O Brasil vive um
momento de crescimento econômico onde milhares de pessoas deixaram
de viver na miséria passando a adquirir bens e serviços antes
imagináveis.
Mas, isso para uma
minoria rica e conservadora cria muitos empecilhos, pois este
crescimento vem apoiado em investimento do governo da Presidenta
Dilma que direciona estes recursos à classe trabalhadora,
historicamente marginalizada pelo sistema capitalista, dinheiro que
antes era canalizado a esta minoria rica.
Os ricos brasileiros se
escondem sob o falso manto democrático e através das mídias como a
rede globo e as redes evangélicas manipulam com facilidade milhares
de mentes jogando-as contra ao governo democrático da Presidenta
Dilma. Governo este que enfrenta uma permanente disputa no seu
interior advindo de uma imposição politica criada em 1975 pelo
General Goubery, então ditador de plantão, que lhe obriga a
conviver com uma “base de
apoio” extremamente
chantagista e corrupta.
Além disso, outros
problemas são contaminantes e alguns “companheiros”
quando estão no governo se acham os donos de tudo, mas são surdos
aos gritos do povo.
O
Povo não quer mais pão e circo, o povo quer salario, dignidade,
serviços públicos de qualidade, participação direta nas decisões,
reforma politica que acabe com a corrupção
encravada em todos os setores da sociedade brasileira.
A PRESIDENTA DILMA deve
exigir dos empresários aumentos de salários aos trabalhadores em
troca das isenções de impostos reduzindo assim os lucros
exorbitantes dos patrões brasileiros a começar pelos donos do
transporte coletivo que é caro e sem qualidade...
A internet, no momento
é uma importante e democrática ferramenta de mobilização e
democratização da informação apesar de ser espionado pelos EUA, o
que requer uma grande mobilização em sua defesa.
O foco desta
mobilização deve estar na compreensão de que o sistema capitalista
está falido e com ele os modelos de representação popular, isto
deve ser o principio da verdadeira mudança...
No Brasil e no mundo há
o domínio supremo do capital em detrimento do trabalho e com isso há
uma anomalia na forma de representação popular.
Desde os anos 80, do
século passado, estamos acostumados a elegermos, de dois em dois
anos, nossos representantes para o executivo e legislativo, ora para
o município, ora para o Estado e para União sem nenhuma politização
mais apurada onde uma maioria considerável de eleitores delega ao
eleito uma procuração em branco como se este fosse resolver todos
os seus problemas.
Estamos
em um momento oportuno para se debater novas formas de representação
social propondo ao povo uma participação efetiva e direta nas
tomadas de decisões podendo ser através de conselhos
populares por local de moradia e de trabalho garantido
através de uma reforma politica que estabeleça:
o
fim do senado, pela eleição proporcional das casas legislativas e
da câmara federal pelo numero de votos recebidos pela chapa
majoritária, pela eleição proporcional/legislativa em lista
preordenada sem direito a reeleição, pelo financiamento publico das
campanhas eleitorais, pela igualdade de direitos entre homens e
mulheres, brancos, negros e índios nas listas partidárias, e pelo
fim das coligações partidárias...

Ou esta mesma “classe
média” espera serem os ricos
de amanha apoiada por uma ditadura???
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