
Por incrível que pareça os dados apontados pelo IBGE/PNAD mostram que há evolução na desigualdade no Brasil ao fim desta ultima década.
Nos anos 00s aumentou o numero de pessoas que saíram da miséria e isto se deu na Era Lula para comprovar mais ainda que o seu governo foi para os pobres e para desespero de seus inimigos.
Obcecada em cumprir a sua maior promessa a Presidenta Dilma Rousseff comandou, na tarde desta segunda-feira (23/5/11), no Palácio do Planalto, reunião com ministros e principais assessores para tratar do programa “Brasil sem Miséria”, a ser lançado em breve.
Apesar do avanço satisfatório do combate a fome desenvolvido pelo ex-presidente Lula, estudo recente do IBGE mostrou que 16,267 milhões (8,5%) de brasileiros têm renda per capta de até R$ 70 por mês, ou seja , estão na linha da pobreza, portanto público alvo do programa.
O estudo apontou que 8,5% dos brasileiros são extremamente pobres estando concentrados principalmente na região Nordeste, totalizando 9,61 milhões de pessoas (59,1%), sendo a maioria no campo (56,4%).
Dos extremamente pobres nas áreas urbanas (8,67 milhões), pouco mais da metade vive no Nordeste (52,6%) e cerca de um em cada quatro pessoas estão na região Sudeste (24,7%).
De um total de 29,83 milhões de brasileiros residentes no campo, cerca de um quarto se encontra na extrema pobreza (25,5%), totalizando 7,59 milhões de pessoas.
As regiões Norte e Nordeste apresentam valores relativos próximos (35,7% e 35,4%, respectivamente) de população rural extremamente pobre.
Em uma breve olhada nestes números dá para perceber que ainda há no Brasil uma enorme desigualdade entre as pessoas, as regiões e entre os locais nestas regiões (CIDADE x CAMPO).
Programas Sociais como a Bolsa Família e tantos outros do gênero, até conseguem distribuir um pouco de renda, mas não acabam com a desigualdade entre as pessoas.
Estas desigualdades estão intimamente relacionadas com as condições de nascimento e vida das pessoas devidas não ter tido acesso à escolaridade, a saúde, a terra ou ao trabalho o que provoca o adoecimento e morte delas.
Segundo a Wikipédia, a enciclopédia livre. A desigualdade econômica (chamada imprecisamente de desigualdade social, que ela acaba por provocar) é um problema que afeta atualmente a maioria dos países, mas principalmente os países menos desenvolvidos.
Isso se dá principalmente pela distribuição desigual de renda de um país, mas também existem outros fatores, como a má formação educacional e o investimento ineficiente de um país em áreas sociais.
Para atingir o seu slogan “país rico é país sem pobreza” o governo Dilma tem o dever de acabar com a miséria das pessoas que passam fome, possibilitar acesso ao trabalho digno, possibilitar escola de qualidade em todos níveis e para todos os brasileiros independentes de sexo, etnia, crédulo, opção ideológica ou classe social.
Enfrentar de fato a necessidade de romper com o bloqueio econômico vigente no Brasil onde uma minoria elitizada tem tudo e uma maioria miserável é obrigada a morre de inanição por culpa do alem é urgente e para isso a Presidenta Dilma tem que garantir a estes milhares de famintos, dignidade cidadã através do acesso a Saúde, Previdência Social, Assistência Social, Educação e Trabalho.
Haverá uma gritaria desta elite de que não tem dinheiro e de que o Brasil quebrará, que isso é proselitismo, demagogia e todo tipo de mentiras, mas dados do IPEA (Inst. De Pesq. Econ. Aplicada) e o TCU (Trib. De Contas da União) defendem que não há falta de dinheiro e de que é possível montar-se um sistema solidário baseado nas necessidades sociais e não na capacidade contributiva de cada um, ou seja, que tem mais paga para quem não tem nada.
A inclusão de políticas universais assusta porque desafia a desigualdade e porque aponta para uma igualdade possível entre as pessoas.
Com todos tendo as mesmas oportunidades às conquistas individuais se darão pela competência e isso deixa a burguesia tremula.
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Foto de Itamar Santos. Vista da antiga Vila Chocolatão, ao lado prédio do INCRA/POA-RS |
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