
Orgia é a prática sexual com diversas pessoas.
Entende-se que isso possa ser considerado com 5 ou mais indivíduos, uma vez que com 3convenciona-se chamar de ménage, com 4 swing.
A origem do termo provem do latim orgĭa, e este do Grego ωργια, orgia, festas do Deus Dionísio (ou Baco).
Há gosto para todos os prazeres carnais que a humanidade possa imaginar e nossas vidas são orientadas apartir dos ensinamentos que recebemos desde a nossa concepção em estado fetal.
A partir daí iniciamos a construção de nossos valores éticos e morais, construídos em conjunto com a mãe e o pai exemplos fundamentais na formação desse novo adulto.
Desde a infância recebemos novos exemplos que também teriam papel importante nesta formação e é a partir deste ponto de nossas vidas que os exemplos externos começam a exercer um poder de influencia maior daquele exercidos pelos pais e familiares mais próximos ou ainda do grupo familiar substituto, nos casos que não existe a figura tradicional da família.
A infância e a juventude são as etapas mais importantes da nossa formação como individuo que nos transformara ou não em Cidadãos honestos e de moral intocada.
Todos os avanços conquistados pela humanidade produziram vertiginosamente milhares de novos valores, gostos, necessidades que nos induzem a justificarmos os meios para atingir o objetivo final daquilo que objetivamos, apesar de ainda existir cidadãos, como eu, que resistem a esta prática.
Esse alto índice de oferta de novos produtos conjugado com campanhas massivas de publicidade que impõe entre estes “ novos valores”, o consumismo, gera no conjunto da população a justificativa para os seus atos mais absurdos.
E esse aprendizado foi disseminado graças a volúpia mercantilista desenvolvida pelos meios de comunicação que ao mesmo tempo e com a mesma rapidez que descobre escândalos escabrosos na seara politica, difunde os mais perversos sentimentos consumistas em uma população que em grande parte esta alienada da politica por esta mesma midia.
A orgia moral a que se refere a socióloga, Sandra Silva, em artigo publicado em ZH de 30/09/2009 não esta consentrada somente na politica e nos políticos, nem a promiscuidade dos tempos de Dionísio se encontram concentrados nos palácios de Brasília, nas Prefeituras, nos Governos Estaduais, Assembléias Legislativas ou nos corredores das Câmaras Municipais de Vereadores.
A Calhordice só é maioria na politica brasileira porque habilmente ao longo dos tempos, geração após geração, aqueles que sempre dominaram o poder politico/econômico no Brasil e no mundo induziram, alienaram e quando não poderam alienar, mataram com suas ditaduras um grande numero de pessoas para que estas entendessem a polica com sendo uma moléstia contagiosa e portanto deve ser realizada por poucos seres iluminados que estão acima do bem e do mal.
E a todo o resto do povo que seja tolerante, demasiadamente permissivo, concescendente, que não demonstre reação, pois assim tudo que acontecer terá sempre os mesmos culpados, os quais ficam sempre no anonimato, tendo em vista que se generaliza “nos políticos” a culpa de todas as dilapdações do erário público omitindo-se que estes roubos tem sempre atores privados tendo o papel principal nestas tramas da vida real, como as grandes empreiteiras que monopolizam cartorialmente todas as obras públicas burlando legalmente a Lei das Licitações.
A cura desses bacanais da corrupção não está na diminuição do numero dos políticos e sim na execração dos calhordas que alimentam esta orgia com o seu voto deixando-se manipular por promessas de ganho fácil.
E se nossa democracia já estivesse definitivamente concretizada, teríamos uma midia comprometida em atuar afim de conscientizar politicamente o conjunto da sociedade, sendo assim um ótima remédio para esta contagiosa doença chamada alienação.
MSN:itamarssantos13@hotmail.com
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