De geração em geração
a cultura e os costumes são transformados.
Mas
esse assedio imoral e ilegal não é uma exclusividade dos morros,
guetos ou das favelas miseráveis do Brasil, pois a charmosa Classe
média e a Classe alta que, em tese estaria livre da violência urbana, mas não esta e seus filhos estão disponíveis ao mesmo Crime
Organizado que age com requinte nas altas festas frequentadas pelos
“filhos e filhas de papai” regadas a muita vodca, Ecstasy e LSD.
Aquilo que há cinquenta
ou trinta anos atras era feio, imoral e proibido, atualmente é
liberado e moralmente aceito.
Tudo esta mais democrático e sem falsos moralismos pode-se fazer aquilo que achamos
certo, desde que não atinja o direito do outro.
Mas juntamente como toda
essa liberação há muita ignorância por falta de informação e
por fraqueza intelectual de uma grande parcela da juventude.
Aproveitando dessa
brecha social entra pesado o crime organizado, primeiramente
disponibilizando aquilo que a condição social não lhe permite
adquirir e a massificação de sua cultura onde a rebeldia é encarada como sendo uma qualidade dos jovens e que por serem jovens podem
tudo, sem limites.
Parte
dessa cultura vem através do Funk, que vamos combinar é uma
forma nojenta e machista que afeta principalmente as classes mais
baixas.
Por
ser um proposito machista o primeiro alvo são as meninas que recebem
uma carga de informações que lhes convence de que para ser “Uma
Mulher de Verdade” deve ser “Uma Mulher gostosa.”
Nas
comunidades da periferia a repetição dessa “verdade” é passada
de mãe para filha, até porque ambas concorrem entre si, pois a
idade da mãe para a filha não passa de 15 anos de diferença,
portanto Elas crescem achando que ser gostosa e desejada é a unica
coisa que importa.
Se
ela não for isso, será excluída dos grupinhos tops, não serão
notadas e paqueradas pelos chefes das bocas. Não são ensinadas a
se valorizar, não são ensinadas que elas não são apenas um corpo
gostoso para os homens. Quando adultas, percebem que deram uma baita
mancada e podem até mudar, mas já tem filhas que estão no mesmo
caminho, tornando-se um ciclo vicioso.
Dados
do Disque 100,serviço da Presidência da Republica do Brasil, sobre a violência sexual de crianças indicam que a cada hora foram
registrados três denúncias de abuso e exploração sexual de
crianças e adolescentes, em 2014.

Noticias
vidas do Planeta Atlântida nos confirmam essa pratica criminosa onde jovens de 14, 15,16 ou 17 anos participam de cenas deprimentes onde
ficam caídos de bêbedos,drogados e por isso inconscientes.
O
alto nível de drogadição proporcionou cenas de descontrole corporal
onde os adolescentes ficam nus, molhados, vomitados, com agitação
psicomotora causada pelo uso do que chamam de “balinhas”(Ecstasy)
ou “Selinhos dos Beatles”(LSD) , ou seja, sem limite e em
profunda degradação.
Isso
nos comprova que a alienação forçada de nossos jovens lhes
transformam em meros consumidores e reprodutores de uma cultura
dominante que de uma lado esta o Crime Organizado e do outro esta o também organizado, Mercado de Consumo onde ambos exploram a sociedade sem ser molestados.
Este
mesmo jovem que cresceu nestas facilidades das classes mais abastadas
são aqueles que chegam nas Universidade e praticam os tais “Trotes
Violentos”.
Essa reprodução e a
consequente perpetuação de trotes humilhantes e violentos,
machistas, homofóbicos, racistas, aplicados em calouras e calouros
são produto da mesma cultura colonialista que empurra os jovens
pobres e médios para o Crime Organizado e é passa hereditariamente
pelas classes dominantes contaminando todas as áreas da sociedade.
Os sobreviventes e ricos
reproduzem , pelo trote, o seu poder e quando doutores esse poder é
demonstrado pelo seu poder aquisitivo.
O contraponto a essa
realidade será a abertura cada vez mais das Instituições às
classes sociais antes excluídas do processo de aprendizagem desde as
series iniciais.
Outra frente de apoio
aos jovens são as iniciativas que vem das próprias famílias que
devem estar atentas as relações sociais em que seus filhos estão envolvidos e quando lhes falta poder de convencimento o caminho é a procura de ajuda nos serviços de Saúde, Assistência Social e no Conselho Tutelar .
São estes órgãos que
devem ser informados sobre os problemas em que crianças e
adolescentes estão envolvidos porque a prevenção é , ainda, a
melhor saída.
Denuncie!
Peça ajuda e nunca se cale frente a uma violência praticada contra
uma Criança ou Adolescente.
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