O secretário municipal de saúde demotucano de São Paulo teve publicado em ZH de 26-05-10, artigo propagandeando as Parcerias Públicas Privadas (PPP’s), mas omite a verdade que esta na imprensa do seu Estado.
A Rede Brasil Atual, nesta Quarta-feira, 26 de maio de 2010 publicou a seguinte noticia:
“MPF recomenda interrupção de terceirização da saúde no interior de SP Ministério Público Federal avalia que Prefeitura de Fernandópolis deixou de prestar serviços de saúde e os colocou sob a responsabilidade da iniciativa particular ao estabelecer parceria com Oscip.”
Se você já leu algo semelhante por aqui, não é mera conhecidência, pois o Governo Fogaça tem a mesma pratica Tucano pefelista.
O MPF do Estado de São Paulo atua em todo território paulistano.
“O Ministério Público Federal (MPF) em Jales recomendou ao prefeito do município de Fernandópolis (SP) que suspenda, no prazo máximo de 60 dias, o termo de parceria celebrado com a Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) Instituto de Saúde e Meio Ambiente (Isama). O MPF defende que o poder público municipal reassuma, dentro do mesmo prazo, a direção e a gestão operacional dos serviços de saúde da cidade, que foram transferidos para a entidade.”
“O SINDSAÚDE-SP na Sexta-feira, 21 de maio de 2010, ganhou na Justiça, que determina à Secretaria da Saúde pagamento dos 100% do Prêmio de Incentivo aos trabalhadores municipalizados em 90 dias sob pena de multa diária de 510 reais por dia.
Mesmo que o Governo recorra, a expectativa do SindSaúde-SP é de que o recurso não seja recebido no efeito suspensivo e a decisão deva ser cumprida imediatamente.
Precarização da saúde pública paulista esta estampada no caso do bebê:
Sem pessoal suficiente, só mesmo na propaganda e nas pesquisas oficiais a saúde vai bem em São Paulo.
O SINDSAÚDE-SP (www.sindsaudesp.org.br) na Quarta-feira, 12 de maio de 2010, questiona:
“O que dizer do caso do bebê levado do hospital Leonor?
A adolescente estava transtornada, enganou a todos e o caso felizmente terminou bem.
Mas o mal estar entre os trabalhadores do Leonor foi e ainda é grande. O sentimento de impotência paira mesmo sem serem responsáveis pelo fato.
É o mesmo sentimento que no ano passado os marcou o caso do bebê dado como morto e depois encontrado vivo por uma trabalhadora.
A luta permanente do SindSaúde-SP contra o desmonte da saúde pública no estado de São Paulo não é mera ação corporativa.
Ao denunciar a falta de pessoal, material e manutenção de equipamentos alerta ao Governo do Estado e à sociedade em geral a situação da saúde pública no estado.
Mais um ano o trabalhador da saúde não teve aumento salarial nem mesmo a reposição da inflação do período.
Isso acontece há anos. Agora somente os trabalhadores de 4 hospitais da rede devem receber um bônus de até um salário, parcelado em duas vezes, uma em setembro, outra em 2011.
O Governo promete incluir os demais hospitais até 2012. Bônus não é salário. Além disso, parte da categoria, que não atua nos hospitais ou está aposentada, não receberá nem essa bonificação.
A terceirização da gestão de unidades públicas para organizações sociais de saúde também faz parte do processo de precarização dos serviços.
O que pode significar fazer mais com menos na saúde? Não há reforma, pintura e mobiliário novo que cuidem da saúde de um paciente.
A imprensa também percorreu alguns hospitais depois do caso do bebê, conseguindo entrar nas unidades sem maiores problemas.
Com exceção do Leonor, todos terceirizados ou filantrópicos. A terceirização não melhora o atendimento nem o custo é menor, somente precariza as relações de trabalho e os serviços prestados.
A pressão sofrida pelos trabalhadores diariamente nas unidades resulta em casos como esses noticiados pela imprensa.
Não é por menos que a justiça julgou favorável ao SindSaúde-SP um ação de assédio moral da direção do Hospital Leonor Mendes de Barros contra três trabalhadoras.
Sem pessoal suficiente, mesmo nas unidades terceirizadas, com equipamentos quebrados e uma demanda grande de usuários só mesmo na propaganda e nas pesquisas oficiais a saúde vai bem em São Paulo”.
Estas são apenas algumas noticias de como “vai bem à saúde” no Estado de São Paulo.
itamarssantos13@hotmail.com
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segunda-feira, 7 de junho de 2010
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