Quem militava em 1989, passou parte de sua vida tentando compreender e explicar por quais motivos aconteceu o desmanche do chamado campo socialista.
Os que militam hoje estão diante da necessidade de compreender, explicar e principalmente intervir na crise que tem por epicentro dos Estados Unidos.
Além do interessante debate acerca das causas "micro" da crise e sobre a dinâmica da economia estado-unidense, é preciso levar em conta o enquadramento "macro".
Em primeiro lugar, a crise atual tem origem nos anos 1970: foi para reagir à crise de então, que o grande capital e os governos dos Estados Unidos e Inglaterra desencadearam um movimento ideológico, político, militar e econômico que produziu o que chamamos de hegemonia neoliberal.
Quase quarenta anos depois, assistimos a crise e ao esgotamento daquela "solução" neoliberal. Mas não voltamos ao ponto de partida. O mundo atual é muito mais capitalista do que o mundo dos anos 1970, uma vez que foram removidas as limitações impostas pela existência do "campo socialista" e pela força da esquerda no interior dos países desenvolvidos.
Também por isto, a crise atual será muito mais complexa e muito mais profunda. Até porque não se trata de uma crise meramente "financeira", entre outros motivos porque o crescimento da especulação financeira é em si mesmo uma conseqüência da própria dinâmica contraditória da acumulação capitalista.
Em segundo lugar, o esgotamento do neoliberalismo coincide com o declínio relativo da hegemonia dos Estados Unidos, sem que haja no horizonte um substituto e sem que as instituições políticas formadas na pós-Segunda Guerra sejam capazes de "administrar" a situação.
Declínio relativo: os EUA continuam sendo a potência hegemônica no terreno ideológico, político, militar e econômico inclusive. Mas esta hegemonia enfrenta crescentes problemas e contestações, parte deles (ironicamente) decorrentes da grande vitória que os EUA obtiveram contra os socialistas, social-democratas e nacional-desenvolvimentistas, ao longo dos anos 80. Evidentemente, não está nos planos dos EUA perder influência. O pano de fundo das eleições presidenciais de novembro deste ano não é como "organizar a retirada", pelo contrário. Não se deve descartar que desta crise surja uma hegemonia renovada, tanto do capitalismo, quanto até mesmo dos Estados Unidos.
Por tudo isto, muito ao contrário do fim da história, o que vivemos e seguiremos vivendo pelo próximo período é uma brutal instabilidade. Inclusive porque o intenso "desenvolvimento" econômico da era neoliberal e suas conseqüências (ambientais, sociais, militares, políticas) enfraqueceram e transbordaram todas as instituições políticas.
Qual a duração, qual a profundidade e quais as repercussões da crise?
Não está claro, ainda. Mas é notável que, no lugar do catastrofismo de esquerda, estejamos assistindo ao catastrofismo de direita: de respeitáveis acadêmicos até especuladores profissionais, cresceu o número e a estridência dos que vaticinam o caos sistêmico, apontando na situação a mistura de traços do pré-Primeira Guerra com a crise dos anos 1930 nos EUA, cujos efeitos –sempre é bom lembrar— não foram totalmente superados pelo New Deal, mas sim pela Segunda Guerra.
Mesmo que descontemos a ignorância, o oportunismo e o pânico presentes em algumas destas análises, especialmente as tupiniquins, que no fundo querem é estimular o caos para com base nele fazer oposição a Lula, é preciso lembrar que onde há muita fumaça, algum fogo há. Até porque eles sabem, às vezes melhor do que nós, o tamanho da lambança feita nos mercados financeiros que, até ontem, eram prova máxima do "engenho criativo" e do "espírito animal" do capitalismo.
Por isso, um olho no gato e outro no peixe. Estamos em melhores condições de enfrentar esta crise, em alguma medida porque o atual governo (especialmente no segundo mandato) adotou políticas distintas do receituário clássico neoliberal. Mas o tamanho da crise não permite discursos ingênuos sobre o "tamanho das reservas", nem crenças tolas nos supostos bons procedimentos das grandes empresas nacionais.
Do que precisamos é dobrar a aposta no mercado interno e na integração continental; estabelecer controles sobre a entrada e saída de capitais; alterar a política de juros; fortalecer pesadamente o Estado e a soberania nacional sobre os recursos estratégicos, por exemplo, ampliando o controle da União sobre as ações da Petrobrás. Medidas em defesa das maiorias, o que inclui manter e ampliar as políticas sociais e as políticas orientadas ao desenvolvimento econômico.
O sonho nada secreto da direita é realizar, em 2009-2010, aquilo que eles desde 1989 diziam que aconteceria durante o governo Lula: o caos, a crise, o desgoverno. É preciso lembrar que a crise atual foi provocada pelas políticas que eles sempre defenderam; e que o Brasil está mais protegido, porque recusou estas políticas. Ou ninguém se lembra da Alca?
Não basta, entretanto, lembrar que estávamos certos nas batalhas ideológicas de ontem e seguimos certos nas de hoje. É preciso, também, travar a batalha do futuro, acerca do redesenho da ordem internacional. E fazê-lo de uma perspectiva socialista, pois afinal de contas o que está aí é uma crise do sistema capitalista. E só nós faltava, na hora da crise, ajudar o bicho a se levantar de novo.
Valter Pomar
Secretário de relações internacionais do PT
ver.itamarsantos@terra.com.br
Publicado no www.melhordetodos.com.br em 10/10/08.
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sexta-feira, 10 de outubro de 2008
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
O tostão X o milhão.
Primeiramente quero agradecer a todos e a todas que votaram em mim, bem como aqueles (as) que me ajudaram de uma forma ou outra nesta campanha eleitoral. Muito Obrigado!!!!
Com uma campanha do tostão contra o milhão, eu enfrentei uma campanha árdua e desleal onde o capital se manteve a frente da boa política.
O eleitorado contaminado pelo discurso fácil da grande mídia de que “todo político é ladrão” acabou se traído e votou naquele(s) que mais utilizaram de expedientes incluídos no rol de crimes eleitorais sendo co-autores desse mesmo ato ilícito.
Numa eleição desfigurada pelo uso de muito dinheiro, houve abuso do poder econômico de diversos candidatos com campanhas milionárias financiadas sabe-se lá por que tipo de “investidores”. No meu caso foi muito difícil atingir o número necessário de votantes para que fossemos eleito.
Nossa campanha foi muito simples onde os companheiros e companheiras que nos ajudaram voluntariamente, nas horas de folga dos seus trabalhos, fizeram um belíssimo trabalho que fez com que atingíssemos 551 votos.
Espero que os eleitos para o Legislativo Viamonense possam honrar a nossa cidade denunciando toda e qualquer ilicitude que possa ocorrer nos poderes públicos locais. Assim sendo deixaremos de assistir cenas vergonhosas como as noticiadas nos jornais de grande circulação estadual, denunciadas pelos próprios participantes de tal crime eleitoral no instante em que foram encerrados os trabalhos de apuração dos votos.
Além desse fato lastimável e que chegou até ao conhecimento da Justiça, há muitos outros que provavelmente tenham acontecido e não são de conhecimento das autoridades, como o pagamento de “cabos eleitorais”, o transporte de eleitores no dia do pleito, distribuição de “brindes” dos mais diversos tipos, enfim, essa foi a eleição mais capitalista que já participei.
Infelizmente a Justiça Eleitoral proibiu varias formas de abuso do poder econômico, mas deixaram de fora outras tantas que foram amplamente utilizadas e não foram fiscalizadas.
Espero também que a nossa população possa analisar melhor as propostas apresentadas durante o processo eleitoral porque sempre haverá eleições e o povo que acha que está vendendo o seu voto está profundamente enganada devida esta venda não ter nota fiscal e assim sendo não poderá reclamar ou trocar de produto (vereador).
A Câmara de Vereadores será pelos próximos quatro anos a cara da maioria da população viamonense porque mais de 111 mil eleitores (as) votaram em algum candidato (A) de algum Partido político que contribuiu com a eleição dos mais votados.
Caberá aos Partidos políticos avaliar melhor a idoneidade de seus filiados e possíveis candidatos e a sociedade exigir que seja realizada urgentemente uma grande Reforma Política onde seja exigido dos Partidos e de seus partidários fidelidade programático-partidária, o fim das coligações e financiamento público de campanhas. Só assim teremos eleições democráticas, caso isso não aconteça, o tostão sempre será engolido pelo milhão.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Com uma campanha do tostão contra o milhão, eu enfrentei uma campanha árdua e desleal onde o capital se manteve a frente da boa política.
O eleitorado contaminado pelo discurso fácil da grande mídia de que “todo político é ladrão” acabou se traído e votou naquele(s) que mais utilizaram de expedientes incluídos no rol de crimes eleitorais sendo co-autores desse mesmo ato ilícito.
Numa eleição desfigurada pelo uso de muito dinheiro, houve abuso do poder econômico de diversos candidatos com campanhas milionárias financiadas sabe-se lá por que tipo de “investidores”. No meu caso foi muito difícil atingir o número necessário de votantes para que fossemos eleito.
Nossa campanha foi muito simples onde os companheiros e companheiras que nos ajudaram voluntariamente, nas horas de folga dos seus trabalhos, fizeram um belíssimo trabalho que fez com que atingíssemos 551 votos.
Espero que os eleitos para o Legislativo Viamonense possam honrar a nossa cidade denunciando toda e qualquer ilicitude que possa ocorrer nos poderes públicos locais. Assim sendo deixaremos de assistir cenas vergonhosas como as noticiadas nos jornais de grande circulação estadual, denunciadas pelos próprios participantes de tal crime eleitoral no instante em que foram encerrados os trabalhos de apuração dos votos.
Além desse fato lastimável e que chegou até ao conhecimento da Justiça, há muitos outros que provavelmente tenham acontecido e não são de conhecimento das autoridades, como o pagamento de “cabos eleitorais”, o transporte de eleitores no dia do pleito, distribuição de “brindes” dos mais diversos tipos, enfim, essa foi a eleição mais capitalista que já participei.
Infelizmente a Justiça Eleitoral proibiu varias formas de abuso do poder econômico, mas deixaram de fora outras tantas que foram amplamente utilizadas e não foram fiscalizadas.
Espero também que a nossa população possa analisar melhor as propostas apresentadas durante o processo eleitoral porque sempre haverá eleições e o povo que acha que está vendendo o seu voto está profundamente enganada devida esta venda não ter nota fiscal e assim sendo não poderá reclamar ou trocar de produto (vereador).
A Câmara de Vereadores será pelos próximos quatro anos a cara da maioria da população viamonense porque mais de 111 mil eleitores (as) votaram em algum candidato (A) de algum Partido político que contribuiu com a eleição dos mais votados.
Caberá aos Partidos políticos avaliar melhor a idoneidade de seus filiados e possíveis candidatos e a sociedade exigir que seja realizada urgentemente uma grande Reforma Política onde seja exigido dos Partidos e de seus partidários fidelidade programático-partidária, o fim das coligações e financiamento público de campanhas. Só assim teremos eleições democráticas, caso isso não aconteça, o tostão sempre será engolido pelo milhão.
ver.itamarsantos@terra.com.br
sábado, 27 de setembro de 2008
Boletim Eletrônico 6
Saúde, direito de Todos! Dever do Estado!
Já se passaram 20 anos de muitas lutas para que a cada dia reafirmarmos este princípio constitucional “Saúde, direito de todos; dever do Estado”. Direito este totalmente contrário àqueles que se orientam pelo ideário neoliberal que tem como projeto político-ideológico o desmonte do Estado e a retirada de conquistas como o SUS arduamente conquistado na Constituição Federal de 1988.
Ao vasculharmos a história brasileira podemos notar que a política de saúde sempre foi subordinada à política econômica, portanto, estabelecedora de modelos.
Nos primórdios do século XX, havia o modelo sanitarista-campanhista que se caracterizou por práticas sanitárias voltadas para a expansão do setor agro-exportador promovendo o controle de endemias e epidemias para saneamento dos espaços onde circulavam as mercadorias de exportação e de combate às doenças transmissíveis para controle daquelas que prejudicavam a exportação do café.
Entre os anos 50 e 70, houve no Brasil a aceleração da industrialização e com isso era importante manter os trabalhadores saudáveis, para que isso fosse possível surge a Medicina Previdenciária e o modelo médico-assistencial privatista.
Neste modelo privatista a um limite, ou seja, o atendimento era oferecido somente àqueles que estavam trabalhando formalmente em detrimento do atendimento coletivo que privilegia as ações coletivas de promoção, prevenção, recuperação e proteção à saúde.
Os recursos da então Previdência Social eram investidos na assistência médica individual para permitir o rápido retorno ao trabalho dos empregados doentes ou acidentados. Percebemos nesta pratica que o dinheiro recolhido dos trabalhadores estava a serviço dos ricos industriais.
Nestes últimos 20 anos a resistência a esse modelo excludente está presente na luta dos movimentos populares, sindical, das mulheres, nas organizações setorial de saúde, no movimento pela Reforma Sanitária que culminaram na garantia constitucional de que a Saúde é um direito de todos e dever do Estado.
Estado representado pela União, Estados e Município onde cada um tem o dever de manter financeiramente o SUS como sistema universal que valoriza a vida.
Com a implementação do SUS a saúde pública se desvincula da lógica econômica para ser vinculada a uma visão coletiva e universal onde a figura do Estado tem papel fundamental por isso é dever desses entes manterem o atendimento universalizado e de qualidade.
Atualmente ainda passamos por vários problemas relacionados à falta de atendimento e de vagas nos hospitais e alem disto há também falta de médicos, especialmente em cidades das regiões metropolitanas como a cidade de Viamão. Para que este problema comece a ser solucionado será necessário que haja uma forte reação da sociedade, a começar pela introdução de mecanismos que oriente a todos os formandos de medicina a contribuírem com a saúde pública do país, trabalhando e estagiando em Unidades de Saúde em municípios pobres e necessitados.
Para termos uma pequena idéia, a remuneração inicial de um (a) médico (a) na PMV é em torno de R$ 4.000,00 para uma carga horária de 15 hs semanais e no Hospital de Viamão é de R$ 360,00 por cada plantão de 12 hs. Como se vê é uma boa remuneração, portanto a classe médica deve se comprometer mais com a saúde pública, principalmente aqueles que cursaram uma Universidade Pública.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Já se passaram 20 anos de muitas lutas para que a cada dia reafirmarmos este princípio constitucional “Saúde, direito de todos; dever do Estado”. Direito este totalmente contrário àqueles que se orientam pelo ideário neoliberal que tem como projeto político-ideológico o desmonte do Estado e a retirada de conquistas como o SUS arduamente conquistado na Constituição Federal de 1988.
Ao vasculharmos a história brasileira podemos notar que a política de saúde sempre foi subordinada à política econômica, portanto, estabelecedora de modelos.
Nos primórdios do século XX, havia o modelo sanitarista-campanhista que se caracterizou por práticas sanitárias voltadas para a expansão do setor agro-exportador promovendo o controle de endemias e epidemias para saneamento dos espaços onde circulavam as mercadorias de exportação e de combate às doenças transmissíveis para controle daquelas que prejudicavam a exportação do café.
Entre os anos 50 e 70, houve no Brasil a aceleração da industrialização e com isso era importante manter os trabalhadores saudáveis, para que isso fosse possível surge a Medicina Previdenciária e o modelo médico-assistencial privatista.
Neste modelo privatista a um limite, ou seja, o atendimento era oferecido somente àqueles que estavam trabalhando formalmente em detrimento do atendimento coletivo que privilegia as ações coletivas de promoção, prevenção, recuperação e proteção à saúde.
Os recursos da então Previdência Social eram investidos na assistência médica individual para permitir o rápido retorno ao trabalho dos empregados doentes ou acidentados. Percebemos nesta pratica que o dinheiro recolhido dos trabalhadores estava a serviço dos ricos industriais.
Nestes últimos 20 anos a resistência a esse modelo excludente está presente na luta dos movimentos populares, sindical, das mulheres, nas organizações setorial de saúde, no movimento pela Reforma Sanitária que culminaram na garantia constitucional de que a Saúde é um direito de todos e dever do Estado.
Estado representado pela União, Estados e Município onde cada um tem o dever de manter financeiramente o SUS como sistema universal que valoriza a vida.
Com a implementação do SUS a saúde pública se desvincula da lógica econômica para ser vinculada a uma visão coletiva e universal onde a figura do Estado tem papel fundamental por isso é dever desses entes manterem o atendimento universalizado e de qualidade.
Atualmente ainda passamos por vários problemas relacionados à falta de atendimento e de vagas nos hospitais e alem disto há também falta de médicos, especialmente em cidades das regiões metropolitanas como a cidade de Viamão. Para que este problema comece a ser solucionado será necessário que haja uma forte reação da sociedade, a começar pela introdução de mecanismos que oriente a todos os formandos de medicina a contribuírem com a saúde pública do país, trabalhando e estagiando em Unidades de Saúde em municípios pobres e necessitados.
Para termos uma pequena idéia, a remuneração inicial de um (a) médico (a) na PMV é em torno de R$ 4.000,00 para uma carga horária de 15 hs semanais e no Hospital de Viamão é de R$ 360,00 por cada plantão de 12 hs. Como se vê é uma boa remuneração, portanto a classe médica deve se comprometer mais com a saúde pública, principalmente aqueles que cursaram uma Universidade Pública.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Boletim Eletrônico 5
CONSTRUINDO O PRESENTE, GARANTINDO DIREITOS.
O Brasil passa por um período de transição onde a democracia esta sendo levada radicalmente a sério pelo Governo Lula.
Nunca neste país os políticos e os poderosos foram tão investigados como nestes últimos anos e a partir disso a grande mídia implementou uma poderosa campanha de “moralidade” onde inclui todos os políticos como sendo corruptos.
É nesta conjuntura que iremos escolher o nosso Prefeito, o Vice-Prefeito e 14 Vereadores para administrarem nossa Viamão. A pesar do descrédito dos políticos nós sabemos que há homens e mulheres sérias neste país e em nossa cidade, onde eu me incluo e você é testemunha fiel disto, pois me conhece e sabe quem sou.
Neste sentido solicito o teu apoio para que indique aos teus amigos (as) e parentes o meu nome nestas eleições para Vereador e o nome do Prefeito Alex a reeleição porque apesar de teus amigos não me conhecerem pessoalmente, eles conhecem você e sabem és uma pessoa honesta e idônea.
Assim sendo estará realizando uma grande frente de apoio a um político que tem como ideal a ética, a transparência e a democracia participativa.
Muito grato pelo apoio e até a vitória dos homens e das mulheres de bem deste município de deste imenso Brasil.
Vote para que Viamão melhore cada vez mais.
quinta-feira, 28 de agosto de 2008
BOLETIM ELETRÔNICO 4.

CONSTRUINDO O PRESENTE, GARANTIDO DIREITOS.
ITAMAR SILVA DOS SANTOS tem 46 anos e é Morador da Vila São Tomé- VIAMÃO-RS, trabalha na Fundação Estadual De Proteção Especial do RS. (antiga FEBEM).
ITAMAR SANTOS foi comentarista Político na Radio Comunitária ARACOUPAMA-87.9 FM - da Vila Cecília; a partir de Dezembro de 2004 até julho de 2006 e de Novembro de 2006 atuando na Radio Santa Isabel FM 91.7; e na Radio Velha Capital desde Junho de 2007(licenciado).
Colunista do Jornal Tri Bom (semanário) a partir de dezembro de 2004 com a Coluna ESPINAFRANDO (licenciado).
Sua militância política iniciou no movimento estudantil em 1977, quando estudava no Julinho, a militância partidária se deu a partir de 1985 quando ingressou no PT de Viamão onde foi Vice Presidente, Secretário Geral e atualmente é integrante do diretório municipal.
Ativista Sindical teve sua primeira participação como Fundador e Presidente da AFIG-Frig. Líder São Tomé. 1987/1993, sendo eleito Secretário de Divulgação do Sind. Dos Trab. Nas Ind. Da Alimentação, onde contribuiu na criação do Jornal AlimentAÇÃO e do Boletim BOCA LIVRE. 1990/1992.
Já como funcionário Público Estadual foi eleito Presidente do Cons. De Repr. Da AFUFE-1994/1995 e como Diretor do Cons. Geral do SEMAPI-1995/1996.
Nas eleições de 1996 foi Suplente de Vereador - PT- conquistando 771 votos, assumindo como Diretor Geral e Secretário Substituto da SMSCAS (Sec. Municipal de SAÚDE de Viamão)-1997/2000.
Durante esse período colaborou decisivamente na construção da saúde pública e da assistência social no município de Viamão. A frente desta secretaria contribuiu na implementação de toda a rede municipal de saúde, na construção dos dois Abrigos Municipais para crianças e adolescentes em risco social existentes em nossa cidade que possui 21 Unidades de Saúde, 3 Unidades Móveis de Saúde e Odonto, 2 Caps de adulto e um Caps Infantil alem de diversos programas o atendimento aos portadores do vírus HIV-Aids.
Em 2000 foi eleito Vereador com 975 votos-2001/2004 mandato marcado pelo compromisso com a participação popular e a defesa da classe trabalhadora.
Seu gabinete esteve a serviço das populações que ocuparam áreas desocupadas no Parque Schoenwald, Castelinho e na Estalagem, se colocou ao lado dos moradores do Pró Morar e do loteamento Parque Arbom na luta pela regularização das casas e do loteamento respectivamente.
Durante este mandato foram aprovadas varias leis de autoria do Vereador Itamar Santos, onde se destaca aquelas que criaram diversos Conselhos Populares como: O Conselho Viamonense do Meio Ambiente – COVIMA - Lei Municipal N° 3004/2001; a Lei Municipal Nº 3.155 /2003 que “Institui o Conselho Viamonense de Segurança Alimentar e Nutricional-CONVISAN, e dá outras providências; a Lei Municipal Nº 3.285/2004 que “Institui o Conselho Viamonense de Habitação e Acesso a Terra – CONVIHAT e dá outras providencias”.
Lei municipal Nº. 3.025/2001: Dispõe sobre as atividades de danos entre usuários de drogas endovenosas, visando prevenir e reduzir a transmissão de doenças da síndrome da Imunodeficiência Adquirida AIDS/SIDA e dá outras providências.
Lei Municipal n° 3.030/2001: “Dispõe sobre as atividades de atendimento de saúde e proteção às vítimas de violência sexual e dá outras providências.”
Lei Municipal Nº 3. 099/2002: “Institui a Semana Municipal Antidrogas e dá outras providências”.
Lei Municipal Nº 3. 139/2003: “Institui o Banco de Alimentos e regula a Distribuição e o Aproveitamento de Gêneros Alimentícios Apreendidos pela Vigilância Sanitária Municipal ou não consumidos e das outra Providência”.
Lei Municipal N° 3.140/2003: “Cria critérios para a prática da Eutanásia em animais no Município de Viamão e da outras providências”.
Lei Municipal Nº 3. 141/2003: “Estabelece condições para criação e condução de animais da espécie canina no Município de Viamão e dá outras Providências”.
Lei Municipal N°. 3.283/2004: “Institui o Banco de Terras de Viamão e dá outras providências”.
Lei Municipal N°. 3.284/2004: “Dispõe sobre a concessão de uso especial de àrea urbana no Município de Viamão e dá outras providências”.
A PALAVRA DO CANDIDATO.
“Nossa campanha transcorre de maneira simples e direta com você eleitor, eleitora.
Desta forma, sem uma mega estrutura que ostente uma condição financeira em desacordo com a nossa origem que advem da classe trabalhadora é que venho reivindicar a tua confiança, o teu voto e o teu apoio.
Peço-te que repasse este boletim eletrônico da nossa campanha para todos os teus amigos e amigas de forma que possamos criar uma grande rede cidadã eleitoral onde votaremos em uma pessoa que quer e tem condições, já demonstradas, de mudar ética e moralmente o perfil daqueles que nos representam na Câmara Viamonense de Vereadores.
Até a Vitória!!!
Itamar Santos.
E-mail: veritasantos@terra.com.br,
ver.itamarsantos13665@yahoo.com.br,
ver.itamarsantos@bol.com.br.
Blog:www.itamarsantos.blogspot.com
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
BOLETIM ELETRÔNICO N° 3
Construindo o Presente, Garantindo Direitos.
PROPOSTAS DE INTERESSE POPULAR.
Saúde Coletiva:
Lutar pela Implantação da municipalização Plena do Sistema de Saúde, possibilitando ao Município um atendimento de qualidade.
Lutar pela Implementação do Programa de Saúde da Família-PSF e do Programa de Agentes Comunitários de Saúde-PACS em todas as regiões de Viamão.
Assistência Social:
Valorizar os Conselhos Municipais existentes e criar aqueles que ainda faltam.
Lutar para criar condições para retirar todas as crianças das ruas matriculando-as nas escolas e proporcionando atividades no turno inverso, combater e denunciar o trabalho infantil.
Lutar para que seja construída a Casa de Passagem da Mulher Vitima de Maus Tratos, com atendimento integral e assessoria jurídica gratuita.
Geração de Trabalho e Renda:
Incentivar e auxiliar a criação de Cooperativas de Trabalho como as de Reciclagem de Lixo.
Lutar pela criação de uma Central de Abastecimento em Viamão para que nossos produtores possam vender seus produtos aqui.
Habitação:
Incentivar as Cooperativas Habitacionais.
Lutar para que a Prefeitura realize loteamentos populares através da desapropriação de terras dos grandes devedores de impostos municipais.
Criar leis que facilitem a regularização fundiária provocada pelo grande numero de loteamentos clandestinos em Viamão.
Lutar pela implementação das Áreas Especiais de Interesse Social-AEIS como um dos instrumentos de diminuição do déficit habitacional em Viamão.
A PALAVRA DO CANDIDATO.
“Nossa campanha transcorre de maneira simples e direta com você eleitor, eleitora.
Desta forma, sem uma mega estrutura que ostente uma condição financeira em desacordo com a nossa origem que advem da classe trabalhadora é que venho reivindicar a tua confiança, o teu voto e o teu apoio.
Peço-te que repasse este boletim eletrônico da nossa campanha para todos os teus amigos e amigas de forma que possamos criar uma grande rede cidadã eleitoral onde votaremos em uma pessoa que quer e tem condições, já demonstradas, de mudar ética e moralmente o perfil daqueles que nos representam na Câmara Viamonense de Vereadores. “
Até a Vitória!!!
Itamar Santos.
ver.itamarsantos13665@yahoo.com.br
Vote: Para Prefeito em ALEX 13
Vote em ATIDOR para Vice
FRENTE POPULAR- PT, PSB, PTB, PR, PRB.
Para Vereador Vote em:
ITAMAR SANTOS
13665
BOLETIM ELETRÔNICO N° 2
A Origem sindical marca a trajetória de Itamar Santos.
Transparência, ética e compromisso com a participação popular definem a atuação do companheiro Itamar Santos como vereador Petista.
Ao mesmo tempo em que defende o projeto popular e democrático de seu Governo, mobiliza as comunidades para que defendesse os seus direitos.
Seu gabinete esteve a serviço das populações que ocuparam áreas desocupadas no Parque Schoenwald, Castelinho e na Estalagem se colocou ao lado dos moradores do Pró Morar e do loteamento Parque Arbom na luta pela regularização das casas e do loteamento respectivamente.
Sua origem sindical e de funcionário público estadual sempre lhe colocaram na defesa dos trabalhadores e das trabalhadoras municipais como estes sendo agentes de transformação importantes na vida das comunidades viamonenses e na aplicação das políticas públicas definidas através da participação popular.
Essa pratica ficou comprovada quando foi Diretor Geral da Secretaria Municipal de Saúde (1997 – 2000) e na defesa dos Municipários na Câmara de Vereadores durante o seu mandato (2001- 2004).
O conjunto de projetos apresentados pelo Vereador Itamar Santos e transformados em Leis Municipais demonstram como deve ser um Mandato Popular.
Vote: Para Prefeito em ALEX 13
Vote em ATIDOR para Vice
FRENTE POPULAR- PT, PSB, PTB, PR, PRB.
LEIS DE AUTORIA DO VEREADOR ITAMAR SANTOS NO MANDATO DE 2001 ATÉ 2004.
1-LEI MUNICIPAL Nº. 2.992/2001 - DISPÕE SOBRE A ISENÇÃO DE TARIFA NO TRANSPORTE COLETIVO MUNICIPAL AOS ABRIGADOS (AS) EM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS MUNICIPAIS, ESTADUAIS, FILANTÓPICAS E ESTUDANTES MATRICULADOS EM ESCOLAS ABERTAS LOCALIZADAS NO MUNICÍPIO DE VIAMÃO.
2-LEI MUNICIPAL Nº. 3.002/2001: DISPÕE SOBRE A EXIGÊNCIA DE ATESTADO MÉDICO ADMISSIONAL E DEMISSIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
3-LEI MUNICIPAL Nº. 3.004/2001: CRIA O CONSELHO VIAMONENSE DO MEIO AMBIENTE (COVIMA).
4-LEI MUNICIPAL Nº. 3.025/2001: DISPÕE SOBRE AS ATIVIDADES DE DANOS ENTRE USUÁRIOS DE DROGAS ENDOVENOSAS, VISANDO PREVENIR E REDUZIR A TRANSMISÃO DE DOENÇAS DA SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA AIDS/SIDA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
5-Lei Municipal n° 3.030/2001: “Dispõe sobre as atividades de atendimento de saúde e proteção às vítimas de violência sexual e dá outras providências.”
6-LEI MUNICIPAL Nº3. 052/2002: “ALTERA O ARTIGO PRIMEIRO DA LEI MUNICIPAL n°2.992/2001.
7-LEI MUNICIPAL Nº 3.079/2002: DENOMINA LOGRADOUROS PÚBLICOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
8-LEI MUNICIPAL Nº 3. 099/200: “INTITUI A SEMANA MUNICIPAL ANTIDROGAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS”.
9-LEI MUNICIPAL Nº 3. 139/2003: “Institui o Banco de Alimentos e regula a Distribuição e o Aproveitamento de Gêneros Alimentícios Apreendidos pela Vigilância Sanitária Municipal ou não consumidos e das outra Providência”.
10-LEI MUNICIPAL N° 3.140/2003: “Cria critérios para a prática da Eutanásia em animais no Município de Viamão e da outras providências”.
11-LEI MUNICIPAL Nº 3. 141/2003: “Estabelece condições para criação e condução de animais da espécie canina no Município de Viamão e dá outras Providências”.
12-LEI MUNICIPAL Nº 3.155 /2003: “Institui o Conselho Viamonense de Segurança Alimentar e Nutricional-CONVISAN, e dá outras providências”.
13-LEI MUNICIPAL N°. 3.283/2004: “INSTITUI O BANCO DE TERRAS DE VIAMÃO E DÁS OUTRAS PROVIDÊNCIAS”.
14-LEI MUNICIPAL N°. 3.284/2004: “DISPÕE SOBRE A CONCESSÃO DE USO ESPECIAL DE ÁREA URBANA NO MUNICÍPIO DE VIAMÃO E DÁS OUTRAS PROVIDÊNCIAS”.
15-LEI MUNICIPAL Nº 3.285/2004: “INSTITUI O CONSELHO VIAMONENSE DE HABITAÇÃO ACESSO A TERRA–CONVIHAT E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
A PALAVRA DO CANDIDATO.
“Nossa campanha transcorre de maneira simples e direta com você eleitor, eleitora.
Desta forma, sem uma mega estrutura que ostente uma condição financeira em desacordo com a nossa origem que advem da classe trabalhadora é que venho reivindicar a tua confiança, o teu voto e o teu apoio.
Peço-te que repasse este boletim eletrônico da nossa campanha para todos os teus amigos e amigas de forma que possamos criar uma grande rede cidadã eleitoral onde votaremos em uma pessoa que quer e tem condições, já demonstradas, de mudar ética e moralmente o perfil daqueles que nos representam na Câmara Viamonense de Vereadores. “
Até a Vitória!!!
Itamar Santos.
ver.itamarsantos13665@yahoo.com.br
VOTE EM Itamar Santos 13665 PARA VEREADOR.
Transparência, ética e compromisso com a participação popular definem a atuação do companheiro Itamar Santos como vereador Petista.
Ao mesmo tempo em que defende o projeto popular e democrático de seu Governo, mobiliza as comunidades para que defendesse os seus direitos.
Seu gabinete esteve a serviço das populações que ocuparam áreas desocupadas no Parque Schoenwald, Castelinho e na Estalagem se colocou ao lado dos moradores do Pró Morar e do loteamento Parque Arbom na luta pela regularização das casas e do loteamento respectivamente.
Sua origem sindical e de funcionário público estadual sempre lhe colocaram na defesa dos trabalhadores e das trabalhadoras municipais como estes sendo agentes de transformação importantes na vida das comunidades viamonenses e na aplicação das políticas públicas definidas através da participação popular.
Essa pratica ficou comprovada quando foi Diretor Geral da Secretaria Municipal de Saúde (1997 – 2000) e na defesa dos Municipários na Câmara de Vereadores durante o seu mandato (2001- 2004).
O conjunto de projetos apresentados pelo Vereador Itamar Santos e transformados em Leis Municipais demonstram como deve ser um Mandato Popular.
Vote: Para Prefeito em ALEX 13
Vote em ATIDOR para Vice
FRENTE POPULAR- PT, PSB, PTB, PR, PRB.
LEIS DE AUTORIA DO VEREADOR ITAMAR SANTOS NO MANDATO DE 2001 ATÉ 2004.
1-LEI MUNICIPAL Nº. 2.992/2001 - DISPÕE SOBRE A ISENÇÃO DE TARIFA NO TRANSPORTE COLETIVO MUNICIPAL AOS ABRIGADOS (AS) EM INSTITUIÇÕES PÚBLICAS MUNICIPAIS, ESTADUAIS, FILANTÓPICAS E ESTUDANTES MATRICULADOS EM ESCOLAS ABERTAS LOCALIZADAS NO MUNICÍPIO DE VIAMÃO.
2-LEI MUNICIPAL Nº. 3.002/2001: DISPÕE SOBRE A EXIGÊNCIA DE ATESTADO MÉDICO ADMISSIONAL E DEMISSIONAL E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
3-LEI MUNICIPAL Nº. 3.004/2001: CRIA O CONSELHO VIAMONENSE DO MEIO AMBIENTE (COVIMA).
4-LEI MUNICIPAL Nº. 3.025/2001: DISPÕE SOBRE AS ATIVIDADES DE DANOS ENTRE USUÁRIOS DE DROGAS ENDOVENOSAS, VISANDO PREVENIR E REDUZIR A TRANSMISÃO DE DOENÇAS DA SÍNDROME DA IMUNODEFICIÊNCIA ADQUIRIDA AIDS/SIDA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
5-Lei Municipal n° 3.030/2001: “Dispõe sobre as atividades de atendimento de saúde e proteção às vítimas de violência sexual e dá outras providências.”
6-LEI MUNICIPAL Nº3. 052/2002: “ALTERA O ARTIGO PRIMEIRO DA LEI MUNICIPAL n°2.992/2001.
7-LEI MUNICIPAL Nº 3.079/2002: DENOMINA LOGRADOUROS PÚBLICOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
8-LEI MUNICIPAL Nº 3. 099/200: “INTITUI A SEMANA MUNICIPAL ANTIDROGAS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS”.
9-LEI MUNICIPAL Nº 3. 139/2003: “Institui o Banco de Alimentos e regula a Distribuição e o Aproveitamento de Gêneros Alimentícios Apreendidos pela Vigilância Sanitária Municipal ou não consumidos e das outra Providência”.
10-LEI MUNICIPAL N° 3.140/2003: “Cria critérios para a prática da Eutanásia em animais no Município de Viamão e da outras providências”.
11-LEI MUNICIPAL Nº 3. 141/2003: “Estabelece condições para criação e condução de animais da espécie canina no Município de Viamão e dá outras Providências”.
12-LEI MUNICIPAL Nº 3.155 /2003: “Institui o Conselho Viamonense de Segurança Alimentar e Nutricional-CONVISAN, e dá outras providências”.
13-LEI MUNICIPAL N°. 3.283/2004: “INSTITUI O BANCO DE TERRAS DE VIAMÃO E DÁS OUTRAS PROVIDÊNCIAS”.
14-LEI MUNICIPAL N°. 3.284/2004: “DISPÕE SOBRE A CONCESSÃO DE USO ESPECIAL DE ÁREA URBANA NO MUNICÍPIO DE VIAMÃO E DÁS OUTRAS PROVIDÊNCIAS”.
15-LEI MUNICIPAL Nº 3.285/2004: “INSTITUI O CONSELHO VIAMONENSE DE HABITAÇÃO ACESSO A TERRA–CONVIHAT E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
A PALAVRA DO CANDIDATO.
“Nossa campanha transcorre de maneira simples e direta com você eleitor, eleitora.
Desta forma, sem uma mega estrutura que ostente uma condição financeira em desacordo com a nossa origem que advem da classe trabalhadora é que venho reivindicar a tua confiança, o teu voto e o teu apoio.
Peço-te que repasse este boletim eletrônico da nossa campanha para todos os teus amigos e amigas de forma que possamos criar uma grande rede cidadã eleitoral onde votaremos em uma pessoa que quer e tem condições, já demonstradas, de mudar ética e moralmente o perfil daqueles que nos representam na Câmara Viamonense de Vereadores. “
Até a Vitória!!!
Itamar Santos.
ver.itamarsantos13665@yahoo.com.br
VOTE EM Itamar Santos 13665 PARA VEREADOR.
BOLETIM ELETRÔNICO N° 1
CONSTRUINDO O PRESENTE; GARANTINDO DIREITOS.
Quem é ITAMAR SANTOS?
Itamar Santos cresceu e vive na Vila São Tomé, estudou o primeiro grau na Escola Estadual Barão de Lucena e o segundo grau no Julinho onde iniciou sua militância política no Mov. Estudantil vindo a concluir o ensino médio no Inst. de Educação Flores da Cunha em Poa.
Itamar Santos nasceu em 13 de abril de 1962, trabalha como monitor da Fundação Estadual de Proteção Especial do RS (Antiga FEBEM) desde 1993 onde atende crianças e adolescentes em situação de risco e ou vulnerabilidade social.
Itamar Santos tem uma vida política longa e atuante: Filiado no PT desde 1988 e militante desde 1985;
Fundador e Presidente da AFIG-Frig. Líder São Tomé. 1987/1993;
Secretário de Divulgação do Sind. Dos Trab. Nas Ind. Da Alimentação, onde contribuiu na criação do Jornal AlimentAÇÃO e do Boletim BOCA LIVRE. 1990/1992;
Presidente do Cons. De Repr. Da AFUFE-1994/1995; Diretor do Cons. Geral do SEMAPI-1995/1996;
Suplente de Vereador - PT-1996/ Com 771 votos.
Diretor Geral e Secretário Substituto da SMSCAS (Sec. Municipal de SAÚDE de Viamão)-1997/2000;
Vice-Presidente do PT de Viamão; Secretário Geral do PT de Viamão-2001/2005; Vereador eleito com 975 votos-2001/2004;
De Dezembro de 2004 a Julho de 2006 foi Comentarista Político na Radio Comunitária ARACOUPAMA-87.9 FM - da Vila Cecília;
De Novembro de 2006 até Dezembro de 2007 manteve o Programa Espaço Sindical na Radio Santa Isabel FM 91.7; Disputou as eleições de 2004, obtendo 926 votos.
Atualmente atua voluntariamente na Radio Velha Capital 105.1 FM desde Junho de 2007 no Programa Voz da Comunidade todos os Sábados das 12 às 14hs e é Colunista do Jornal Tri Bom (semanário) desde dezembro de 2004 com a Coluna ESPINAFRANDO; atua também como colaborador nos sites www.vilasantaisabel.com.br, no www.viamaohoje.com.br e no www.melhordetodos.com.br onde escreve seus textos de opinião que também podem ser vistos em seu Blog www.itamarsantos.blogspot.com.
A PALAVRA DO CANDIDATO.
“Nossa campanha transcorre de maneira simples e direta com você eleitor, eleitora.
Desta forma, sem uma mega estrutura que ostente uma condição financeira em desacordo com a nossa origem que advem da classe trabalhadora é que venho reivindicar a tua confiança, o teu voto e o teu apoio.
Peço-te que repasse este boletim eletrônico da nossa campanha para todos os teus amigos e amigas de forma que possamos criar uma grande rede cidadã eleitoral onde votaremos em uma pessoa que quer e tem condições, já demonstradas, de mudar ética e moralmente o perfil daqueles que nos representam na Câmara Viamonense de Vereadores. “
Até a Vitória!!!
Itamar Santos.
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Quem é ITAMAR SANTOS?
Itamar Santos cresceu e vive na Vila São Tomé, estudou o primeiro grau na Escola Estadual Barão de Lucena e o segundo grau no Julinho onde iniciou sua militância política no Mov. Estudantil vindo a concluir o ensino médio no Inst. de Educação Flores da Cunha em Poa.
Itamar Santos nasceu em 13 de abril de 1962, trabalha como monitor da Fundação Estadual de Proteção Especial do RS (Antiga FEBEM) desde 1993 onde atende crianças e adolescentes em situação de risco e ou vulnerabilidade social.
Itamar Santos tem uma vida política longa e atuante: Filiado no PT desde 1988 e militante desde 1985;
Fundador e Presidente da AFIG-Frig. Líder São Tomé. 1987/1993;
Secretário de Divulgação do Sind. Dos Trab. Nas Ind. Da Alimentação, onde contribuiu na criação do Jornal AlimentAÇÃO e do Boletim BOCA LIVRE. 1990/1992;
Presidente do Cons. De Repr. Da AFUFE-1994/1995; Diretor do Cons. Geral do SEMAPI-1995/1996;
Suplente de Vereador - PT-1996/ Com 771 votos.
Diretor Geral e Secretário Substituto da SMSCAS (Sec. Municipal de SAÚDE de Viamão)-1997/2000;
Vice-Presidente do PT de Viamão; Secretário Geral do PT de Viamão-2001/2005; Vereador eleito com 975 votos-2001/2004;
De Dezembro de 2004 a Julho de 2006 foi Comentarista Político na Radio Comunitária ARACOUPAMA-87.9 FM - da Vila Cecília;
De Novembro de 2006 até Dezembro de 2007 manteve o Programa Espaço Sindical na Radio Santa Isabel FM 91.7; Disputou as eleições de 2004, obtendo 926 votos.
Atualmente atua voluntariamente na Radio Velha Capital 105.1 FM desde Junho de 2007 no Programa Voz da Comunidade todos os Sábados das 12 às 14hs e é Colunista do Jornal Tri Bom (semanário) desde dezembro de 2004 com a Coluna ESPINAFRANDO; atua também como colaborador nos sites www.vilasantaisabel.com.br, no www.viamaohoje.com.br e no www.melhordetodos.com.br onde escreve seus textos de opinião que também podem ser vistos em seu Blog www.itamarsantos.blogspot.com.
A PALAVRA DO CANDIDATO.
“Nossa campanha transcorre de maneira simples e direta com você eleitor, eleitora.
Desta forma, sem uma mega estrutura que ostente uma condição financeira em desacordo com a nossa origem que advem da classe trabalhadora é que venho reivindicar a tua confiança, o teu voto e o teu apoio.
Peço-te que repasse este boletim eletrônico da nossa campanha para todos os teus amigos e amigas de forma que possamos criar uma grande rede cidadã eleitoral onde votaremos em uma pessoa que quer e tem condições, já demonstradas, de mudar ética e moralmente o perfil daqueles que nos representam na Câmara Viamonense de Vereadores. “
Até a Vitória!!!
Itamar Santos.
Vote: Para Prefeito em ALEX 13
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sexta-feira, 27 de junho de 2008
Ofensiva Capitalista.
É bem assim, isso que está acontecendo no Rio Grande do Sul sob ordens diretas da Governadora Yeda Crusius é só um ensaio da direita, o pior está por vir.
Desde 1984 a vida dos trabalhadores sem terra no Brasil foi e é uma vida de muita luta e de muito sofrimento. Desde o massacre de Carajás vem sendo endurecido a ação policial contra os movimentos sociais ao estilo da Ditadura Militar e em especial contra o MST.
E não é por acaso que os EUA refundaram a Quarta Frota de Naval, tendo em vista que elles perderam o “controle” da América do Sul onde se proliferam Governos ligados aos movimentos populares. Movimentos Populares que tem personalidade política e organizativa própria não dependendo dos partidos políticos para sua organização.
A partir desta constatação a direita brasileira se rearticula a nível internacional e lança mão de instrumentos enterrados com o fim da ditadura militar e dá inicio a uma grande ofensiva contra os movimentos sociais da cidade e do campo, em especial ao MST.
Sendo assim a combinação das ações entre o Poder Judiciário, o MP e as policias militares são articuladamente pensadas e executadas sob orientação do imperialismo mundial, pois é através dos movimentos sociais que a população marginalizada pelo sistema capitalista identifica uma ferramenta confiável para travar a partir daí suas lutas mais emergentes.
A redemocratização no Brasil institui a livre organização partidária que nos primórdios dos anos 80 foram ferramentas importantes para impulsionar as lutas dos Trabalhadores e das Trabalhadoras por melhores condições de vida e de trabalho.
A partir dos anos 90 o capitalismo internacional e nacional lança mão do projeto neoliberal que destrói toda a indústria nacional, privatiza todos os serviços públicos de telefonia, comunicações, de vigilância por satélite (SISVAN), minérios e petróleo entre tantos outros, gerando desemprego em massa e a hiperinflação acompanhada das primeiras ações corruptivas durante os governos de Collor e de FHC.
Atualmente a América Latina tem a maioria de seus países com governos de perfil progressista e com um amplo respaldo popular e são países que detém as maiores reservas energéticas e alimentar de todo o planeta.
A América Latina é uma ameaça ao capitalismo estadunidense, pois com a vitória de vários governos populares no continente o imperialismo ianque resolveu se arvorar como o “defensor das democracias” e por meio de desculpas estapafúrdias de combate ao terrorismo e ao narco tráfico ataca o Equador através da Colômbia.
Onde mantém uma de sua bases de guerra, espionou também o povo Palestino que vive em Voz do Iguaçu por puro preconceito e interesse em dominar o subsolo da região rico em água doce.
Mas, estes espaços estão sendo retomados pelos Governos eleitos democraticamente como aconteceu no Brasil onde o Presidente Lula não renovou o contrato da Base de Alcântara, no Maranhão e impediu o estabelecimento da ALCA.
No Paraguai, o Presidente Lugo que já avisou que não ira aceitar a presença militar norte americana na tríplice fronteira e da mesma forma o Presidente do Equador, Rafael Correa impedirá a renovação da base militar de Manta.
Estes são só alguns motivos para que o imperialismo se rearticule contra a insurgência dos povos Latinos Americanos.
Portando os últimos acontecimentos ocorridos no em especial Rio Grande do Sul são ações articuladas sob as orientações do imperialismo mundial onde os poderes Executivo e Judiciário demonstram através de suas manifestações de que lado estão, alem de desrespeitar a Constituição Federal deliberando nos seus julgamentos de forma ideológica.
A Democracia Brasileira foi brutalmente abalada não restando para a classe trabalhadora nem o recurso intermediatório do Ministério Publico Estadual onde parte de seus Procuradores pautaram-se neste caso também de forma ideológica.
Ao tomarem essa atitude fica provado que infelizmente há no interior do Poder Judiciário e do Ministério Publico Estadual um serio vinculo ideológico deslegitimando o seu verdadeiro papel que é o de julgar em conformidade com a lei e a Constituição Federal tornando-se assim poderes parciais, os quais julgam conforme os seus interesses de classe.
Interesses esses que representam a elite brasileira proprietária dos latifúndios, dos oligopólios empresariais e dos banqueiros, relegando ao restante da população a miséria e a escravidão.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Publicado no www.melhordetodos em 27/06/2008.
Desde 1984 a vida dos trabalhadores sem terra no Brasil foi e é uma vida de muita luta e de muito sofrimento. Desde o massacre de Carajás vem sendo endurecido a ação policial contra os movimentos sociais ao estilo da Ditadura Militar e em especial contra o MST.
E não é por acaso que os EUA refundaram a Quarta Frota de Naval, tendo em vista que elles perderam o “controle” da América do Sul onde se proliferam Governos ligados aos movimentos populares. Movimentos Populares que tem personalidade política e organizativa própria não dependendo dos partidos políticos para sua organização.
A partir desta constatação a direita brasileira se rearticula a nível internacional e lança mão de instrumentos enterrados com o fim da ditadura militar e dá inicio a uma grande ofensiva contra os movimentos sociais da cidade e do campo, em especial ao MST.
Sendo assim a combinação das ações entre o Poder Judiciário, o MP e as policias militares são articuladamente pensadas e executadas sob orientação do imperialismo mundial, pois é através dos movimentos sociais que a população marginalizada pelo sistema capitalista identifica uma ferramenta confiável para travar a partir daí suas lutas mais emergentes.
A redemocratização no Brasil institui a livre organização partidária que nos primórdios dos anos 80 foram ferramentas importantes para impulsionar as lutas dos Trabalhadores e das Trabalhadoras por melhores condições de vida e de trabalho.
A partir dos anos 90 o capitalismo internacional e nacional lança mão do projeto neoliberal que destrói toda a indústria nacional, privatiza todos os serviços públicos de telefonia, comunicações, de vigilância por satélite (SISVAN), minérios e petróleo entre tantos outros, gerando desemprego em massa e a hiperinflação acompanhada das primeiras ações corruptivas durante os governos de Collor e de FHC.
Atualmente a América Latina tem a maioria de seus países com governos de perfil progressista e com um amplo respaldo popular e são países que detém as maiores reservas energéticas e alimentar de todo o planeta.
A América Latina é uma ameaça ao capitalismo estadunidense, pois com a vitória de vários governos populares no continente o imperialismo ianque resolveu se arvorar como o “defensor das democracias” e por meio de desculpas estapafúrdias de combate ao terrorismo e ao narco tráfico ataca o Equador através da Colômbia.
Onde mantém uma de sua bases de guerra, espionou também o povo Palestino que vive em Voz do Iguaçu por puro preconceito e interesse em dominar o subsolo da região rico em água doce.
Mas, estes espaços estão sendo retomados pelos Governos eleitos democraticamente como aconteceu no Brasil onde o Presidente Lula não renovou o contrato da Base de Alcântara, no Maranhão e impediu o estabelecimento da ALCA.
No Paraguai, o Presidente Lugo que já avisou que não ira aceitar a presença militar norte americana na tríplice fronteira e da mesma forma o Presidente do Equador, Rafael Correa impedirá a renovação da base militar de Manta.
Estes são só alguns motivos para que o imperialismo se rearticule contra a insurgência dos povos Latinos Americanos.
Portando os últimos acontecimentos ocorridos no em especial Rio Grande do Sul são ações articuladas sob as orientações do imperialismo mundial onde os poderes Executivo e Judiciário demonstram através de suas manifestações de que lado estão, alem de desrespeitar a Constituição Federal deliberando nos seus julgamentos de forma ideológica.
A Democracia Brasileira foi brutalmente abalada não restando para a classe trabalhadora nem o recurso intermediatório do Ministério Publico Estadual onde parte de seus Procuradores pautaram-se neste caso também de forma ideológica.
Ao tomarem essa atitude fica provado que infelizmente há no interior do Poder Judiciário e do Ministério Publico Estadual um serio vinculo ideológico deslegitimando o seu verdadeiro papel que é o de julgar em conformidade com a lei e a Constituição Federal tornando-se assim poderes parciais, os quais julgam conforme os seus interesses de classe.
Interesses esses que representam a elite brasileira proprietária dos latifúndios, dos oligopólios empresariais e dos banqueiros, relegando ao restante da população a miséria e a escravidão.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Publicado no www.melhordetodos em 27/06/2008.
sábado, 21 de junho de 2008
" O Aprendiz."
É mais um programa que passa aos seus telespectadores o objetivo de dominação capitalista onde “os fins justificam os meios.“
Assim com o BBB global a rede Record de TV apresenta pela quinta vezes esse programa que isola, desta vez, 16 participantes em luxuoso hotel paulista dividindo-os em dois grupos que competem entre sim.
Ao grupo ganhador um grandioso prêmio que nunca aqueles participantes irão ter condições de usufruir, mesmo sendo “sócio de Roberto Justos” e aos perdedores o martírio da “sala de reuniões” onde o apresentador e seus “conselheiros” destroçam os participantes como pessoas e jogando-os um contra o outro numa nítida disputa pelo poder, doa a quem doer.
Mas, segundo o próprio Roberto Justos, dentro da ética. Antes de falar em nisso, vamos ver que é Justos?
Roberto Luiz Justus, (30 de abril de 1955 ) nascido em SP, é um publicitário e empresário brasileiro. Filho de imigrantes judeus hungáros, é formado em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzi de São Paulo. Foi casado três vezes. A união mais famosa foi com a apresentadora Adriane Galisteu, em 1998. A relação durou apenas oito meses. Também foi noivo da apresentadora Eliana. É atualmente casado com a modelo e atriz Ticiane Pinheiro (filha da Garota de Ipanema Helô Pinheiro).
Roberto Justus está entre os principais administradores de agencia de publicidade do Brasil. Empreendedor nato, iniciou sua carreira na área em 1981, quando fundou a Fischer, Justos Comunicações. Depois de 18 anos, deixou a sociedade para iniciar um novo desafio, a Newcomm Comunicação, hoje Grupo Newcomm. Em 23 anos, sempre à frente de agências que produziram campanhas memoráveis, revelou inúmeros talentos criativos e entrou para a história da publicidade brasileira, que hoje desfruta grande respeito internacional. (Fonte WiKipédia)
Personagem perfeita para apresentar um programa deste perfil que atribui como sendo ético as pessoas abdicar de seus sentimentos e valores morais e éticos onde o objetivo principal é o de ganhar 2 milhões de reais e ser sócio deste empresário que representa muito bem o papel de como é ser um capitalista. Ao iniciar cada programa a frase de chamada é: “Quem eu vou demitir hoje?”
Apesar de vivermos ou sobrevivermos em uma sociedade que ninguém respeita o seu próximo, onde todos os muros foram literalmente derrubados, onde não há mais fronteiras com o advento da internet e da globalização econômica onde os grandes subjugam os pequenos assistirmos um programa desse estilo nos faz pensar que algo necessita mudar urgentemente.
Mas, nem tudo esta perdido, pois duas participantes negaram-se a continuar participando do “realyt show”. Uma porque não suportou a saudades de seu filho recentemente nascido e outra por não concordar com os critérios de escolha utilizados pelo Senhor Justos no qual o mesmo demitiu uma colega de grupo sua em vez de outro participante que em sua avaliação é uma pessoa machista, sem ética, autoritário, centralizador e nem um pouco humilde.
E Suzana, disse ao Senhor Justos, mais ou menos assim: “Se é esse o perfil de sócio que o Senhor quer, não quero ser sua sócia”. Mulher de fibra a meu ver, pois ela não seria demitida, mas mesmo assim se demitiu deixando o onipotente empresário muito bravo que neste momento deixou cair mais uma de suas várias mascaras; a da raiva, a da maldade por não suportar tal insubordinação de uma simples participante.
Infelizmente sobrevivemos em tempos do tudo pode, mas ainda acredito que mais vale os meus princípios do que esse “vale tudo” imposto por programações como essa onde tratam pessoas como maquinas que para ganhar pode até ir contra o maior dos sentimentos que é o amor.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Publicado no www.viamaohoje.com.br em 20-06-2008;
Assim com o BBB global a rede Record de TV apresenta pela quinta vezes esse programa que isola, desta vez, 16 participantes em luxuoso hotel paulista dividindo-os em dois grupos que competem entre sim.
Ao grupo ganhador um grandioso prêmio que nunca aqueles participantes irão ter condições de usufruir, mesmo sendo “sócio de Roberto Justos” e aos perdedores o martírio da “sala de reuniões” onde o apresentador e seus “conselheiros” destroçam os participantes como pessoas e jogando-os um contra o outro numa nítida disputa pelo poder, doa a quem doer.
Mas, segundo o próprio Roberto Justos, dentro da ética. Antes de falar em nisso, vamos ver que é Justos?
Roberto Luiz Justus, (30 de abril de 1955 ) nascido em SP, é um publicitário e empresário brasileiro. Filho de imigrantes judeus hungáros, é formado em Administração de Empresas pela Universidade Mackenzi de São Paulo. Foi casado três vezes. A união mais famosa foi com a apresentadora Adriane Galisteu, em 1998. A relação durou apenas oito meses. Também foi noivo da apresentadora Eliana. É atualmente casado com a modelo e atriz Ticiane Pinheiro (filha da Garota de Ipanema Helô Pinheiro).
Roberto Justus está entre os principais administradores de agencia de publicidade do Brasil. Empreendedor nato, iniciou sua carreira na área em 1981, quando fundou a Fischer, Justos Comunicações. Depois de 18 anos, deixou a sociedade para iniciar um novo desafio, a Newcomm Comunicação, hoje Grupo Newcomm. Em 23 anos, sempre à frente de agências que produziram campanhas memoráveis, revelou inúmeros talentos criativos e entrou para a história da publicidade brasileira, que hoje desfruta grande respeito internacional. (Fonte WiKipédia)
Personagem perfeita para apresentar um programa deste perfil que atribui como sendo ético as pessoas abdicar de seus sentimentos e valores morais e éticos onde o objetivo principal é o de ganhar 2 milhões de reais e ser sócio deste empresário que representa muito bem o papel de como é ser um capitalista. Ao iniciar cada programa a frase de chamada é: “Quem eu vou demitir hoje?”
Apesar de vivermos ou sobrevivermos em uma sociedade que ninguém respeita o seu próximo, onde todos os muros foram literalmente derrubados, onde não há mais fronteiras com o advento da internet e da globalização econômica onde os grandes subjugam os pequenos assistirmos um programa desse estilo nos faz pensar que algo necessita mudar urgentemente.
Mas, nem tudo esta perdido, pois duas participantes negaram-se a continuar participando do “realyt show”. Uma porque não suportou a saudades de seu filho recentemente nascido e outra por não concordar com os critérios de escolha utilizados pelo Senhor Justos no qual o mesmo demitiu uma colega de grupo sua em vez de outro participante que em sua avaliação é uma pessoa machista, sem ética, autoritário, centralizador e nem um pouco humilde.
E Suzana, disse ao Senhor Justos, mais ou menos assim: “Se é esse o perfil de sócio que o Senhor quer, não quero ser sua sócia”. Mulher de fibra a meu ver, pois ela não seria demitida, mas mesmo assim se demitiu deixando o onipotente empresário muito bravo que neste momento deixou cair mais uma de suas várias mascaras; a da raiva, a da maldade por não suportar tal insubordinação de uma simples participante.
Infelizmente sobrevivemos em tempos do tudo pode, mas ainda acredito que mais vale os meus princípios do que esse “vale tudo” imposto por programações como essa onde tratam pessoas como maquinas que para ganhar pode até ir contra o maior dos sentimentos que é o amor.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Publicado no www.viamaohoje.com.br em 20-06-2008;
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Ser mulher em um país mulçumano e ocupado.
No texto que segue, abaixo, quatro ativistas falam sobre a situação das mulheres no Iraque, Afeganistão e Kurdistão. Reivindicam a separação da religião do Estado e afirmam que “todas as religiões discriminam o ser humano e as mulheres muito mais”.
Colocam a nu uma das justificativas usadas para legitimar as guerras contra esses países, isto é, a de que as mulheres muçulmanas são vítimas indefesas e que para salvá-las seria necessária uma intervenção militar para libertá-las.
Elas denunciam que as “Las fuerzas de ocupación no diferencian entre hombres, mujeres y niños (…) cuando bombardean ciudades o cuando arrestan a gente”. “Hay miles de mujeres en las prisiones iraquíes sin ningún tipo de procedimiento legal”, denuncia Jamás y añade : “tratan a las iraquíes como tratan a todo el pueblo iraquí : como enemigas”. Mehmuda declara que actualmente : “la violencia contra las mujeres es peor que en los tiempos de los talibanes”
Os depoimentos também destacam o papel da mulher na ação contra a invasão e na luta por direitos, ampliando, desta maneira, a visão da mulher muçulmana para além daquela percepção reduzida destas como vítimas e sem capacidade de resistência individual ou coletiva.
Ser mulher em um país muçulmano e ocupado.
Sarah Babiker e Hazel Healy
Quem não tem ouvido teorizações sobre as muçulmanas? A escritora iraquiana Bahira Abdulatif se revela diante desta questão inexistente: Quem se atreveria a falar das mulheres cristãs?
Falamos com quatro mulheres que possui em comum o fato de terem nascido em países de maioria muçulmana e em situação de conflito. Muitas outras coisas as diferenciam. Elas nos falam do que conhecem e do que pensam. Bahira Abdulatif, tradutora e escritora; sua compatriota, a ativista e jornalista Imán Jamás; a jornalista kurda Zekine Turkeri; e uma integrante da organização feminista afegã Rawa, a quem chamaremos de Mehmuda, coincidem na necessidade de separar religião e Estado. Ainda que não parecesse estar na agenda de muitos países muçulmanos: prova disso é o Iraque, com um governo colaboracionista que impõe “seus próprios pontos de vista e atitudes muito reacionárias (...) à sociedade iraquiana”, como denuncia Jamas.
Mehmuda [zanja?] da questão com simplicidade: entende a religião como algo “muito privado”. A aplicação da sharia (lei islâmica) como expressão extrema do governo da religião na vida pública provoca uma rejeição unânime. A idéia da mulher muçulmana como eterna vítima dos homens muçulmanos, mais que empatia gera lástima, e a lástima sem mais nos afasta o respeito. “Damos por certo que as mulheres nos países de cultura muçulmana são inferiores?”, interroga Turkeri. Abdulatif sublinha que “a lista de direitos que o Islã garantia as mulheres no princípio dele”, que era avançada a respeito das religiões monoteístas precedentes, “tem diminuído ao largo dos séculos”.
Abdulatif adverte de que o machismo, “fenômeno global”, nos leva a outro tema, o de “tergiversar os versos corânicos para manter a supremacia do homem sobre a mulher”. Turkeri vai mais além: “todas as religiões discriminam o ser humano e as mulheres muito mais”. Em todo caso recorrem a uma análise mais complexa: a religião é somente um fator. “Os problemas das mulheres no Afeganistão são políticos”, afirma Mehmuda. “As pautas sociais e tribais (...) são muito mais fortes que as pautas religiosas”, diz Abdulatif. Por sua parte, a jornalista kurda aponta para as causas econômicas como vetor de discriminação.
Variáveis evidentes para análises aos se abordar a situação das mulheres em qualquer outra parte do mundo. No entanto, quando se trata das muçulmanas parece que o Islã obscurece toda essa conjuntura. Esta incapacidade de análise seria, segundo Turkeri, um problema que não escapa a ninguém: “A esquerda européia para alguns assuntos (o Islã, as mulheres muçulmanas, os imigrantes) creio que não sabe o que fazer, algumas vezes para não ‘ferir’ (...) deixam de serem claros diretos”
O conflito
Se as mulheres muçulmanas são vítimas indefesas, vamos salvá-las: era um dos argumentos “auxiliares” esgrimidos por aqueles que invadiram o Iraque e o Afeganistão. Logo se evidencia a falácia de castigar um país com a desculpa de proteger suas mulheres: “As forças de ocupação não diferenciam entre homens, mulheres e crianças (...) quando bombardeiam cidades ou quando prendem a gente”. “Há milhares de mulheres presas nas prisões iraquianas sem nenhum tipo de procedimento legal”, denuncia Jamas e acrescenta: “tratam as iraquianas como tratam todo o povo iraquiano: como inimigas”.
Mehmuda declara que atualmente: “a violência contra as mulheres é pior que nos tempos dos talibãs”. Elas são vítimas, porém também agem: quando detiveram a Turkeri junto com uma amiga, ambas, muito jovens, exerciam o jornalismo: “nos levaram a uma seção moral de uma delegacia, aonde nos ficharam como prostitutas”. Em 1944 Mehmuda fugiu de um Afeganistão em guerra civil aonde “se matava e violentava as crianças e mulheres”. Voltou como ativista pelas mãos da Rawa. Em 1995, Bahira abandonava o Iraque (e seu trabalho na universidade de Bagdá) devido à perseguição de Sadam Hussein, a barbárie resultante da invasão lhe tem impedido de voltar. Recordam as mulheres que caíram ali: “Elas lutam cotidianamente, não somente para sobreviver, mas também para reivindicar seus direitos”. Não lutam somente por elas: “Sem o apoio das mulheres a resistência não haveria chegado até onde tem chegado”, conclui Jamas, ex-diretora do Centro de Observação da Ocupação em Bagdá.
Em um conflito as mulheres também podem ser vítimas estratégicas: sua humilhação se converte numa arma de guerra contra seus companheiros, famílias ou comunidades. No Iraque as forças de ocupação e o Governo colaboracionista: “prendem as famílias dos combatentes e infligem às suas mulheres torturas e abusos”, insultando assim sua honra, denuncia Jamas. Ou como afirma Turkeri: “As mulheres não podem eleger, seu destino está ligado ao dos homens”. A comunidade “dá certa proteção ao indivíduo, por isso este tem que sacrificar parte da sua liberdade, de sue espaço individual ao da comunidade”. “Numa sociedade islâmica não estarás sozinho ante uma situação difícil”, porém “o espaço de liberdades individuais se reduzem muito pelo mesmo motivo”, pondera Abdulatif. Mehmuda reflete: “parte de nossa luta é mudar as nossas famílias, porque elas também formam parte da sociedade”.
Tradução:Marcos Jakobi
Fonte: www.rebelion.org
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão-RS em 16-06-2008.
Colocam a nu uma das justificativas usadas para legitimar as guerras contra esses países, isto é, a de que as mulheres muçulmanas são vítimas indefesas e que para salvá-las seria necessária uma intervenção militar para libertá-las.
Elas denunciam que as “Las fuerzas de ocupación no diferencian entre hombres, mujeres y niños (…) cuando bombardean ciudades o cuando arrestan a gente”. “Hay miles de mujeres en las prisiones iraquíes sin ningún tipo de procedimiento legal”, denuncia Jamás y añade : “tratan a las iraquíes como tratan a todo el pueblo iraquí : como enemigas”. Mehmuda declara que actualmente : “la violencia contra las mujeres es peor que en los tiempos de los talibanes”
Os depoimentos também destacam o papel da mulher na ação contra a invasão e na luta por direitos, ampliando, desta maneira, a visão da mulher muçulmana para além daquela percepção reduzida destas como vítimas e sem capacidade de resistência individual ou coletiva.
Ser mulher em um país muçulmano e ocupado.
Sarah Babiker e Hazel Healy
Quem não tem ouvido teorizações sobre as muçulmanas? A escritora iraquiana Bahira Abdulatif se revela diante desta questão inexistente: Quem se atreveria a falar das mulheres cristãs?
Falamos com quatro mulheres que possui em comum o fato de terem nascido em países de maioria muçulmana e em situação de conflito. Muitas outras coisas as diferenciam. Elas nos falam do que conhecem e do que pensam. Bahira Abdulatif, tradutora e escritora; sua compatriota, a ativista e jornalista Imán Jamás; a jornalista kurda Zekine Turkeri; e uma integrante da organização feminista afegã Rawa, a quem chamaremos de Mehmuda, coincidem na necessidade de separar religião e Estado. Ainda que não parecesse estar na agenda de muitos países muçulmanos: prova disso é o Iraque, com um governo colaboracionista que impõe “seus próprios pontos de vista e atitudes muito reacionárias (...) à sociedade iraquiana”, como denuncia Jamas.
Mehmuda [zanja?] da questão com simplicidade: entende a religião como algo “muito privado”. A aplicação da sharia (lei islâmica) como expressão extrema do governo da religião na vida pública provoca uma rejeição unânime. A idéia da mulher muçulmana como eterna vítima dos homens muçulmanos, mais que empatia gera lástima, e a lástima sem mais nos afasta o respeito. “Damos por certo que as mulheres nos países de cultura muçulmana são inferiores?”, interroga Turkeri. Abdulatif sublinha que “a lista de direitos que o Islã garantia as mulheres no princípio dele”, que era avançada a respeito das religiões monoteístas precedentes, “tem diminuído ao largo dos séculos”.
Abdulatif adverte de que o machismo, “fenômeno global”, nos leva a outro tema, o de “tergiversar os versos corânicos para manter a supremacia do homem sobre a mulher”. Turkeri vai mais além: “todas as religiões discriminam o ser humano e as mulheres muito mais”. Em todo caso recorrem a uma análise mais complexa: a religião é somente um fator. “Os problemas das mulheres no Afeganistão são políticos”, afirma Mehmuda. “As pautas sociais e tribais (...) são muito mais fortes que as pautas religiosas”, diz Abdulatif. Por sua parte, a jornalista kurda aponta para as causas econômicas como vetor de discriminação.
Variáveis evidentes para análises aos se abordar a situação das mulheres em qualquer outra parte do mundo. No entanto, quando se trata das muçulmanas parece que o Islã obscurece toda essa conjuntura. Esta incapacidade de análise seria, segundo Turkeri, um problema que não escapa a ninguém: “A esquerda européia para alguns assuntos (o Islã, as mulheres muçulmanas, os imigrantes) creio que não sabe o que fazer, algumas vezes para não ‘ferir’ (...) deixam de serem claros diretos”
O conflito
Se as mulheres muçulmanas são vítimas indefesas, vamos salvá-las: era um dos argumentos “auxiliares” esgrimidos por aqueles que invadiram o Iraque e o Afeganistão. Logo se evidencia a falácia de castigar um país com a desculpa de proteger suas mulheres: “As forças de ocupação não diferenciam entre homens, mulheres e crianças (...) quando bombardeiam cidades ou quando prendem a gente”. “Há milhares de mulheres presas nas prisões iraquianas sem nenhum tipo de procedimento legal”, denuncia Jamas e acrescenta: “tratam as iraquianas como tratam todo o povo iraquiano: como inimigas”.
Mehmuda declara que atualmente: “a violência contra as mulheres é pior que nos tempos dos talibãs”. Elas são vítimas, porém também agem: quando detiveram a Turkeri junto com uma amiga, ambas, muito jovens, exerciam o jornalismo: “nos levaram a uma seção moral de uma delegacia, aonde nos ficharam como prostitutas”. Em 1944 Mehmuda fugiu de um Afeganistão em guerra civil aonde “se matava e violentava as crianças e mulheres”. Voltou como ativista pelas mãos da Rawa. Em 1995, Bahira abandonava o Iraque (e seu trabalho na universidade de Bagdá) devido à perseguição de Sadam Hussein, a barbárie resultante da invasão lhe tem impedido de voltar. Recordam as mulheres que caíram ali: “Elas lutam cotidianamente, não somente para sobreviver, mas também para reivindicar seus direitos”. Não lutam somente por elas: “Sem o apoio das mulheres a resistência não haveria chegado até onde tem chegado”, conclui Jamas, ex-diretora do Centro de Observação da Ocupação em Bagdá.
Em um conflito as mulheres também podem ser vítimas estratégicas: sua humilhação se converte numa arma de guerra contra seus companheiros, famílias ou comunidades. No Iraque as forças de ocupação e o Governo colaboracionista: “prendem as famílias dos combatentes e infligem às suas mulheres torturas e abusos”, insultando assim sua honra, denuncia Jamas. Ou como afirma Turkeri: “As mulheres não podem eleger, seu destino está ligado ao dos homens”. A comunidade “dá certa proteção ao indivíduo, por isso este tem que sacrificar parte da sua liberdade, de sue espaço individual ao da comunidade”. “Numa sociedade islâmica não estarás sozinho ante uma situação difícil”, porém “o espaço de liberdades individuais se reduzem muito pelo mesmo motivo”, pondera Abdulatif. Mehmuda reflete: “parte de nossa luta é mudar as nossas famílias, porque elas também formam parte da sociedade”.
Tradução:Marcos Jakobi
Fonte: www.rebelion.org
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão-RS em 16-06-2008.
quinta-feira, 5 de junho de 2008
" Pregando num Deserto."
Estou republicando essa crônica recebida de uma companheira lutadora ambiental
Esta crônica foi escrita em 3.6.1960, por Henrique Luís Roessler. Militante Ambiental já percebia a importância da preservação do ambiente natural. Lutador da causa junto com Lutzenberger e Augusto Carneiro (este ainda grande militante)
Sobrevivência da Humanidade Ameaçada.
Dos atuais 2,7 bilhões de habitantes da terra, apenas a quinta parte pode se alimentar satisfatoriamente. Os demais passam fome crônica desde o nascimento até a morte. Nalgumas regiões há excessos de alimentos, tendo havido ocasiões em que estas sobras são destruídas pelo fogo, para manter preços altos, enquanto em outras ainda morrem de fome diariamente milhares de pessoas, porque não há meios de transporte para distribuição desses recursos alimentares. Em geral ainda desperdiçam-se 10 vezes mais bens da terra do que se aproveitam.
As principais causas dessa ameaça de fome que se alastra sempre mais pelo mundo todo são a devastação irracional das matas e o fogo florestal, que estão desfertilizando a terra produtiva, os maiores crimes insanáveis contra a terra.
Dizem os cientistas que para produzir uma camada de terr-mãe de apenas 3 centímetros de grossura, a natureza precisa de 300 a 1000 anos.
Já foi esgotada mais da metade da superfície arável do mundo. Até na América do Norte 40% da outrora camada fértil hoje não é mais aproveitada. 400 milhões de hectares estão se transformando em desertos. 5 milhões de toneladas de terra de cultivo estão sendo levadas anualmente pelos ventos e pelas águas. Só em 1947-1948 os incêndios florestais nos Estados Unidos consumiram 9 milhões de hectares de mata virgem, o que representa mais do que o consumo de madeira durante 10 anos.
Na Alemanha as forças de ocupação em 3 anos procederam ao corte raso de 700.000 hectares de matas, as quais, entretanto, já foram reflorestadas com 7 milhões de mudinhas, mas este crime fez secar num só ano na Floresta Negra 600 fontes.
Calculam que até o ano de 2000 a população terrestre terá atingido 6 bilhões de habitantes e que para garantir a alimentação dessa massa humana seriam precisos diariamente 130.000 hectares de terra nova. No entanto perdem-se por dia nada menos do que 200.000ha de chão arável, pelo esgotamento da fertilidade, aumento das cidades, alagamento pelas represas, alargamento das estradas, maiores campos de treinamento militar, novos campos de aviação, espaços para novos quartéis e institutos de educação, etc.,
A área florestal está sendo reduzida cada vez mais. Baixou de 9/10 para 2/10 da superfície da terra. Paralelamente baixaram os níveis da água subterrânea e secaram os rios, como também acontece no Nordeste Brasileiro.
A Humanidade, encabeçada pelos seus dirigentes, todos movidos pelo egoísmo e materialismo, empenhada na caça ao dinheiro e posições, ignora ou não quer ver gravidade nesse problema supremo da sobrevivência.
A situação do nosso país também está ficando alarmante, porque a desgraça marcha rapidamente. Já não temos auto-suficiência de produção de alimentos para nossa população de apenas 70 milhões. Um país tão ricamente dotado pela natureza com sua população vivendo na miséria, com um Governo endividado e moeda inflacionada, os políticos se assanhando pela eleição de novo presidente, esquecendo tudo o mais e desviando a atenção do povo do principal problema.
Que o desenvolvimento da agricultura e a renovação dos recursos naturais, cujo ponto principal é o reflorestamento da terra devastada, não o simbólico do Dia da Árvore, mas o real e prático lá no interior das colônias, onde as florestas são imprescindíveis, mas imprevidentemente foram destruídas pela cobiça ou ignorância.
Unicamente no Estado de São Paulo compreenderam a realidade da situação e por isto estão tomando medidas bem drásticas de salvação, realizando um reflorestamento em proporções fantásticas, nunca visto no Brasil e fazendo a restauração da fertilidade da terra com emprego e recursos extraordinários.
Achamos que quando no Rio Grande do Sul os dorminhocos se acordarem será tarde demais para travar a derrocada, que atingirá especialmente os humildes e inocentes, porque os grandes e responsáveis, de recursos, fugirão de avião como temos exemplos em todo o Universo.
Apesar de convencidos que estamos pregando num deserto, não podíamos deixar de dar mais este brado de alerta.
3 de junho de 1960.
Hoje podemos repetir com a mesma intensidade e o mesmo sentimento:
-"Apesar de convencidos que estamos pregando num deserto, não poderíamos deixar de dar mais este brado de alerta".
Este aprendizado vem de longe. Os Ecos estão ficando roucos. Mas a luta continua!
Preservar nossos bens livres é uma questão de sobrevivência!
Saudações Eco-socialistas
Mara
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão em 05-06-2008.
Esta crônica foi escrita em 3.6.1960, por Henrique Luís Roessler. Militante Ambiental já percebia a importância da preservação do ambiente natural. Lutador da causa junto com Lutzenberger e Augusto Carneiro (este ainda grande militante)
Sobrevivência da Humanidade Ameaçada.
Dos atuais 2,7 bilhões de habitantes da terra, apenas a quinta parte pode se alimentar satisfatoriamente. Os demais passam fome crônica desde o nascimento até a morte. Nalgumas regiões há excessos de alimentos, tendo havido ocasiões em que estas sobras são destruídas pelo fogo, para manter preços altos, enquanto em outras ainda morrem de fome diariamente milhares de pessoas, porque não há meios de transporte para distribuição desses recursos alimentares. Em geral ainda desperdiçam-se 10 vezes mais bens da terra do que se aproveitam.
As principais causas dessa ameaça de fome que se alastra sempre mais pelo mundo todo são a devastação irracional das matas e o fogo florestal, que estão desfertilizando a terra produtiva, os maiores crimes insanáveis contra a terra.
Dizem os cientistas que para produzir uma camada de terr-mãe de apenas 3 centímetros de grossura, a natureza precisa de 300 a 1000 anos.
Já foi esgotada mais da metade da superfície arável do mundo. Até na América do Norte 40% da outrora camada fértil hoje não é mais aproveitada. 400 milhões de hectares estão se transformando em desertos. 5 milhões de toneladas de terra de cultivo estão sendo levadas anualmente pelos ventos e pelas águas. Só em 1947-1948 os incêndios florestais nos Estados Unidos consumiram 9 milhões de hectares de mata virgem, o que representa mais do que o consumo de madeira durante 10 anos.
Na Alemanha as forças de ocupação em 3 anos procederam ao corte raso de 700.000 hectares de matas, as quais, entretanto, já foram reflorestadas com 7 milhões de mudinhas, mas este crime fez secar num só ano na Floresta Negra 600 fontes.
Calculam que até o ano de 2000 a população terrestre terá atingido 6 bilhões de habitantes e que para garantir a alimentação dessa massa humana seriam precisos diariamente 130.000 hectares de terra nova. No entanto perdem-se por dia nada menos do que 200.000ha de chão arável, pelo esgotamento da fertilidade, aumento das cidades, alagamento pelas represas, alargamento das estradas, maiores campos de treinamento militar, novos campos de aviação, espaços para novos quartéis e institutos de educação, etc.,
A área florestal está sendo reduzida cada vez mais. Baixou de 9/10 para 2/10 da superfície da terra. Paralelamente baixaram os níveis da água subterrânea e secaram os rios, como também acontece no Nordeste Brasileiro.
A Humanidade, encabeçada pelos seus dirigentes, todos movidos pelo egoísmo e materialismo, empenhada na caça ao dinheiro e posições, ignora ou não quer ver gravidade nesse problema supremo da sobrevivência.
A situação do nosso país também está ficando alarmante, porque a desgraça marcha rapidamente. Já não temos auto-suficiência de produção de alimentos para nossa população de apenas 70 milhões. Um país tão ricamente dotado pela natureza com sua população vivendo na miséria, com um Governo endividado e moeda inflacionada, os políticos se assanhando pela eleição de novo presidente, esquecendo tudo o mais e desviando a atenção do povo do principal problema.
Que o desenvolvimento da agricultura e a renovação dos recursos naturais, cujo ponto principal é o reflorestamento da terra devastada, não o simbólico do Dia da Árvore, mas o real e prático lá no interior das colônias, onde as florestas são imprescindíveis, mas imprevidentemente foram destruídas pela cobiça ou ignorância.
Unicamente no Estado de São Paulo compreenderam a realidade da situação e por isto estão tomando medidas bem drásticas de salvação, realizando um reflorestamento em proporções fantásticas, nunca visto no Brasil e fazendo a restauração da fertilidade da terra com emprego e recursos extraordinários.
Achamos que quando no Rio Grande do Sul os dorminhocos se acordarem será tarde demais para travar a derrocada, que atingirá especialmente os humildes e inocentes, porque os grandes e responsáveis, de recursos, fugirão de avião como temos exemplos em todo o Universo.
Apesar de convencidos que estamos pregando num deserto, não podíamos deixar de dar mais este brado de alerta.
3 de junho de 1960.
Hoje podemos repetir com a mesma intensidade e o mesmo sentimento:
-"Apesar de convencidos que estamos pregando num deserto, não poderíamos deixar de dar mais este brado de alerta".
Este aprendizado vem de longe. Os Ecos estão ficando roucos. Mas a luta continua!
Preservar nossos bens livres é uma questão de sobrevivência!
Saudações Eco-socialistas
Mara
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão em 05-06-2008.
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Retalhos de uma História.
Recebi por correio eletrônico estou publicando para que possamos perceber desde quando a nossa natureza esta sendo agredida.
Companheiras e Companheiros,
Trago para vocês alguns dados escritos e relembrados há muitos e muitos anos por Henrique Luís Roessler, gaúcho que percebia a importância da natureza e que dedicou sua vida a causa ambiental.
Um trecho de uma de suas crônicas: 15.8.58
"A Verdade Sobre o Problema Florestal"
1º - O Presidente do Estado, Dr. Júlio Prates de Castilhos, em 14.1.1898, justificando um Decreto sobre Terras Públicas, Colonização e Florestas do Rio Grande do Sul, escreve: “No Rio Grande do Sul, como em qualquer outro ponto do território da União, os governos não cuidaram nunca de atenuar as maléficas conseqüências da destruição das matas, nem cogitaram jamais de um conjunto de medidas regulamentares destinadas a harmonizar o imediato interesse da exploração delas com a conveniência permanente da respectiva conservação, mediante o replantio metodicamente efetuado. Dessa incúria, que vem de longe, resultou o tristonho aspecto que já oferecem vastas extensões das nossas fertilíssimas zonas florestais. Deplorem-se os descuidos do passado, mas acautemem-se solicitamente para o futuro, inestimáveis elementos que mui de perto correspondem à riqueza pública.”
Nota - Se visse hoje, decorridos 60 anos, os míseros restolhos das nossas florestas. (nota do autor)
3º - O Padre Balduino Rabo, S.J., renomado cientista e naturalista, em 1941, escreveram no seu livro “Ensaio de Monografia Natural”: Não se pode acentuar bastante - O Mato rio-grandense está em Grave Perigo - E não são apenas as derrubadas da agricultura; é também a indústria madeireira que, mais tempo, menos tempo, despojará as selvas de madeira de lei do vale do Rio Uruguai de seus gigantes mais expressivos e acabará por transformar os soberbos pinhais em tristes fachinais. Levanta-se o problema do reflorestamento - Por que não promover a renovação das matas destruídas com madeira de lei? Crescem devagar, sim, mas o esforço frutificará tanto mais para as gerações do porvir. Conviria conservar duas regiões como Parques Florestais - Um trecho da selva virgem do Alto Uruguai; outro nos Aparatos da Serra.
Nota - Em 1947 foi criado o Parque Florestal do Rio Turvo, divisando com o Rio Uruguai, mas deixado muitos anos sem guardas residentes, o que motivou o intrusamento e derrubada de árvores em grande escala. No ano passado foi criado o Parque Florestal de Taimbezinho, nos Aparados da Serra, medida sugerida em 1944 pelo ex-delegado florestal regional do R.G.do Sul. Foram encontradas em plena atividade dentro da área desapropriada 6 serrarias, que já haviam derrubado a maioria dos pinhais. O governo sempre age tarde demais e descuida de proteger o que é seu.
28º - De um Editorial do Correio do Povo sob o título “POESIA E POLÍCIA" - A dolorosa verdade é essa, digamo-lo sem rebuços: O brasileiro não ama a árvore. Estupidamente não sabe o que ela representa de substancial e amável para a existência do homem. Derruba-a e não a replanta. “Com uma inconsciência de doer, com uma despreocupação que raia pela imbecilidade, prepara ou deixa que preparem os desertos do futuro”.
Nota: Em vez de poesia, o articulista recomenda a efetiva e concreta aplicação do poder de polícia aos "gangsters" da derrubada de matas, (ou dos plantadores de eucaliptos, eu diria), o que consideramos como única medida acertada para conseguir algo.
E por aí vai. É de longa data este descaso com as questões ambientais. Noutro dia enviarei um texto dos anos 50 quando ele fala só das plantações de eucaliptos.
Comandante Mendes deveria levar sua fúria contra os plantadores de eucaliptos que estão destruindo a vida do Bioma Pampa.
Boa luta companheiras e companheiros
Saudações Ecosocialistas
Liga Eco-marxista
Enviado por Mara.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão, em 21/05/2008.
Companheiras e Companheiros,
Trago para vocês alguns dados escritos e relembrados há muitos e muitos anos por Henrique Luís Roessler, gaúcho que percebia a importância da natureza e que dedicou sua vida a causa ambiental.
Um trecho de uma de suas crônicas: 15.8.58
"A Verdade Sobre o Problema Florestal"
1º - O Presidente do Estado, Dr. Júlio Prates de Castilhos, em 14.1.1898, justificando um Decreto sobre Terras Públicas, Colonização e Florestas do Rio Grande do Sul, escreve: “No Rio Grande do Sul, como em qualquer outro ponto do território da União, os governos não cuidaram nunca de atenuar as maléficas conseqüências da destruição das matas, nem cogitaram jamais de um conjunto de medidas regulamentares destinadas a harmonizar o imediato interesse da exploração delas com a conveniência permanente da respectiva conservação, mediante o replantio metodicamente efetuado. Dessa incúria, que vem de longe, resultou o tristonho aspecto que já oferecem vastas extensões das nossas fertilíssimas zonas florestais. Deplorem-se os descuidos do passado, mas acautemem-se solicitamente para o futuro, inestimáveis elementos que mui de perto correspondem à riqueza pública.”
Nota - Se visse hoje, decorridos 60 anos, os míseros restolhos das nossas florestas. (nota do autor)
3º - O Padre Balduino Rabo, S.J., renomado cientista e naturalista, em 1941, escreveram no seu livro “Ensaio de Monografia Natural”: Não se pode acentuar bastante - O Mato rio-grandense está em Grave Perigo - E não são apenas as derrubadas da agricultura; é também a indústria madeireira que, mais tempo, menos tempo, despojará as selvas de madeira de lei do vale do Rio Uruguai de seus gigantes mais expressivos e acabará por transformar os soberbos pinhais em tristes fachinais. Levanta-se o problema do reflorestamento - Por que não promover a renovação das matas destruídas com madeira de lei? Crescem devagar, sim, mas o esforço frutificará tanto mais para as gerações do porvir. Conviria conservar duas regiões como Parques Florestais - Um trecho da selva virgem do Alto Uruguai; outro nos Aparatos da Serra.
Nota - Em 1947 foi criado o Parque Florestal do Rio Turvo, divisando com o Rio Uruguai, mas deixado muitos anos sem guardas residentes, o que motivou o intrusamento e derrubada de árvores em grande escala. No ano passado foi criado o Parque Florestal de Taimbezinho, nos Aparados da Serra, medida sugerida em 1944 pelo ex-delegado florestal regional do R.G.do Sul. Foram encontradas em plena atividade dentro da área desapropriada 6 serrarias, que já haviam derrubado a maioria dos pinhais. O governo sempre age tarde demais e descuida de proteger o que é seu.
28º - De um Editorial do Correio do Povo sob o título “POESIA E POLÍCIA" - A dolorosa verdade é essa, digamo-lo sem rebuços: O brasileiro não ama a árvore. Estupidamente não sabe o que ela representa de substancial e amável para a existência do homem. Derruba-a e não a replanta. “Com uma inconsciência de doer, com uma despreocupação que raia pela imbecilidade, prepara ou deixa que preparem os desertos do futuro”.
Nota: Em vez de poesia, o articulista recomenda a efetiva e concreta aplicação do poder de polícia aos "gangsters" da derrubada de matas, (ou dos plantadores de eucaliptos, eu diria), o que consideramos como única medida acertada para conseguir algo.
E por aí vai. É de longa data este descaso com as questões ambientais. Noutro dia enviarei um texto dos anos 50 quando ele fala só das plantações de eucaliptos.
Comandante Mendes deveria levar sua fúria contra os plantadores de eucaliptos que estão destruindo a vida do Bioma Pampa.
Boa luta companheiras e companheiros
Saudações Ecosocialistas
Liga Eco-marxista
Enviado por Mara.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão, em 21/05/2008.
quinta-feira, 8 de maio de 2008
Movimentos Sociais da Cidade e do Campo se unem.
No Dia 7 de maio de 2008, na Inter Sindical de Viamão se reuniram trabalhadores e trabalhadoras de Viamão, Alvorada, Gravataí e Cachoeirinha para prepararem a grande manifestação que ocorrerá entre 10 e 13 de junho, próximo em todo o Brasil.
Com a presença de lideranças do Movimento Sindical, do MST, do MAB (mov. Dos Atingidos por Barragens), Via Campesina, CPT (Comissão Pastoral da Terra, vinculada a Igreja Católica), MPA (Mov. Dos Pequenos Produtores), Associação dos Trabalhadores Aposentados de Viamão, CEPERS Sindicato e MMC (Mov. Das Mulheres Camponesas) foi debatido as dificuldades e os problemas enfrentados pela classe trabalhadora.
O Presidente da Federação dos Trabalhares dos Metalúrgicos do RS, Milton Viário realizou uma profunda análise da conjuntura atual pela qual nós passamos e quais os movimentos estratégicos que deveram ser feitos para que a Classe Trabalhadora do Campo e da Cidade enfrente essa nova realidade.
Analiso-se que todas as esperanças do povo trabalhador foram direcionadas no processo eleitoral, após os longos anos de ditadura militar. Com a redemocratização do Brasil os partidos políticos ganharam notoriedade e respeito popular, mas com o passar dos anos e com a proposital banalização/corrupção das eleições pela mídia capetalista em conjunto com as oligarquias regionais o povo percebe que com essa realidade não basta só eleger o Presidente da República ou o Vereador do seu Município.
Mas tem é que participar e ir para a luta contra o seu maior adversário; o capitalista detentor dos meios de produção (bancos, fazendeiros, indústria e comércio), os quais manipulam todo o tipo de produtos ditando o valor a ser pago por um quilo de arroz, por exemplo.
Participação esta que está representada na atuação dos movimentos populares como o MST, MAB, MPA, MNLM, CPT, Via Campesina, MMC e do Movimento Estudantil entre tantos outros.
Os estudantes universitários ocuparam a USP por mais de 40 dias ininterruptos e derrotou o governo tucano de Serra, os militantes do MST reuniram em Brasília, entre 11 e 15 de Junho de 2007 mais de 17.500 delegados no seu 5° Congresso onde definiram uma nova estratégia no enfrentamento com a burguesia nacional e internacional.
Numa conjuntura onde as grandes transnacionais se aliam aos fazendeiros capitalistas, não basta lutar só pela terra. As lutas são por saúde, educação, meio ambiente e por uma alimentação saudável para toda a classe trabalhadora são de todos os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade.
Com o avanço do agronegócio, do capital financeiro e das transnacionais os trabalhadores rurais definiram aprofundar as articulações com setores urbanos na construção de um projeto popular para o país onde se tenha uma reforma agrária de qualidade e se possa ter nas cidades uma vida melhor. Alem de conquistar a terra o MST acaba com analfabetismo nos assentamentos/acampamentos onde já foram 50 mil sem-terras alfabetizados.
Os movimentos populares conquistaram confiabilidade dos seus militantes, o MST se propõe a conquistar a terra, vai e faz, ocupa e distribui à terra conquistada, o mesmo faz o MNLM-Mov. Nacional de Luta pela Moradia, ocupa, organiza o povo em cooperativa, enfim faz acontecer e assim o Mov. Dos Atingidos por Barragens - MAB que luta por aqueles que perderam suas terras para as hidrelétricas e contra os preços abusivos cobrados pela energia elétrica residencial enquanto as grandes indústrias têm a luz praticamente de graça.
E assim todos os demais movimentos populares que realizam aquilo que se propuseram a fazer onde cada militante sabe o quanto é importante para o movimento dar certo. Ao adquirir essa consciência de classe passamos a nos organizar como tal e em junho realizar uma grande manifestação nacional contra o sistema capitalista em que somos explorados.
veritasantos@bol.com.br e ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão, 07 de maio de 2008.
Com a presença de lideranças do Movimento Sindical, do MST, do MAB (mov. Dos Atingidos por Barragens), Via Campesina, CPT (Comissão Pastoral da Terra, vinculada a Igreja Católica), MPA (Mov. Dos Pequenos Produtores), Associação dos Trabalhadores Aposentados de Viamão, CEPERS Sindicato e MMC (Mov. Das Mulheres Camponesas) foi debatido as dificuldades e os problemas enfrentados pela classe trabalhadora.
O Presidente da Federação dos Trabalhares dos Metalúrgicos do RS, Milton Viário realizou uma profunda análise da conjuntura atual pela qual nós passamos e quais os movimentos estratégicos que deveram ser feitos para que a Classe Trabalhadora do Campo e da Cidade enfrente essa nova realidade.
Analiso-se que todas as esperanças do povo trabalhador foram direcionadas no processo eleitoral, após os longos anos de ditadura militar. Com a redemocratização do Brasil os partidos políticos ganharam notoriedade e respeito popular, mas com o passar dos anos e com a proposital banalização/corrupção das eleições pela mídia capetalista em conjunto com as oligarquias regionais o povo percebe que com essa realidade não basta só eleger o Presidente da República ou o Vereador do seu Município.
Mas tem é que participar e ir para a luta contra o seu maior adversário; o capitalista detentor dos meios de produção (bancos, fazendeiros, indústria e comércio), os quais manipulam todo o tipo de produtos ditando o valor a ser pago por um quilo de arroz, por exemplo.
Participação esta que está representada na atuação dos movimentos populares como o MST, MAB, MPA, MNLM, CPT, Via Campesina, MMC e do Movimento Estudantil entre tantos outros.
Os estudantes universitários ocuparam a USP por mais de 40 dias ininterruptos e derrotou o governo tucano de Serra, os militantes do MST reuniram em Brasília, entre 11 e 15 de Junho de 2007 mais de 17.500 delegados no seu 5° Congresso onde definiram uma nova estratégia no enfrentamento com a burguesia nacional e internacional.
Numa conjuntura onde as grandes transnacionais se aliam aos fazendeiros capitalistas, não basta lutar só pela terra. As lutas são por saúde, educação, meio ambiente e por uma alimentação saudável para toda a classe trabalhadora são de todos os trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade.
Com o avanço do agronegócio, do capital financeiro e das transnacionais os trabalhadores rurais definiram aprofundar as articulações com setores urbanos na construção de um projeto popular para o país onde se tenha uma reforma agrária de qualidade e se possa ter nas cidades uma vida melhor. Alem de conquistar a terra o MST acaba com analfabetismo nos assentamentos/acampamentos onde já foram 50 mil sem-terras alfabetizados.
Os movimentos populares conquistaram confiabilidade dos seus militantes, o MST se propõe a conquistar a terra, vai e faz, ocupa e distribui à terra conquistada, o mesmo faz o MNLM-Mov. Nacional de Luta pela Moradia, ocupa, organiza o povo em cooperativa, enfim faz acontecer e assim o Mov. Dos Atingidos por Barragens - MAB que luta por aqueles que perderam suas terras para as hidrelétricas e contra os preços abusivos cobrados pela energia elétrica residencial enquanto as grandes indústrias têm a luz praticamente de graça.
E assim todos os demais movimentos populares que realizam aquilo que se propuseram a fazer onde cada militante sabe o quanto é importante para o movimento dar certo. Ao adquirir essa consciência de classe passamos a nos organizar como tal e em junho realizar uma grande manifestação nacional contra o sistema capitalista em que somos explorados.
veritasantos@bol.com.br e ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão, 07 de maio de 2008.
sábado, 3 de maio de 2008
Quem lucra com a guerra?
O saldo para a maioria das populações envolvidas em alguma guerra é terrível, principalmente para os civis inocentes que morrem sem nunca terem participado de tal genocídio.
As mortes indiscriminadas de crianças, mulheres e homens em uma guerra devem ser denunciadas permanentemente e exigida o julgamento de seus mandantes, os senhores da guerra.
Na guerra do Iraque essa matança custa US$ 2.053,00 por segundo ou 275 milhões de dólares por dia e nos cinco anos de sua duração já mataram até a primeira quinzena de março 700 mil Iraquianos, 4 mil soldados dos EUA e produziu 4 milhões de refugiados.
O povo norte americano já pagou através de seus impostos mais de um trilhão de dólares nesta guerra e a previsão é de não ter previsão, pois a sandice do governo de BUSH ou de qualquer um dos seus sucessores é de continuar com essa guerra que enriquece a burguesia internacional.
Por mais que os “especialistas” façam previsões nada está previsto tendo em vista que os custos com o tratamento dos soldados veteranos inválidos pela guerra não são computados.
Essa é a primeira guerra privatizada da história da humanidade que se transformou num negócio da China. A privatização é escancarada tendo em vista que o governo dos EUA contrata empresas chamadas de seguranças, as quais na verdade são empresas de mercenários pagos para fazer o “trabalho sujo, do tipo: torturar prisioneiros de guerra” e outro dado é que essas empresas estão respondendo a processos judiciais nos Estados Unidos e nem por isso Bush deixa de contratá-las.
A contratação dessas empresas para realizarem esse “servicinho” custa à bagatela de 10 a 15 mil dólares por mês que segundo o Jornal The Washington Post no ano de 2005 foram gastos 40 milhões de dólares do orçamento da CIA (companhia de inteligência e espionagem norte americana).
A empresa que mais está ganhando com essa guerra é a Halliburton que entre os seus sócios esta o Vice Presidente, Dick Cheney, pois sua empresa alem de fornecer material para a guerra esta entre aquelas que estão “reconstruindo o Iraque e o Afeganistão”.
Essa empresa é aquela que transportou os computadores que foram roubados da Petrobras no dia 14 de fevereiro, passado.
Casualmente a Halliburton é uma empresa petrolífera e é uma das mais interessadas no mega poço de petróleo, Tupi, descoberto pela Petrobras no litoral brasileiro.
Se alguém ainda tem duvidas quanto ao objetivo de mais esse holocausto é a prova que essa ocupação tem como principal interesse o controle dos poços de petróleo do povo iraquiano.
Alem da Halliburton, estão engordando as suas contas bancarias as velhas conhecidas nossas, tais como a Texaco, Shell, British Petroleum e a Exxon Móbil.
Outro setor que fatura com a guerra do Iraque são as empresas de alimentação, pois a soldadesca tem que ser bem alimentada e aí entra novamente a Halliburton, a mesma do Vice Presidente.
Essa mega indústria é dona dos “famosos focos de milho Kellog’s e para que os flocos sejam misturados é usado o leite da Nestlé que é uma das preferidas de todos os governantes dos Estados Unidos desde a guerra da Coréia.
A distribuidora e fabricante de frango frito, Kentucky Fried Chicken, é a fornecedora de ante-coxa, coxa e peito de frango fritos que vem embalado em umas caixinhas que são conhecidas dos soldados que ao recebê-las faz com que eles se sintam em casa, segundo o efeito psicológico que provoca estrategicamente pensado pelo Exercito Americano.
Para beber! Pepsi-Cola que por lá dizem que os Republicanos são mais de direita.
Os soldados que matam no Iraque usam uniformes fabricados no Brasil por cerca de dez empresas mineiras de Divinópolis e Formiga e os coturnos são fabricados em Minas, São Paulo e Paraná. A fábrica Arroyo, de Franca (SP), por exemplo, exporta coturnos especiais para serem usados no deserto.
Um dos gerentes dessas empresas tenta justificar a colaboração de sua fabrica com as atrocidades cometidas nesta guerra dizendo que: “não perderia essa oportunidade de gerar lucro para Minas e para a empresa”.
Infelizmente a visão capitalista é bem esta, onde o ser humano vale menos que um coturno.
Ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão-RS, 3 de maio de 2008.
As mortes indiscriminadas de crianças, mulheres e homens em uma guerra devem ser denunciadas permanentemente e exigida o julgamento de seus mandantes, os senhores da guerra.
Na guerra do Iraque essa matança custa US$ 2.053,00 por segundo ou 275 milhões de dólares por dia e nos cinco anos de sua duração já mataram até a primeira quinzena de março 700 mil Iraquianos, 4 mil soldados dos EUA e produziu 4 milhões de refugiados.
O povo norte americano já pagou através de seus impostos mais de um trilhão de dólares nesta guerra e a previsão é de não ter previsão, pois a sandice do governo de BUSH ou de qualquer um dos seus sucessores é de continuar com essa guerra que enriquece a burguesia internacional.
Por mais que os “especialistas” façam previsões nada está previsto tendo em vista que os custos com o tratamento dos soldados veteranos inválidos pela guerra não são computados.
Essa é a primeira guerra privatizada da história da humanidade que se transformou num negócio da China. A privatização é escancarada tendo em vista que o governo dos EUA contrata empresas chamadas de seguranças, as quais na verdade são empresas de mercenários pagos para fazer o “trabalho sujo, do tipo: torturar prisioneiros de guerra” e outro dado é que essas empresas estão respondendo a processos judiciais nos Estados Unidos e nem por isso Bush deixa de contratá-las.
A contratação dessas empresas para realizarem esse “servicinho” custa à bagatela de 10 a 15 mil dólares por mês que segundo o Jornal The Washington Post no ano de 2005 foram gastos 40 milhões de dólares do orçamento da CIA (companhia de inteligência e espionagem norte americana).
A empresa que mais está ganhando com essa guerra é a Halliburton que entre os seus sócios esta o Vice Presidente, Dick Cheney, pois sua empresa alem de fornecer material para a guerra esta entre aquelas que estão “reconstruindo o Iraque e o Afeganistão”.
Essa empresa é aquela que transportou os computadores que foram roubados da Petrobras no dia 14 de fevereiro, passado.
Casualmente a Halliburton é uma empresa petrolífera e é uma das mais interessadas no mega poço de petróleo, Tupi, descoberto pela Petrobras no litoral brasileiro.
Se alguém ainda tem duvidas quanto ao objetivo de mais esse holocausto é a prova que essa ocupação tem como principal interesse o controle dos poços de petróleo do povo iraquiano.
Alem da Halliburton, estão engordando as suas contas bancarias as velhas conhecidas nossas, tais como a Texaco, Shell, British Petroleum e a Exxon Móbil.
Outro setor que fatura com a guerra do Iraque são as empresas de alimentação, pois a soldadesca tem que ser bem alimentada e aí entra novamente a Halliburton, a mesma do Vice Presidente.
Essa mega indústria é dona dos “famosos focos de milho Kellog’s e para que os flocos sejam misturados é usado o leite da Nestlé que é uma das preferidas de todos os governantes dos Estados Unidos desde a guerra da Coréia.
A distribuidora e fabricante de frango frito, Kentucky Fried Chicken, é a fornecedora de ante-coxa, coxa e peito de frango fritos que vem embalado em umas caixinhas que são conhecidas dos soldados que ao recebê-las faz com que eles se sintam em casa, segundo o efeito psicológico que provoca estrategicamente pensado pelo Exercito Americano.
Para beber! Pepsi-Cola que por lá dizem que os Republicanos são mais de direita.
Os soldados que matam no Iraque usam uniformes fabricados no Brasil por cerca de dez empresas mineiras de Divinópolis e Formiga e os coturnos são fabricados em Minas, São Paulo e Paraná. A fábrica Arroyo, de Franca (SP), por exemplo, exporta coturnos especiais para serem usados no deserto.
Um dos gerentes dessas empresas tenta justificar a colaboração de sua fabrica com as atrocidades cometidas nesta guerra dizendo que: “não perderia essa oportunidade de gerar lucro para Minas e para a empresa”.
Infelizmente a visão capitalista é bem esta, onde o ser humano vale menos que um coturno.
Ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão-RS, 3 de maio de 2008.
terça-feira, 29 de abril de 2008
A Crise dos Alimentos.
Um fato constatado há muitos anos pelos povos pobres do mundo devido à constante exploração capitalista sofrida, a crise dos alimentos nunca foi tão discutida como nos últimos dias.
A ONU, sucursal dos interesses capitalistas, em especial dos EUA, faz um estardalhaço carregado de hipocrisia como se só agora viesse, a saber, que bilhões de pessoas morrem de fome em todo o mundo por única e exclusiva culpa dos grandes capitalistas mundiais que controlam todo o processo de produção em escala mundial, desde a produção de sementes até o transporte e a venda dos alimentos.
Como não dá mais para esconder o óbvio a ONU quer achar um culpado para mais essa barbárie do capitalismo mundial e para isso não se envergonha de incluir no rol de culpados o Presidente Lula e o projeto brasileiro de biocombustíveis que num futuro bem próximo deixará o Brasil alto suficiente em energia e assim independente mundialmente.
Essa independência brasileira e implementada por Lula, um torneiro mecânico, portanto fora da liturgia da política capitalista é um risco ao domínio imperialista por isso deve-se culpá-lo a todo custo.
Lula é um risco para os interesses de dominação norte americano na América Latina, pois se constitui juntamente com os outros Presidentes Latino-americanos como importantes lideranças mundiais que podem e estão já influenciando a política econômica mundial interrompendo assim o avanço dos EUA e seus aliados.
O Governo Lula deve ficar sempre alerta para não errar no método de produção agrícola se esquecendo de manter a totalidade das necessidades alimentares do povo brasileiro e isso se dá é apostando na agricultura familiar incentivando-a a produzir mais, melhor e em diversidade.
Somos um país continental e para isso nosso povo deve ter soberania em todos os sentidos e em especial SOBERANIA ALIMENTAR.
A soberania alimentar define essencialmente o pacote político que seria necessário para que as políticas de reforma agrária e desenvolvimento rural possam verdadeiramente reduzir a pobreza, proteger o ambiente, e fortalecer o desenvolvimento econômico inclusivo e de grande base social. Os pilares mais fundamentais da soberania alimentar incluem o reconhecimento e o cumprimento do direito à alimentação e o direito a terra; o direito de cada nação ou povo a definir a sua própria política agrícola e alimentar, respeitando o direito dos povos indígenas aos seus territórios, os direitos dos pescadores tradicionais a áreas de pesca, etc.; um refúgio das políticas de comércio livre, com uma concomitante maior prioridade de produção alimentar para mercados locais e nacionais, e o fim da venda abaixo do preço de custo (dumping); reforma agrária genuína; e práticas agrícolas sustentáveis, com base nos camponeses, ou agro-ecológicas.
A soberania alimentar está relacionada com os direitos humanos e para se possuir soberania alimentar implica em se fazer a reforma agrária através duma análise do direito a uma alimentação adequada, e do direito a terra, reclamado pelo movimento social rural, pelo simples fato de se ter mais terra para mais trabalhadores nela trabalhando. A reforma agrária é necessária para que aja uma desconcentração de muitas áreas de terras em poucas mãos e assim teremos mais diversidade de produção alimentar.
A adoção de uma política de soberania alimentar inclui:
*Dar prioridade à produção agrícola local de forma a alimentar as pessoas, o acesso de camponeses e dos sem terra a terra, água, sementes, e crédito, e, desde logo, a necessidade para reformas da terra genuínas e abrangentes, acesso sem restrições a sementes, e para a salvaguarda da água como um bem público para ser equitativamente e sustentavelmente distribuído,
*O direito das famílias agricultoras e camponesas para produzir alimentos e o direito dos consumidores para decidirem o que consomem, e como e por quem é produzido;
*O direito dos Países para se protegerem de preços agrícolas baixos e da importação de alimentos;
*Os preços agrícolas deverão estar ligados aos custos de produção com uma margem de lucro que permita, aos produtores, uma vida digna: isto pode ser atingido se os Países ou Uniões de Estados tiverem a possibilidade de imporem taxas, quotas e interditar as importações excessivamente baratas, se comprometerem a favor da produção agrícola sustentada, e se conseguem gerir a produção no mercado interno de forma a evitar excessos estruturais;
*A participação do povo na formulação das políticas agrícolas;
*O reconhecimento dos direitos das mulheres agricultoras que desempenham um papel primordial na produção agrícola e na alimentação.
Hoje em dia, os povos do mundo são confrontados com dois modelos de agricultura, desenvolvimento rural e produção de alimentos um deles é o conceito de soberania alimentar onde a participação popular se faz presente e necessária.
O outro, o dominante é um modelo do agronegócio baseado na lógica neoliberal do comércio livre, privatização e visão da terra como mercadoria, água, florestas, pescas, sementes, conhecimentos e, da vida em si o qual deve ser combatido em nome da sobrevivência da espécie humana na terra.
É guiada por um objetivo de lucros corporativos e o aumento de produção para exportação baseada na mão de obra barata, muitas vezes escravas, e é responsável pelo aumento da concentração de propriedade da terra, recursos e cadeias de produção e distribuição alimentar e outros produtos agrícolas nas mãos de algumas, poucas, corporações.
Os preços dos alimentos e outros bens agrícolas recebidos pelos produtores estão em constante declínio por causa da venda abaixo do preço de custo (dumping) e outros fatores, tais como os salários para agricultores e trabalhadores. No entanto, os preços ao consumidor continuam a aumentar. O modelo é quimicamente intensivo e causa danos incalculáveis ao ambiente e à saúde dos produtores, trabalhadores e consumidores.
Estes importantes fatores não estão sendo divulgados ou ao menos pensados pelos dirigentes da ONU como uma possível solução da fome no mundo, mas nossa certeza é da necessidade urgente de mudar-se o modo de produção e distribuição alimentar em esfera global.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão-RS, 29/04/2008.
A ONU, sucursal dos interesses capitalistas, em especial dos EUA, faz um estardalhaço carregado de hipocrisia como se só agora viesse, a saber, que bilhões de pessoas morrem de fome em todo o mundo por única e exclusiva culpa dos grandes capitalistas mundiais que controlam todo o processo de produção em escala mundial, desde a produção de sementes até o transporte e a venda dos alimentos.
Como não dá mais para esconder o óbvio a ONU quer achar um culpado para mais essa barbárie do capitalismo mundial e para isso não se envergonha de incluir no rol de culpados o Presidente Lula e o projeto brasileiro de biocombustíveis que num futuro bem próximo deixará o Brasil alto suficiente em energia e assim independente mundialmente.
Essa independência brasileira e implementada por Lula, um torneiro mecânico, portanto fora da liturgia da política capitalista é um risco ao domínio imperialista por isso deve-se culpá-lo a todo custo.
Lula é um risco para os interesses de dominação norte americano na América Latina, pois se constitui juntamente com os outros Presidentes Latino-americanos como importantes lideranças mundiais que podem e estão já influenciando a política econômica mundial interrompendo assim o avanço dos EUA e seus aliados.
O Governo Lula deve ficar sempre alerta para não errar no método de produção agrícola se esquecendo de manter a totalidade das necessidades alimentares do povo brasileiro e isso se dá é apostando na agricultura familiar incentivando-a a produzir mais, melhor e em diversidade.
Somos um país continental e para isso nosso povo deve ter soberania em todos os sentidos e em especial SOBERANIA ALIMENTAR.
A soberania alimentar define essencialmente o pacote político que seria necessário para que as políticas de reforma agrária e desenvolvimento rural possam verdadeiramente reduzir a pobreza, proteger o ambiente, e fortalecer o desenvolvimento econômico inclusivo e de grande base social. Os pilares mais fundamentais da soberania alimentar incluem o reconhecimento e o cumprimento do direito à alimentação e o direito a terra; o direito de cada nação ou povo a definir a sua própria política agrícola e alimentar, respeitando o direito dos povos indígenas aos seus territórios, os direitos dos pescadores tradicionais a áreas de pesca, etc.; um refúgio das políticas de comércio livre, com uma concomitante maior prioridade de produção alimentar para mercados locais e nacionais, e o fim da venda abaixo do preço de custo (dumping); reforma agrária genuína; e práticas agrícolas sustentáveis, com base nos camponeses, ou agro-ecológicas.
A soberania alimentar está relacionada com os direitos humanos e para se possuir soberania alimentar implica em se fazer a reforma agrária através duma análise do direito a uma alimentação adequada, e do direito a terra, reclamado pelo movimento social rural, pelo simples fato de se ter mais terra para mais trabalhadores nela trabalhando. A reforma agrária é necessária para que aja uma desconcentração de muitas áreas de terras em poucas mãos e assim teremos mais diversidade de produção alimentar.
A adoção de uma política de soberania alimentar inclui:
*Dar prioridade à produção agrícola local de forma a alimentar as pessoas, o acesso de camponeses e dos sem terra a terra, água, sementes, e crédito, e, desde logo, a necessidade para reformas da terra genuínas e abrangentes, acesso sem restrições a sementes, e para a salvaguarda da água como um bem público para ser equitativamente e sustentavelmente distribuído,
*O direito das famílias agricultoras e camponesas para produzir alimentos e o direito dos consumidores para decidirem o que consomem, e como e por quem é produzido;
*O direito dos Países para se protegerem de preços agrícolas baixos e da importação de alimentos;
*Os preços agrícolas deverão estar ligados aos custos de produção com uma margem de lucro que permita, aos produtores, uma vida digna: isto pode ser atingido se os Países ou Uniões de Estados tiverem a possibilidade de imporem taxas, quotas e interditar as importações excessivamente baratas, se comprometerem a favor da produção agrícola sustentada, e se conseguem gerir a produção no mercado interno de forma a evitar excessos estruturais;
*A participação do povo na formulação das políticas agrícolas;
*O reconhecimento dos direitos das mulheres agricultoras que desempenham um papel primordial na produção agrícola e na alimentação.
Hoje em dia, os povos do mundo são confrontados com dois modelos de agricultura, desenvolvimento rural e produção de alimentos um deles é o conceito de soberania alimentar onde a participação popular se faz presente e necessária.
O outro, o dominante é um modelo do agronegócio baseado na lógica neoliberal do comércio livre, privatização e visão da terra como mercadoria, água, florestas, pescas, sementes, conhecimentos e, da vida em si o qual deve ser combatido em nome da sobrevivência da espécie humana na terra.
É guiada por um objetivo de lucros corporativos e o aumento de produção para exportação baseada na mão de obra barata, muitas vezes escravas, e é responsável pelo aumento da concentração de propriedade da terra, recursos e cadeias de produção e distribuição alimentar e outros produtos agrícolas nas mãos de algumas, poucas, corporações.
Os preços dos alimentos e outros bens agrícolas recebidos pelos produtores estão em constante declínio por causa da venda abaixo do preço de custo (dumping) e outros fatores, tais como os salários para agricultores e trabalhadores. No entanto, os preços ao consumidor continuam a aumentar. O modelo é quimicamente intensivo e causa danos incalculáveis ao ambiente e à saúde dos produtores, trabalhadores e consumidores.
Estes importantes fatores não estão sendo divulgados ou ao menos pensados pelos dirigentes da ONU como uma possível solução da fome no mundo, mas nossa certeza é da necessidade urgente de mudar-se o modo de produção e distribuição alimentar em esfera global.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão-RS, 29/04/2008.
O Holocausto Capitalista.
Na falta de comida, biscoito de barro.
Povo se sustenta com mistura de argila, banha, água e sal cozida sob o sol do Caribe.
Osmar Freitas Jr. de Nova York.
A notícia caiu na internet como um tijolo:
"Haitianos famintos estão comendo terra". Culpa-se a inflação nos preços de alimentos e, por tabela, até a super produção de biocombustíveis.
Cana e soja estão ocupando no mundo, os espaços que antes pertenciam ao arroz e feijão, diz Jean Ziegler, relator da ONU para o Direito à Alimentação. Mas não há novidades na gastronomia de horrores caribenha.
No Haiti, a argila amarela da cidade central de Hinche faz parte do menu diário, há séculos. A situação da desnutrição atingiu paroxismos nos últimos três meses, quando os preços dos gêneros alimentícios aumentaram 50%. Só recentemente, porém, o público internacional notou as bolachas de terra vendidas nos mercados do país.
Há anos, quem anda pelo terreiro aos pés do Fort Dimanche – a antiga prisão juvenil e atual favela – encontra o mercado e a fábrica das bolachas de terra. Mulheres agachadas na rua estendem discos de argamassa em grandes placas de zinco.
A receita deste biscoito grosso para as massas é simples: argila, banha, água e sal. Forma-se uma pasta amarela, moldada em pequenos círculos. O cozimento fica por conta do sol infernal: em pouco mais de uma hora, o produto final está pronto para a venda.
Carestia
Em 1994 – durante a invasão militar americana que restaurou ao poder o presidente exilado Jean-Bertrand Aristide – a bolacha custava dois centavos de dólar. Naquela época, só os cães e ratos estavam gordos: devoravam os cadáveres das pessoas mortas pelas gangues defensoras da junta militar que comandou o país. Em dezembro passado, o quitute de barro subiu para 4 centavos. Hoje a unidade está a cinco centavos.
– Aumentou o preço da terra. Um latão está custando US$ 1.50 – explica a assistente social da ONU, Marie Mandel.
Comparado com os preços de outros alimentos - dois copos de arroz a 60 centavos, por exemplo – o biscoito de terra é barato.
– Carne, nem pensar – diz Mandel. – As poucas chances de se comer carne vinham das capturas de cães e pássaros. Mas até estes estão sumidos. Os ratos proliferam, mas são mais difíceis de pegar. E um rato adulto chega a US$ 1.
Em 1994, alguns repórteres que cobriam a invasão americana participaram de uma sessão de degustação do biscoito de barro. Concordaram com um jornalista americano que, com humor negro, deu o veredicto: "Deixa um gosto de terra na boca. Com toques de gordura". Notava-se também a secura imediata de todo o palato, deixando o comensal desesperadamente sedento. Os goles d'água, que ajudam a empurrar a comida, reconstituem a consistência original da argamassa. O resultado é um bocado de lama no estômago.
Gabriel Thimothee, diretor executivo do Ministério da Saúde do Haiti, disse ao JB, por telefone, que os casos de cirurgias gástricas aumentaram 25% nos hospitais do país nos últimos seis meses.
– O paciente chega reclamando de cólicas e dificuldades de evacuar. As cirurgias de estômago ou intestino revelam blocos sólidos, como pedras, no interior dos órgãos – conta.
O barro vira tijolo no interior das pessoas. E a geofagia – o hábito de comer terra – vai continuar, pois o solo é tão pobre quanto os homens. Há séculos a exploração predatória, a falta de chuvas e os desmandos políticos acabaram com a agricultura neste pedaço da ilha que foi apelidada pelo descobridor Cristóvão Colombo de Isla Esmeralda, por causa de seu verde
Fonte: Rodrigo Schley
Economia – UFRGS
http://blogdoschley.blogspot.com
http://subversivo.gigafoto.com.br/
ver.itamarsantos@terra.com.br
Publicado no www.melhordetodos.com.br em 28/04/2008
Povo se sustenta com mistura de argila, banha, água e sal cozida sob o sol do Caribe.
Osmar Freitas Jr. de Nova York.
A notícia caiu na internet como um tijolo:
"Haitianos famintos estão comendo terra". Culpa-se a inflação nos preços de alimentos e, por tabela, até a super produção de biocombustíveis.
Cana e soja estão ocupando no mundo, os espaços que antes pertenciam ao arroz e feijão, diz Jean Ziegler, relator da ONU para o Direito à Alimentação. Mas não há novidades na gastronomia de horrores caribenha.
No Haiti, a argila amarela da cidade central de Hinche faz parte do menu diário, há séculos. A situação da desnutrição atingiu paroxismos nos últimos três meses, quando os preços dos gêneros alimentícios aumentaram 50%. Só recentemente, porém, o público internacional notou as bolachas de terra vendidas nos mercados do país.
Há anos, quem anda pelo terreiro aos pés do Fort Dimanche – a antiga prisão juvenil e atual favela – encontra o mercado e a fábrica das bolachas de terra. Mulheres agachadas na rua estendem discos de argamassa em grandes placas de zinco.
A receita deste biscoito grosso para as massas é simples: argila, banha, água e sal. Forma-se uma pasta amarela, moldada em pequenos círculos. O cozimento fica por conta do sol infernal: em pouco mais de uma hora, o produto final está pronto para a venda.
Carestia
Em 1994 – durante a invasão militar americana que restaurou ao poder o presidente exilado Jean-Bertrand Aristide – a bolacha custava dois centavos de dólar. Naquela época, só os cães e ratos estavam gordos: devoravam os cadáveres das pessoas mortas pelas gangues defensoras da junta militar que comandou o país. Em dezembro passado, o quitute de barro subiu para 4 centavos. Hoje a unidade está a cinco centavos.
– Aumentou o preço da terra. Um latão está custando US$ 1.50 – explica a assistente social da ONU, Marie Mandel.
Comparado com os preços de outros alimentos - dois copos de arroz a 60 centavos, por exemplo – o biscoito de terra é barato.
– Carne, nem pensar – diz Mandel. – As poucas chances de se comer carne vinham das capturas de cães e pássaros. Mas até estes estão sumidos. Os ratos proliferam, mas são mais difíceis de pegar. E um rato adulto chega a US$ 1.
Em 1994, alguns repórteres que cobriam a invasão americana participaram de uma sessão de degustação do biscoito de barro. Concordaram com um jornalista americano que, com humor negro, deu o veredicto: "Deixa um gosto de terra na boca. Com toques de gordura". Notava-se também a secura imediata de todo o palato, deixando o comensal desesperadamente sedento. Os goles d'água, que ajudam a empurrar a comida, reconstituem a consistência original da argamassa. O resultado é um bocado de lama no estômago.
Gabriel Thimothee, diretor executivo do Ministério da Saúde do Haiti, disse ao JB, por telefone, que os casos de cirurgias gástricas aumentaram 25% nos hospitais do país nos últimos seis meses.
– O paciente chega reclamando de cólicas e dificuldades de evacuar. As cirurgias de estômago ou intestino revelam blocos sólidos, como pedras, no interior dos órgãos – conta.
O barro vira tijolo no interior das pessoas. E a geofagia – o hábito de comer terra – vai continuar, pois o solo é tão pobre quanto os homens. Há séculos a exploração predatória, a falta de chuvas e os desmandos políticos acabaram com a agricultura neste pedaço da ilha que foi apelidada pelo descobridor Cristóvão Colombo de Isla Esmeralda, por causa de seu verde
Fonte: Rodrigo Schley
Economia – UFRGS
http://blogdoschley.blogspot.com
http://subversivo.gigafoto.com.br/
ver.itamarsantos@terra.com.br
Publicado no www.melhordetodos.com.br em 28/04/2008
segunda-feira, 21 de abril de 2008
Perplexidade.
Recentemente o Ministro Aposentado do STF, Dr. Paulo Brossard teve um artigo seu publicado na grande imprensa local onde o mesmo se vê “perplexo pela falta de atenção das autoridades brasileiras a respeito do desmatamento da Amazônia”, entre outras questões.
O nobre jurista deve saber de que a rapinagem amazônica já vem de muito tempo e que esse processo de grilagem das terras, em especial, as da União, pelo agronegócio datam da ditadura militar.
O desmatamento da Amazônia está ligado ao comercio ilegal de madeira e se completa com o avanço desordenado do agronegócio que se preocupa somente com o lucro.
A história nos mostra que todos os projetos de colonização da Amazônia foram fracassados, mas durante o regime militar foram vendidas terras publicas por meio de licitação para empresas transnacionais sendo proibidas com o inicio da redemocratização do Brasil [1985/1990].
De acordo com a Constituição Federal de 1988, essas terras só poderiam ser usadas para fins de reforma agrária, regularizando a situação das populações quilombolas, ribeirinhos, e camponeses, fato este que infelizmente não se concretizou até os dias de hoje e é severamente atacado pelos representantes do capital e da grande imprensa.
A grilagem de terras pública é tão escandalosa que nas disposições transitórias da Constituição de 1988 há um artigo que manda uma comissão do Congresso rever todas as vendas de terras públicas do período de 1964 até 1987, fato este que nunca foi realizado devido à grande pressão das transnacionais e dos latifundiários brasileiros que financiam a bancada ruralista da UDR e mata todo aquele que denunciam seus crimes como aconteceu com Chico Mendes, Irmã Doroty e agora com três bispos católicos da região que estão sob proteção policial.
A desproteção da Amazônia não é uma perplexidade só porque a política indigenista do Governo Federal dá as terras á quem de direito, mas sim pela grilagem realizada por brancos brasileiros que estão a serviço dos também brancos nórdicos. É sob esse fato que os comandantes das forças armadas brasileira devem debruçar sua atenção, pois nossas fronteiras estão sendo “vendidas” de norte a sul sob o falso pretexto do desenvolvimento.
Nossa sociedade deve se preocupar é com a aprovação da Emenda Constitucional aprovada pelo Senador Zambiase que reduziu de 150 km para 50 km das nossas fronteiras a permissão para venda de terras privadas para estrangeiros dando sinal de sua subserviência ao capital estrangeiro.
O Brasil infelizmente é dependente dos capitais especulativos que vem dos grandes países capitalistas e agora está sendo invadido com a autorização das ditas autoridades brasileiras.
Ainda é tempo de se reverter esse terrível quadro. Temos que chamar a atenção através das armas que a democracia nos fornece e pressionar os Deputados, Senadores e o Presidente Lula para retirar do Congresso Nacional a medida provisória nº 422 que autoriza a venda de terras públicas sem licitação e que dê a efetiva proteção que a Amazônia precisa com o envio imediato de tropas federais para as regiões em conflito e crie condições de derrubar a emenda Zambiase.
Se nada for feito entraremos num período colonial já mais visto antes.
ver.itamarsantos terra.com.br
Viamão-RS, 21/04/2008.
O nobre jurista deve saber de que a rapinagem amazônica já vem de muito tempo e que esse processo de grilagem das terras, em especial, as da União, pelo agronegócio datam da ditadura militar.
O desmatamento da Amazônia está ligado ao comercio ilegal de madeira e se completa com o avanço desordenado do agronegócio que se preocupa somente com o lucro.
A história nos mostra que todos os projetos de colonização da Amazônia foram fracassados, mas durante o regime militar foram vendidas terras publicas por meio de licitação para empresas transnacionais sendo proibidas com o inicio da redemocratização do Brasil [1985/1990].
De acordo com a Constituição Federal de 1988, essas terras só poderiam ser usadas para fins de reforma agrária, regularizando a situação das populações quilombolas, ribeirinhos, e camponeses, fato este que infelizmente não se concretizou até os dias de hoje e é severamente atacado pelos representantes do capital e da grande imprensa.
A grilagem de terras pública é tão escandalosa que nas disposições transitórias da Constituição de 1988 há um artigo que manda uma comissão do Congresso rever todas as vendas de terras públicas do período de 1964 até 1987, fato este que nunca foi realizado devido à grande pressão das transnacionais e dos latifundiários brasileiros que financiam a bancada ruralista da UDR e mata todo aquele que denunciam seus crimes como aconteceu com Chico Mendes, Irmã Doroty e agora com três bispos católicos da região que estão sob proteção policial.
A desproteção da Amazônia não é uma perplexidade só porque a política indigenista do Governo Federal dá as terras á quem de direito, mas sim pela grilagem realizada por brancos brasileiros que estão a serviço dos também brancos nórdicos. É sob esse fato que os comandantes das forças armadas brasileira devem debruçar sua atenção, pois nossas fronteiras estão sendo “vendidas” de norte a sul sob o falso pretexto do desenvolvimento.
Nossa sociedade deve se preocupar é com a aprovação da Emenda Constitucional aprovada pelo Senador Zambiase que reduziu de 150 km para 50 km das nossas fronteiras a permissão para venda de terras privadas para estrangeiros dando sinal de sua subserviência ao capital estrangeiro.
O Brasil infelizmente é dependente dos capitais especulativos que vem dos grandes países capitalistas e agora está sendo invadido com a autorização das ditas autoridades brasileiras.
Ainda é tempo de se reverter esse terrível quadro. Temos que chamar a atenção através das armas que a democracia nos fornece e pressionar os Deputados, Senadores e o Presidente Lula para retirar do Congresso Nacional a medida provisória nº 422 que autoriza a venda de terras públicas sem licitação e que dê a efetiva proteção que a Amazônia precisa com o envio imediato de tropas federais para as regiões em conflito e crie condições de derrubar a emenda Zambiase.
Se nada for feito entraremos num período colonial já mais visto antes.
ver.itamarsantos terra.com.br
Viamão-RS, 21/04/2008.
terça-feira, 8 de abril de 2008
O Comunismo preocupa?
A quem o comunismo preocupa? Esse tema ainda preocupa a alguns ditos especialistas no assunto, embora esse regime tenha sido “banido” do leste Europeu e com isso tenha eclodido varias guerras étnicas para enriquecer a indústria bélica norte americanas o regime continua pairando sobre os ares e cabeças capitalistas.
Essa preocupação toda tem sentido, uma vez que o sistema capitalista secular nunca conseguiu solucionar os mais simples problemas da humanidade e por si só produz uma competição fratricida entre seus povos alimentando a guerra para que possam manter-se no poder político e econômico planetário.
Apesar da URSS estar esfacelada e a China dominada por uma coisa de difícil denominação onde se utiliza da riqueza capitalista para manter uma casta que se auto intitula comunista que aboliu de seu convívio os mais elementares direitos humanos.
Sendo que nesta questão chinesa os capitalistas e seus víeis representantes espalhados por todas as instituições brasileiras calam-se frente aos massacres impostos ao povo chinês por um governo capitalista de estado que é beneficiador direto do capitalismo mundial com sua desleal “concorrência” que inunda os mercados com seus produtos pirateados ao custo muitas vezes do trabalho infantil e escravo. Mas, estes mesmos representantes vestejam as mudanças que se iniciam em Cuba comemorando que os cubanos poderam ter celulares e se hospedarem nos hotéis luxuosos da ilha como se isso fosse uma grande façanha do capitalismo e que todos os povos do mundo capitalista tivessem a oportunidade de freqüentar esse tipo de serviço. Quisera eu que todos os cubanos possam passar suas férias nos maravilhosos hotéis da ilha caribenha, quisera eu que todos os brasileiros podessem passar suas férias nos hotéis da orla brasileira com suas paisagens exuberantes, mas isso é praticamente impossível no atual regime social em que vivemos aqui e lá em Cuba.
Em Cuba porque a ilha vive a mais de 50 anos sob um embargo ferrenho que lhe impossibilita produzir mais para exportar e exportando mais pode comprar mais, só que isso aqueles mesmo que estão preocupados com o comunismo não publicam em suas crônicas e artigos esse tipo de imposição de seus patrões.
As comparações feitas em relação a Cuba e o Brasil são descabidas pelo simples fato de Cuba ser um país comunista que vive sob embargo comercial imposto pelos EUA e mesmo assim sobreviveu a isso tendo a melhor saúde, a melhor educação onde sua população é atendida sem sair de casa e suas crianças não ficam abandonadas nas ruas e no Brasil nos últimos cinco séculos somos um pais que é roubado a cada dia e que vive em um sistema capitalista que por si só é excludente, nosso sistema de saúde tem um pouco mais de uma década, nossa educação esta no principio de sua verdadeira democratização.
Então comparar o Brasil com Cuba e supor que o regime cubano vai ser implementado aqui é no mínimo abusar, aterrorizar os menos avisados e essa “ameaça” de que Lula fará isso porque está dando comida a que tem fome, escola a quem fora dela esta, e trabalho a quem precisa é ser um capitalista insensato e sanguinário. Quem dera que o governo Lula tivesse apoio popular suficiente para agilizar alguns princípios socialistas no Brasil e chegar a concluir a reforma agrária, uma reforma urbana e a taxar as grandes fortunas, isso já seria um grande avanço para toda a população brasileira.
E talvez brasileiros e cubanos um dia podessem passar alguns dias em um hotel viamonense que cobra uma diária de R$ 325,00 por pessoa que dá direito ao café da manha, almoço e janta acompanhado das diversões que o local proporciona, se levar um filho (a) com mais de 5 anos paga mais R$ 70,00 por dia. Quem pode desfrutar desse magnífico lazer no Brasil capitalista? Quem sabe um dia nós poderemos desfrutar das belezas que nossa Viamão oferece.
Esse dia poderá chegar para mais desespero dos cronistas do capitalismo, pois esse dia chegará quando as idéias revolucionarias de CHÊ deixar de ser uma mera pesa decorativa das camisetas e das bandeiras das torcidas dos times de futebol e passar a influenciar as mentes desses torcedores.
Porque para desespero dos capitalistas, mataram o corpo de CHÊ e Fidel um dia morrerá, mas seus sonhos e suas praticas nunca morreram.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão, 08/04/2008.
Essa preocupação toda tem sentido, uma vez que o sistema capitalista secular nunca conseguiu solucionar os mais simples problemas da humanidade e por si só produz uma competição fratricida entre seus povos alimentando a guerra para que possam manter-se no poder político e econômico planetário.
Apesar da URSS estar esfacelada e a China dominada por uma coisa de difícil denominação onde se utiliza da riqueza capitalista para manter uma casta que se auto intitula comunista que aboliu de seu convívio os mais elementares direitos humanos.
Sendo que nesta questão chinesa os capitalistas e seus víeis representantes espalhados por todas as instituições brasileiras calam-se frente aos massacres impostos ao povo chinês por um governo capitalista de estado que é beneficiador direto do capitalismo mundial com sua desleal “concorrência” que inunda os mercados com seus produtos pirateados ao custo muitas vezes do trabalho infantil e escravo. Mas, estes mesmos representantes vestejam as mudanças que se iniciam em Cuba comemorando que os cubanos poderam ter celulares e se hospedarem nos hotéis luxuosos da ilha como se isso fosse uma grande façanha do capitalismo e que todos os povos do mundo capitalista tivessem a oportunidade de freqüentar esse tipo de serviço. Quisera eu que todos os cubanos possam passar suas férias nos maravilhosos hotéis da ilha caribenha, quisera eu que todos os brasileiros podessem passar suas férias nos hotéis da orla brasileira com suas paisagens exuberantes, mas isso é praticamente impossível no atual regime social em que vivemos aqui e lá em Cuba.
Em Cuba porque a ilha vive a mais de 50 anos sob um embargo ferrenho que lhe impossibilita produzir mais para exportar e exportando mais pode comprar mais, só que isso aqueles mesmo que estão preocupados com o comunismo não publicam em suas crônicas e artigos esse tipo de imposição de seus patrões.
As comparações feitas em relação a Cuba e o Brasil são descabidas pelo simples fato de Cuba ser um país comunista que vive sob embargo comercial imposto pelos EUA e mesmo assim sobreviveu a isso tendo a melhor saúde, a melhor educação onde sua população é atendida sem sair de casa e suas crianças não ficam abandonadas nas ruas e no Brasil nos últimos cinco séculos somos um pais que é roubado a cada dia e que vive em um sistema capitalista que por si só é excludente, nosso sistema de saúde tem um pouco mais de uma década, nossa educação esta no principio de sua verdadeira democratização.
Então comparar o Brasil com Cuba e supor que o regime cubano vai ser implementado aqui é no mínimo abusar, aterrorizar os menos avisados e essa “ameaça” de que Lula fará isso porque está dando comida a que tem fome, escola a quem fora dela esta, e trabalho a quem precisa é ser um capitalista insensato e sanguinário. Quem dera que o governo Lula tivesse apoio popular suficiente para agilizar alguns princípios socialistas no Brasil e chegar a concluir a reforma agrária, uma reforma urbana e a taxar as grandes fortunas, isso já seria um grande avanço para toda a população brasileira.
E talvez brasileiros e cubanos um dia podessem passar alguns dias em um hotel viamonense que cobra uma diária de R$ 325,00 por pessoa que dá direito ao café da manha, almoço e janta acompanhado das diversões que o local proporciona, se levar um filho (a) com mais de 5 anos paga mais R$ 70,00 por dia. Quem pode desfrutar desse magnífico lazer no Brasil capitalista? Quem sabe um dia nós poderemos desfrutar das belezas que nossa Viamão oferece.
Esse dia poderá chegar para mais desespero dos cronistas do capitalismo, pois esse dia chegará quando as idéias revolucionarias de CHÊ deixar de ser uma mera pesa decorativa das camisetas e das bandeiras das torcidas dos times de futebol e passar a influenciar as mentes desses torcedores.
Porque para desespero dos capitalistas, mataram o corpo de CHÊ e Fidel um dia morrerá, mas seus sonhos e suas praticas nunca morreram.
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão, 08/04/2008.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
" Plano Colômbia."
O chamado Plano Colômbia é a intervenção dos Estados Unidos na Colômbia, com o pretexto de combater o narcotráfico no continente, mas na verdade reflete a situação cada vez mais cômoda do imperialismo norte-americano, sobre um dos países mais ricos em reservas naturais da Amazônia.
As operações militares do Plano Colômbia, de fato, começaram em outubro de 2000, quando o exército realizou um ataque em grande escala em Putumayo, no sul do país, na região mais rica em petróleo, localizada na fronteira com o Equador, com a desculpa de combater um foco da guerrilha supostamente ligado narcotráfico. O que comprova que a questão de fronteira entre os dois países é bastante antiga.
É preciso que fique claro, que o interesse dos Estados Unidos não se restringe ao petróleo. A biodiversidade da Amazônia colombiana só perde para o Brasil, sendo que somente seus recursos hídricos já bastariam para atrair os Estados Unidos. Esse plano nada mais é do que uma porta de entrada a futura dominação norte americana do território amazônico, incluindo aí o Brasil caso fiquemos calados.
Essa questão torna-se ainda mais delicada, principalmente se levarmos em conta que a água doce, cada vez mais escassa, já é considerada uma questão chave para o século XXI, tendo nos Estados Unidos seu principal consumidor mundial.
A questão crucial do Plano Colômbia é o combate aos grupos de guerrilha, não pela ligação desses com o tráfico e sim, pela capacidade de mobilizar a população mais pobre, de origem indígena, contra o imperialismo norte-americano. Cerca de 40% da Colômbia é controlada por grupos guerrilheiros, destacando-se as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o Exército de Libertação Nacional (ELN).
A guerrilha colombiana, que a história oficial e a imprensa colonial relacionam com o narcotráfico, originou-se no seio do movimento popular-indígena na guerra civil ocorrida no país no final dos anos 40, entre o Partido Conservador e o Partido Liberal. Ambos cresceram politicamente representando a burguesia, sendo que o primeiro esteve ligado à oligarquia rural e o segundo aos setores mais relacionados com um projeto econômico urbano-modernizador para o desenvolvimento nacional.
A luta iniciou-se em 1948 após o assassinato do liberal Jorge Eliécer Gaitán, que através de práticas populistas, contava com apoio de operários e camponeses, que revoltados com o fato, iniciaram uma série de manifestações em todo país. Essa revolta, ocorrida no início da Guerra Fria, foi vista pelos Estados Unidos como uma ameaça ao capitalismo.
Com apoio norte-americano, os conservadores colombianos iniciaram um período de repressão conhecido como La Violência, em que morreu cerca de 200 mil pessoas entre 1948 e 1953. Economicamente, essa fase foi acompanhada por uma maior concentração de renda, que agravou ainda mais a desigualdade social, contribuindo para o fortalecimento da resistência popular-armada com a formação das Farc e do ELN em 1964, sob influência do socialismo cubano.
Sem conseguir controlar a guerrilha, o então presidente Julio César Turbay Ayala, apoiado pelos Estados Unidos autorizou a formação de grupos paramilitares, conhecidos como "esquadrões da morte", para combater a guerrilha. Treinados nos Estados Unidos e patrocinados pelos latifundiários e pelos "barões da droga", esses grupos, como a Autodefesas Unidas Colombianas (AUC), praticaram inúmeros crimes, vitimando políticos de oposição, sindicalistas e a população rural suspeita de apoiar a guerrilha. Esse último segmento formado principalmente por indígenas é o que mais vem sofrendo com a ação dos "esquadrões da morte".
Ameaçados, milhares de camponeses já abandonaram suas terras nos últimos anos, que foram facilmente ocupadas por fazendeiros narcotraficantes. O êxodo rural empobreceu os centros urbanos, onde muitos camponeses desprovidos de emprego passaram a integrar a guerrilha, que paga inicialmente o dobro do salário mínimo colombiano. O dinheiro que mantém a guerrilha é obtido pelo "imposto" cobrado aos traficantes que atuam em territórios controlados pelas Farc e pelo ELN.
Na última década do século XX a violência no país foi responsável pela morte e desaparecimento de 70 mil pessoas, sendo mais da metade composta pela população civil, destacando-se trabalhadores, intelectuais e sindicalistas.
Os EUA estão militarmente em 156 países, com 737 bases instaladas em 63 desses países segundo o próprio departamento de defesa norte americano. Somente na América Latina esta localizada uma dezena dessas bases: Guantanamo-Cuba, Vieques- Porto Rico, Solo de Cano-Honduras, Rainha Beatrix-Aruba, Hato-Curaçao, Manta-Equador, Três Esquinas e Letícia- Colômbia, Iquitos-Peru e Mariscal Estigarribia-Paraguai, todas elas estrategicamente localizadas para serem utilizadas sempre que necessário.
Estas informações são deliberadamente omitidas nas publicações de massas para que a informação recebida pelo povo seja sempre a que favoreça os interesses dos imperialistas e de seus súditos brasileiros.
Fonte: www.historianet.com.br e www.brasildefato.com.br
ver.itamarsantos@terra.com.br
Viamão-RS, 02de abril de 2008.
As operações militares do Plano Colômbia, de fato, começaram em outubro de 2000, quando o exército realizou um ataque em grande escala em Putumayo, no sul do país, na região mais rica em petróleo, localizada na fronteira com o Equador, com a desculpa de combater um foco da guerrilha supostamente ligado narcotráfico. O que comprova que a questão de fronteira entre os dois países é bastante antiga.
É preciso que fique claro, que o interesse dos Estados Unidos não se restringe ao petróleo. A biodiversidade da Amazônia colombiana só perde para o Brasil, sendo que somente seus recursos hídricos já bastariam para atrair os Estados Unidos. Esse plano nada mais é do que uma porta de entrada a futura dominação norte americana do território amazônico, incluindo aí o Brasil caso fiquemos calados.
Essa questão torna-se ainda mais delicada, principalmente se levarmos em conta que a água doce, cada vez mais escassa, já é considerada uma questão chave para o século XXI, tendo nos Estados Unidos seu principal consumidor mundial.
A questão crucial do Plano Colômbia é o combate aos grupos de guerrilha, não pela ligação desses com o tráfico e sim, pela capacidade de mobilizar a população mais pobre, de origem indígena, contra o imperialismo norte-americano. Cerca de 40% da Colômbia é controlada por grupos guerrilheiros, destacando-se as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) e o Exército de Libertação Nacional (ELN).
A guerrilha colombiana, que a história oficial e a imprensa colonial relacionam com o narcotráfico, originou-se no seio do movimento popular-indígena na guerra civil ocorrida no país no final dos anos 40, entre o Partido Conservador e o Partido Liberal. Ambos cresceram politicamente representando a burguesia, sendo que o primeiro esteve ligado à oligarquia rural e o segundo aos setores mais relacionados com um projeto econômico urbano-modernizador para o desenvolvimento nacional.
A luta iniciou-se em 1948 após o assassinato do liberal Jorge Eliécer Gaitán, que através de práticas populistas, contava com apoio de operários e camponeses, que revoltados com o fato, iniciaram uma série de manifestações em todo país. Essa revolta, ocorrida no início da Guerra Fria, foi vista pelos Estados Unidos como uma ameaça ao capitalismo.
Com apoio norte-americano, os conservadores colombianos iniciaram um período de repressão conhecido como La Violência, em que morreu cerca de 200 mil pessoas entre 1948 e 1953. Economicamente, essa fase foi acompanhada por uma maior concentração de renda, que agravou ainda mais a desigualdade social, contribuindo para o fortalecimento da resistência popular-armada com a formação das Farc e do ELN em 1964, sob influência do socialismo cubano.
Sem conseguir controlar a guerrilha, o então presidente Julio César Turbay Ayala, apoiado pelos Estados Unidos autorizou a formação de grupos paramilitares, conhecidos como "esquadrões da morte", para combater a guerrilha. Treinados nos Estados Unidos e patrocinados pelos latifundiários e pelos "barões da droga", esses grupos, como a Autodefesas Unidas Colombianas (AUC), praticaram inúmeros crimes, vitimando políticos de oposição, sindicalistas e a população rural suspeita de apoiar a guerrilha. Esse último segmento formado principalmente por indígenas é o que mais vem sofrendo com a ação dos "esquadrões da morte".
Ameaçados, milhares de camponeses já abandonaram suas terras nos últimos anos, que foram facilmente ocupadas por fazendeiros narcotraficantes. O êxodo rural empobreceu os centros urbanos, onde muitos camponeses desprovidos de emprego passaram a integrar a guerrilha, que paga inicialmente o dobro do salário mínimo colombiano. O dinheiro que mantém a guerrilha é obtido pelo "imposto" cobrado aos traficantes que atuam em territórios controlados pelas Farc e pelo ELN.
Na última década do século XX a violência no país foi responsável pela morte e desaparecimento de 70 mil pessoas, sendo mais da metade composta pela população civil, destacando-se trabalhadores, intelectuais e sindicalistas.
Os EUA estão militarmente em 156 países, com 737 bases instaladas em 63 desses países segundo o próprio departamento de defesa norte americano. Somente na América Latina esta localizada uma dezena dessas bases: Guantanamo-Cuba, Vieques- Porto Rico, Solo de Cano-Honduras, Rainha Beatrix-Aruba, Hato-Curaçao, Manta-Equador, Três Esquinas e Letícia- Colômbia, Iquitos-Peru e Mariscal Estigarribia-Paraguai, todas elas estrategicamente localizadas para serem utilizadas sempre que necessário.
Estas informações são deliberadamente omitidas nas publicações de massas para que a informação recebida pelo povo seja sempre a que favoreça os interesses dos imperialistas e de seus súditos brasileiros.
Fonte: www.historianet.com.br e www.brasildefato.com.br
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Viamão-RS, 02de abril de 2008.
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