terça-feira, 5 de julho de 2011

6ª Conferência Municipal de Saúde de Porto Alegre.



Mesa de abertura da 6ª Conferência Municiapl de Saúde de Poa de
30-6 a 02-07-2011.


Eu estava lá!
A conferência é organizada a cada quatro anos pela Secretaria Municipal de Saúde e pelo Conselho Municipal de Saúde de Porto Alegre.Entre os 1.237 inscritos para avaliar a situação dos atendimentos oferecidos na Capital e propor medidas para a qualificação, 448 são usuários do sistema municipal de saúde, 605 são trabalhadores do setor, 159 são gestores e 25 são prestadores de serviço. http://www2.portoalegre.rs.gov.br/cmsaude/default.php?p_noticia=142914

Votação das Propostas na 6ª CMS de Poa.
Apesar da metodologia escolhida ter obstruído o aprofundamento dos debates iniciados nas 8 Pré Conferência que privilegiaram a participação popular, em especial a parcela dos usuários, não se repetiu durante a realização do momento máximo de encontro de todas as regiões da cidade.

O evento, em si, estava muito bom com um painel temático que proporcionou aos que estava na plenária da Conferência alertar-se para os riscos que o SUS está correndo na atual conjuntura brasileira.

Participação popular garante avanços na 6ª CMS de Poa.
Riscos inerentes a todo sistema público que se propõe a ser universal, como é o SUS. Estes riscos vêm da intensa disputa que vem de dentro e de fora dos governos onde o objetivo central é abocanhar todos os recursos disponíveis para o uso/pagamento dos “serviços” prestados pela iniciativa privados via a suplementariedade ou a terceirização dos serviços, deixando que realmente necessita desprovido de atendimento público de qualidade o qual é dever do Estado Brasileiro.

Atentos a esta conjuntura desfavorável, as classes menos favorecidas aprovaram um conjunto de propostas que visam garantir o SUS do jeito que está na Constituição Federal do Brasil, um SUS para todos e dever do Estado.

A sabedoria popular contida na plenária da 6ª Conferência Municipal de Saúde de Porto Alegre fez aprovar propostas dão um grito de indignação frente aos constantes ataques que o SUS vem sofrendo e exigem de seus governantes a imediata execução de leis que garantam os serviços com a REGULAQMENTAÇÃO DA EMENDA 29 a qual determina que a União aplique 10% do PIB brasileiro em saúde pública, a flexibilização da Lei de Responsabilidade Fiscal que limita o gasto público com servidores concursados e estáveis e a criação da Lei de Responsabilidade Sanitária a qual obriga aos governantes a cumprirem com os orçamentos da area da saúde.
Eu e o meu parceiro Milton Santos do Conselho Gestor do GHC.
Fotos de Itamar Santos.




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