraço,
Guilherme Barbosa
Publicado na terça-feira, 26 de janeiro de 2010

*Operação Pathos: suposta Organização Criminosa tem raízes no PSDB paulista de Geraldo Alckmin
A Operação Pathos detectou uma suposta organização criminosa especializada em desviar dinheiro público, na área da saúde, a partir de uma Oscip (Organização da Sociedade Civil de Interesse Público), que foi contratada sem licitação pela Prefeitura de Porto Alegre. A Procuradoria da República estima que os prejuízos ao município gaúcho e ao governo federal cheguem aos R$ 9 milhões.
A OSCIP é o Instituto Sollus, sediado em São Paulo, e foi tornado de utilidade pública pelo ex-governador de São Paulo, Geraldo Alkmin (PSDB), pelo decreto 50.191/2005.
O vice-presidente institucional do Sollus, Argemiro França Lopes, era, na época, primeiro-secretário do Secretariado do Terceiro Setor do PSDB de São Paulo.
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