quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Desenvolvimentismo.

Vamos dar um basta a estas comparações julas.

Wikipédia, a enciclopédia livre nos diz que se dá o nome de desenvolvimentismo a qualquer tipo de política econômica baseada na meta de crescimento da produção industrial e da infra-estrutura, com participação ativa do estado, como base da economia e o conseqüente aumento do consumo.

O desenvolvimentismo é uma política de resultados, e foi aplicado essencialmente em sistemas econômicos capitalistas, como no Brasil (governo JK) e no governo militar, quando ocorreu o "milagre econômico brasileiro", bem como na Espanha (franquismo).

Vou mais longe, na era Vargas se utilizou controversamente recursos Estatais (o chamado desenvolvimentismo-nacionalista) para desenvolver a industria brasileira, principalmente a petroleira-a Petrobrás nasceu ai, para definir o desenvolvimentismo como antagônico a um sistema solidário que se propõe a acabar com as desigualdades sociais e desde de lá não houve um crescimento sustentável com distribuição justa da renda adquirida.

Mais uma vez se vê a utilização desse modelo e acompanhado de um discurso nacionalista, propicio para a conjuntura atual, para justificar a sua utilização.

Na contra mão da lógica transformadora o Governo Federal prefere aliançar-se com os poderosos nacionais ao invés de aproveitar a maior crise de sistema nunca ocorrida no capitalismo mundial para atacá-lo e pedagogicamente apresentar a população brasileira saídas alheias ao ideário neoliberal.

Foto do Blog do Planauto.
Na terça,2/8/11 a Presidenta Dilma lança o Projeto Brasil Maior http://blog.planalto.gov.br/brasil-maior-desonera-folha-de-confeccoes-calcados-moveis-e-softwares/  , que retira 20 % que incidia no valor total da folha de pagamento dos trabalhadores das empresas, sendo que imposto era verba da Previdência Social por optar a não enfrentar por exemplo, os lucros exorbitantes adquiridos pelos banqueiros e mesmo aqueles alcançados por especuladores, agronegocio e todo o conjunto empresarial nacional e multinacional.

Necessitamos de mais ousadia governamental colocando-se na vanguarda de enfrentamento desta crise de Sistema no Capitalismo propondo a defesa Nacional, sim, mas voltada para as classes menos desfavorecidas onde valorize o emprego garantindo a sua estabilidade e remuneração, bem como a criação de novas tecnologias a fim de disputar com os produtos importados maior valor agregado e menor custo interno.

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MSN: itamarssantos13@hotmail.com

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