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  A grande mídia silencia perante os avanços da Mulher na  sociedade brasileira e  na produção científica que produz  vida de forma gratuita...

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O Nosso Estado.

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Rio Grande do Sul

terça-feira, 23 de abril de 2013

A Borracheira.


Os anos passam e ela permanece firme a cumprir o seu papel silenciosamente, ou seja, protegendo-nos do sol escaldante do verão ou do chuvisco típico do inverno.

          Sua estatura lhe permite dominar um certo território onde todos passam por ela sem ela nada dizer, mas isso não significa que ela não sabia todos os segredos daqueles que já foram ou daqueles que estão chegando sem se perceber que estão sendo notados.

          A palavra território refere-se a uma área delimitada sob a posse de um animal, de uma pessoa (ou grupo de pessoas), de uma organização ou de uma instituição. 

O termo é empregado na política (referente ao Estado Nação, por exemplo), na biologia (área de vivência de uma espécie animal) e na psicologia (ações de animais ou indivíduos para a defesa de um espaço, por exemplo). 

Há vários sentidos figurados para a palavra território, mas todos compartilham da ideia de apropriação de uma parcela geográfica por um indivíduo ou uma coletividade e etc.

          Todos podem até acharem que se apropriaram deste território, mas nunca pararam para observa-lo e se o fizeram veem e calam-se perante o que veem por desatenção ou por pura impotência frente ao estado de coisas que acontecem no dia a dia onde somente a borracheira a tudo vê.

          Sua observação esta atenta às pessoas que passam por este micro território, as pessoas que se sustentam dele, sustento que vem da graxa de sapatos, da venda de algodão doce ou do baleiro que encanta as crianças com o seu sabor adocicado.

          Neste território esta apropriado pelo comércio que movimenta e sustenta a vida de muitas vidas, mas nem sempre esta pratica respeita a cidadania daqueles que dali sobrevive.

          Em sua solitária tarefa de testemunhar a vida, a borracheira, sabe que por ali transita o ilícito ou ilegal que vai desde a prostituição infantil que faz parceria com o trafico de drogas alimentando o comércio do submundo, ou quem sabe, o mundo real, bem como os desejos mais insanos que pode passar por velhas ou novas cabeças.

De dia ou à noite sua sombra abriga aqueles que têm este território como CEP assim como aqueles que seu CEP está nas avenidas mais ricas da cidade sem discrimina-los. 

Sem poder fazer nada, mas sabendo que alguém poderia fazer e acaba por não fazer pelo simples fato de não ter visto porque não parou nesta sombra para somente observar ou porque esta atormentada por conceitos que também transitam entre o que é democrático e o que é permissivo ou entre o que é direito ou o que é dever, ou ainda o que é opção de escolha ou a falta de opção ou ainda porque não há interesse em garantir cidadania porque seria muito dispendioso ao poder público e a tal "sociedade" que descarta aqueles não produzem, os corpos inúteis.

          No seu silêncio a Borracheira nos pergunta:
Até quando as pessoas vão ficar insensíveis com a opção do outro de ter como teto a sua sombra e como leito o banco da praça???

A resposta pode estar na recuperação da humanidade ou na redução da ganancia entre as pessoas.

Publicado no  facebook em 23-4-13.
         

sábado, 6 de abril de 2013

"Se essa rua fosse minha..."

Album Prisioneiros da Liberdade (https://www.facebook.com/photo.php?fbid=298675790160554&set=a.298203350207798.89960.100000544071159&type=3&theater)


            A rua pode ser encarada como se estiver ao ar livre ou como sendo o nosso endereço, nosso CEP que nos proporciona “ser”, ter origem, ou seja, ser um cidadão.

            A conquista da cidadania é uma luta social constante tendo em vista que há uma disputa injusta entre os membros desta mesma sociedade que oprime o outro para assim ter mais poder e mais riquezas.

            Nesta disputa presenciamos diariamente como vimos recentemente nos noticiários a aprovação pelo Senado brasileiro da lei que garante as Empregadas (os) Domésticas (os) os mesmos direitos dos trabalhadores da iniciativa privada após longos 2013 anos.

Período pelo qual esta mesma sociedade permaneceu calada frente a essa brutal exploração.

             Para mediar essa disputa animalesca ao longo do tempo se convencionou socialmente em ter um ente que se encarregaria de realizar esta tarefa. 

Ente esse chamado governo que depois de varias experiências podemos entender que são os governantes populares ou progressistas que são capazes de se deter nas questões sociais garantidoras de direitos coletivos.

            Atualmente vivenciamos um período importante onde o Governo atual e a sua Governanta promovem ações que atendam as necessidades coletivas daqueles que estão desprovidos de seus direitos elementares como a saúde, por exemplo.

            A saúde no Brasil através do SUS atua com o objetivo central de garantir estes direitos a todas as pessoas independentes de sua condição social e mesmo assim sofre uma grande oposição silenciosa de quem busca ganhar muito dinheiro sem se preocuparem com as reais necessidades da coletividade.

            O SUS a fim de enfrentar o preconceito que infelizmente existe na sociedade garante cada vez mais vias de acesso a seus serviços e neste sentido disponibiliza em varias cidades o Consultório na Rua.

            O Consultório na Rua vem para inverter a logica habitual de acesso dos usuários aos serviços públicos, atuando diretamente nos territórios onde se localiza a população em situação de rua realizando a sua abordagem e trabalhando a partir das suas necessidades em saúde respeitando o querer individual (a sua vontade).

            A definição da População em Situação de Rua como público alvo de mais este serviço tem haver por se constituir em um setor-produto da sociedade que descarta tudo aquilo que defina como inútil e estas pessoas tem em comum a garantia de sua sobrevivência por meio das atividades produtivas desenvolvidas nas Ruas, tenham os seus vínculos familiares fragilizados ou interrompidos e não tenham referência de moradia regular (sem teto, morador de rua).

            Não há “motivos” definidos cientificamente para que uma pessoa vá para uma situação de rua, mas geralmente esta vinculada ao uso abusivo de drogas e entre a farta oferta de entorpecentes, a vilã desta situação está no álcool, à cachaça.

            O que leva um homem sexagenário a deixar o conforto da casa de seus filhos e ficar na rua?
            Este mesmo homem bebe direto e assim deixa de se alimentar, atitude que pode lhe causar a morte. 

Este é um exemplo de centenas de casos existentes que me faz questionar “os motivos” necessários para que seres humanos façam esta “escolha” em nome de um prazer ou de uma liberdade carcerante.

            Esta “escolha” é produto da liberdade individual, de causas clinicas ou como consequência de ambas. E frente a esta realidade encontrasse familiares inertes na impossibilidade de “salvar” o seu pai ou irmão de uma morte anunciada que não é impedida em nome da “liberdade individual”.

            Mesmo nesta contradição o Consultório na Rua atua na produção de ações em saúde coletivas voltadas a população em situação de rua em diferentes locais da cidade, tendo como diretriz de trabalho, a Redução de Danos a partir da vontade dos usuários.

            A atuação destas equipes multiprofissionais garante a esse conjunto populacional marginalizado pelo preconceito social existente o acesso aos direitos humanos a eles negados garantindo-lhes cidadania e assim a possibilidade de acesso aos serviços de saúde, educação e assistência social.

Itamar Santos
Redutor de Danos
Consultório na Rua-Viamão-RS



             
            

terça-feira, 26 de março de 2013

A emergência e os seus protocolos



          Inicialmente quero reafirmar a minha defesa intransigente do SUS como sendo o melhor sistema público de saúde existente na atualidade, ainda em construção e por isso de forma coletiva porque envolve toda a sociedade com suas diferenças sendo isso um preceito constitucional brasileiro garantido ao povo brasileiro.

          A saúde pública tem abrangência universal e não existe critérios que possam ou que permitam excluir determinado segmento social de qualquer intervenção-atendimento do SUS aos seus usuários.

          As condições de saúde das pessoas em geral fazem parte de um processo maior que está vinculado à cidadania de cada um e cada uma de nós que inclui o direito à habitação, a uma alimentação adequada, à educação, ao lazer e aos bens culturais, à livre expressão das opiniões e ao pleno exercício dos direitos políticos.

          A falta de qualquer um destes direitos, influência na saúde das pessoas ou na falta de saúde causando sérios transtornos individuais saturando os serviços públicos disponíveis.

          Sob a hipocrisia dos adversários dos serviços públicos, defensores ardorosos das privatizações e do Estado Mínimo onde os investimentos governamentais com saúde ou educação são considerados como “gastos” impeditivos dos superávits que lhes garantiriam maiores recursos públicos a titulo de pagamento, da impagável, divida pública, que nada mais é, do que enriquecer os banqueiros.
 Por isso enfrentam-se cotidianamente lutas na implementação do SUS com os recursos a ele atualmente dispensados.

          Entre os vários problemas enfrentados advindos dos parcos recursos financeiros nos deparamos com uma rede de saúde em permanente formação onde a qualificação profissional e principalmente o compromisso com o serviço público deixa a desejar.

          A partir desta constatação até o constante colapso do sistema é fato onde a grande mídia tripudia verborizando a ineficácia do SUS e de seus servidores manipulando as verdadeiras responsabilidades de um sistema social que privilegia o capital ao invés do ser humano.

          Para permanecer atendendo em situações muito precárias onde a falta de pessoal e de espaço (Hospitais e Unidades de Saúde) é uma verdade criaram-se “protocolos” para regular o fluxo das pessoas nos mais variados serviços de saúde existentes no Brasil.

          Quando falamos em saúde entendo que seja um assunto sério e de extrema relevância. 

E as urgências ou emergências devem ser atendidas com rapidez e segurança para o trabalhador e o socorrido, mas nem sempre é assim.

          Na logica de controle dos fluxos de acesso aos serviços temos vários “protocolos” que podem ser exemplificados nas centrais de regulação das emergências hospitalares, acessadas pelo fone 192, nas emergências hospitalares pelos chamados “Protocolos de Risco” ou “Protocolo de Manchester” ou nas Centrais de marcação de consultas ou exames especiais.

          Sou um adepto da organização, portanto nada contra em organizar os fluxos, mas tudo contra a burocratização ou o descompromisso com os serviços.

          Outro dia liguei ao 192 e fui atendido por alguém para quem prestei todas as informações sobre a senhora que encontrei na via pública caída e com um forte sangramento na testa. 

Após me ouvir a pessoa da central de regulação me fez aguardar por mais de 10 minutos, pois teria que falar com o médico regulador.

          A senhora em questão foi levada ao hospital por uma Brigadiana em sua viatura da BM que passou naquele momento. Ficam as perguntas:

          Quanto tempo é admissível aguardar para ser regulado por um médico¿
          Tem que ser um médico para fazer esse trabalho?

          Faltam médicos?

          Muitas outras perguntas teriam a questionar, mas este é somente um dos serviços onde o acesso às emergências hospitalares é através de seus “protocolos de risco” que impõe aos usuários quatro horas de espera se no “protocolo” este foi “classificado” como “AZUL”, ou seja, onde não há risco de vida ao paciente (http://www.tolife.com.br/classificacao-de-risco/?lang=pt).

          Outra perguntinha: Porque este usuário não é encaminhado ao serviço de saúde certo para o seu caso ou não é atendido por um enfermeiro ou enfermeira?

          O Hospital de Clinicas de POA esta “testando” o referenciamento (referencia e contra referencia) destes pacientes as unidade de saúde mediante um acordo com a secretaria municipal de saúde da capital para que garanta o atendimento deste usuário na unidade de saúde mais próxima de sua residência impedindo que as pessoas permaneçam perambulando de serviço em serviço sendo mal atendida e assim desrespeitada em seu direito a saúde pública e gratuita.

          O SUS tem outros serviços que se propõe a acabar com esse desrespeito já em atividade como os ESF’s ( equipes de estratégia de saúde da família), acolhidas livres onde todos os usuários são atendidos por algum componente daquela equipe ( usada nos CAPS-Centros de Atendimento Psicosocial), Consultório na Rua, os quais abordarei em breve.

          O SUS é bom, só tem que se ter compromisso de gestão do gestor de plantão e de seus servidores como agentes promotores de qualidade deste sistema público de saúde exigindo sempre melhores condições de atenção aos usuários.
          Assim estaremos construindo coletivamente o SUS.



Em abril, também leia este artigo na Folha de Viamão.

“A dor da lucidez.”



            “O saber traz a luz da lucidez” frase do Professor Ângelo de Direito e Legislação de um curso que fiz em novembro de 2012, que me proporcionou compreensão sobre aquilo que vejo, mas não posso transformar imediatamente, fato oportunizado somente pelo saber adquirido pela educação.

            Todo aquele que sabe que algo está errado ou poderia estar melhor sofre por não poder concretizar esta mudança porque não lhes deixam ou porque a pessoa não quer se transformar, pois optou por viver daquele modo.

            A lucidez ou a alienação fazem parte da nossa existência, da nossa sociedade que optamos e lutamos por ser uma sociedade democrática.

            Para vivermos em sociedade temos que ter sociabilidade que é um processo pelo qual os indivíduos são educados-formados para participar desta sociedade. Este processo se dá em varias etapas de nossas vidas, pelas quais formamos nossas representações a cerca de nós mesmos, dos outros e da sociedade como um todo, ou seja, família, escola, trabalho, grupos de referência, religião e cultura.

            Violência e intolerância são características de nossa “sociabilidade” herdadas de nossa colonização que tem sido reforçada pelo individualismo, pelo consumismo e pela falta de consciência ecológica que vem moldando o significado da vida nisto que chamamos de “sociedade”.

            Para superar esses limites temos que ter “Consciência Ética”, ou seja, termos a capacidade de reconhecer no outro, mesmo diferente, a nossa propria humanidade. As pessoas não deixam de serem cidadãs pela sua condição econômica, crédulo ou etnia.

            Mas em nossa Viamão alguns colegas deixam de ter ou se esqueceram de exercitar a sua “sociabilidade” e sua “consciência ética” comprovadamente em seus artigos publicados em um semanário local nas ultimas duas semanas deste escaldante fevereiro de 2013, onde um deles chama os índios de “parasitas e mendigos” classificando-os de “sérios e não sério” por estar tomado por resquícios de uma cultural genuinamente colonial demonstrando ai o seu profundo desrespeito a cultura de um povo.

            A presença das Índias e de suas crianças nas esquinas de Viamão faz parte de sua cultura que se propõe a adquirir a sua subsistência através da venda de seus produtos advindos da natureza ato que por si só nos mostram serem um povo de consciência ecológica muito mais elevada daquela que predomina no meio daquilo que chamamos de sociedade.

            Que esbravejem os pseudos democratas pelo que escrevo dizendo ser um “discurso da esquerda festiva” porque o povo Índio não é mendigo, sério ou menos sério, pois é um POVO merecedor de respeito e todo aquele que prima pela boa sociabilidade entre os povos deve estar ao seu lado garantindo-lhes os seus direitos.

            As Índias e suas crianças não são mendigos ou parasitas desta tal sociedade, são cidadãs e trabalhadoras desta terra que lhes foi roubada pelos nossos ancestrais europeus.

            Se há algum pária por aqui são os arianos desbotados.



Publicado na 2 quinzena de março de 2013 no JORNAL FOLHA DE VIAMÃO.    
            

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Terra Nova.



          Mais um ano inicia e as retrospectivas surgem em todos os meios de comunicação com se os acontecidos nunca estivessem acontecido, mas não há mais a necessidade de olharmos mais no retrovisor seja ele de que meio for. É urgente nos atermos é em nosso futuro como humanidade que habita o planeta terra.

          Temos que fazer são previsões sobre o nosso futuro, pois a cada novo período vem às mesmas coisas tanto na tv como nas crises ambientais pelas quais o nosso planeta sofre e se repetem. E neste 2013 não foi diferente.

          Nas tv’s as festividades são as mesmas de sempre e nem o jingle eles criam novo e o que vimos esta há anos embalando os sonhos consumistas incentivados descompromissadamente pelos mesmos meios de sempre que causam em todos os verões o derretimento dos morros de lixo que o povo pobre é obrigado a ocupar na tentativa inglória de ter uma vida feliz.

          As retrospectivas de até então nos provam que a humanidade cada vez mais emburressem e assim alienam-se ao ponto de todos nós deixarmos de ir ao zoo para ir ao shopping e em jaulas de vidros idolatrarmos pessoas que se reivindicam humanos que pela 13ª vezes se submetem a ganância do circo eletrônico expondo-se em troca dinheiro fácil que incentiva uma legião de ignóbeis a investirem suas vidas na insana procura da plástica perfeita. 

Mal sabem eles que aqueles que se expõe ao ridículo são a podre exceção de um  sistema que lhes usa também na exposição.

          A necessidade humana neste século é a de repensar a sua forma de produção e consumo.

          Já está mais do que provado, que do jeito que esta, nosso fim será logo em breve pelo simples fato que o planeta não aguenta mais a agressão que é submetida onde somente os pobres pagam esta conta que os ricos se omitem de custear, mas inflacionam uma produção desnecessária e nada planejada.

          Para atender a ganância dos muito ricos os governos do planeta planejam “incentivos” para que seus bens sejam cada vez menos taxados para que assim aqueles que querem ser ricos comprem, mesmo sem necessidade, só para demonstrar ao seu grupo social que esta “na moda”.


          Isenções milionárias que garantem superficialmente trabalho ao povo trabalhador, mas ao mesmo tempo retira trilhões da saúde pública, educação, habitação e drenagem urbana, já descontada outros trilhões consumidos pela corrupção capitalista.

          Por mais que os governos tentem conciliar trabalho, consumo e meio ambiente saudável assistiremos esta retrospectiva e a mesma perspectiva que ano a ano presenciamos.

          Antes de todos, somos nós, do povo que temos que nos conscientizar que desse modo não vamos sobreviver muito tempo e em breve as profecias da ficção de Steven Spielberg se tornarão realidade e uma Terra Nova teremos que achar para podermos, simplesmente, respirar.

          Esta Terra estará na era jurássica de Spielberg ou teremos que realizarmos viagens interplanetárias e com ET’s convivermos uma vida galáctica ou ainda temos uma sobre vida ate a próxima premunição catastrófica do fim do mundo para nos preocuparmos com o lixo que cada um de nós produz e como gastamos o nosso salário a cada dia?


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Uma Guerra de Classes esta em curso no Brasil.



            A ofensiva contra Lula não tem mais limites, Julgamento do mensalão, Operação Porto Seguro e agora o vazamento na imprensa de novo depoimento feito à Procuradoria-Geral da República por Marcos Valério, réu condenado a 40 anos de prisão.

            É uma guerra sem quartel, sem data para acabar.

            Não bastava condenar os dirigentes do PT acusados no processo do mensalão. O objetivo maior era e é demolir a imagem do principal líder do partido que completa dez anos no governo central agora em janeiro.

            Os antigos donos do poder simplesmente não se conformam de ter perdido o controle do país depois de 500 anos de domínio e de saque das riquezas desta terra.

            Não há Santos não, mas Lula foi e esta sendo vitima de preconceito da elite podre desse país, que tem seus tentáculos na grande mídia.

            O PT como todos os partidos tem seus personagens inescrupulosos, mas quando é do PT é noticia nacional em todos os jornais do dia e da noite. 

Tantos outros também sofreram com isso: Leonel Brizola, Miguel Arraes, Luíza Erondina, etc.

            O problema todo é que o brasileiro é norteado pela televisão e pelos instrumentos de massas e tudo que apresentam nesses instrumentos é tido como verdadeiro, falta a consciência independente e crítica em grande parte da população que se deixam levar pelos “formadores de opinião” sem se darem conta que estes formadores tem interesses individuais e coletivos para irem contra as politicas que estão sendo implementadas pelos consecutivos governos do PT.

            Pode ser que Lula tenha sido vítima de sua fraqueza, mas qual fraqueza?

            A de não ser um letrado com "nível superior"?

            Os outros que governaram o país, não são perseguidos assim.

Fernando Henrique que comprou sua reeleição, dizia pra esquecerem o que ele escreveu quando era sociólogo, Sarney na Academia de letras, Collor nem se fala... E este foi inocentado pelo mesmo STF que agora condena os petistas sem provas matérias dos crimes a eles imputados.

            O que foi roubado no passado recente pelos outros não é valorizado. O que esta em curso no Brasil é uma Guerra entre classes sociais onde LULA e DILMA que representam a politica do PT são os alvos principais desta Luta onde o outro lado se esconde quando omitem a sua opção ideológica e o partido que representam.

            Só quem sabe são aqueles que conseguem fazer uma leitura deste momento politico onde à mídia representam os ricos deste país que estão a serviço dos grandes capitais nacionais associados aos capitais internacionais que pagam muito bem para que Lula, Dilma e o PT sejam afastados do Brasil para que assim possam continuar saqueando as riquezas brasileiras como o Petróleo e a água potável que se encontra em nosso subsolo, entre outras tantas riquezas.

            Além de ser uma Guerra contra um símbolo da redemocratização brasileira o que estamos presenciando é um verdadeiro ataque a democracia brasileira e mundial onde uma classe social não aceita a vontade popular que por três eleições consecutivas elegeu o Projeto Popular Petista para governar o seu País.

            Governo este que neste período inclui milhões de brasileiros na cidadania garantindo trabalho, renda para si e suas famílias e apoio social aqueles que não conseguem ingressar no mercado de trabalho, ainda dominado pela logica perversa do mercado (outro biombo para esconder a realidade capitalista).

            Estamos atentos e lutando nesta guerra em defesa da democracia e de seu governo democraticamente eleito pelo nosso povo brasileiro.



O crime organizado e o sistema capitalista.




            O Capitalismo utiliza-se de suas praticas e por dentro de sua legalidade no plano econômico-social (neoliberalismo) gera a exploração do corpo útil (o trabalhador) e no plano politico-jurídico (neoconservadorismo) geral o extermínio do corpo inútil (o trabalhador que não produz na velocidade que o sistema exige).

            A exploração e a matança esta intimamente ligada à ausência de justiça social, salários baixos, desemprego generalizado que geram as condições para o aumento da violência e a sua consequente criminalidade que por sua vez geram tortura, aprisionamento massivo e por fim a eliminação física que por muitas vezes presenciamos nas incursões policiais nas favelas, nas guerras entre criminosos e destes com as forças policiais ou aquelas que acontecem diariamente nos presídios hiper lotados espalhados pelo país onde há uma “seleção natural” de quem vive ou morre.

            O discurso que legitima explorar o corpo útil e eliminar o corpo inútil é a infalibilidade do mercado, o mercado é autorregulativo, a livre circulação de mercadorias e de capitais, a concorrência por si só é suficiente para garantir o mercado e o hiper punitivismo apoiado pelo populismo penal, discurso este sabemos que só faz agravar a já precária situação do povo miserável do Brasil e do mundo.

            Por isso e com isto a nossa democracia esta sempre ameaçada tento em vista o avanço galopante da violência e do crime que cumprem o papel sujo do capitalismo, pois regula a vida e a morte das pessoas neste sistema entre outras coisas e servira como justificativa para ações autoritárias daquele que no passado recente mataram em nome da “lei e da ordem”.

            Além de fazer rapidamente e sem a participação, mesmo que parcial, da justiça o crime organizado executa através da morte o controle pela imposição da força daqueles que por ousadia querer contrapor as ordens do sistema.

            O Crime Organizado a partir de 2001 tem um novo ordenamento através da Lei nº 10.217-01 que inclui e pune os crimes praticados por “quadrilha ou bando, organizações ou associações criminosas de qualquer tipo”.

            Existem inúmeras organizações criminosas no Brasil e no mundo, o que as diferenciam umas das outras são as suas estruturas e os objetos dos crimes, sendo que praticam todos os tipos de crimes imagináveis, desde os crimes hediondos aos crimes de corrupção.

            Embora os objetivos específicos estejam bem definidos, ou seja, angariar dinheiro, riqueza e poder, a estrutura de cada Organização Criminosa esta ligada a uma estrutura empresarial que mantem uma rígida hierarquia.

            E nesta empresa “não é admitido à mentira, traição, inveja, cobiça, calúnia, egoísmo e interesse pessoal, bem como a pratica deva ser da verdade, fidelidade, hombridade, solidariedade e o interesse comum ao bem de todos, porque somos um por todos e todos por um”, conforme diz o estatuto redigido quando da criação do PCC (primeiro comando da capital), em 1993 na Casa de Custódia de Taubaté, a 130 km de São Paulo, o chamado Pinheirão.

            Este e outros grupos criminosos mantem um rígido sistema disciplinar e financeiro onde seus membros são obrigados a contribuir financeiramente com a “Empresa” o que lhes permite, mesmo de dentro dos presídios, manter seus “colaboradores” unidos em busca de seu objetivo principal que é o lucro.

            E este lucro esta livre de qualquer controle da sociedade, pois não são computados os impostos que deveriam ser cobrados das fortunas movimentadas pelo Crime Organizado nos seus mais variados ramos de atividades que perpassam desde o tráfico de drogas ao comércio de seres humanos. São milhares de dólares e de euros que circulam livremente pelo sistema capitalista sem que nenhuma grande rede de TV dedique uma palavra contra estes crimes de lesa Pátria que acontece no Brasil e em todo o mundo.

            Será porque este silêncio... Será porque não é proibido a fabricação de armas mortíferas no mundo e como estas armas são contrabandeadas livremente movimentando outros milhares de dólares... Como estes recursos e onde vão parar, pois não andamos com milhares de dólares no bolso!!!

            Ao responder a estas indagações perceberemos que o Crime Organizado esta intimamente ligado ao sistema Capitalista mundial fazendo parte de sua estrutura econômica, politica e social.

            Simplesmente por ser a forma mais rápida de se ter lucro fácil não importando o custo social que isso possa causar, pois economicamente este lucro esta garantido e mais; garante o poder politico através das praticas corruptivas, bem como da participação direta de seus membros na politica dos países, socialmente em todas as áreas de formação educacional formando membros qualificados para atuarem em suas “empresas” e socialmente atuando nas comunidades dominadas pelo Crime, substituído o Estado tanto no papel social como o papel repressor e neste como juiz e executor, ou seja, matando sem piedade aqueles que não uteis ao sistema.



sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Relembrando a história.



          A história da humanidade nunca foi muito democrática, ou melhor, nunca foi democrática.

          Sempre primou no planeta à lei do mais forte e os ventos democráticos pouco ventilam a vida dos povos, principalmente aqueles que detêm menor poder político-econômico.

          O desrespeito humano era tão grandioso e maldoso que a humanidade ao decorrer foi evoluindo e se auto preservando e o que antes era domínio Real passa ao controle comum da sociedade.

          A partir da Revolução Francesa (entre 5 de maio de 1789 e 9 de novembro de 1799, alteraram o quadro político e social da França.) que ate então era controlada pela Realeza que explorava criminosamente o seu povo passa a ter maior liberdade.

          A queda do reinado Frances trouxe muitos avanços para a humanidade, mas a classe trabalhadora permaneceu sem ter garantias e somente a burguesia flagrou ganhos e a exploração dos trabalhadores permanece ate os dias atuais.

          Nestes 213 anos o capitalismo aprimorou o seu poder político-econômico consolidando-se em todo o globo terrestre, com raras exceções.

          Neste período o mundo passou por duas grandes guerras mundiais onde as grandes potências mundiais medem força a fim de consolidarem o seu poderio e ainda vivemos com muitas guerras setoriais patrocinadas pelos mesmos princípios genocidas de antes.
          Com o final da 1ª grande Guerra Mundial nasce o que seria o maior líder destrutivo que jamais vimos. Adolf Hitler se constitui no grande líder do povo alemão e constrói o Estado Nazista suspendendo o Estado de Direito (é o fim do principio da legalidade), cria o Estado de Exceção através do histórico Decreto 33 que estabelece o Estado Escatológico que trata os seres humanos como coisas, insetos.

          Neste período o mundo presenciou o extermínio dos corpos dos inferiorizados e dos estranhos praticados a mando da mente maligna de Hitler que elegeu os povos Judeus, Negros e os Ciganos como sendo seres inferiores.

          Sob o signo deste louco que sofria, entre outras loucuras, de riparofilia (aquele que tem prazer em fazer sexo com o parceiro sujo, imundo, fedorento), criou os chamados campos de concentração e neles levou acabo o extermínio de milhões de homens, mulheres e de crianças.

          Este extermínio era executado sob o manto da ciência e justificado pelo cientificismo biológico e antropológico onde os “inferiores” tem que passar pelo processo de eugenia (Ciência que se ocupa do estudo dos meios para melhoria da espécie humana; eugenismo). Os cientistas e médicos alemães realizavam experiências em pessoas vivas (judeus, negros e ciganos) como, por exemplo, “congelar uma pessoa ate que esta morresse, ou seja, ficavam sabendo que a pessoa morria quando a agua atingisse 40ºC e este dado era imediatamente repassado as suas tropas nos campos de batalha.”.

          Frente a esta aberração a burguesia mundial vê-se estarrecida, domina e destrói o Estado Nazista e cria mecanismos legais que privilegiam a Dignidade da Pessoa Humana que passam a ser um Direito Fundamental Universal.

          Os povos mobilizam-se em todo o mundo a fim de impedir que fatos como estes se repitam e a democracia passa a ser perseguida a cada dia e cada ato de desrespeito com a pessoa humana passa a ser denunciado.

          Este novo modo de ver as relações humanas chama-se de Neoconstitucionalismo que busca a eficiência Constitucional onde o texto deixa de ser meramente retorica, passando a ser mais efetivo.

          Em razão da evidenciação de novos direitos e das transformações do Estado, que era autoritário-absolutista passa para liberal e de liberal para social, podendo-se inclusive, chamar de Estado Pós-Social de Direito, cada vez mais se percebe uma forte influência do Direito Constitucional sobre o direito privado.

          Mas este Estado Pós-Social que é garantido por Constituições que tem como principio a Dignidade da Pessoa Humana, como esta grafada em nossa Constituição, sofre ataques permanentes das classes dominantes mundiais, pois não é de seus interesses manterem este Estado que privilegia a democracia com garantias de direitos a todos por igual.
          Esta luta permanente existe porque vivemos em um Estado que embora tenha uma Constituição garantidora de direitos vive sob o signo do Capitalismo e este Capitalismo passa a ser Ultraliberal e beira aos Estados de Exceção que primam por tratarem os seres humanos como coisas ou insetos (Estado Escatológico).

          Este Capitalismo utiliza-se destas praticas e por dentro de sua legalidade no plano econômico-social (neoliberalismo) gera a exploração do corpo útil (o trabalhador) e no plano politico-jurídico (neoconservadorismo) geral o extermínio do corpo inútil.

          A exploração e a matança esta intimamente ligada à ausência de justiça social, salários baixos, desemprego generalizado que geram as condições para o aumento da violência e a sua consequente criminalidade que por sua vez geram tortura, aprisionamento massivo e por fim a eliminação física que por muitas vezes presenciamos nas incursões policiais nas favelas, nas guerras entre criminosos e destes com as forças policiais ou aquelas que acontecem diariamente nos presídios hiper lotados espalhados pelo país onde há uma “seleção natural” de quem vive ou morre.
          O discurso que legitima explorar o corpo útil e eliminar o corpo inútil é a infalibilidade do mercado, o mercado é autorregulativo, a livre circulação de mercadorias e de capitais, a concorrência por si só é suficiente para garantir o mercado e o hiper punitivismo apoiado pelo populismo penal, discurso este sabemos que só faz agravar a já precária situação do povo miserável do Brasil e do mundo.

          Por isso e com isto a nossa democracia esta sempre ameaçada tento em vista o avanço galopante da violência e do crime que cumprem o papel sujo do capitalismo, pois regula a vida e a morte das pessoas neste sistema entre outras coisas e servira como justificativa para ações autoritárias daquele que no passado recente mataram em nome da “lei e da ordem”.



quarta-feira, 14 de novembro de 2012

STF “O Tribunal Classista”.



          O Brasil vive momento impar em sua historia contemporânea e há aproximadamente seis meses a mais alta corte da Justiça deste país diz que “Julga” o que se apelidou de “mensalão”, um dos mais divulgados atos de corrupção realizados no país.

          Como se fosse uma partida que decidia um campeonato brasileiro ou o desfile da Sapucaí as televisões nacionais e internacionais cobriram isto como sendo um grande feito antes nunca acontecido no Brasil.

           O mais absurdo é não ver ou ouvir uma nota sequer sobre a defesa dos 40 ladrões, pois o Dr. Procurador Geral da República, acusador, vez questão de incluir no seu processo este número de réus para fazer uma analogia esdruxula com os contos escolares.

          Entre os absurdos arrolados nisto que chamam de “julgamento” está à frase proferida pela Juíza Rosa Weber:” Não tenho prova cabal contra ele (José Dirceu), mas vou condená-lo porque a literatura permite”.

          Eu não falei nada!

          Quem falou foi uma juíza do SUPREMO, fato que comprova que esse é mais um julgamento politico e parcial, pois o mesmo Tribunal libera o assassino da freira Dorothy Stang, condenado a 30 anos de prisão, mas mesmo assim o fazendeiro Reginaldo Pereira Falcão, preso em Altamira, Pará, desde novembro de 2011, esta livre por ordem destes mesmos juízes. http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,stf-concede-liberdade-a-fazendeiro-acusado-de-matar-dorothy-stang,919818,0.htm

          Mais um motivo para afirmar e denunciar publicamente que a justiça no Brasil é parcial, classista e mancomunada com o que há de mais reacionário e extremista deste país, ou seja, o latifúndio, os banqueiros e os proprietários dos meios de comunicação (rádios, jornais e televisão).

          Corrupção e parcialidade jurídica alimentam as condições para que seja criado por estes extremistas de direita um golpe de Estado como aqueles que aconteceram recentemente aqui na América Latina, em especial o golpe Paraguaio, que foi criminosamente executado pelo poder judiciário daquele país.

          Outro ingrediente poderoso desta sórdida receita é os atos orquestrados pelo Crime Organizado, sim organizado, porque tem uma organização hierárquica empresarial que se constitui em uma importante ferramenta do sistema capitalista onde movimenta milhões de dólares e euros sem o crivo dos fiscos governamentais.

          A isto a imprensa capitalista (PIG-Partido da Imprensa Golpista) insiste em denominar de “Guerra Civil” para dar à conotação politica à esquerda da ideologia que lhes convém.

          E a mais esta investida criminosa destes veículos de Desinformação repudia esta tentativa de desestabilização da democracia Brasileira e do Governo da Presidenta Dilma e do PT. 

Artigos como o publicado em ZH e assinado por Paulo Brossard (12-11-12) e dos comentários de Lasie Martins no JA - RBS de 14-11-12 são indícios desta estratégia permanente levada por este setor com a única finalidade de golpear a democracia e assim tomarem o poder politico outra vez no Brasil.



Publicado e no facebook em 14-11-12.
         

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

O Nacionalismo de Dilma.




            Em artigo publicado recentemente em O Sul (http://.sul21.com.br/jornal/)  “O nacionalismo econômico da Era Vargas e o governo Lula-Dilma Rousseff: retomada de um projeto?”, Cássio Moreira, economista, doutor em Economia do Desenvolvimento (UFRGS) e professor do IFRS – Campus Porto Alegre   http://www.cassiomoreira.com.br/ faz uma analogia histórica entre o trabalhismo de Vargas, João Goulart e o PTB do século passado com o atual governo Dilma.

            Relembra que “Vargas defendia um projeto baseado no nacionalismo econômico e o Estado Novo trouxe a consolidação do estado nacional e, dentro do projeto industrializante, as leis trabalhistas para os trabalhadores da cidade.”.

            Resgata que “nas eleições de 1950, Getúlio concorreu à presidência e voltou ao poder em 1951. Num primeiro momento, ele começou uma política econômica mais estabilizadora e, depois, consolidou o nacionalismo econômico, com a criação de estatais como a Petrobras e o BNDES. Havia, neste período, uma pressão cada vez maior da mídia, que acusava Vargas de corrupção. Até que, em 24 de agosto de 1954, Vargas se suicidou, adiando o golpe de Estado que ocorreram dez anos depois.”.

            Quero concordar em parte com o nobre mestre, pois a nossa Presidenta foi contemporânea deste período onde parte da esquerda brasileira estava ligada ao trabalhismo de Vargas, herdado por Brizola e Jango.

            De que o projeto de governo de Jango quando este chega ao Governo brasileiro era algo muito além de seu tempo tendo em vista a dependência das elites brasileiras aos ditames internacionais e aos seus próprios interesses locais.

            De que o Trabalhismo Brasileiro, assim como o Trabalhismo mundial se estabelece como sendo um projeto que pode ser “viável” as elites nacionais, tendo em vista o grande poder politico e econômico que exercem na sociedade local e mundial.

            Neste sentido Dilma resgata este viés “trabalhista” que teve como formação para utiliza-lo como estratégia de governo, o que para mim, não passa disso.

            Ate porque entendo que os Governos de Lula e Dilma são parte de um grande processo transitório para um projeto social onde o conjunto da população brasileira possa compreender que não há possibilidades de convivência harmoniosa entre o capitalismo e o bem estar generalizado de um povo.

            No momento em que nossa população compreender essa diferença entraremos em um processo de transformação social tamanha visando um projeto socialista onde os meios de produção estarão à disposição da humanidade e não para a sua simples exploração.

            Neste período onde a democracia vigente comandar o espetáculo estaremos em permanente disputa de projeto e assim e por enquanto um projeto que tenha origem na classe trabalhadora merece o nosso respeito e apoio.

            Isso significa dizer que estamos atentos “as pressões das mídias sob os nossos governos” porque isso tem o claro objetivo de criar as condições para um possível golpe de governo.

           

6ª Conferência Estadual de Saúde, de 1 a4 de Setembro de 2011, em Tramandaí/RS

14ª Conferência Nacional de Saúde, de 30 de Novembro a 04 de Dezembro, em Brasilia.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.

1ª Conferência de Saúde Ambiental de Viamão.
Itamar Santos é eleito Delegado à etapa Estadual.

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual

Representantes de Viamão na I Conferência Nacional de Saúde Ambiental-Etapa Estadual
Verônica-PMV, Delmar-ONG, Simone-UAMVI, Itamar Santos-Mov. Sindical.

A Igreja Matriz de Viamão.

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Referência de um Povo.
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As 10 estratégias de manipulação midiática, por Noam Chomsky

Neoliberalismo e Globalização. Saiba o que são!

Juizes e suas Mordomias! Isso o JN não mostra.

CHÊ

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O Maior Revolucioário que já viveu!!!

Bandeira do nosso time.

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Charges que falam por si!!!!

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Sarney

Ataque aos Trabalhadores I

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Bm usa cavalaria contra MST em São Gabriel.

Ataque aos Trabalhadores

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Trabalhadores encurralados pela BM em São Gabriel.

Assassinato do Trabalhador Rural Elton Brum em São Gabriel-RS

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Marcas do tiro de calibre 12, arma da BM do Governo Yeda(PSDB,PMDB,PTB,PP,DEM) - Fotos do rsurgente-

Assassinato de São Gabriel

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Tiro a traição, da BM, mata trabalhador rural em São Gabriel.

A Guerra.

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BM usa armas de guerra contra MST em São Gabriel.

Paim prestigia ato em Viamão.

Paim prestigia ato em Viamão.
Paim observa discurso de Itamar Santos.

E o Congresso?

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Sarney

Os Congressistas.

Os Congressistas.
Da coleção Sarney 2009

Visitantes. A partir de 05/10-2009

Paim em Viamão.

Paim em Viamão.
Ronaldo, Senado Paim, Itamar Santos e Ridi.