
Ao ser aprovada no legislativo norteamericano a universalização do acesso aos serviços de saúde, o Presidente Obama, concorda com todos nós de que a mais de duas décadas militamos em defesa do Sistema Único de Saúde estamos no caminho certo.
Ao propor e lutar para que fosse este projeto se tornasse lei lá nos EUA, Obama se torna fiador do maior sistema publico de saúde no mundo, o SUS.
O importante desta história toda, não é o Presidente Obama, mas sim os 60 milhões de americanos e americanas que serão beneficiadas com esta atitude deixando de ficar a mercê dos planos privados de saúde.
Com o ingresso dos EUA na universalização de algum tipo de serviço publico fortalece a nível mundial esta pratica em todas as partes do mundo globalizado, ou seja, é um bom exemplo a serem seguidos pelos demais países.
É um exemplo a ser seguido por aqueles que afirmam ser os investimentos em saúde publica meros gastos sem retorno algum para o país.
O SUS foi concebido para atender a todos e a todas indiscriminadamente, mas a classe média que se acha mais que os pobres ficam a disposição dos planos privados de saúde até quando estiverem empregadas.
No desemprego, só lhes resta o velho e bom SUS.
Para se consolidar como o maior e o melhor sistema público no mundo os governantes brasileiros tem que colocar em pratica alguns mecanismos para estancar a privatização do publico e a estatização do custo como acontece quando os planos privados de saúde deixam de ressarcir o SUS quando este atende seus clientes sem ser devidamente remunerado pelo serviço prestado.
Assim como aconteceu quando o SUS salvou a vida do cineasta Fábio Barreto através de uma equipe de neurocirurgia de plantão na madrugada no Hospital Publico Miguel Couto, RJ.
Pela tabela de preços da rede privada de hospitais onde (não há plantões de Neurocirurgia)cobra-se R$ 100 mil pelas primeiras 12 horas de atendimento ao qual Barreto foi submetido.
O ressarcimento deste atendimento e de tantos outros em que o SUS é o único prestador de serviço como as hemodiálises, transplantes, AIDIS, as quimios e radioterapias serão devidamente cumpridas quando o Governo Federal fazer cumprir este preceito legal que esta inerte a mais de dez anos.
Para o SUS dar mais certo do que já é. O Governo Lula tem que assumir pra si esta tarefa e fazer com que as redes privadas de planos de saúde paguem o que deve ao SUS, alem de descontigenciar as verbas publicas a serem aplicadas na saúde dos brasileiros e das brasileiras.
Outro mecanismo que deve ser implementado definitivamente é o Cartão SUS, que a mais de 11 anos e R$ 400milhoes de gastos esta inacabado por culpa dos mesmos que se beneficiam dos desvios das verbas da saúde publica.
Com a universalização do Cartão SUS aos moldes da CNI - carteira nacional de identidade, alem de obrigar o devido ressarcimento dos gastos privados no publico teremos a devida referencia e contra referencia implementada no sistema, acabando assim com muitos gastos de idas e vindas dos usuários aos serviços de saúde.
MSN:itamarssantos13@hotmail.com
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