Mais uma vez a governadora Yeda Crusius tenta atacar os professores e os funcionários de escola.
Yeda tem ameaçado os educadores desde que assumiu o governo, com uma política educacional ditada pelos interesses dos empresários, que não melhora a qualidade da educação pública no Rio Grande do Sul.
Diante disso, o CPERS/Sindicato se dirige ao povo gaúcho para solicitar o apoio na defesa dos direitos de uma categoria, cujos vencimentos estão entre os mais baixos do funcionalismo público estadual.
As medidas anunciadas no pacote do governo são enganosas. Veja:
1. Os projetos não concedem qualquer reajuste salarial e têm como única finalidade desmontar as carreiras da categoria.
2. O governo se recusa a aplicar o Piso Salarial Nacional, como vencimento básico do Plano de Carreira.
3. O governo quer implantar a meritocracia, gerando queda na qualidade no ensino e, conseqüentemente, a exclusão social.
4. Os educadores estão com os salários congelados há três anos. Além disso, a proposta exclui os funcionários de escola, os professores com curso superior e congela o salário dos aposentados, rompendo com a paridade salarial entre ativos e inativos.
5. Por fim, um governo que destrói os serviços públicos e é acusado de chefiar uma “quadrilha criminosa”, não tem crédito quando diz que “valoriza o serviço público”.
O CPERS/Sindicato reafirma seu compromisso com a defesa da escola pública e de qualidade.
Alerta: só a pressão sobre o governo e os deputados poderá evitar uma greve da categoria neste final de ano.
DIA 20 DE NOVEMBRO, 13H30, PARTICIPE DA ASSEMBLEIA GERAL DO CPERS NO GIGANTINHO
Porto Alegre, 17 de novembro de 2009
Observação: este texto está publicado no correio do povo de hoje página 8.
*Fonte:CEPERS
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